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	<title>Comentários em: Guitarra</title>
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	<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 18:56:31 +0000</pubDate>
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		<title>Por: luis eme</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/guitarra/#comment-25082</link>
		<dc:creator>luis eme</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Nov 2007 16:39:31 +0000</pubDate>
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		<description>É o que acontece quando não se lê o inicio da história, no folhetim anterior,

 diz-se disparate...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É o que acontece quando não se lê o inicio da história, no folhetim anterior,</p>
<p> diz-se disparate&#8230;</p>
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		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/guitarra/#comment-25038</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2007 15:35:47 +0000</pubDate>
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		<description>daniel,
e fado e fadistas também, que eu sou testemunha presencial.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>daniel,<br />
e fado e fadistas também, que eu sou testemunha presencial.</p>
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		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/guitarra/#comment-25037</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2007 15:24:07 +0000</pubDate>
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		<description>Talina
Não,nada disso. Era uma espécie de variações para guitarra em tom menor, que só ouvi tocar à minha Mãe. Como o meu Pai morreu quando eu tinha quinze anos, e a minha Mãe não mais conseguiu pegar na guitarra, nunca mais ouvi essa melodia, de facto belíssima e triste. A minha irmã e eu um dia tentámos convencê-la a tocar, ela dedilhou alguns compassos, mas desfez-se em lágrimas. Não voltámos a insistir. Já tenho perguntado a todos os tocadores de guitarra que conheço, mas nenhum sabe de que composição se trata. Deve estar perdida, infelizmente.
JCF e RVN
Ao contrário do que se possa pensar, havia na Maia mais guitarras portuguesas do que violas-da-terra. Muitas casas tinham uma, posta sobre a cama, que desafinavam ou a que tiravam mesmo as cordas durante a Quaresma. E as serenatas foram muito frequentes até meados do século XX.
luis eme
Helena era cega.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Talina<br />
Não,nada disso. Era uma espécie de variações para guitarra em tom menor, que só ouvi tocar à minha Mãe. Como o meu Pai morreu quando eu tinha quinze anos, e a minha Mãe não mais conseguiu pegar na guitarra, nunca mais ouvi essa melodia, de facto belíssima e triste. A minha irmã e eu um dia tentámos convencê-la a tocar, ela dedilhou alguns compassos, mas desfez-se em lágrimas. Não voltámos a insistir. Já tenho perguntado a todos os tocadores de guitarra que conheço, mas nenhum sabe de que composição se trata. Deve estar perdida, infelizmente.<br />
JCF e RVN<br />
Ao contrário do que se possa pensar, havia na Maia mais guitarras portuguesas do que violas-da-terra. Muitas casas tinham uma, posta sobre a cama, que desafinavam ou a que tiravam mesmo as cordas durante a Quaresma. E as serenatas foram muito frequentes até meados do século XX.<br />
luis eme<br />
Helena era cega.</p>
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	<item>
		<title>Por: luis eme</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/guitarra/#comment-25034</link>
		<dc:creator>luis eme</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2007 13:24:53 +0000</pubDate>
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		<description>A Helena sabia que havia coisas bonitas e tristes, como o fado...

Ela quando se olhava ao espelho, não acreditava, não era ela era o fado...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Helena sabia que havia coisas bonitas e tristes, como o fado&#8230;</p>
<p>Ela quando se olhava ao espelho, não acreditava, não era ela era o fado&#8230;</p>
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		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/guitarra/#comment-25030</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2007 00:50:46 +0000</pubDate>
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		<description>Tenho pensado muito nessa pergunta. Ainda hoje estou convencido que ela se referia às duas coisas, que a expressão que lhe adivinhei no rosto era de tão profunda tristeza como o fado que ali se calava, como se cada trinado da guitarra tivesse feito vibrar cordas novas, mas sem afinação. E digo adivinhei porque dava para pouco mais, a luz somítica da lamparina que mal alumiava a saleta, quanto mais a fresta da porta por onde eu espreitava. Não quero que me julguem mal, não tive intenção maldosa no aprochego. É que áquela hora e naquelas ruas não era de todo costume ver passar um homem de guitarra, batendo a compasso o fado da paixão, ladeira abaixo. Confesso que fiquei roído de curiosidade.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho pensado muito nessa pergunta. Ainda hoje estou convencido que ela se referia às duas coisas, que a expressão que lhe adivinhei no rosto era de tão profunda tristeza como o fado que ali se calava, como se cada trinado da guitarra tivesse feito vibrar cordas novas, mas sem afinação. E digo adivinhei porque dava para pouco mais, a luz somítica da lamparina que mal alumiava a saleta, quanto mais a fresta da porta por onde eu espreitava. Não quero que me julguem mal, não tive intenção maldosa no aprochego. É que áquela hora e naquelas ruas não era de todo costume ver passar um homem de guitarra, batendo a compasso o fado da paixão, ladeira abaixo. Confesso que fiquei roído de curiosidade.</p>
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		<title>Por: jcfrancisco</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/guitarra/#comment-25022</link>
		<dc:creator>jcfrancisco</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 17:52:37 +0000</pubDate>
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		<description>Pois, por isso é que dizem os livros velhos que havia dez mil guitarras em Alcácer Quibir. Fazia parte da mobília sentimental da Pátria.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois, por isso é que dizem os livros velhos que havia dez mil guitarras em Alcácer Quibir. Fazia parte da mobília sentimental da Pátria.</p>
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		<title>Por: Talina</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/guitarra/#comment-25020</link>
		<dc:creator>Talina</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 17:33:01 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Daniel

Será este o fado???

Á meia noite ao luar
Vai pelas ruas a cantar (2x)
O boémio sonhador 

E a recatada donzela
De mansinho abre a janela
À doce canção de amor

(Ref)
Ai como é belo
Á luz da lua
Ouvir-se um fado em plena rua

Sou cantador apaixonado
Vibrando as cordas
A cantar o fado

Dão as doze badaladas
E ao ouvir-se as guitarradas (2x)
Surge o luar que é de prata

E a recatada donzela
De mansinho abre a janela
Vem ouvir a serenata

(Ref)
Ai como é belo
Á luz da lua
Ouvir-se um fado em plena rua

Sou cantador apaixonado
Vibrando as cordas
A cantar o fado 


Abraço
Talina</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Daniel</p>
<p>Será este o fado???</p>
<p>Á meia noite ao luar<br />
Vai pelas ruas a cantar (2x)<br />
O boémio sonhador </p>
<p>E a recatada donzela<br />
De mansinho abre a janela<br />
À doce canção de amor</p>
<p>(Ref)<br />
Ai como é belo<br />
Á luz da lua<br />
Ouvir-se um fado em plena rua</p>
<p>Sou cantador apaixonado<br />
Vibrando as cordas<br />
A cantar o fado</p>
<p>Dão as doze badaladas<br />
E ao ouvir-se as guitarradas (2x)<br />
Surge o luar que é de prata</p>
<p>E a recatada donzela<br />
De mansinho abre a janela<br />
Vem ouvir a serenata</p>
<p>(Ref)<br />
Ai como é belo<br />
Á luz da lua<br />
Ouvir-se um fado em plena rua</p>
<p>Sou cantador apaixonado<br />
Vibrando as cordas<br />
A cantar o fado </p>
<p>Abraço<br />
Talina</p>
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