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	<title>Comentários em: A próxima vítima  [actualizado]</title>
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		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-32844</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 00:26:32 +0000</pubDate>
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		<description>Fernando,

Se clicares neste link: 

http://fiel-inimigo.blogspot.com/2008/03/eu-mohammed-el-kaim-fao-parte-dos.html

obtens respostas para todas as tuas perguntas sobre o affaire Wilders num magistral &#039;j&#039;accuse&#039; de um ilustre marroquino desconhecido...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando,</p>
<p>Se clicares neste link: </p>
<p><a href="http://fiel-inimigo.blogspot.com/2008/03/eu-mohammed-el-kaim-fao-parte-dos.html" rel="nofollow">http://fiel-inimigo.blogspot.com/2008/03/eu-mohammed-el-kaim-fao-parte-dos.html</a></p>
<p>obtens respostas para todas as tuas perguntas sobre o affaire Wilders num magistral &#8216;j&#8217;accuse&#8217; de um ilustre marroquino desconhecido&#8230;</p>
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		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-32626</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 11:39:03 +0000</pubDate>
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		<description>Depois da morte do Pim e do Theo perdi a inocência, e o sorriso! Por isso, não creio que haja muito a lembrar...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Depois da morte do Pim e do Theo perdi a inocência, e o sorriso! Por isso, não creio que haja muito a lembrar&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: fmv</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-32624</link>
		<dc:creator>fmv</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 09:18:50 +0000</pubDate>
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		<description>Rui,

O filme há-de acabar por aparecer. E por opor a um fundamentalismo outro fundamentalismo, a um absurdo outro absurdo, a uma pulhice outra pulhice. E vai correr sangue. Nada fundamentalista, nada pulha, só muito absurdo.

*

Carmo da Rosa,

Ri, diverte-te. Aproveita o tempo. Eu nunca te pedirei contas. Só te lembrarei este riso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rui,</p>
<p>O filme há-de acabar por aparecer. E por opor a um fundamentalismo outro fundamentalismo, a um absurdo outro absurdo, a uma pulhice outra pulhice. E vai correr sangue. Nada fundamentalista, nada pulha, só muito absurdo.</p>
<p>*</p>
<p>Carmo da Rosa,</p>
<p>Ri, diverte-te. Aproveita o tempo. Eu nunca te pedirei contas. Só te lembrarei este riso.</p>
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	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-32621</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 02:36:05 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;E então que me dizem?&quot;

Que se há protestos oficiais do Paquistão e do Irão a coisa deve ser realmente muito grave !!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;E então que me dizem?&#8221;</p>
<p>Que se há protestos oficiais do Paquistão e do Irão a coisa deve ser realmente muito grave !!!</p>
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	<item>
		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-32616</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 00:59:12 +0000</pubDate>
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		<description>senhores,
notícia do &#039;SOL&#039;, hoje, domingo de Páscoa:

«O site em que o controverso deputado holandês de extrema-direita, Geert Wilders, ia divulgar um filme anti-Islão foi suspenso pelo servidor americano. A Holanda continua a temer protestos violentos.
A prometida estreia do filme, cujo autor compara o Corão ao Mein Kampf de Adolf Hitler, levou as autoridades holandesas a decretarem o segundo estado mais elevado de alerta, receando uma reacção violenta por parte da comunidade islâmica do país. O site em que o filme ia estrear, no entanto, foi suspenso este domingo pelo servidor Network Solutions, que prometeu analisar queixas de vários internautas que acusavam Geert Wilders de incitamento ao ódio. 
Apesar do filme ainda não ter estreado, a película de apenas 15 minutos já motivou protestos oficiais do Paquistão e do Irão. Recorde-se que, esta semana, Osama Bin Laden divulgou uma ameaça contra a União Europeia devido a uma polémica selhante, a das caricaturas de Maomé repetidamente publicadas na Dinamarca.»

