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	<title>Comentários em: «Lugares Comuns»</title>
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	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 01:36:42 +0000</pubDate>
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		<title>Por: zazie</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/%c2%ablugares-comuns%c2%bb/#comment-18108</link>
		<dc:creator>zazie</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 20:59:18 +0000</pubDate>
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		<description>Pareceu-me esta por ter o mesmo nome e muito maior definição

&lt;a href="http://www.thedutchmountain.com/photopleasure/Koffie-1.jpg" rel="nofollow"&gt;http://www.thedutchmountain.com/photopleasure/Koffie-1.jpg&lt;/a&gt;

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pareceu-me esta por ter o mesmo nome e muito maior definição</p>
<p><a href="http://www.thedutchmountain.com/photopleasure/Koffie-1.jpg" rel="nofollow">http://www.thedutchmountain.com/photopleasure/Koffie-1.jpg</a></p>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/%c2%ablugares-comuns%c2%bb/#comment-18107</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 08:30:31 +0000</pubDate>
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		<description>Sim, suculento naco de prosa.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, suculento naco de prosa.</p>
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		<title>Por: Fernando Venâncio</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/%c2%ablugares-comuns%c2%bb/#comment-18106</link>
		<dc:creator>Fernando Venâncio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 06:01:59 +0000</pubDate>
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		<description>Zazie,

A bela foto veio &lt;a href="http://kopjekoffie.punt.nl/index.php?r=1&#038;id=367518&#038;tbl_archief=0" rel="nofollow"&gt;daqui&lt;/a&gt;. Um site cá da parvónia.


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Zazie,</p>
<p>A bela foto veio <a href="http://kopjekoffie.punt.nl/index.php?r=1&#038;id=367518&#038;tbl_archief=0" rel="nofollow">daqui</a>. Um site cá da parvónia.</p>
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		<title>Por: zazie</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/%c2%ablugares-comuns%c2%bb/#comment-18105</link>
		<dc:creator>zazie</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 May 2007 00:47:34 +0000</pubDate>
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		<description>Bela foto a merecer homenagem ao &lt;a&gt;site &lt;/a&gt; de onde veio
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bela foto a merecer homenagem ao <a>site </a> de onde veio</p>
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	<item>
		<title>Por: sininho</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/%c2%ablugares-comuns%c2%bb/#comment-18104</link>
		<dc:creator>sininho</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 May 2007 22:13:02 +0000</pubDate>
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		<description>Bom, que bom cheiro, o deste café que trouxeste para a mesa.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, que bom cheiro, o deste café que trouxeste para a mesa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernando Venâncio</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/%c2%ablugares-comuns%c2%bb/#comment-18103</link>
		<dc:creator>Fernando Venâncio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 May 2007 21:19:45 +0000</pubDate>
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		<description>JOSÉ DO CARMO FRANCISCO

&lt;b&gt;Tempo, 18.01.90&lt;/b&gt;

Sobre três livros de poesia
"Neste ofício de ler (por escrito e por extenso) os livros dos novos (e dos de sempre...) há (por vezes) a satisfação de encontrar uma voz poética que nos anuncia uma original e individual maneira de escrever. Todos sabemos que não há rupturas totais com o passado literário. Querer fazer uma poesia nova, começar tudo do princípio, é uma impossibilidade, não se pode fazer. Em "Há Violinos na Tribo" de João Luís Barreto Guimarães há referências e citações (João Miguel Fernandes Jorge, Francisco José Viegas) mas o ponto original é o fio do discurso, o tom da própria voz: entre o eu singular ("também não sei ao certo o que procuro / com estas linhas") e o nós colectivo ("nunca ninguém / nos explicou direito o que foi a guerra") (...)."


