Aviso aos pacientes: este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório. Em caso de agravamento dos sintomas, escreva aos enfermeiros de plantão. Apenas para administração interna; o fabricante não se responsabiliza por usos incorrectos deste fármaco.



A estupidez ganhou mais uma batalha. Cristo aconselha a dar a outra face, e já o fiz aqui uma vez. Mas isso foi com o Jorge Carvalheira, homem de grande talento e que, no caso, tinha alguma razão. Todavia, a face que podemos dar, se a tanto nos chegue a tolerância, é a nossa mesma. A dos outros, devemos defendê-la o melhor de que formos capazes. E vocês escolheram o momento errado para o fazerem, ó acéfalos dos pseudónimos multiplicados. Porque, monstros do absurdo, atingistes uma família exemplar. E já aí vinha aparecendo o mote da menoridade mental das ilhas. Ilhas onde nunca se queimou uma rapariga por ter fama de bruxa, como na zona geográfica, e umas duas décadas antes, do conto que não passa de um capítulo truncado de um livro meu. E, enquanto socialistas e comunistas lutavam em Lisboa pela divisão do país entre si, aqui sofríamos juntos prejuízos graves na integridade física e risco real de vida, para que Portugal, ao menos no mapa, continuasse unido. Eu fui um dos principais alvos, e nunca virei a cara à luta. Mas essa era uma luta que valia a pena, embora, perante casos como o desta turba ululante que andou a morder-me, chegue quase a duvidar de que sim. Ser português com gente desta envergonha. Porque foi gente assim que fez dos liberais ditadores tão violentos como os partidários de D. Miguel, que espatifou o ideal republicano, que ofereceu a cadeira onde haveria de sentar-se o homem de Santa Comba.

Eu admiro há muito tempo o Fernando Venâncio, e há uns vinte anos sou amigo do José do Carmo Francisco, que também admiro. E depressa me tornei um entusiasta da escrita do Jorge Carvalheira e do Valupi, e das aparições da doce Susana. Mas não suporto o grau zero da inteligência afectiva da turba acéfala de comentadores. Por isso lhes deixo o meu desprezo. Sem um pingo de remorso nem uma gota de ódio. Porque o não merecem.

Ficai-vos na sombra de onde espreitais as vítimas que aleatoriamente escolheis. Sede felizes em assassinar moralmente quem vos apetecer. Já sabeis o meu nome, embora pouco saibais de mim. Não procureis conhecer muito mais, para vos sentirdes mais à vontade a continuar ferindo, se vos der na gana.

Tenho pena de que um blog tão bem concebido atraia tal multidão de porcos. Que hão-de continuar a abocanhar as pérolas frequentes que aqui aparecem. O problema é com os bons joalheiros que cá existem. Que continuem, se a tanto lhes bastar o ânimo. Por mim, a experiência foi já suficiente.

Não quis reagir a quente, mas afinal a lucidez foi-me perturbando cada vez mais. E pela última vez peço desculpa: àqueles cujos nomes referi, sobretudo ao Fernando Venâncio.

Para eles, o meu abraço e a minha disponibilidade total. Mas não aqui.

DANIEL DE SÁ


  1. 1 Fernando Venâncio

    Daniel,

    Coloquei aqui o que tu puseste numa caixa de comentários. Espero que não leves a mal.

    Não, meu amigo. Tu não vais sair pela esquerda baixa. Se alguma vez saíres, que seja em ombros.

    Não vais deixar-nos só porque o Aspirina permite, com as suas caixas de comentários, a entrada à canzoada (o termo é cruel, mas pode, em alguns casos, não ser imerecido). Isso seria fazer-lhes muito a vontade. Pobres de nós se saíssemos escorraçados de fora. Quem seria a próxima vítima? Não abras tão desprimoroso precedente.

    Estás nesta casa. Ficas nela. Até te cansares. Mas não menos do que isso.

    Abraço,
    Fernando

  2. 2 claudia

    Por isso lhes deixo o meu desprezo.

    -» Escrever um manifesto não é desprezar, é dar valor.

    Tenho pena de que um blog tão bem concebido atraia tal multidão de porcos. Que hão-de continuar a abocanhar as pérolas frequentes que aqui aparecem.

    -» Porcos e pérolas: falta de originalidade total na escolha da metáfora.

  3. 3 Ricardo José Madeira

    Saúdo Daniel de Sá. Mas isso não me impede de dizer que o seu manifesto, com tanta verrina a que aliás tem direito, me parece apenas tentar camuflar e justificar o facto de não aguentar uma crítica ou uma série de críticas, fortes mas justas afinal.
    E deixe-me dizer isto, só da parte dos seus “partidários” é que vi violencia verbal por vezes muito malcriada.
    A crítica é livre, mesmo viva que seja, você disfarça mal o ressentimento feroz para quem lhe levantou reservas.
    É pena.

  4. 4 José

    Não se (te) leve(s) a sério.

    A sério, só devemos levar quando magoamos alguém injustamente.

    Não foi esse o caso e quem deve levar a sério é quem pretende mesmo ofender. Apesar de tudo, nem isso me pareceu acontecer por aqui.

    O que aconteceu, foi apenas umas manifestações de espíritos leves. Levíssimos. Insustentáveis no seu ser.

  5. 5 João Pedro da Costa

    Daniel: esqueceste-te de referir que também és um admirador da minha inteligência, escrita, sentido de humor e aparência física. Claro que compreendo o lapso, mas a malta que lê o blogue até pode ficar com a sensação que não gostas de mim. É só isso. O resto do texto é muito bonito, humilde, original, bravo e nada reacionário.

  6. 6 claudia

    Continuo a pensar que o melhor manifesto para a vara de porcos era justamente não ter escrito manifesto nenhum. A própria existência do manifesto contradiz todo o seu conteúdo, anulando-se per se.

  7. 7 Armadamerdra Collins

    Tenho comentado em muitos blogs, com ironia acerba mas sem ofender.
    Aqui, com a minha rapaziada amiga, creio que não ofendi, nem eles.
    Quando muito, como disse um deles, apenas “puxámos o ferro” a um peludo.
    Mas a trupe dele levou muito a mal. Enxovalharam quem criticava.
    Passaram do registo irónico para a cavalhada pura.
    Ou seja, são gente que se dispusese de poder passavam-nos à cutilada, como os guardas nas contestações da estudantada.
    Isto é que mostra o vosso perfil de intolerantes.
    Queriam que a trupe dissesse que o Daniel é um primor? Assim já éramos bons?
    Então aqui vai, Daniel és um primor.
    E uma beleza de hortaliça.
    Também te envinagras com isto?
    Que noss’senhor te guarde.

  8. 8 Valupi

    Daniel, usando uma feliz expressão do meu primo Costa, isto é tudo, e não mais do que, HTML.

    Ter a distância que o Jorge Carvalheira te recomendou, leva tempo. Nesse tempo, confundimos o essencial com o acessório, vezes sem conta. E deixa-me dizer-te: o acessório é a nossa presença em blogues, pois é suposto já sermos adultos e ninguém nos obriga a fazer estas figuras; e o essencial é a liberdade de expressão, esse divinal privilégio, esse direito que nos lembra como o ser humano é meta, não partida.

    Sim, abusa-se. Sim, é incomodativo ter crianças a chorar quando nos apetece ouvir a orquestra. Porém, meu caro, que mundo seria esse em que se preferissem orquestras ao choro das crianças?

    Espero que voltes. Mesmo que noutro blogue qualquer. Ou, até, que não partas.

  9. 9 claudia

    Segue os conselhos do Valupi, Daniel, ou ainda te desgraças como a Britney…

  10. 10 Os Três Porquinhos

    Se saíres, cuidado não entales o ego na porta.

  11. 11 claudia

    Estou com saudades do Naf Naf, Nif Nif e Nouf Nouf :-)

  12. 12 Miss Piggy

    “Quando muito, como disse um deles, apenas “puxámos o ferro” a um peludo.
    Mas a trupe dele levou muito a mal. Enxovalharam quem criticava.
    Passaram do registo irónico para a cavalhada pura.
    Ou seja, são gente que se dispusese de poder passavam-nos à cutilada, como os guardas nas contestações da estudantada.”