E então que me dizem?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>senhores,<br />
notícia do &#8216;SOL&#8217;, hoje, domingo de Páscoa:</p>
<p>«O site em que o controverso deputado holandês de extrema-direita, Geert Wilders, ia divulgar um filme anti-Islão foi suspenso pelo servidor americano. A Holanda continua a temer protestos violentos.<br />
A prometida estreia do filme, cujo autor compara o Corão ao Mein Kampf de Adolf Hitler, levou as autoridades holandesas a decretarem o segundo estado mais elevado de alerta, receando uma reacção violenta por parte da comunidade islâmica do país. O site em que o filme ia estrear, no entanto, foi suspenso este domingo pelo servidor Network Solutions, que prometeu analisar queixas de vários internautas que acusavam Geert Wilders de incitamento ao ódio.<br />
Apesar do filme ainda não ter estreado, a película de apenas 15 minutos já motivou protestos oficiais do Paquistão e do Irão. Recorde-se que, esta semana, Osama Bin Laden divulgou uma ameaça contra a União Europeia devido a uma polémica selhante, a das caricaturas de Maomé repetidamente publicadas na Dinamarca.»</p>
<p>E então que me dizem?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Arrebenta</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-32598</link>
		<dc:creator>Arrebenta</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Mar 2008 16:43:54 +0000</pubDate>
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		<description>Estamos à espera do filme: é matéria para os blogues :-)
Abaixo as burkas, abaixo Ratzinger, abaixo os seus parentes.
Vivam a sociedade laica e a liberdade de expressão e criação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos à espera do filme: é matéria para os blogues :-)<br />
Abaixo as burkas, abaixo Ratzinger, abaixo os seus parentes.<br />
Vivam a sociedade laica e a liberdade de expressão e criação.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Simbad O'Riley</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-32391</link>
		<dc:creator>Simbad O'Riley</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 15:42:02 +0000</pubDate>
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		<description>Estava achar esta discussão interessante. Porquê vocês ter abandonado?

Eu sou muçulmano inglês e penso que não se deve criticar Wilders. Wilders vive num país e numa cultura cujo principal valor é liberdade. Liberdade de expressão faz parte. Se muçulmanos querem fazer mal a holandeses só porque Wilders não gosta do islão então vão fazê-lo. Mas a culpa de isso não é de Wilders. Os muçulmanos têm de ser responsabilizados pelos seus próprios actos e não justificados por filosofia de causalidade. Nunca, em qualquer espécie de ética credível se justificou um acto de assassínio com palavras desagradáveis. É o mesmo que Jusko Bootist me chamar estúpido, eu matá-lo e Euroliberal dizer que era uma coisa lógica de eu ter feito, Jusko Bootist tinha sido estúpido ao critar-me e que teve o que era de esperar porque não me divia ter chamado estúpido. Eu digo: Só porque Jusko não tem direito de chamar-me estúpido não quer dizer que eu tenha direito de o matar!

Não podemos justificar os nossos actos irresponsáveis e imorais com os actos irresponsáveis e imorais dos outros.

Nos primeiros textos de Euroliberal ele expressa vontade que Wilders seja morto pelos muçulmanos ou pelos do seu próprio país por o que disse. Por essa lógica, eu posso também dizer que espero que Euroliberal seja morto por fascistas e cristãos extremistas por o que disse. E continuamos sempre assim, a justificar violência. Se Wilders quer dizer mal, vamos abençoar essa oportunidade que esta cultura nos dá de o ouvirmos a dizer mal. De sabermos quem ele é e de conhecermos o inimigo. É essa a oportunidade que a democracia dá. Torna-se mais fácil conhecer o inimigo e mais fácil pará-lo, porque o inimigo é sempre mais perigoso quando não se sabe quem é ou onde está.