JOSÉ DO CARMO FRANCISCO

&lt;b&gt;Sol XXI, Junho 1992&lt;/b&gt;

"Ao escolher o título o poeta deu logo um sinal ao leitor: a rua é o livro onde moram 31 poemas mas não há nenhum calendário para "este" Fevereiro. Esta rua não existe a não ser na poesia. Não existe na verdade prática, nos mapas da cidade, nos correios. Porque é de outro tipo a comunicação produzida pelo autor.
Partindo da circunstância do lugar ("um momento: é este o único eléctrico para a Foz?") e da história ("sabemos das batalhas uns dos / outros") o livro funciona como um roteiro pessoal. Do tempo actual ("o fim de século está na ferrugem dos arados") ao valor da amizade ("ao segundo / sinal serão sempre as horas que tu quiseres"); do lugar da vida ("estivemos longos invernos / sem reparar o frio das nossas casas") à interrogação da morte ("onde a vantagem da morte?").
E, ligando todos os lados do livro, todos os 31 poemas, a força inventiva, o tom falsamente simples de quem sabe e pode garantir "a procura / é parte integrante do poema não pode ser / vendida        separadamente".
A confirmação plena do livro de estreia ("Há Violinos na Tribo") e a prova de que não erraram críticos tão diversos como Al Berto e Francisco José Viegas, Pedro Tamen e Albano Martins ao saudarem em João Luís Barreto Guimarães uma verdadeira revelação."


JOSÉ DO CARMO FRANCISCO

&lt;b&gt;Notícias da Amadora, 27.07.2000&lt;/b&gt;

"Lugares Comuns" de João Luís Barreto Guimarães
"Um verdadeiro lugar comum a estes poemas (que nunca deslizam para o lugar-comum...) é o café, qualquer café capaz de servir de porto de abrigo à oficina do poeta. (...) Mas o café surge igualmente como espaço de transfiguração. A realidade ganha contornos e dimensões inesperadas.
(...) Montra de loja ou porto de abrigo, o café é sobretudo um lugar de pessoas, uma paisagem povoada. (...) Metáfora do Mundo, o café pode igualmente surgir como uma sala de perguntas onde o poeta se interroga, interrogando o tempo através da palavras."