    Bem visto e bem explicado!

  13. 13 D. Porcina

    O homem diz das suas próprias gatafunhadas que são “pérolas”. Eu não acredito.

  14. 14 claudia

    Quem disse que os porcos não sabiam apreciar pérolas?

  15. 15 AÍ NOS AÇORES NÃO HÁ NINGUÉM QUE LHE ENFIE DUAS GALHETAS!

    FALANDO CLARO E PORTUGUÊS DO NORTE:

    O MEU GRANDESSÍSSIMO PORCO, DESPUDORADO, ARROGANTE, PEDANTE, POETA DE MERDA, EGOCÊNTRICO, FILHO DUM CABRÃO, JULGAVAS TU EXIBIR TEU NOJENTO POEMA À CUSTA DA MORTE DE UMA CRIANÇA (COM DIREITO A FOTO DA LÁPIDE E TUDO), E QUE APLUDIAMOS DE PÉ TODOS NO FIM.

    VAI-TE MATAR SEU GRANDESSÍSSIMO ENERGUMENO NOJENTO QUE VALES MENOS QUE UM POIO DE MERDA!

  16. 16 Naf Naf
  17. 17 claudia

    Naf Naf! Um espectáculo! Um porco feito de pérolas! Onde é que semelhante porcino foi desencantar essa foto?! Há porquinhos inteligentes no Aspirina.

  18. 18 Anónimo

    Apetece-me ir ai rebentar com essa merda toda. TIREM ESSA MERDA ONLINE SE FAZ FAVOR. ORDINÁRIOS!!!

    ÚLTIMO AVISO!!!

  19. 19 José

    Neste blog, o que me espanta de todo é a agressividade das mulheres. São mesmo mulheres, ó Vocês?

    As mulheres não são assim. Batem leve, levemente, como quem chama. Por mim, ou por outros.
    Aí, vou ver. Geralmente, a neve cai: fria, leve, mas pura e cândida que apetece ficar a vê-las. À espera que derretam. Porque derretem.

    Então, porque lhes dão tanta dor? Porque padecem assim?

  20. 20 Miss Perle
  21. 21 Piggy Lee
  22. 22 claudia

    Eu gosto é das fotos dos porquitos feitos de pérolas.
    José, as mulheres não são agressivas. Só que, às vezes, preferem porcos a pérolas.

  23. 23 Sassy Pig
  24. 24 Piggy Brooch
  25. 25 claudia

    Eu parto-me a rir com estas fotos :-D

  26. 26 Piggy & Kermit
  27. 27 Anónimo

    Vai-te foder Valupi, junta-te ao reformado e vai pró caralho mais as tuas hilariantes defesas intelectuais do acto mais nojento e egocêntrico que jamais assisti na blogosfera.

    Quanto ao Fernando, esse, pobre coitado, já pertence à Brigada do Reumático e não conta para nada… é um triste igual ao porco das pérolas!

  28. 28 Festival
  29. 29 Anónimo

    ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!! ÚLTIMO AVISO!!!

  30. 30 Untel de Matos

    Não sei quem é este Valupi, mas desde já sou a favor. Mostra caracter, bom senso e uma escrita escorreita.
    Assim dá gosto.
    E deixem-me dizer, antes que me atirem uma pedrada, que não digo isto para meter colheres entre ele e o Dany.
    Posso chamar Dany? Não me endereças já um pontapé nos ditos, por desrespeito?
    Descontrai, man, não vês que isto não faz ferida?

  31. 31 fv

    Anónimo das 02:31,

    «Reumático», dizes tu?

    Vais aguentar comigo nos próximos - sejamos discretos - vinte anos. Aqui, ou na forma que então tiver a net.

    Prepara-te. Este é, como diz o outro, o último aviso.

  32. 32 Lucho Gatica

    Ó deixem que diga, no fim desta fita o que fica? Que a liberdade de palavra é muito bonito mas quando algum senhor, dos açores, da madeira ou mesmo da ilha da reunião de almas nobres é chamado à pedrinha com um pouco mais de a-cinzentismo (lá dizia o botas, o respeitinho é muito bonito), come logo com caralhadas para cima e porcinadas para baixo, que é para verem o jeito.
    Percebe-se que há aqui dois campos, ou melhor 3. Um de danielistas que se prezam e não consentem que se toque salvo seja no talentoso cidadão.Outro de xingadores que resolveram passá-lo à espada, com decisão e sem humor (acho mal). Outros, ou sejam nossas excelencias, que numa tradição bem portuguesa e com tantos cumes (perguntem ao Venancio como é, porque ele mostra ter boa alfabetização e, até, conhecer os clássicos e não estou a jogar piada por causa daquela passagem de graxa no G.Moura, esse não é clássico mas sim faraó)pensaram vamos lá animar a festa e dar um bocadinho de cor a estas tristes vidas de escritores nomeadamente de críticos (esta é para ti Venancio, todo cheio de frio lá nas plagas do norte europeu, sei que não levas a mal, tanto mais que andaste na borga connosco embora em sonhos).
    E, vai senão quando, há um suicídio (o fugaz daniel)diversos homicídios em forma tentada (com o nikita à cabeça, com a sua suavidade lexical que indica boa performance educacional), uma tentativa de estupro (passo em branco o detalhe) e um acto de paixão (eu, que fiquei já caidinho com a Claudinha, que diz aquilo tão excitante de às vezes as mulheres preferirem os porcos às pérolas. Vou nisso e se quiseres que dê homem por ti basta assobiares miúda).
    E que tal se saísse do bartender uma geral de uísque legal? Ou, pelo menos, uma aguardentezinha cheirosa dos açores?
    Bora lá?

  33. 33 fv

    Lucho,

    Gostei, pá, sou sincero. Pena só nos conhecermos dos sonhos.

    Mas, para já, tens a Claudinha. Em sonhos também. Mas esses acordados. Há destas sortes.

  34. 34 zazie

    «Vais aguentar comigo nos próximos - sejamos discretos - vinte anos. Aqui, ou na forma que então tiver a net.

    Prepara-te. Este é, como diz o outro, o último aviso.»

    ahahahaha

    Desta gostei. Os melindres não têm interesse nenhum.
    A saúde também é contagiante

    Sans rancune.

  35. 35 claudia

    Voltando à seriedade e ao manifesto, o desprezar porcos não faz senão dar-lhes uma importância nunca dantes imaginada. É dar triunfo aos porcos.

  36. 36 nils

    Daniel:
    Pois que o senhor é das ilhas… Eu tenho sangue ilhéu, sou sobrinho do grande Emanuel Félix, conhece? Não sou anónimo. E vejo, porque assim era o meu poeta, que se magoa com facilidade e se ressente muito. Sem dúvida, tem sangue açoriano! Não se ofenda. Também não queria lançar o nome do «poeta perfeito» a esta roda viva do insulto, mas serve para lhe confessar que fiquei mais solidário consigo… Estas palavras não mudam, espero que me perdoe, o sentimento que tenho face à infelicidade do post da discórdia.
    P.S.: Caro Fernando Venâncio
    De esquerda, do benfica, heterossexuais, caucasianos, com mais de 30 anos, iberistas, residentes no litoral… A generalização não lhe fica bem. Ainda menos quando não é chamada ao assunto!

  37. 37 zazie

    O problema não é dar importância aos porcos que até podem ser mesmo uma boa porcaria.

    O problema é levarmo-nos demasido a sério e melindrarmo-nos por pouco.

    Não me recordo do nome, mas houve alguem que disse que, pelo menos, uma vez por semana devíamos gozar com nós próprios.

    Assim uma espécie de terapia anti-napoleónica.

  38. 38 claudia

    É que só vejo melindres… É o Daniel de Sá, é o Pedro Santana Lopes.

  39. 39 zazie

    Depois ainda existe outra vantagem. Aí de cima, do lado dos postadores, até se está numa tribuna.