Cumprimentos,
Simbad.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estava achar esta discussão interessante. Porquê vocês ter abandonado?</p>
<p>Eu sou muçulmano inglês e penso que não se deve criticar Wilders. Wilders vive num país e numa cultura cujo principal valor é liberdade. Liberdade de expressão faz parte. Se muçulmanos querem fazer mal a holandeses só porque Wilders não gosta do islão então vão fazê-lo. Mas a culpa de isso não é de Wilders. Os muçulmanos têm de ser responsabilizados pelos seus próprios actos e não justificados por filosofia de causalidade. Nunca, em qualquer espécie de ética credível se justificou um acto de assassínio com palavras desagradáveis. É o mesmo que Jusko Bootist me chamar estúpido, eu matá-lo e Euroliberal dizer que era uma coisa lógica de eu ter feito, Jusko Bootist tinha sido estúpido ao critar-me e que teve o que era de esperar porque não me divia ter chamado estúpido. Eu digo: Só porque Jusko não tem direito de chamar-me estúpido não quer dizer que eu tenha direito de o matar!</p>
<p>Não podemos justificar os nossos actos irresponsáveis e imorais com os actos irresponsáveis e imorais dos outros.</p>
<p>Nos primeiros textos de Euroliberal ele expressa vontade que Wilders seja morto pelos muçulmanos ou pelos do seu próprio país por o que disse. Por essa lógica, eu posso também dizer que espero que Euroliberal seja morto por fascistas e cristãos extremistas por o que disse. E continuamos sempre assim, a justificar violência. Se Wilders quer dizer mal, vamos abençoar essa oportunidade que esta cultura nos dá de o ouvirmos a dizer mal. De sabermos quem ele é e de conhecermos o inimigo. É essa a oportunidade que a democracia dá. Torna-se mais fácil conhecer o inimigo e mais fácil pará-lo, porque o inimigo é sempre mais perigoso quando não se sabe quem é ou onde está.</p>
<p>Cumprimentos,<br />
Simbad.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Jusko Bootist</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-32285</link>
		<dc:creator>Jusko Bootist</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 15:28:21 +0000</pubDate>
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		<description>Entao, fmv,

Onde foste? Tem medo de meus argumentos e as minhas perguntas?

E Zazie, comentarios sff.

Nao se deve provocar uma luta se nao quer continua-la (lembrem-se do conselho do Polonio?) Fico a espera.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Entao, fmv,</p>
<p>Onde foste? Tem medo de meus argumentos e as minhas perguntas?</p>
<p>E Zazie, comentarios sff.</p>
<p>Nao se deve provocar uma luta se nao quer continua-la (lembrem-se do conselho do Polonio?) Fico a espera.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-32229</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 21:24:55 +0000</pubDate>
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		<description>fui eu

o gordo é o da foto, claro

o monstro é para quem adivinhar</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>fui eu</p>
<p>o gordo é o da foto, claro</p>
<p>o monstro é para quem adivinhar</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-32189</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 00:07:11 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;E por que carga de água há-de o Islão de ser um «monstro»? Como religião é supérflua, como ideologia é detestável. Mas chamá-lo um «monstro» é dum investimento ideológico espectacular.&quot;

Caro Fernando, 

Quem falou em MONSTRO não fui eu, foi um tal &quot;z   Mar 12th, 2008 at 15:02”.  Eu apenas respondi. Por isso não vejo muito interesse numa discussão pateta, mas sobretudo semântica, sobre uma palavra.

Esta do monstro lembra-me o ex-ministro Laurens-Jan Binkhorst que há uns anos atrás disse que as opiniões da Ayaan Hirsi Ali sobre o Islão era como fumar no interior de um paiol de pólvora!!! O correctismo político tem destes deliciosos lapsos freudianos. E neste caso temos os que querem que toda a gente deixe de fumar, contra os que preferem colocar a pólvora em lugar seguro…  

&quot;Ainda hás-de invocar a ‘liberdade de expressão’ para a primeira patetice que te varar o cérebro.&quot;