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>JOSÉ DO CARMO FRANCISCO</p>
<p><b>Tempo, 18.01.90</b></p>
<p>Sobre três livros de poesia<br />
&#8220;Neste ofício de ler (por escrito e por extenso) os livros dos novos (e dos de sempre&#8230;) há (por vezes) a satisfação de encontrar uma voz poética que nos anuncia uma original e individual maneira de escrever. Todos sabemos que não há rupturas totais com o passado literário. Querer fazer uma poesia nova, começar tudo do princípio, é uma impossibilidade, não se pode fazer. Em &#8220;Há Violinos na Tribo&#8221; de João Luís Barreto Guimarães há referências e citações (João Miguel Fernandes Jorge, Francisco José Viegas) mas o ponto original é o fio do discurso, o tom da própria voz: entre o eu singular (&#8221;também não sei ao certo o que procuro / com estas linhas&#8221;) e o nós colectivo (&#8221;nunca ninguém / nos explicou direito o que foi a guerra&#8221;) (&#8230;).&#8221;</p>
<p>JOSÉ DO CARMO FRANCISCO</p>
<p><b>Sol XXI, Junho 1992</b></p>
<p>&#8220;Ao escolher o título o poeta deu logo um sinal ao leitor: a rua é o livro onde moram 31 poemas mas não há nenhum calendário para &#8220;este&#8221; Fevereiro. Esta rua não existe a não ser na poesia. Não existe na verdade prática, nos mapas da cidade, nos correios. Porque é de outro tipo a comunicação produzida pelo autor.<br />
Partindo da circunstância do lugar (&#8221;um momento: é este o único eléctrico para a Foz?&#8221;) e da história (&#8221;sabemos das batalhas uns dos / outros&#8221;) o livro funciona como um roteiro pessoal. Do tempo actual (&#8221;o fim de século está na ferrugem dos arados&#8221;) ao valor da amizade (&#8221;ao segundo / sinal serão sempre as horas que tu quiseres&#8221;); do lugar da vida (&#8221;estivemos longos invernos / sem reparar o frio das nossas casas&#8221;) à interrogação da morte (&#8221;onde a vantagem da morte?&#8221;).<br />
E, ligando todos os lados do livro, todos os 31 poemas, a força inventiva, o tom falsamente simples de quem sabe e pode garantir &#8220;a procura / é parte integrante do poema não pode ser / vendida        separadamente&#8221;.<br />
A confirmação plena do livro de estreia (&#8221;Há Violinos na Tribo&#8221;) e a prova de que não erraram críticos tão diversos como Al Berto e Francisco José Viegas, Pedro Tamen e Albano Martins ao saudarem em João Luís Barreto Guimarães uma verdadeira revelação.&#8221;</p>
<p>JOSÉ DO CARMO FRANCISCO</p>
<p><b>Notícias da Amadora, 27.07.2000</b></p>
<p>&#8220;Lugares Comuns&#8221; de João Luís Barreto Guimarães<br />
&#8220;Um verdadeiro lugar comum a estes poemas (que nunca deslizam para o lugar-comum&#8230;) é o café, qualquer café capaz de servir de porto de abrigo à oficina do poeta. (&#8230;) Mas o café surge igualmente como espaço de transfiguração. A realidade ganha contornos e dimensões inesperadas.<br />
(&#8230;) Montra de loja ou porto de abrigo, o café é sobretudo um lugar de pessoas, uma paisagem povoada. (&#8230;) Metáfora do Mundo, o café pode igualmente surgir como uma sala de perguntas onde o poeta se interroga, interrogando o tempo através da palavras.&#8221;</p>
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	<item>
		<title>Por: jcfrancisco</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/%c2%ablugares-comuns%c2%bb/#comment-18102</link>
		<dc:creator>jcfrancisco</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 May 2007 21:05:38 +0000</pubDate>
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		<description>Tive o prazer de ser um dos pioneiros que escreveu (jornal «Tempo») sobre a poesia do J.L.B. Guimarães. Na badana do segundo livro lá vinha a nota de leitura. É um prazer confirmar que não estava enganado.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tive o prazer de ser um dos pioneiros que escreveu (jornal «Tempo») sobre a poesia do J.L.B. Guimarães. Na badana do segundo livro lá vinha a nota de leitura. É um prazer confirmar que não estava enganado.</p>
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	<item>
		<title>Por: hmbf</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/%c2%ablugares-comuns%c2%bb/#comment-18101</link>
		<dc:creator>hmbf</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 May 2007 20:10:26 +0000</pubDate>
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		<description>Já agora, deixo link para texto na Minguante sobre o Lugares Comuns: &lt;a href="http://minguante.com/?livro=lugares_comuns" rel="nofollow"&gt;http://minguante.com/?livro=lugares_comuns&lt;/a&gt; .
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já agora, deixo link para texto na Minguante sobre o Lugares Comuns: <a href="http://minguante.com/?livro=lugares_comuns" rel="nofollow">http://minguante.com/?livro=lugares_comuns</a> .</p>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/%c2%ablugares-comuns%c2%bb/#comment-18100</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 May 2007 17:36:18 +0000</pubDate>
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		<description>Ah, um pequeníssimo toque de cinzel... e era a brasa!

E ainda se diz que no Porto há poucos dias de sol!
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, um pequeníssimo toque de cinzel&#8230; e era a brasa!</p>
<p>E ainda se diz que no Porto há poucos dias de sol!</p>
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	<item>
		<title>Por: Soledade Martinho Costa</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/%c2%ablugares-comuns%c2%bb/#comment-18099</link>
		<dc:creator>Soledade Martinho Costa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 May 2007 16:25:27 +0000</pubDate>
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		<description>Delicioso texto!
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Delicioso texto!</p>
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	<item>
		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/fernando-venancio/%c2%ablugares-comuns%c2%bb/#comment-18098</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 May 2007 12:00:05 +0000</pubDate>
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		<description>bela foto!
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		<content:encoded><![CDATA[<p>bela foto!</p>
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