    Isto aqui, nas caves, pode servir para muita coisa mais curiosa, incluindo a capacidade de se perceber o que pode vir por arrasto, numa mera depreciação literária.

    Nessas margens é que anda o interesse. E olhe que neste até se percebeu algum.
    Pelo menos, a mim pareceu-me captar um certo pano de fundo bem mais ideológico, ainda que camuflado com a exigência literária.

  40. 40 Anónimo

    Fazendo analogia ao título da obra-prima
    do Primo Levi, pergunto:

    Se isto é um poeta

  41. 41 Daniel de Sá

    Venho aqui para responder ao sobrinho do Emanuel Félix. Eu tinha-lhe uma amizade imensa e uma admiração à medida. Ele retribuía da mesma maneira. Na última vez que esteve na rádio, numa entrevista magnífica, como tudo o que fazia, o Sidónio Bettencourt leu-lhe o poema que eu abaixo deixo. E é a convivência com Homens como o Emanuel que tornam mais difícil aceitar o enxovalho da bestialiade. (A minha novela mais recente abre com um excerto do seu poema das pedras. E, no livro de homenagem pelos seus 50 anos de poesia, há um texto meu.) Ele não teria aguentado a décima parte do que eu aguentei. Sem dúvida porque era mais íntegro.
    Um abraço. E segue-se a paráfrase, que bem entenderá, sem dúvida.
    Daniel

    Um Poeta da nossa casa
    (Paráfrase sobre um poema de Emanuel Félix)

    Como eu amo este poeta cá de casa!
    (Da nossa casa, concha nove vezes repetida.)

    Discreto fabricante de palavras,
    Guarda o seu sonho como se guardasse o nosso,
    Como se lhe tivéssemos dado todos os poderes
    De dizer o que haveríamos de dizer
    Se o pudéssemos dizer.
    Como se nascesse nos seus versos
    O canto mudo da nossa casa nove vezes calada,
    Nove vezes cercada antes da própria fala.
    Nulo é o chão sob os seus pés
    Que anunciam a paz enquanto se ouvem palavras
    Tão suaves como todos os silêncios.
    E fica um rastro suave de bondade,
    Como um cheiro de pão quente
    E de leite acabado de ordenhar.
    E qualquer hora do dia é sempre madrugada,
    Quando escutamos a inquieta maresia
    Onde começam as viagens possíveis
    Com santo e senha leves e frescos
    Como as folhas na Primavera.
    Não sabemos a cor dos seus olhos,
    Mas sabemos que neles também se acende o sol
    Quando as sombras pousam
    Sobre a concha nove vezes repetida.

    Esse o destino dos que anunciam a paz,
    Com o talento imenso da bondade
    E a bondade imensa do talento.

    (De vez em quando
    Deus tem momentos de generosidade como este:
    Repete o Seu gesto criador do sexto dia
    E dá-nos, sem que o saibamos merecer,
    Um Homem assim.)

  42. 42 Napoleão Boaparte

    Zazzie,

    Aproveita para ires lavando esse Camembert que daqui a pouco tens ai o Nikita cheio de fome e de língua eriçada.

  43. 43 josé

    Anónimo:

    Topa-me aí uma poesia que seja legível neste espaço e que te mereça esse título e eu desfaço-a num instante, se preciso for.

    É um repto.

  44. 44 Anónimo

    Ó josé, vai levar no cú!

  45. 45 catarina campos

    Ó homem, aguente-se lá à bronca, então?! Isto a blogsfera é assim mesmo e não é diferente do resto da net (e da vida em geral): quando cheira a sangue aparece tudo e quando o ceguinho está no chão todo partido, ainda leva mais umas quantas a ver se aprende. Não vá por aí, nem ofereça os seus sentimentos todos, o desprezo ou a de ausência ódio em grandes relambórios que desmentem esse desprezo, pois está mais que à vista que ficou incomodado e isso não é vergonha nenhuma. O Daniel levou forte e feio, agora aguente-se e mostre lá essa açoreana fibra de quem vai à luta. E se alguém o incomodar e não for capaz de se rir disso, ignore. Agora sair de prima-dona ofendida, então como é essa conversa toda dos açoreanos que aguentaram o país e etc e tal? E não tenha muita fé no português ou em qualquer outro, a malta basicamente não passamos todos de uns sacanas filhos da mãe. De uma forma ou de outra.

    Venha de lá mais uma historieta (eu nem as aprecio por aí além, mas isso não vem ao caso, é só uma questão de gosto) e atire isto para trás que daqui a dois dias e meia dúzia de posts já ninguém se lembra de nada disto. A volatilidade do meio é imensa.

    (acrescento que o facto de não ter gostado nada do seu post do poema não tem rigorosamente nada a ver com o facto de não gostar de ver a rapaziada a levar na corneta, quando já está caído por terra)

  46. 46 Anónimo

    Pobre coitado, como anuncias a tua bondade. És um pobre de espírito. Sem palavra e sem vergonha. És um não-poeta, o mais falso do humano. Vai-te catar. A mim não me enganas. Vales zero de integridade, razão e amor.

  47. 47 josé

    Anónimo:
    Para além de não ter desses gostos esquisitos, registo que não dás uma p´rá caixa.

  48. 48 Anónimo

    José,

    Lamento, mas não te dou importância nenhuma, paciência, ok!

  49. 49 Anónimo

    Daniel,

    Enxovalho pode ser fazer-se falcatrua e ser-se detectado.
    Como é que pode haver enxovalho em dizerem-nos que escrevemos uma boa trampa em meia dúzia de palavras?
    Ou mesmo que fosse em todas as que se escreveram?

    Palavra, onde é que está o enxovalho?
    Diga-me uma coisa: se precisasse de colocar à apreciação literária alguma livro, escolhia apenas estas opiniões, sem colocar os próprios críticos à prova?

    Fosse trabalho seu, ou fosse de outrem. Acha que bastava?

  50. 50 zazie

    Era eu.

    Percebeu agora, nesta resposta do Anonymous o que eu queria dizer?

    Ele não dá importância. Não arrisca. Não arrisca cair no ridículo como acha que pode atirar outrem.

  51. 51 zazie

    Porque é disto mesmo que se trata.

    Avance-se com autores e escritos consagrados e vamos a ver o que cai e o que se aguenta em pé.

    E com que argumentos.

    Até porque é pena não lhes dar mais pretextos para se estenderem ao comprido e verem-se melhor as tais “margens”. O tal paninho de fundo que também os eriçou.

  52. 52 claudia

    O poema do último comentário do Daniel foi mesmo confeccionado num molde que todos nó conhecemos: a forma que serve para os pães-de-ló poéticos da Soledade.

  53. 53 Lucho Gatica

    Pró Venancio: mas tu conheces-me, só que não estás a ver bem a figura em contraluz. Puxa pela cabeça e chegas lá.

    Pró suave Daniel: mas, se formos a ver, o que é que te fizeram pá??
    Bateram-te? Tiraram-te a caneta? O computador?
    Afinal puseram apenas aqui umas coisas, uns em estilo gengis-kan (não ligavas)outras em estilo woody allen (rias-te, vias o senso de humor da coisa, tanto mais que o fernando também era cocegado e olha como ele reagiu).
    Ninguém me tira da cabeça que o que te custou foi perceberes neste espelho que as tuas amplas qualidades não eram tão bonitas assim. Que havia caspa que bonde na tua prosa.
    Mas isso é de um sujeito se esgadanhar?
    Ferves em pouca água. Assim vais ter problemas com o discurso lírico, vai por mim.

    E, Venancio, já agora uma dica: na Rua do Arsenal ainda há umas sandes bem interessantes, só que agora são só de bifanas mal passadas. Mas comem-se.

  54. 54 Atirem-no ao mar!

    Isto é fácil de decifrar. Trata-se de um ressabiado e frustado “poeta”, julgador de mais méritos e reconhecimentos. Só não vê quem não quer. O seu patético pedantismo e a prosa elaborada são disso prova mais do que evidente.

  55. 55 Associação Portuguesa (continental) de Métrica

    E a métrica?