Isto não merece resposta…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;E por que carga de água há-de o Islão de ser um «monstro»? Como religião é supérflua, como ideologia é detestável. Mas chamá-lo um «monstro» é dum investimento ideológico espectacular.&#8221;</p>
<p>Caro Fernando, </p>
<p>Quem falou em MONSTRO não fui eu, foi um tal &#8220;z   Mar 12th, 2008 at 15:02”.  Eu apenas respondi. Por isso não vejo muito interesse numa discussão pateta, mas sobretudo semântica, sobre uma palavra.</p>
<p>Esta do monstro lembra-me o ex-ministro Laurens-Jan Binkhorst que há uns anos atrás disse que as opiniões da Ayaan Hirsi Ali sobre o Islão era como fumar no interior de um paiol de pólvora!!! O correctismo político tem destes deliciosos lapsos freudianos. E neste caso temos os que querem que toda a gente deixe de fumar, contra os que preferem colocar a pólvora em lugar seguro…  </p>
<p>&#8220;Ainda hás-de invocar a ‘liberdade de expressão’ para a primeira patetice que te varar o cérebro.&#8221;</p>
<p>Isto não merece resposta…</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Jusko Bootist</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-32164</link>
		<dc:creator>Jusko Bootist</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Mar 2008 09:56:22 +0000</pubDate>
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		<description>O texto que Zazie cita (referencia se faz favor!) é baseado numa confusão. Tal como atacar a ideologia de communismo sovietico nao era atacar os povos da uniao sovietica, tambem atacar a ideologia obscurantistista islamica (que e quase sempre antidemocratico e em certos lugares abertamente fascista) nao é atacar as pessoas - musulmanas e outras - que são as primeiras victimas dessa ideologia.

Muito pelo contrario, é apoiar os corageosos musulmano(a)s que lutam pela liberdade e igualdade e para o Estado de Direito. É defender os direitos das mulheres e das crianças e das minorias.

É um dever. Náo é racista. Racista é este texto, que pinta uma quinta da populaçao do mundo com o mesmo pincel e tenta fechar o debate com as acusações explicitas e implicitas de racismo e “islamofobia”. Não se deixa confundir.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O texto que Zazie cita (referencia se faz favor!) é baseado numa confusão. Tal como atacar a ideologia de communismo sovietico nao era atacar os povos da uniao sovietica, tambem atacar a ideologia obscurantistista islamica (que e quase sempre antidemocratico e em certos lugares abertamente fascista) nao é atacar as pessoas &#8211; musulmanas e outras &#8211; que são as primeiras victimas dessa ideologia.</p>
<p>Muito pelo contrario, é apoiar os corageosos musulmano(a)s que lutam pela liberdade e igualdade e para o Estado de Direito. É defender os direitos das mulheres e das crianças e das minorias.</p>
<p>É um dever. Náo é racista. Racista é este texto, que pinta uma quinta da populaçao do mundo com o mesmo pincel e tenta fechar o debate com as acusações explicitas e implicitas de racismo e “islamofobia”. Não se deixa confundir.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: zazie</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-32155</link>
		<dc:creator>zazie</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Mar 2008 01:07:19 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;a href=&quot;http://www.salon.com/books/int/2008/03/13/chris_hedges/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;(…)whether it comes from the Christian right or the New Atheists -- toward Muslims, who are one-fifth of the world population, most of whom are not Arabs, then what I worry about is that in a moment of collective humiliation and fear, these two strands come together and call for an assault on Muslims, both outside our gates and on the 6 million Muslims who live within our borders. And that frightens me, &lt;b&gt;that demonization of a people -- turning human beings into abstractions, so that they&#039;re not human anymore. They don&#039;t have hopes, dreams, aspirations, pains, sufferings. They represent an unmitigated evil that must be vanquished. That&#039;s very scary, and that is at the bedrock of the ideology of the New Atheists as it is with the Christian fundamentalists.&lt;/b&gt; &lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.salon.com/books/int/2008/03/13/chris_hedges/" rel="nofollow">(…)whether it comes from the Christian right or the New Atheists &#8212; toward Muslims, who are one-fifth of the world population, most of whom are not Arabs, then what I worry about is that in a moment of collective humiliation and fear, these two strands come together and call for an assault on Muslims, both outside our gates and on the 6 million Muslims who live within our borders. And that frightens me, <b>that demonization of a people &#8212; turning human beings into abstractions, so that they&#8217;re not human anymore. They don&#8217;t have hopes, dreams, aspirations, pains, sufferings. They represent an unmitigated evil that must be vanquished. That&#8217;s very scary, and that is at the bedrock of the ideology of the New Atheists as it is with the Christian fundamentalists.</b> </a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Jusko Bootist</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-32085</link>
		<dc:creator>Jusko Bootist</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 11:27:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-32085</guid>
		<description>fmv,

