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	<title>Comentários em: «O louco global» de Paulo Moura</title>
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	<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 20:36:24 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Cora Rali</title>
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		<dc:creator>Cora Rali</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jun 2007 13:26:37 +0000</pubDate>
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		<description>Cogito ergo sum
Origem:
René Descartes (1596 - 1650)Cogito, ergo sum é uma conclusão do filósofo e matemático francês Descartes, que significa penso, logo existo.

Descartes pretendia fundamentar o conhecimento humano em bases sólidas e seguras (em comparação com as fundamentações do conhecimento medievais). Para tanto, questionou e colocou em dúvida todo o conhecimento aceito como correto e verdadeiro (utilizando-se assim do ceticismo como método, sem, no entanto, assumir uma posição cética). Ao pôr em dúvida todo o conhecimento que, então, julgava ter, concluiu que apenas poderia ter certeza que duvidava. Se duvidava, necessariamente então também pensava, e se pensava necessariamente existia (sinteticamente: se duvido, penso; se penso, logo existo). Por meio de um complexo raciocínio baseado em premissas e conclusões logicamente necessárias, Descartes então concluiu que podia ter certeza de que existia porque pensava.

A frase "Cogito ergo sum" aparece na tradução latina do trabalho escrito por Descartes, 'Discours de la Méthode (1637), escrito originariamente em francês e traduzido para latim anos mais tarde. O trecho original era "Puisque je doute, je pense; puisque je pense, j'existe" e, em outro momento, "je pense, donc je suis". Apesar de Descartes ter usado o vocábulo "logo" (donc), e portanto um raciocínio semelhante ao silogismo aristotélico, a idéia de Descartes era anunciar a verdade primeira e certíssima "eu existo" de onde surge todo o desejo pelo conhecimento.


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		<content:encoded><![CDATA[<p>Cogito ergo sum<br />
Origem:<br />
René Descartes (1596 - 1650)Cogito, ergo sum é uma conclusão do filósofo e matemático francês Descartes, que significa penso, logo existo.</p>
<p>Descartes pretendia fundamentar o conhecimento humano em bases sólidas e seguras (em comparação com as fundamentações do conhecimento medievais). Para tanto, questionou e colocou em dúvida todo o conhecimento aceito como correto e verdadeiro (utilizando-se assim do ceticismo como método, sem, no entanto, assumir uma posição cética). Ao pôr em dúvida todo o conhecimento que, então, julgava ter, concluiu que apenas poderia ter certeza que duvidava. Se duvidava, necessariamente então também pensava, e se pensava necessariamente existia (sinteticamente: se duvido, penso; se penso, logo existo). Por meio de um complexo raciocínio baseado em premissas e conclusões logicamente necessárias, Descartes então concluiu que podia ter certeza de que existia porque pensava.</p>
<p>A frase &#8220;Cogito ergo sum&#8221; aparece na tradução latina do trabalho escrito por Descartes, &#8216;Discours de la Méthode (1637), escrito originariamente em francês e traduzido para latim anos mais tarde. O trecho original era &#8220;Puisque je doute, je pense; puisque je pense, j&#8217;existe&#8221; e, em outro momento, &#8220;je pense, donc je suis&#8221;. Apesar de Descartes ter usado o vocábulo &#8220;logo&#8221; (donc), e portanto um raciocínio semelhante ao silogismo aristotélico, a idéia de Descartes era anunciar a verdade primeira e certíssima &#8220;eu existo&#8221; de onde surge todo o desejo pelo conhecimento.</p>
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		<title>Por: veronika gonçalves</title>
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		<dc:creator>veronika gonçalves</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2007 09:31:33 +0000</pubDate>
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		<description>Descobri um professor espectacular: Paulo Moura! Directo, objectivo, inteligente, divertido e com uma escrita que dá vontade de ler sempre mais e mais !E é ele o único que me vai fazer levantar às 6 da manhã!=)
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Descobri um professor espectacular: Paulo Moura! Directo, objectivo, inteligente, divertido e com uma escrita que dá vontade de ler sempre mais e mais !E é ele o único que me vai fazer levantar às 6 da manhã!=)</p>
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		<title>Por: Luís Falcão</title>
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		<dc:creator>Luís Falcão</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2007 05:45:37 +0000</pubDate>
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		<description>"se não fizesse de maluco ninguém me levava a sério" dizia um conhecido meu.anda meio mundo a falar sozinho e o outro meio nâo ouve
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		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;se não fizesse de maluco ninguém me levava a sério&#8221; dizia um conhecido meu.anda meio mundo a falar sozinho e o outro meio nâo ouve</p>
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		<title>Por: 1974</title>
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		<dc:creator>1974</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2007 00:59:11 +0000</pubDate>
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		<description>fico contente por ver cada vez mais gente a descobrir o Paulo Moura. Tive uma reacção semelhante há coisa de um ano. Admiro bastante, e semanalmente, a escrita dele. Quando a livros, confesso: ainda não li
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		<content:encoded><![CDATA[<p>fico contente por ver cada vez mais gente a descobrir o Paulo Moura. Tive uma reacção semelhante há coisa de um ano. Admiro bastante, e semanalmente, a escrita dele. Quando a livros, confesso: ainda não li</p>
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		<title>Por: josé</title>
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		<dc:creator>josé</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jan 2007 13:22:12 +0000</pubDate>
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		<description>Acabei agora mesmo de ler a crónica no Público enquanto tomava o café da sobremesa. E, curiosamente, tive a mesma reacção: quem é este tipo?!