    Será que a métrica dos comentários é a mais correcta, caro “de” Sá?

    Veja lá!

  56. 56 catarino de campas

    Ó Catarina, mas onde é que se vê um daniel no chão, escornado, a levar porrada de criar bicho? Onde?
    Só lhe disseram que o que escrevia era cheio de lugares comuns e os versos meio sandeus.
    Não exageres, catarina, tanto mais que até se percebe quem és e até és um tipo porreirão, mas tens desses exageros de bondade.
    Deixa lá o daniel entregue à sua justa desdita. Afinal foi ele que se pôs a jeito, com aquela Laura tão boa mas literariamente tão chata.

  57. 57 José

    Anónimo: fico abaladíssimo, pá.

    Andava aqui a escrever para anónimos como tu, e vejo agora que não me ligam pevide.

    Vou carpir p´ra outro lado. Vou escrever para a cantiga que já foi uma arma.

  58. 58 O melhor amigo do daniel (de infãncia)

    A verdade verdadinha é que o daniel não vale merda nenhuma: como poeta, como escritor, como bloguista, como pessoa, como amigo…

  59. 59 fv

    Lucho,

    Rua do Arsenal? Ali quase ao Corpo Santo? Tou-me a lembrar mais. Mas tens que ajudar. De que é que a gente falou?

  60. 60 Ricardo José Madeira

    Permitam-me fazer uma espécie de ponto de situação, tanto mais que,não sei se por acaso mas oportunamente, alguém evocou aqui a figura de Santana Lopes.
    Creio que não se terão esquecido de uma vez em que o referido Santana, outra figura de ressabiado, se foi queixar ao presidente da República, na ocasião o Sampaio ao que me lembra, informando-o que por o terem criticado ia abandonar a política. Lembram-se?
    E é claro não abandonou. Era apenas uma peça mais na cena de rapaz indispensável.
    O mesmo se passou com Daniel Sá.
    Veio aqui queixar-se de que o tinham descomposto. Aproveitou para chamar uns nomes aos críticos, ferozes ou cómicos. Isto, é de notar, bem respaldado com uns tantos tipos do seu séquito. E jurou que ia abandonar a mal frequentada liça.
    Ou seja, fez como o Santana. Porque não vai sair do blog, é o sais. Ele não quer tomar uma decisão assim muito viril, quer é que a malta se acagace com a perspectiva de se ficar sem o seu verbo sumptuoso. Que ele já verificou que é sumptuoso e ai de quem discorde.
    Quer dizer, como nas obras importantes ideológicas, ou na verdade a que temos direito: Sá e Santana, um mesmo estilo, uma mesma luta!
    A mesma lata.
    É que é disso que se trata: lata.
    Tanto figurativamente como realmente. Um talento de lata.
    RIP.

  61. 61 Jack the Tripper

    Boa tarde.

    É aqui que se esfola um tal Daniel?

  62. 62 Anónimo

    Arsenal, Corpo Santo, Cais do Sodré, Bar Filadélfia…

  63. 63 Lucho Gatica

    Ora, Venancio, do que é que havíamos de ter falado…De merdas, literaturas…De gajas boas, de copos…Éramos novos, picáva-nos o sangue. Eu depois fui para o Ultramar, larguei a porra das escritas, fiz-me médico…Já estás a ver? A lembrar-te melhor?
    Recordo-me que usavas na altura uma barba sensacional! E ainda detestavas e fazias bem o EPC e um assim meio pardalado, o…como é que ele se chamava, um que achava muita piada a um Gomes Ferreira, um ícone do pc de segunda apanha.
    Se bem me lembro o Nemésio era teu professor, ou seria do outro que também alinhava connosco? Não é que eu seja meio esquecido, mas aquele caso do enfarte deixou-me um bocado…assim às vezes tenho brancas, é uma chatice.
    Mais ou menos me lembro que gostavas de um Sanjon Pearce, ou assim. Lembras-te? E o que a malta gozava com as poupinhas do Mourão-Ferreira!
    Lá mais para diante dou-te mais pistas, agora vou atender uma paciente. Amanhã talvez escreva mais umas coisas.

  64. 64 Enfermeiro de Serviço Alternativo

    Ó Lucho, se for médico, responda-me a esta: quantos desgraçados é que você mata por ano? Nada oficial, só uma estimativa.

  65. 65 Daniel de Sá

    2ª excepção.
    Estes acéfalos ou não perceberam, porque o são, ou fingem que não perceberam, que a injúria foi terem arrastado na lama do seu curral a memória de uma criança e as qualidades humanas da sua família? Ou não sabem ler, seu patifes da treta? Dissessem de mim o que quisessem, e fossem-se lixar, que tanto se me dava. Assim, vão mas é para o raio que os parta.
    Fernando, por favor, tira o meu nome o mais depressa possível da lista. Agradeço-te mais ainda do que agradeci o convite que me fizeste para entrar para o grupo.
    Com um abraço.
    Daniel

  66. 66 Brigada do Bisturi Livre

    Podes entrar, Jack, vamos tirar o coração pelas costas a este “médico” e transplantá-lo numa operação de Lucho para o peito do Fernando para lhe avivar a memória.

  67. 67 I am getting very annoyed

    Daniel,

    Contem-te, meu rapaz. Se bem que “porcamente” me tenha esforçado a derramar algum ridículo sobre os que te têm deitado abaixo, cresce em mim esta sensação estranha de que sentes prazer em esbracejar em pânico, algo que te desaconselho. O teu manifesto foi hilariante porque me fez pensar que lá em casa usas o mesmo método quando a família não concorda contigo.

    Stop being a “drama queen”.
    O Fernando não pode retirar o teu nome, porque a isso chama-se falsificação da História.

    Another thing: There is no such a thing as “second exception”, unless you create them on your first attempt at making rules.

  68. 68 fv

    Daniel,

    Não tiro o teu nome, nada. Isto passa. Nós já aqui tivemos ondas alterosas, e tu sabes que elas acalmaram. Tem calma. Toma um belo tinto, e esquece o Aspirina até amanhã.

    Lucho,

    Não me lembro dum só médico que fosse para o Ultramar, e com quem eu bebesse uns copos e falasse de gajas. Muito menos na Rua do Arsenal.

    Nunca fui aluno do Mourão-Ferreira. Nunca fui aluno do Nemésio. Só me interessei pelo EPC quando já não havia Ultramar. Só usei barba quando já não havia Ultramar. Nunca me interessei pelo Sanjon Pearce, nem pelo Saint-Jean Perse.

    Conclusão: não nos conhecemos, nunca nos vimos, e vamos deixar as coisas assim. Senão, ainda nos zangamos. Sempre sem nos conhecermos, claro.

  69. 69 Lucho Gatica

    Fernando, começas a perder a calma. Isso faz-se? E eu a pensar que eras um tipo de espírito. Bem, mais um sonho que se defaz.Mais um verniz que estala.
    Será que também és um peludo? Isso é desgarrador.
    E já agora, desde quando é que o problema é um poema sobre um miúdo?
    Foi sempre sobre a Laura, pelo menos da nossa parte.
    Porque é que o prosador tenta mudar de faixa?

  70. 70 Bemtevi

    Lucho, acho que o Fernando Venancio não percebeu que não existe, que é apenas uma função. Que tanto se podia chamar FV como Samuel Figueiroa ou o Senhor da Praia da Póvoa. Que aqui na blogosfera somos todos virtuais, e ainda mais estes críticos, literatos ou como lhes chames, que assumem uma figura interactiva de sombra para além da sua existencia nos jornais e livros onde se expandem.
    Isto é que seria importante debater, o resto é conversa, quando muito raivinhas de pequeno prosador como o Sá e todos os do clube que choram com ele.
    Por isso o verniz estala ao Fernando Venancio, porque entrou no físico do papel sem se perguntar: sou alguém ou sou uma figura num espelho.
    Ao demonstrares isso com os teus comentários só aparentemente mordazes ou cómicos, puseste o dedo na ferida.
    Mesmo que FV jure a pés juntos que não é um fantasma, não acredites.
    Ele vive, como aliás todos nós, num mundo de reflexos na água.
    Mas, à puridade, achas que ele tem arcaboiço para debater ou perceber isso?
    Talvez… Mas como sonho dentro do sonho. E é até demais, pese ao seu esforço.