Nao acho ninguem pateta. Os Portugueses nao tem um monopolio na tolice; ha patetas em todo o lado.

O seu teste é muito subjectivo. Quem vai decidir se uma declaração é provocativa? Ayaan Hirsi Ali provoca quando diz que Islão é intolerante? Taslima Nasreen provoca quando defende os direitos das mulheres? Haik Hovsepian provocou quando defendeu o direito de mudar de religião sem ser assassinado?

E quem são esses “fracos de grupo” assassinos? São fracos, ou assassinos? E mereçam proteccão especial? Porque?

E porque um “bem concreto” vale mais de um bem ideológico? Qual é o bem mais importante que liberdade, a liberdade de falar sem medo, de confrontar o mal, enfim, de ficar vivo (um “bem ideológico” bastante concreto)?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>fmv,</p>
<p>Nao acho ninguem pateta. Os Portugueses nao tem um monopolio na tolice; ha patetas em todo o lado.</p>
<p>O seu teste é muito subjectivo. Quem vai decidir se uma declaração é provocativa? Ayaan Hirsi Ali provoca quando diz que Islão é intolerante? Taslima Nasreen provoca quando defende os direitos das mulheres? Haik Hovsepian provocou quando defendeu o direito de mudar de religião sem ser assassinado?</p>
<p>E quem são esses “fracos de grupo” assassinos? São fracos, ou assassinos? E mereçam proteccão especial? Porque?</p>
<p>E porque um “bem concreto” vale mais de um bem ideológico? Qual é o bem mais importante que liberdade, a liberdade de falar sem medo, de confrontar o mal, enfim, de ficar vivo (um “bem ideológico” bastante concreto)?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: fmv</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-31986</link>
		<dc:creator>fmv</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 13:57:20 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-31986</guid>
		<description>Carmo da Rosa,

E por que carga de água há-de o Islão de ser um «monstro»? Como religião é supérflua, como ideologia é detestável. Mas chamá-lo um «monstro» é dum investimento ideológico espectacular. 

Ainda hás-de invocar a &#039;liberdade de expressão&#039; para a primeira patetice que te varar o cérebro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carmo da Rosa,</p>
<p>E por que carga de água há-de o Islão de ser um «monstro»? Como religião é supérflua, como ideologia é detestável. Mas chamá-lo um «monstro» é dum investimento ideológico espectacular. </p>
<p>Ainda hás-de invocar a &#8216;liberdade de expressão&#8217; para a primeira patetice que te varar o cérebro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: fmv</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-31981</link>
		<dc:creator>fmv</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 13:35:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-31981</guid>
		<description>Jusko,

Que chatice esta, a de nos acharem sempre uns primários - e, implicitamente, uns patetas. 

Ninguém (eu não, pelo menos) se pronunciou aqui contra o «criticar» de «um tirano». 

Trata-se de velar por que o nosso procedimento não se traduza previsivelmente (a não ser por um bem maior, explicitável, concreto, nunca um bem ideológico...) numa dupla provocação: 1. aos fracos do grupo, capazes de actuação terrorista contra inocentes e 2. aos (em princípio, e até factualmente) nossos amigos, a quem, procedendo assim, levamos a solidarizarem-se com aqueles que eles mesmos detestam.