Como tenho o computador ligado, vim agora aqui.
E o que leio, subscrevo.

Para dizer a verdade, li a crónica completa, agora mesmo e aqui. No jornal, passei à frente das primeiras frases. E nem reparei na crónica mais interessante de Mário Mesquita, mesmo ao lado, o que agora faço, pensando que este bonzo do jornalismo ainda é um tipo que se pode ler, algumas vezes.

No entanto, acho que a crónica do tal Moura, fixou um aspecto interessante e pouco explorado: que discurso se pode ler ou ouvir, por quem está habituado a tal tarefa nos media?
Como é que se estrutura um discurso sobre fenómenos sociais que se nos apresentam à hora do almoço ou jantar nos telejornais, ou ao pequeno almoço nos jornais do dia?

Quem é que pensa, raciocina e elabora ideias feitas sobre os mais diversos assuntos?

Os loucos?
Se pensarmos que de "médico e louco todos temos um pouco", que garantia teremos de ler ou ouvir ideias mais avisadas do que as de um louco notório que aparece num metro em hora de ponta a perorar as ideias que lhe apetecem?

É essa a questão que coloca  Paulo Moura. O qual me lembra que há mais pessoas assim, em Portugal, felizmente. Lembro assim de repente um outro que devia escrever em jornais: António Feijó. Orienta cursos de pós graduação na Faculdade de Letras de Lisboa e já teve um perfil delineado na Pública, aqui há uns meses.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Acabei agora mesmo de ler a crónica no Público enquanto tomava o café da sobremesa. E, curiosamente, tive a mesma reacção: quem é este tipo?!</p>
<p>Como tenho o computador ligado, vim agora aqui.<br />
E o que leio, subscrevo.</p>
<p>Para dizer a verdade, li a crónica completa, agora mesmo e aqui. No jornal, passei à frente das primeiras frases. E nem reparei na crónica mais interessante de Mário Mesquita, mesmo ao lado, o que agora faço, pensando que este bonzo do jornalismo ainda é um tipo que se pode ler, algumas vezes.</p>
<p>No entanto, acho que a crónica do tal Moura, fixou um aspecto interessante e pouco explorado: que discurso se pode ler ou ouvir, por quem está habituado a tal tarefa nos media?<br />
Como é que se estrutura um discurso sobre fenómenos sociais que se nos apresentam à hora do almoço ou jantar nos telejornais, ou ao pequeno almoço nos jornais do dia?</p>
<p>Quem é que pensa, raciocina e elabora ideias feitas sobre os mais diversos assuntos?</p>
<p>Os loucos?<br />
Se pensarmos que de &#8220;médico e louco todos temos um pouco&#8221;, que garantia teremos de ler ou ouvir ideias mais avisadas do que as de um louco notório que aparece num metro em hora de ponta a perorar as ideias que lhe apetecem?</p>
<p>É essa a questão que coloca  Paulo Moura. O qual me lembra que há mais pessoas assim, em Portugal, felizmente. Lembro assim de repente um outro que devia escrever em jornais: António Feijó. Orienta cursos de pós graduação na Faculdade de Letras de Lisboa e já teve um perfil delineado na Pública, aqui há uns meses.</p>
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		<title>Por: Luis Oliveira</title>
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		<dc:creator>Luis Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jan 2007 10:16:31 +0000</pubDate>
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		<description>Cá por mim, traziam era o jovem para fazer campanha no referendo ao aborto. Ás segundas, quartas e sextas fazia campanha pelo sim. Ás terças, quintas e sábados fazia campanha pelo não. E ao Domingo dáva-nos o descanso divino.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Cá por mim, traziam era o jovem para fazer campanha no referendo ao aborto. Ás segundas, quartas e sextas fazia campanha pelo sim. Ás terças, quintas e sábados fazia campanha pelo não. E ao Domingo dáva-nos o descanso divino.</p>
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		<title>Por: João Norte</title>
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		<dc:creator>João Norte</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jan 2007 09:58:02 +0000</pubDate>
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		<description>Quem serão os loucos? aqueles ou os outros?
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Quem serão os loucos? aqueles ou os outros?</p>
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