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	<title>Comentários em: MANIFESTO</title>
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	<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 20:55:34 +0000</pubDate>
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		<title>Por: SALAZAR</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-26693</link>
		<dc:creator>SALAZAR</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jan 2008 17:32:15 +0000</pubDate>
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		<description>Estou aqui á V. espera! Demoram muito???</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estou aqui á V. espera! Demoram muito???</p>
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		<title>Por: Leitor atento</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-23001</link>
		<dc:creator>Leitor atento</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 14:44:33 +0000</pubDate>
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		<description>Alguém leu o manifesto do Daniel de Sá? Ele diz que a turba ululante que aqui o mordeu lhe devia estar grata por ele ter defendido a integridade da Pátria após o 25 de Abril, contra os caceteiros da FLA, presume-se. Daqui lhe lanço um repto, Daniel de Sá: conte no Aspirina esses episódios dramáticos do separatismo da FLA e do combate de resistência contra ela. Isso muito bem contadinho, pela sua pena rigorosa e cáustica, seria notícia de abrir telejornais. Coragem, há?
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém leu o manifesto do Daniel de Sá? Ele diz que a turba ululante que aqui o mordeu lhe devia estar grata por ele ter defendido a integridade da Pátria após o 25 de Abril, contra os caceteiros da FLA, presume-se. Daqui lhe lanço um repto, Daniel de Sá: conte no Aspirina esses episódios dramáticos do separatismo da FLA e do combate de resistência contra ela. Isso muito bem contadinho, pela sua pena rigorosa e cáustica, seria notícia de abrir telejornais. Coragem, há?</p>
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		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-23000</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2007 08:01:00 +0000</pubDate>
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		<description>hum, estas peixeiradas dão kpk's substantivas :-)
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		<content:encoded><![CDATA[<p>hum, estas peixeiradas dão kpk&#8217;s substantivas :-)</p>
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		<title>Por: rantaplan</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-22999</link>
		<dc:creator>rantaplan</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2007 00:46:30 +0000</pubDate>
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		<description>Toparam a Topas?, mas não era preciso denunciá-la assim.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Toparam a Topas?, mas não era preciso denunciá-la assim.</p>
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		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-22998</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 18:42:36 +0000</pubDate>
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		<description>Nikita que bom que és budista. Eu acho que estou a caminho, tenho aqui um post em frente a mim há meses que é um monge a dar um xoxo num tigre todo derretido (por enquanto ando mais no número do tigre).

E tenho ali um livro que se chama Shambhala que diz como entrar no espelho cósmico e conhecer a bondade essencial do mundo.

Só que ainda não comecei porque já acabei um paper mas ainda tenho outro a andar, e sobretudo ainda não sei como pôr a cauda.

Mas depois peço-te conselho se não importas.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nikita que bom que és budista. Eu acho que estou a caminho, tenho aqui um post em frente a mim há meses que é um monge a dar um xoxo num tigre todo derretido (por enquanto ando mais no número do tigre).</p>
<p>E tenho ali um livro que se chama Shambhala que diz como entrar no espelho cósmico e conhecer a bondade essencial do mundo.</p>
<p>Só que ainda não comecei porque já acabei um paper mas ainda tenho outro a andar, e sobretudo ainda não sei como pôr a cauda.</p>
<p>Mas depois peço-te conselho se não importas.</p>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-22997</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 18:33:38 +0000</pubDate>
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		<description>Poupa-me claudia/o dos teus rasgos de inteligência.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Poupa-me claudia/o dos teus rasgos de inteligência.</p>
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		<title>Por: claudia</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-22996</link>
		<dc:creator>claudia</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 17:47:48 +0000</pubDate>
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		<description>Nikita tem nome.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Nikita tem nome.</p>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-22995</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 17:03:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/manifesto/#comment-22995</guid>
		<description>E quem disse que eu queria que me respondesses, Nikita?
És tão anónimo/a como eu.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E quem disse que eu queria que me respondesses, Nikita?<br />
És tão anónimo/a como eu.</p>
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		<title>Por: Vamberto</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-22994</link>
		<dc:creator>Vamberto</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 16:42:36 +0000</pubDate>
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		<description>Manuel,
Desculpa o erro aí na primeira palavra. Emoções...
Vamberto
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Manuel,<br />
Desculpa o erro aí na primeira palavra. Emoções&#8230;<br />
Vamberto</p>
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		<title>Por: Vamberto</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-22993</link>
		<dc:creator>Vamberto</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 16:39:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/manifesto/#comment-22993</guid>
		<description>Manuel Estrada,
Disses-te tudo. Abraço português deste ilhéu. E não deixemos aqui, ou em parte alguma, que estes asnos desfaçam a nossa solidariedade nacional. Bem hajas! E vem ao Pópulo tomar um copo comigo. O Daniel estará connosco!
Vamberto
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Manuel Estrada,<br />
Disses-te tudo. Abraço português deste ilhéu. E não deixemos aqui, ou em parte alguma, que estes asnos desfaçam a nossa solidariedade nacional. Bem hajas! E vem ao Pópulo tomar um copo comigo. O Daniel estará connosco!<br />
Vamberto</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: claudia</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-22992</link>
		<dc:creator>claudia</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 16:29:25 +0000</pubDate>
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		<description>O fv tem que aturar muitos melindres.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O fv tem que aturar muitos melindres.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernando Venâncio</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-22991</link>
		<dc:creator>Fernando Venâncio</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 16:23:35 +0000</pubDate>
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		<description>Ana Marta, aliás Topas:

O teu comentário anónimo está assim indicado:

&lt;b&gt;Commenter:
Email:
Entry: MANIFESTO
Date: 2007-09-30 15:00:32

Perante isto, o sistema escreve «Anonymous».

Se continuas a acusar-nos do que tu própria fazes, colocarei aqui o teu endereço de email. O trabalho que tiveres a abrir outro já me compensará.


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ana Marta, aliás Topas:</p>
<p>O teu comentário anónimo está assim indicado:</p>
<p><b>Commenter:<br />
Email:<br />
Entry: MANIFESTO<br />
Date: 2007-09-30 15:00:32</p>
<p>Perante isto, o sistema escreve «Anonymous».</p>
<p>Se continuas a acusar-nos do que tu própria fazes, colocarei aqui o teu endereço de email. O trabalho que tiveres a abrir outro já me compensará.</b></p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Nikita</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-22990</link>
		<dc:creator>Nikita</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 16:19:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/manifesto/#comment-22990</guid>
		<description>Sou budista, mas, se fosse cristão, não diz a Bíblia que "somos apenas pó e em pó nos tornaremos"? Pó é menos do que mexilhão, não é?
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou budista, mas, se fosse cristão, não diz a Bíblia que &#8220;somos apenas pó e em pó nos tornaremos&#8221;? Pó é menos do que mexilhão, não é?</p>
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	<item>
		<title>Por: Nikita</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-22989</link>
		<dc:creator>Nikita</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 16:09:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/manifesto/#comment-22989</guid>
		<description>Por princípio, não respondo a anónimos.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por princípio, não respondo a anónimos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Topas?</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-22988</link>
		<dc:creator>Topas?</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 14:08:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/manifesto/#comment-22988</guid>
		<description>O comentário acima não é do Anonymous. É meu, e não sei quem manipula este tipo de acções tão incorrectas como abusivas, que se verificam muitas vezes neste aspirina, para empobrecê-lo ainda mais...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O comentário acima não é do Anonymous. É meu, e não sei quem manipula este tipo de acções tão incorrectas como abusivas, que se verificam muitas vezes neste aspirina, para empobrecê-lo ainda mais&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-22987</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 14:00:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/manifesto/#comment-22987</guid>
		<description>Alguém que gosta do Aspirina, calculo quem seja. Se é quem eu penso, gosto de si. Só o enobrece escrever o texto que escreveu, de coração nas mãos, confessando-se e punindo-se publicamente. Mesmo sob anonimato, porque tinha mesmo que ser desse modo, compreende-se.
Um desabafo humilde, sensato, sincero, de quem se arrepende de algo que
cometeu, merece um elogio. Limpou o que de sujo escreveu por aqui. Por mim, está perdoado. Assim o Sá e todos os outros que foram atingidos compreendam a sua expressiva e louvável atitude.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém que gosta do Aspirina, calculo quem seja. Se é quem eu penso, gosto de si. Só o enobrece escrever o texto que escreveu, de coração nas mãos, confessando-se e punindo-se publicamente. Mesmo sob anonimato, porque tinha mesmo que ser desse modo, compreende-se.<br />
Um desabafo humilde, sensato, sincero, de quem se arrepende de algo que<br />
cometeu, merece um elogio. Limpou o que de sujo escreveu por aqui. Por mim, está perdoado. Assim o Sá e todos os outros que foram atingidos compreendam a sua expressiva e louvável atitude.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nikita</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-22986</link>
		<dc:creator>Nikita</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 13:59:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/manifesto/#comment-22986</guid>
		<description>Ó Manel da estrada, ainda não passou o camião? Quero dizer ao Artur do fato macaco com rabo de fora que a sua confissão e arrependimento são patéticos. Fazem-me lembrar certos filmes católicos dos anos 40, excelentes comédias involuntárias. Ri-me muito também da oficina dele, com a cambota e o maçarico. Eu puxo pelo melhor que há nesta malta! Alguém suspeitava sequer da vigorosa veia polémica que se escondia num circunspecto Estrada, num bondoso Sá, num pacífico Artur trabalhador do maçarico? Eu é que vos arranco do marasmo, almas perdidas. Não espero agradecimentos, porque conheço a ingratidão dos homens.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ó Manel da estrada, ainda não passou o camião? Quero dizer ao Artur do fato macaco com rabo de fora que a sua confissão e arrependimento são patéticos. Fazem-me lembrar certos filmes católicos dos anos 40, excelentes comédias involuntárias. Ri-me muito também da oficina dele, com a cambota e o maçarico. Eu puxo pelo melhor que há nesta malta! Alguém suspeitava sequer da vigorosa veia polémica que se escondia num circunspecto Estrada, num bondoso Sá, num pacífico Artur trabalhador do maçarico? Eu é que vos arranco do marasmo, almas perdidas. Não espero agradecimentos, porque conheço a ingratidão dos homens.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-22985</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 13:09:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/manifesto/#comment-22985</guid>
		<description>Não precisamos desse amor de colonialista, nikita! Emprega o amor que tens pelos Açores (supostamente!) a outra causa e vai bugiar!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não precisamos desse amor de colonialista, nikita! Emprega o amor que tens pelos Açores (supostamente!) a outra causa e vai bugiar!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernando Venâncio</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-22984</link>
		<dc:creator>Fernando Venâncio</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 11:32:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/manifesto/#comment-22984</guid>
		<description>Cara Elisabete,