Meu caro: este é um preço tão alto que defendermo-nos com a &#039;liberdade de expressão&#039; (e não com um &#039;bem maior&#039;, mas concreto) é um vero testemunho de pobreza.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jusko,</p>
<p>Que chatice esta, a de nos acharem sempre uns primários &#8211; e, implicitamente, uns patetas. </p>
<p>Ninguém (eu não, pelo menos) se pronunciou aqui contra o «criticar» de «um tirano». </p>
<p>Trata-se de velar por que o nosso procedimento não se traduza previsivelmente (a não ser por um bem maior, explicitável, concreto, nunca um bem ideológico&#8230;) numa dupla provocação: 1. aos fracos do grupo, capazes de actuação terrorista contra inocentes e 2. aos (em princípio, e até factualmente) nossos amigos, a quem, procedendo assim, levamos a solidarizarem-se com aqueles que eles mesmos detestam.</p>
<p>Meu caro: este é um preço tão alto que defendermo-nos com a &#8216;liberdade de expressão&#8217; (e não com um &#8216;bem maior&#8217;, mas concreto) é um vero testemunho de pobreza.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Jusko Bootist</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-31979</link>
		<dc:creator>Jusko Bootist</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 13:13:08 +0000</pubDate>
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		<description>Re Geert Wilders:

De acordo com a vossa logica, se eu critico um tirano, e o tirano subsequentemente faz mal a alguem, sou eu o culpado por o mal feito a essa alguem.

O infeliz resultado deste logica é que as unicas pessoas que vao poder usufruir do direito de liberdade de expressao vao ser os que desprezam absolutamente deste direito, como tambem desprezam de todos os outros direitos humanos.

Creio que a vossa logica é o que se chama em Portugal a logica da batata.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Re Geert Wilders:</p>
<p>De acordo com a vossa logica, se eu critico um tirano, e o tirano subsequentemente faz mal a alguem, sou eu o culpado por o mal feito a essa alguem.</p>
<p>O infeliz resultado deste logica é que as unicas pessoas que vao poder usufruir do direito de liberdade de expressao vao ser os que desprezam absolutamente deste direito, como tambem desprezam de todos os outros direitos humanos.</p>
<p>Creio que a vossa logica é o que se chama em Portugal a logica da batata.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Euroliberal</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-31976</link>
		<dc:creator>Euroliberal</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 12:26:36 +0000</pubDate>
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		<description>Sobre os estados islâmicos do Golfo, nova placa giratória do mundo...