  71. 71 fv

    Eu não queria acreditar, mas é verdade.

    Grande parte dos comentários assinados por inventivos nicks é oriunda do mesmo net mail, com endereços tão parecidos que não podem ser casualidade. Em suma: há aqui muita falcatrua com muita persistência.

    Que fizemos nós para merecermos tanta devoção?

    À parte para o Daniel: desculpa, mas afinal são bastante menos…

  72. 72 Anónimo

    Cuidado com o Chulo Gatica, rapazes.

  73. 73 z

    Ganda chavascal, pás! Eu também não gostei da lápide, mas são gostos, compreendo que para a família seja um consolo, que o Daniel tentou adoçar.

    Entretanto na Birmânia os bros budistas mereciam o nosso apoio, carago!

  74. 74 NunoSioux

    E agora onde te vais esconder?

  75. 75 Tony

    Vim uma vez mais ao Aspirina para ver se o ambiente tinha melhorado, mas parece que não. Voltei também a ler um comentário de Cláudia que diz “…a forma que serve para os pães-de-ló poéticos da Soledade”. Fico indignado com tanta maldade, calúnia e falta de carácter. Já aqui afirmei ontem que a autora atingida com esta ordinarice a cheirar a despeito, é uma excelente poetisa e escritora, nome conhecido e respeitado nos meios literários. Basta ler os textos que diariamente publica no seu blogue. É impensável que uma pessoa bem-formada fale deste modo nas costas de quem não pode defender-se. É por isso que me atrevo a escrever mais estas linhas.
    Cláudia, cale o bico sujo e vá lá para o seu «o meu mundo é este», que estive a ler por curiosidade hoje mesmo e que é uma verdadeira desgraça para não dizer vergonha. Tem apenas dois comentadores, sempre os mesmos, que se vê serem seus amigos, e os comentários são de fazer chorar, ou antes, de fazer rir as pedras da calçada. Assim: “ricardo fonseca disse: Aroma meio despido” e “Cláudia disse: Pois é, ricardo”. E por aqui se ficam. São dezenas e dezenas de posts sem qualquer comentário. Cláudia, porque não escreve poemas tipo “pães-de-ló poéticos”? É que você nem sabe escrever, se soubesse não postava apenas fotografias tiradas por si, absolutamente vulgares, devo dizer. Por acaso, dei com um comentário de “anónimo” que escreve isto: “Foda-se! És uma verborreia de palavras nos blogues dos outros, mas afinal aqui é só bonecos? Há gente infeliz que tem tamanha ânsia de aparecer que não percebe quando está a transformar-se em ridículo.” Haja alguém com consciência.
    Por isso dou-lhe um conselho: mude o nome do seu blogue para «o meu mundo é este: o da inveja». Acredite que é o mais indicado.
    Repito que bem fez a Soledade em não voltar aqui, só tinha inimigos porque o seu trabalho tinha qualidade. O Aspirina ficou a perder assim como os seus leitores, como eu, e lembro os seus artigos sempre oportunos e vivos, as suas críticas jornalisticas, os seus comentários com imensa piada e os seus belos poemas. Volto a dizer que não a mereciam e continuam a achincalhá-la. E agora quem têm no Aspirina com a saída do Sá? O Carvalheira? O José do Carmo Francisco a quem também põem defeitos? Quem será a próxima vítima?

  76. 76 claudia

    (bocejo)

  77. 77 claudia

    Análise do comentário.

    1. Tony (Carreira?) dá uma importância notável ao que é conhecido e respeitado, estado muito cobiçado mas não sinónimo de qualidade.

    2. Tony confunde a quantidade dos comentários com a qualidade dos posts na génese desses mesmos comentários.

  78. 78 Grémio Literário

    fernando,

    Tu e o teu amigo daniel, valem menos do que a ponta de um corno!

    E fica ciente que esta vergonha não vai ser esquecida.

  79. 79 ESTE GAJO ESTÁ MALUCO!

    “E vocês escolheram o momento errado para o fazerem, ó acéfalos dos pseudónimos multiplicados. Porque, monstros do absurdo, atingistes uma família exemplar.”

    Ó MEU CABRÃO FILHO DA PUTA, O MONSTRO ÉS TU. QUEM ATINGIU, ABUSOU E USOU DA “EXEMPLAR FAMÍLIA” PARA SE AUTO PROMOVER PUBLICAMENTE E INDECENTEMENTE FOSTE TU, MEU CABRÃO, QUERES AGORA ATIRAR A MERDA QUE FIZESTE AOS OUTROS SÓ PORQUE TE CRITICARAM MAIS DO QUE JUSTAMENTE PELA INQUALIFICÁVEL ABERRAÇÃO, MEU ORDINÁRIO DE MERDA SEM ESCRÚPULOS. MISERÁVEL. VAI-TE TRATAR E MORRE LONGE!

  80. 80 Rancho das Velhas Anarquistas do Cerco

    Tó Bosta foi à costa
    Apanhar no culatim(1)
    Deu de cara c’uma rola
    À’panhar do Bakunin.

    (velha canção anarquista do Cerco)

    (1) antigo instrumento de percussão

  81. 81 Anónimo

    Mas… who the fuck is Daniel “de” Sá? Alguém sabe quem é este gajo, para além dos salões flamengos e romanos (da Avenida de Roma, ok?) frequentados pelo nosso blogueiro “de qualidade”?

  82. 82 Anónimo

    Daniel, um conselho que o meu avô madeirense me contou: quem quer foder ou mandar foder, não perde tanto tempo com manifestos ou preâmbulos. Manda ou fode LOGO! Você assim só faz rir os seus detractores e envergonha os seus (ou seu) defensores. Se não sabe estar num blogue polémico, andor!

  83. 83 Tony

    Nesse caso, menina irritada e viperina Cláudia, permita-me que lhe responda. Se eu confundo a quantidade dos comentários com a qualidade dos posts, no Aspirina, então, não se passa o mesmo. A quantidade de comentários não tem fim, quer dizer que os posts não têm qualidade nenhuma? É você que o diz, mas não é o caso da Soledade, é conhecida e respeitada pela qualidade da sua obra, basta reparar nas grandes editoras que publicam os seus livros e pelas muitas reedições e prémios. Está a tentar denegrir por despeito, quem não conhece só pelo prazer de dizer mal. É uma atitude de pessoa despeitada e que não tem vergonha de vir badalar e gabar aqui os posts do seu blogue porque mais ninguém o faz, como afirmei no meu comentário de cima. Quero dizer as banalíssimas fotografias, porque escrever, era bom era, mas é para quem o sabe fazer. Cresça e apareça menina e ganhe juízo nessa cabeça de caca, fazia melhor figura se não tivesse respondido, creia, assim mostrou-se ainda melhor, invejosa e vaidosa, sem ter motivo algum para ter vaidade, antes pelo contrário. Tente aprender a escrever com os seus colegas, Valupi, por exemplo.
    E por aqui termino, que não merece a pena perder o meu tempo com pessoas da sua laia.

  84. 84 Carreira

    Ó soledade esse nome Tony fica-te a matar.

  85. 85 Ana Cristina Leonardo

    Porque tem razão Jack the Tripper quando escreveu, com grande espírito de síntese e certeira acutilância, «Boa tarde. É aqui que se esfola um tal Daniel?», não consigo perceber como é que o Fernando, por quem Daniel nutre grande admiração e suponho que vice-versa, continua a insistir com ele para se deixar esfolar.
    Só uma pequena nota: Soledade, assim como assim, aguentava bastante mais fazer de bobo da festa. Daniel, volta para os Açores, é o meu conselho. Lá, eventualmente, serás «amigo do rei», aqui, desconfio, só tens amigos da onça

  86. 86 Mas... who the fuck is Daniel "de" Sá?