Respondo-lhe na caixa de comentários do post «Boa viagem, Abrupto».
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cara Elisabete,</p>
<p>Respondo-lhe na caixa de comentários do post «Boa viagem, Abrupto».</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alguém que gosta do Aspirina</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/manifesto/#comment-22983</link>
		<dc:creator>Alguém que gosta do Aspirina</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Sep 2007 10:29:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/manifesto/#comment-22983</guid>
		<description>Se o nome não existe, tudo nos é permitido. Poderia parafrasear-se assim a famosa frase de Dostoievsky. Se, nos comentários dos blogues,  não houvesse o costume de recorrer ao anonimato, ou aos pseudónimos que nada revelam, aqueles seriam muito mais limpos e dignos de receber a visita de quem quer que fosse. Foi o anonimato que transformou este Aspirina, em si mesmo notável e bem concebido, numa sala de convívio indesejável. Evitar o anonimato seria uma defesa contra o próprio comentador. Porque a maldade de uma multidão enfurecida é sempre superior à soma da maldade de cada indivíduo que dela faça parte e na qual se dilui.
O caso desse Artur da Costa foi uma experiência radical, cujas consequências me assustaram a mim mesmo, seu criador, para provar, a começar por mim, que na sombra tudo nos parece mais fácil. Foi assim que, contra os meus próprios sentimentos, falei com desprezo dos transmontanos, que estão entre os meus portugueses preferidos. Foi assim que chamei mouros aos portugueses ao sul de Santarém, uma expressão que, pelo que pretende ter de pejorativa, é das que mais me incomodam neste país de veneno fácil na linguagem. E foi assim, até, que desonrei o meu Sporting, paixão com mais de meio século, e o Benfica, entre cujos adeptos conto muitos dos meus melhores amigos.
Houve quem levasse o Artur da Costa a sério. É outro dos riscos do anonimato e dos nomes falsos. Por vezes estamos a combater simples moinhos de vento, sem que sequer os próprios moinhos de vento existam.
Dei comigo a escrever palavras que nunca uso, nem mesmo no meu vocabulário anedótico. O mesmo deve acontecer com outros. Dar o nome, que é o equivalente a dar a cara, protegeria os comentados e os próprios comentadores. Não me compete a mim julgar se o Aspirina perdeu alguém cuja saída valha a pena lamentar. Mas lamentável foi, sem dúvida, a forma como tudo aconteceu.
E, porque tenho vergonha de assinar com o meu próprio nome esta confissão, não assino. Mas tenho uma leve esperança de que, para alguns, pelo menos os bem intencionados, tal despudor a que fui capaz de chegar, só porque estava protegido nas sombras em que me embosquei, sirva de lição. A mim serviu, e de que maneira! Não sou, afinal, tão respeitável como julgava. Não entrarei mais no jogo em que isso pode acontecer a outros pelas mesmas razões.