Tendo visitado os Emirados (os 7) e o Sultanato de Oman, não fiquei com a impressão de ter visitado ditaduras, como são quase todos os países árabes com governos fantoches pró-US (perdão, “moderados” em linguagem p.c.). Não tive ecos de movimentos populares de descontentamento, de presos políticos, de omnipresença policial. São uma Babel de raças, incluindo dezenas de milhares de ocidentais, onde se tem a impressão de estar num Mónaco gigante. E, no entanto, as estruturas políticas são, pelos nossos padrões, claramente feudais. Mas, pude observar, de um particular feudalismo, que eu definiria como paternalista e consensual. E que funciona muito bem. A mentalidade local valoriza acima de tudo o consenso (os partidos são o contrário disso…) obtido através de múltiplas reuniões aos vários níveis onde os cidadãos podem expor livre e directamente aos dirigentes (sultões e principes incluídos) as suas reclamações e fazer pedidos de intervenção. O que retira ao poder a sua rigidez burocrática e lhe dá proximidade, familiaridade mesmo. O soberano é visto como o chefe da tribo, o Pai de todos, alguém da família. Eu diria que esses estados são materialmente democráticos, mais democráticos do que muitos que o são apenas formalmente. Não digo que seja um modelo completamente transponível para outras paragens, dadas as especificidades culturais, embora muitas ideias se possam aproveitar. O progresso, sobretudo, que é de ficar de boca aberta mesmo para o mais viajado, e que ridiculariza o habitual cliché do mundo árabe obscurantista e atrasado. O Golfo será nos próximos tempos o centro do mundo, a placa giratória entre o velho ocidente e o “rising” oriente, onde todos os recordes do Guiness são batidos (maiores arranha-céus, marinas, aeroportos, ilhas artificiais, melhores hotéis e palácios, etc.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sobre os estados islâmicos do Golfo, nova placa giratória do mundo&#8230;</p>
<p>Tendo visitado os Emirados (os 7) e o Sultanato de Oman, não fiquei com a impressão de ter visitado ditaduras, como são quase todos os países árabes com governos fantoches pró-US (perdão, “moderados” em linguagem p.c.). Não tive ecos de movimentos populares de descontentamento, de presos políticos, de omnipresença policial. São uma Babel de raças, incluindo dezenas de milhares de ocidentais, onde se tem a impressão de estar num Mónaco gigante. E, no entanto, as estruturas políticas são, pelos nossos padrões, claramente feudais. Mas, pude observar, de um particular feudalismo, que eu definiria como paternalista e consensual. E que funciona muito bem. A mentalidade local valoriza acima de tudo o consenso (os partidos são o contrário disso…) obtido através de múltiplas reuniões aos vários níveis onde os cidadãos podem expor livre e directamente aos dirigentes (sultões e principes incluídos) as suas reclamações e fazer pedidos de intervenção. O que retira ao poder a sua rigidez burocrática e lhe dá proximidade, familiaridade mesmo. O soberano é visto como o chefe da tribo, o Pai de todos, alguém da família. Eu diria que esses estados são materialmente democráticos, mais democráticos do que muitos que o são apenas formalmente. Não digo que seja um modelo completamente transponível para outras paragens, dadas as especificidades culturais, embora muitas ideias se possam aproveitar. O progresso, sobretudo, que é de ficar de boca aberta mesmo para o mais viajado, e que ridiculariza o habitual cliché do mundo árabe obscurantista e atrasado. O Golfo será nos próximos tempos o centro do mundo, a placa giratória entre o velho ocidente e o “rising” oriente, onde todos os recordes do Guiness são batidos (maiores arranha-céus, marinas, aeroportos, ilhas artificiais, melhores hotéis e palácios, etc.</p>
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		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-31959</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 10:55:25 +0000</pubDate>
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		<description>Quem é que é gordo? E quem é que é estúpido?
E baixar a cueca ao monstro, não será alimentar o monstro? E porque carga de água somos obrigados a viver com um monstro aos pés da cama...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quem é que é gordo? E quem é que é estúpido?<br />
E baixar a cueca ao monstro, não será alimentar o monstro? E porque carga de água somos obrigados a viver com um monstro aos pés da cama&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-31869</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 15:02:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-31869</guid>
		<description>além de gordo é estúpido: proibir o Islão seria alimentar o monstro</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>além de gordo é estúpido: proibir o Islão seria alimentar o monstro</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: carmo da rosa</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/a-proxima-vitima/#comment-31843</link>
		<dc:creator>carmo da rosa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 13:32:50 +0000</pubDate>
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		<description>@ Daniel Oliveira:
&quot;Liberdade de expressão, sim. Mas só a dele.&quot;

Quando ele proibir qualquer tipo de liberdade de expressão a gente salta-lhe pra cima, por enquanto, é falar antes do tempo… É dar um cartão vermelho a um jogador que ainda não entrou em campo! 

Pior ainda, leva cartão vermelho, e se entrar em campo é morto à facada ou a tiro…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@ Daniel Oliveira:<br />
&#8220;Liberdade de expressão, sim. Mas só a dele.&#8221;</p>
<p>Quando ele proibir qualquer tipo de liberdade de expressão a gente salta-lhe pra cima, por enquanto, é falar antes do tempo… É dar um cartão vermelho a um jogador que ainda não entrou em campo! </p>
<p>Pior ainda, leva cartão vermelho, e se entrar em campo é morto à facada ou a tiro…</p>
]]></content:encoded>
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