    Ó Daniel, não há vocabulário, semântica, prosa, arcaismos, figuras de estilo, métrica… que te valham. És uma nulidade em decência e literatura.

  87. 87 Anónimo

    Muitíssimo bem, Cristina!

  88. 88 amigo da onça

    algúem já ouviu uma palavra do fernando a defender este pobre de espírito?..

  89. 89 Armadamerdra Collins

    Pela última vez aqui venho, também em nome dos colegas de comentação, para este serviço profilático: quem iniciou o esfreganço no moço da Laura, que sejam muito felizes os dois, foi o audaz fernando. Que, como bom analista que é, vem agora dizer que tudo é muito parecido. Este blog é mal frequentado, mas não por nós. Tem autores de qualidade, mas não estes dois sujeitos. Um é a chateza pegada, outro a maldadezinha com ares de novelista podão.
    Não te deves ir embora, Sá. Estás aí muito bem.
    Porque sempre que escreveres uma cagada, eles dirão que quem te critica não passa de invejoso/a.
    Estás no lugar certo. Descansa em paz.

  90. 90 Semfusca

    FV ou o espírito denunciante a fazer de bom rapaz.

  91. 91 QUEM TE AVISA TEU AMIGO É.

    O ASPIRINA B É O RECREIO MAQUIAVÉLICO DO FERNANDO VENÂNCIO.

    JÁ DIZIA A MINHA MÃE: QUEM NÃO O CONHECER, QUE O COMPRE!

  92. 92 Anónimo

    “Eu não queria acreditar, mas é verdade.

    Grande parte dos comentários assinados por inventivos nicks é oriunda do mesmo net mail, com endereços tão parecidos que não podem ser casualidade. Em suma: há aqui muita falcatrua com muita persistência.

    Que fizemos nós para merecermos tanta devoção?

    À parte para o Daniel: desculpa, mas afinal são bastante menos… ”

    FV

    ISTO DIZ TUDO SOBRE A CRIATURA E O SEU RECREIO.

  93. 93 amigo da onça

    2ª VEZ:

    algúem já ouviu uma palavra do fernando a defender este pobre de espírito?..

  94. 94 Quem te Avisa

    Meus senhores:

    Não acham que já chega de injúrias ao Daniel de Sá? Tudo o que é demais…
    O Aspirina fica mal visto e os leitores fartos destes comentários que me parecem ser mais a maneira de vocês desopilarem as vossas agressividades. Acho que está a fazer falta aqui um psicólogo…ou um psiquiatra! Ora acabem lá de vez. O homem era vaidoso e lambe-botas, é verdade. Com uma tendência para imitar o “patrão” FV. Cheguei a ler comentários seus a criticar posts de colegas. Convencido é. Mas não deixa de escrever bons poemas. Até o da “lápide” é bom. Mas a vaidade é que o perdeu. Penso que seja alguém já com alguma idade e com alguma obra feita. Sejamos mais complacentes e menos agressivos. Afinal, como diz o outro, quem temos agora no Aspirina? O Castanheira a mais das vezes é um chato, e não se lhe pode tocar num cabelo que rebenta a calma e o verniz num abrir e fechar de olhos. Também se julga o maior. O José do Carmo Francisco, é outro convencido. Não é mau em certas crónicas, desde que não gabe o que só a ele e à família diz respeito, mas não é exmplar nos poemas, algumas vezes de pé-quebrado, como também diz o outro. A Susana tem a mania que é uma intelectual de vanguarda, que tudo sabe. Vê-se na qualidade (?) e na diversidade dos seus postes. Essa ainda não encontrou o seu caminho e nem sabe o que deve ou não fazer. O FV é outro chato, com a pretensão que é o melhor do mundo, mas a escrever textos, Deus nos livre! Fica o doido do João Pedro, com talento e no caminho certo, mas sobretudo virado para as bandas, que não interessam por aí além à maioria dos leitores e o Valupi, que escreve muito bem e é sensato. Em meu entender, o Aspirina está pobre de colaboradores e a gentinha vai passar o tempo noutros blogues. Pensem em tudo isto, que só têm a ganhar.

  95. 95 10 a zero

    Caro “Quem te Avisa”
    saudações comentaristas:

    Concordo contigo, a tua análise é quase perfeita, contudo, gostava de te dizer que frequento o aspirina não pelos posts ou postadores mas pelos comentadores. A verdade verdadinha é que os comentadores são muito melhores que os comentados.

  96. 96 A Vergonha são Vocês

    Ana Leonardo,
    afinal, sempre precisam aqui no Aspirina de «bobos de festa»! Será para alimentarem o ego espezinhando o seu semelhante? E vocês o que serão? Os reis da bosta? Os Neros a darem poetas aos leões? Vampiros? Os falsos amigos? (veja-se como o Fernandinho se regala com a chacina que se faz ao pobre do Daniel de quem diz ser amigo). O Aspirina parece que só tem doidos que fugiram do manicómio! Serão nazis?
    Pretendem criar fornos crematórios? Também fazem fogueiras com livros? Naturalmente eram capazes de o fazer com os livros do Daniel e da Soledade! Que gente é esta que se uniu para dirigir um blogue que parece vir do Inferno!? É vergonhoso que homens e mulheres ditos intelectuais, tenham comportamentos vergonhosos como estes a que vimos assistindo. Penso que serão mais reles do que o mais reles que existe na Net!

  97. 97 Anónimo

    E já agora… who the fuck is Soledade? Mas este gente anda a busar dos “de” nos nomes, porra!

  98. 98 claudia

    Eu devo ter um dom que adivinho quem anda por trás dos nicks… :-)

  99. 99 Manuel Estrada

    Meu caro Fernando Venâncio. Um simples aviso. Quem se permite caminhar perto de gente esquizofrénica , mentecapta, ordinária, uma cambada de eunucos e de ressabiados, corre sérios riscos de se ir perdendo nessa floresta de raizes podres que nunca viram o sol e que rastejam sofregamente à procura de quem lhes possa acabar com a sua triste existência.
    Em vez de aspirina , aconselhava-lhes como terapêutica um valente supositório de Dolviran que lhes provocase o necessário consolo e lhes preenchesse cabalmente o local onde está depositado o seu ego. Navegando entre a merda da sua existência.
    Fernando Venâncio, perdeu para este seu blog um dos melhores escritores que os Açores já viu nascer( e são muitos). Ponha-se a pau pois com este ritmo ficará a liderar um deserto de ideias com a sua respectiva cáfila fedorenta.
    Que tenha sorte.

    Manuel Estrada

  100. 100 Anónimo

    A Estrada do Manuel parece-me ser uma daquelas com meninas e senhoras de mala de mão nas bermas…

  101. 101 Anónimo

    e o nandinho qué feito do nandinho… estará cobardemente à espera da bonança?..

  102. 102 Puta mas Séria

    Um dos maiores escritores que os Açores viram nascer…
    Este lambébotas tem o disco bem untado.
    Manuel Estrada? Ora,ora…Nessa estrada nunca eu me poria a atacar.
    Já agora, um blog é um espaço de comunicação.Mesmo aporrinhador. Não faz mal. O que faz mal é virem certos merdas a tentar fazer passar por filetes um peixe podre. Pescado nas ilhas.E depois quaixarem-se de que há estrilho.
    E a democracia? E a liberdade de expressão? E o senso crítico?
    Ah, pois, ficaria munta bem substituído por uma chanchada do fernando.
    Isso é que era um belo mundo. Tudo deles, pranchada em quem não quizesse…Que bom seria!

  103. 103 Era atirá-los ao mar...

    caros Komentaristas:

    Vamos todos abandonar esta pocilga, e deixá-los a brincar às maldades, sozinhos.

  104. 104 Anónimo

    e por aqui, ninguém dá conta do nandinho…

  105. 105 Find Nandinho

    Ó NANDINHO, NANDIIIIIIINHO… ONDE ESTÁS, MEU SAFADO!.. APARECE!