Artur da Costa não voltará aqui. Nem com nomes falsos nem com o verdadeiro. Para experiência de choque bastou uma vez. Regresso à minha condição de ser eu mesmo. Apesar de todos os meus defeitos, prefiro-me assim.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se o nome não existe, tudo nos é permitido. Poderia parafrasear-se assim a famosa frase de Dostoievsky. Se, nos comentários dos blogues,  não houvesse o costume de recorrer ao anonimato, ou aos pseudónimos que nada revelam, aqueles seriam muito mais limpos e dignos de receber a visita de quem quer que fosse. Foi o anonimato que transformou este Aspirina, em si mesmo notável e bem concebido, numa sala de convívio indesejável. Evitar o anonimato seria uma defesa contra o próprio comentador. Porque a maldade de uma multidão enfurecida é sempre superior à soma da maldade de cada indivíduo que dela faça parte e na qual se dilui.<br />
O caso desse Artur da Costa foi uma experiência radical, cujas consequências me assustaram a mim mesmo, seu criador, para provar, a começar por mim, que na sombra tudo nos parece mais fácil. Foi assim que, contra os meus próprios sentimentos, falei com desprezo dos transmontanos, que estão entre os meus portugueses preferidos. Foi assim que chamei mouros aos portugueses ao sul de Santarém, uma expressão que, pelo que pretende ter de pejorativa, é das que mais me incomodam neste país de veneno fácil na linguagem. E foi assim, até, que desonrei o meu Sporting, paixão com mais de meio século, e o Benfica, entre cujos adeptos conto muitos dos meus melhores amigos.<br />
Houve quem levasse o Artur da Costa a sério. É outro dos riscos do anonimato e dos nomes falsos. Por vezes estamos a combater simples moinhos de vento, sem que sequer os próprios moinhos de vento existam.<br />
Dei comigo a escrever palavras que nunca uso, nem mesmo no meu vocabulário anedótico. O mesmo deve acontecer com outros. Dar o nome, que é o equivalente a dar a cara, protegeria os comentados e os próprios comentadores. Não me compete a mim julgar se o Aspirina perdeu alguém cuja saída valha a pena lamentar. Mas lamentável foi, sem dúvida, a forma como tudo aconteceu.<br />
E, porque tenho vergonha de assinar com o meu próprio nome esta confissão, não assino. Mas tenho uma leve esperança de que, para alguns, pelo menos os bem intencionados, tal despudor a que fui capaz de chegar, só porque estava protegido nas sombras em que me embosquei, sirva de lição. A mim serviu, e de que maneira! Não sou, afinal, tão respeitável como julgava. Não entrarei mais no jogo em que isso pode acontecer a outros pelas mesmas razões.<br />
Artur da Costa não voltará aqui. Nem com nomes falsos nem com o verdadeiro. Para experiência de choque bastou uma vez. Regresso à minha condição de ser eu mesmo. Apesar de todos os meus defeitos, prefiro-me assim.</p>
]]></content:encoded>
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