  106. 106 Freudinho

    Para o Quem te avisa: essa tua sugestão de fazerem aqui falta psiquiatras é típica de gente que gosta de imitar os antigos comunas, se alguém não concordasse com eles metiam-no logo num manicómio ou seja num campo de reeducação.
    Já percebêmos o teu estilo.

  107. 107 Anónimo

    NANDIIIIIIIINHO!…

  108. 108 Ana Cristina Leonardo

    Só quero dizer isto: eu sou contra a queima de livros. Mesmo que sejam tão maus como os de Daniel Sá, Lídia Jorge, João de Melo, Possidónio, Peixoto ou Soledade (etc.). E agora, para seguir com a corrente, vou também assinar com pseudónimo: Danisol

  109. 109 Danisolasidó

    Falta acrescentar à lista artigos de jornal que é para todos poderem lá caber dentro, ó Leonarda.

  110. 110 danisolfásólaásidó

    É que isto dos géneros menores não dá cobertura crítica para tudo…

  111. 111 JC

    Meu caro Daniel

    É claro que andam por aqui facas afiadas, as mais delas embrulhadas em nicks de mistério, que o leitor comum não pode deslindar. Nem precisa, porque não vale a pena. É lá com eles.
    No resto, Daniel, lamento muito que tenhas decidido sair do Aspirina.
    Considero, confesso-te, que tinhas ainda muito a aprender. Mas quem é que não tem ainda muito a aprender?!
    A um tipo como tu, que deixou aqui uma entrada como ‘Diálogo ingénuo’ (a mãe, a criança, a sopa e o faz-de-conta, em três linhas) eu agradeço sempre. Sei que não vêm todos os dias à mão. Mas estava à espera de mais, e haviam de sair.
    Assim, vão todos contigo. Olha, leva também um grande abraço meu.
    E já que não soubeste aguentar, bebe um bom copo e deita o resto fora. Que o mais dele é jogo de sombras.

    Jorge Carvalheira

    (Vamos ver se desta vez o comentário entra!)

  112. 112 pai nosso

    lá vem o carvalheira lamber as botas… a seguir vem o do carmo… não há mais paciência para estas capelinhas. será que esta gente se olha ao espelho!..

  113. 113 Find Nandinho

    NANDIIIIIIINHO!… UU… U

  114. 114 Jack

    O Manel da Estrada tem uma linguagem eivada de alusões escatológicas (que não repito, para bem dos vossos narizes) e de símbolos fálicos (supositório, pau, etc). Não gosta de eunucos (porque será?). Acha, enfim, que o ego dos críticos do Danielinho se encontra depositado num sector do tracto intestinal dos ditos. Estas são as coordenadas subconscientes do psiquismo manuelino. Que podemos concluir?

  115. 115 Topas?

    Puta mas Séria:
    A democracia mal aproveitada, só dá merda. A liberdade de expressão mal aplicada, só dá merda. O senso crítico despudorado, só dá merda. Se foi para isto que nos orgulhamos de ter democracia e liberdade, lendo estes comentários, ou este “aspirina”, só podemos sentir vergonha. Essas duas palavras só valem para quem as sabe merecer.

    Era atirá-los ao mar:
    Estou contigo. Tá na hora de deixar a pocilga aos respectivos porcos.

    Anonymous:
    O Nandinho? Esse alarve a esta hora bate palmas e deita foguetes. O silêncio dele é a prova de mostrar aquilo que ele é: um falso amigo, um pedante, um cretino, um tarado. O Daniel é que ficou a conhecê-lo bem e à sua corja de lobos esfaimados. Só espero que o Sá nunca lhe perdoe o embuste que foi o presente envenenado, ou armadilha do fernandinho ao convidá-lo para colaborador deste triste blogue!

    Manuel Estrada:
    O fernando venâncio já se perdeu há muito na “floresta de raízes podres”. Mas gosta e faz gala nisso. Ou é senilidade ou está mesmo a precisar de internamento com camisa-de-forças!

    Ana Leonardo:
    Não pretenderias antes dizer Marisol? Como és tão boa a representar…
    Enterras, então, entre outros, a Lídia Jorge e o João de Melo? Invejinha, cara. Eles não frequentam a tua “pastelaria”, nem sabem da tua existência. Agora tu, sabes que existem e que são dois escritores galardoados com os maiores prémios literários atribuidos em Portugal Querias…

    Freudinho:
    Pois é, amigo, a verdade, com ou sem atitudes comunistas, é que todos vocês já deviam estar no Júlio de Matos há muito tempo…

    Cláudia:
    O teu dom não dá para adivinhar hoje o Euro-Milhões? Agradecia, querida…

    Carvalheira:
    Seria consigo que o Daniel teria de aprender!? Não me diga! Diz “Assim vão todos contigo”? Vão sair do “aspirina”? É demissão conjunta? Este famigerado blogue acabou, finalmente? Um beijinho, Carvalheira, pela excelente notícia!

  116. 116 Find Nandinho

    MAROTO DO NANDINHO QUE NÃO QUER APARECER… DANADO!

    Ó NANDIIIIIINHO…

  117. 117 Find Nandinho

    DIZ QUALQUER COISA, FILHO!..

  118. 118 claudia

    Não jogo ao Euromilhões, mas a chave que vai sair hoje é a seguinte:

    12-13-43-07-03

    34-19

    Boa sorte!

  119. 119 claudia

    Esperem lá, enganei-me (é de nunca jogar…). Os dois últimos 04 e 06.

  120. 120 Find Nandinho

    Não jogo ao Euromilhões, mas a chave que vai sair hoje é a seguinte:

    NA-ND-IN-HO-AP

    AR-ECE

    Boa sorte!

  121. 121 Ana Cristina Leonardo

    Caro Topas?, como não me topa de lado nenhum não sabe que não sou invejosa, por isso está perdoado. Pode sempre bater à porta da Pastelaria mas, por favor, não passe com a Lídia e o João à minha rua. E agora vou arranjar outro pseudónimo: Fernanda Maria

  122. 122 Puta mas Séria

    Para o Topas?: Olha filho, o que eu mais estou a admirar naquela tua série,pra este e praquele,tudo a marchar, é que tu pareces despachar mais depressa que eu!
    Fazes uma data deles num só encosto… És uma puta muito mais fina que eu. Tiro-te o chapéu!
    Olha, já agora digo-te que essa de a democracia mal entendida dar só merda, apesar de já ter sido melhor glosada pelo Botas e por um amigo teu, o Chavez, acho que o Barbaças nunca se referiu a isso, pelo menos dessa tua forma putanheira (é um elogio),agrada-me a valer. Também eu já disse essa ao meu chulo, para quem a democracia dele é só rapar-me as notas todas, mas o malandro não foi nessa, enfiou-me duas lambadas que até fiquei meio gaga.
    E já pensei numa: queres tu vir para meu chulo? Arranjamos um esquema e tratamos-lhe da saúde.
    Vais nessa? Então bora lá.

  123. 123 Barracabana

    Ponto da situação: já despachámos a Soledad e o Sá. Vamos agora tratar do Carvalheira, ou carvalhadas, ou lá o que é.
    Pelas minhas contas, assim antes do meio do Outono temos esta merda despachada.

  124. 124 Manuel Estrada

    A cambada afinal sofre de uma paranóia delirante em que mistura o ciúme , de nunca terem conseguido obter nada de jeito na vida (vão mandando os vossos minúsculos curriculos para passarmos para a fase de ler anedotas), com uma megalomania, e daí o delirio pois vão autoalimentando a crença nos seus poderes superiores. Coitados porque nesta fase do desequilibrio mental nem admitem que necessitam de ajuda. E para se completarem até se vão travestindo de pseudónimos, aliás dum pungente foleirismo, a pedir meças aos que vão aparecendo pelos sitios que provavelmente frequentam. Arriscaria o Finalmente Club.
    Vão-se tratar meus lindos, resolvam os vossos Édipos e comecem então depois ,muito devagar para não correrem o risco de recidivas, a entrar no mundo das pessoas crescidas.
    Manuel Estrada

  125. 125 Cravalheira

    Querias! O próximo passo é instaurar o regime de comentários não livres. E esta?

  126. 126 Manuel Estrada

    Ó meu lindo Barracabana( tens nome de canção do José Cid, deves viver feliz junto á praia).

    Sabes porque é que eu não tenho que por uma mola no nariz quando vomitas esse teu fétido mau hálito?
    Porque felizmente sofro de cacósmia.

    Manuel Estrada

  127. 127 Biruta & Patife, Lda.

    Ó Estrada, tens um currículo tão grande e tão bom!
    Aqui somos todos malucos, é como na anedota do tarata, todos com o passo trocado só tu com o passo certo.
    E essa mania de nos mandares para Rilhafoles, Manuel!
    É de desconfiar…meu lindo.

  128. 128 Manuel Estrada

    Ó Patifório( o teu nome de batismo será mais bonito , ou será um dos que vão dando também para os dois lados do género).
    Impestarem o Miguel Bombarda? Era o que mais faltava. Qualquer albergue da Mitra serviria e ainda sobravam camas porque muitos de vós dormiriam no chão como sabem o local mais apropriado para os seres rastejantes.
    Querias hotel de luxo? Tira o cavalinho da chuva

    Manuel Estrada

  129. 129 Topas?

    Ana Leonardo,
    vais de mal a pior,filha. Fernanda Maria cheira-me a nome de fadista. Mas são gostos. Creio, até, que há por aí um fado que diz “não passes com ela à minha porta”. Mas tu não queres é que os escritores Lídia Jorge e João de Melo passem à tua rua. Fica descansada, querida, que eu dou-lhes o recado. Se os vires por lá, chama o António, quero dizer, chama a polícia. Ou não queres que eles lá passem por a tua rua ser mal afamada e pouco apropriada para nela passarem figuras públicas e de nomeada da vida cultural portuguesa?

  130. 130 Carlos Camacho

    Fez muito bem, Daniel, em deixar de dar pérolas a estes porcos do continente.

    Eles acabam por morder a língua e provar do seu próprio veneno.

    O o problema é que são apenas dois ou três gajos (que até se transvestem), frustrados, que usam e abusam do anonimato, a forma mais cobarde de dizer o que quer que seja.

    Abraço Daniel

  131. 131 Vamberto Freitas

    Vê-se bem aqui como os “comentadores” bloguistas não passam de uma cambada de frustrados, sem voz em qualquer parte, e aproveitam este meio para despejar as suas frustrações, ou, pior ainda, frustrações de “escritores” ou “jornalistas” sem meios. Peço o favor que se reduzam à sua insignificância irremediável. E, Venâncio: que tal falar de literatura aqui só entre gente culta?
    Um Bom Amigo

  132. 132 Vambero Freitas

    Fernando: já sei que vou apanhar aqui a valer. Estou a escrever isto e a rir-me, a tomar uma Sagres aqui na Região Autónoma do Pópulo. E a lembrar-me do que dizia um desgraçado na Praia da Vitória, na minha querida Ilha Terceira: gassssa a dês já ié custuimeee!
    Abraço do Vamberto (E olha cá, visita-nos um dia destes)

  133. 133 Lupelupe

    Vambero Freitas é o mesmo que Vamberto Freitas?
    Quem será este culto pascácio? É só um ou são dois? E ainda por cima ilhéus, valha-me santa ilha quarta.

  134. 134 Vam Freitas

    Oi, Meu Querido Lupelu,
    Esse nome é-me delicioso! O primeiro nome é de um cunhado meu do Continente, mas nunca, tadinho, aprendeu a escrever o seu nome. O Outro sou Eu-Mesmo. E, olha Querido Meu, és Nazi ou só Sexualmente Ambíguo? Tenho tanto medo de ti, por favor diz. Somos dois, Vambero e o Outro, pois! Gostas, é? Espero ansiosamente a tua resposta.
    Teu Ilhéu Safado!

  135. 135 Artur da Costa

    Olá, Vamberto, como o mundo é pequeno. Você é da Terceira parta lá os cornos bem partidos a esses mouros do carago. Eu sou de Gaia, não votei no Luís Filipe mas o Mindelo não fica muito lomge daqui e foi dessa ilha que vieram dar porrada nos mouros que queriam conquistar o país outra vez. Lixa-os, pá, afinfa-lhes duro.
    Eu fui tropa na Terceira, na base. Era cabo mecânico sempre ganhava o suficiente para ir beber um Famouse Grouse a um clube todo porreiro das Fontinhas você conhece? Ia com outro cabo amigo o Afonso Quintal. Olha, pá tomamos lá bebedeiras de tremer. Se calhar é por isso que não me lembro de nenhum sítio chamado Pópulo talvez seija para as bandas do Raminho que conheço mal. Mas isso é o menos pá, o que importa é que deias cabo dos mouros todos deixa só o Benfica e o Sporting para agente os comer vivos. Tá bem?

  136. 136 azores

    Bravo, Daniel! Até que enfim que vejo que vai sair desta pocilga de pseudo intelectuais do rectângulo armados aos cucos de corda. Daniel, nao dê gás a estas bestas, que só sabem arrotar postas de pescada da iglo, comprada com 10 dias de gelo na grande superfície Jumbo. O Daniel é feito de uma fibra que grande parte destes seres de plasticina, dobrados como os caracóis que comem nas cervejarias deles, que têm vista para o passeio e prédio em frente, desconhece totalmente! Não se zangue nem tão pouco se penitencie pela fotografia, pelo poema e pelos demais textos, que aqui postou. Essas aves raras, que se auto intitulam escritores Venâncios e outras “circunstâncias” não passam de mamões adormecidos à boa moda portuguesa. Largue-lhes fogo, mesmo que visual, e parta Daniel. Não os queremos nem para ocupar as “casas mortas” dos seus pastores. :)
    Quanto ao mais, ide ver se está chovendo numa esquina do cais do sodré e não dês má fama à literatura portuguesa, porque essa, de certeza, não ESTÁ nesta vossa capsula de veneno, que mais lembra uma pocilga de porcos enfeitados com pérolas compradas na feira do relógio ao domingo, onde vos passeais como lordes de um país, que não é nada.
    E escusam de me responder. Catarina, poupe a sua linguinha venal, que eu não tenho tempo para aturar a sua pseudo-intelectualidade tão psi qualquer coisa, que até me faz aflição.
    Tomai aspirinas, senhores. Tomai.
    Que aqui temos outros comprimidos melhores.
    Boa Vamberto Freitas. Quanto vale uma cerveja do Pópulo ao lado de uma Aspirinab, que ainda por cima nem faz borbulhas no copo?

  137. 137 Nik

    Esta choldra de repente infestou de coriscos enraivecidos! Eu compreendo que eles sejam patriotas daquela coisa, é a terra deles, embora seja mais à base de água do que de terra propriamente dita. Agora assanharem-se todos para defenderem a honra do De Sá, desculpem-me lá! Eu sou transmontano e patriota da minha terra, mas não defendo todo e qualquer cagalhão que por cá apareça, para usar a terminologia escatológica do Manel da Estrada, muito menos se for um Fulano ou Beltrano “De” Cagalhão.

  138. 138 Artur da Costa

    Olha pá há a final isto não é só mouros. olha-me este cagalhão de trás os montes a armar aos cucos. Passa cá pela oficina que eu ponho-te a testa liza como vidro e entorto-te a gaita mais que uma cambota de um carro de 8 cilindros. Vocês mandam para lá do Marão porque o pessoal está-se cagando para voçês.

  139. 139 z

    vocês deviam contextualizar isto litologicamente: o pessoal das ilhas é do basalto enquanto que aqui no continente em Lisboa também tem, junto com calcáreo, mas na Invicta são granito, para Trás-os-Montes é mais xisto, e no Alentejo também e no Algarve até há sienito que é a modos que um granito sem quartzo.

    São feitios mineralógicos distintos.

    (o basalto e o granito são eruptivas, o calcáreo é sedimentar e o xisto é metamórfico, para só falar nas maiores)