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	<title>Comentários em: Balada galega</title>
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	<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 01:36:44 +0000</pubDate>
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		<title>Por: bastonada</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/balada-galega/#comment-24244</link>
		<dc:creator>bastonada</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Oct 2007 17:46:12 +0000</pubDate>
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		<description>Alguns não vêem o mar nem desde o faro...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns não vêem o mar nem desde o faro&#8230;</p>
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		<title>Por: Zé Pincél</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/balada-galega/#comment-24235</link>
		<dc:creator>Zé Pincél</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Oct 2007 15:58:42 +0000</pubDate>
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		<description>“Afinal o Coelho confessou que recebeu várias prendas do Américo: garrafões de 5 litros de Azeite de Estremoz. Já é um indício. Mais tarde irão chegar ao xadrez e ao apartamento!” R.I.A.P.A.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“Afinal o Coelho confessou que recebeu várias prendas do Américo: garrafões de 5 litros de Azeite de Estremoz. Já é um indício. Mais tarde irão chegar ao xadrez e ao apartamento!” R.I.A.P.A.</p>
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		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/balada-galega/#comment-24228</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Oct 2007 13:50:15 +0000</pubDate>
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		<description>É por isso que eu defendo convicto que a dobragem em televisão e cinema é um dos maiores atentados que se podem fazer à cultura de um povo, qualquer povo. Sem beber na fonte não se conhece água pura. O mesmo assunto, meus amigos. Mesmo que possa parecer que não.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É por isso que eu defendo convicto que a dobragem em televisão e cinema é um dos maiores atentados que se podem fazer à cultura de um povo, qualquer povo. Sem beber na fonte não se conhece água pura. O mesmo assunto, meus amigos. Mesmo que possa parecer que não.</p>
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		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/balada-galega/#comment-24227</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Oct 2007 13:02:33 +0000</pubDate>
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		<description>Boa tentativa de tradução, meu caro Vaga-Lume, mas com um mais que provável erro. Há dias eu disse ao FV que talvez voltássemos ao tema do Galego, por causa das influências no desenvolvimento da língua. É que duvido muito de que Manuel María tenha usado aquele "cativo" com o sentido que tem em Português. Tal como em Italiano (neste caso só há um significado), o primeiro significado de "cativo, em Galego, é "ruim". Ora veja:
"cativo -a adx. 1. De mala calidade, que vale pouco ou non ten boas calidades. Unha froita cativa. Un escritor cativo. SIN. malo, ruín. É cativa, non é moi guapa. 2. Privado da liberdade, que foi feito prisioneiro. Estivo tres anos cativo nos alxubes do castelo. Tamén s. Pedían a liberdade dos cativos. SIN. preso. 3. fig. Sometido a unha paixón, ós encantos de alguén, etc. Cativo do amor dunha fermosa dama. // s. 4. Rapaz de pouca idade. Xogos de cativos. SIN. neno, pequeno, pícaro. CF. meniño."</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Boa tentativa de tradução, meu caro Vaga-Lume, mas com um mais que provável erro. Há dias eu disse ao FV que talvez voltássemos ao tema do Galego, por causa das influências no desenvolvimento da língua. É que duvido muito de que Manuel María tenha usado aquele &#8220;cativo&#8221; com o sentido que tem em Português. Tal como em Italiano (neste caso só há um significado), o primeiro significado de &#8220;cativo, em Galego, é &#8220;ruim&#8221;. Ora veja:<br />
&#8220;cativo -a adx. 1. De mala calidade, que vale pouco ou non ten boas calidades. Unha froita cativa. Un escritor cativo. SIN. malo, ruín. É cativa, non é moi guapa. 2. Privado da liberdade, que foi feito prisioneiro. Estivo tres anos cativo nos alxubes do castelo. Tamén s. Pedían a liberdade dos cativos. SIN. preso. 3. fig. Sometido a unha paixón, ós encantos de alguén, etc. Cativo do amor dunha fermosa dama. // s. 4. Rapaz de pouca idade. Xogos de cativos. SIN. neno, pequeno, pícaro. CF. meniño.&#8221;</p>
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		<title>Por: vaga-lume</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/balada-galega/#comment-24225</link>
		<dc:creator>vaga-lume</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Oct 2007 10:19:19 +0000</pubDate>
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		<description>Lindo poema. Boa reflexão. Mas melhor assim:

Meu querido inimigo: agradecido estou

            à tua incompreensão, ao teu pequeno ódio

            inofensivo, à tua língua em miniatura,

            ao teu cativo leite que não coalha:

            assim vais bem, tu descansas e eu também


Perdeu-se o espírito, a alma, a intenção, o miolo, o fundamento, a língua, a música, o objetivo, a função galeg@s? Não, Manuel Maria também escreveu (e editou) assim:

TERNURA

Pouco importa que a ave da esperança
ou a faísca amarela do desejo
cruzem por nós como um salouco
para converter-se em névoa
ou sombra esvaída na lembrança.
O que de verdade importa,
amada e irrenunciável companheira,
é a chama delicada da ternura
coa que acendemos o lume
no que queimamos a monótona
tristura dos dias e onde arde,
serena e mansamente, a árvore
fiel e rumorosa da nossa própria vida.

«A Luz Ressuscitada» AGAL 1984 I.S.B.N. 84-398-2305-3</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lindo poema. Boa reflexão. Mas melhor assim:</p>
<p>Meu querido inimigo: agradecido estou</p>
<p>            à tua incompreensão, ao teu pequeno ódio</p>
<p>            inofensivo, à tua língua em miniatura,</p>
<p>            ao teu cativo leite que não coalha:</p>
<p>            assim vais bem, tu descansas e eu também</p>
<p>Perdeu-se o espírito, a alma, a intenção, o miolo, o fundamento, a língua, a música, o objetivo, a função galeg@s? Não, Manuel Maria também escreveu (e editou) assim:</p>
<p>TERNURA</p>
<p>Pouco importa que a ave da esperança<br />
ou a faísca amarela do desejo<br />
cruzem por nós como um salouco<br />
para converter-se em névoa<br />
ou sombra esvaída na lembrança.<br />
O que de verdade importa,<br />
amada e irrenunciável companheira,<br />
é a chama delicada da ternura<br />
coa que acendemos o lume<br />
no que queimamos a monótona<br />
tristura dos dias e onde arde,<br />
serena e mansamente, a árvore<br />
fiel e rumorosa da nossa própria vida.</p>
<p>«A Luz Ressuscitada» AGAL 1984 I.S.B.N. 84-398-2305-3</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/balada-galega/#comment-24203</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Oct 2007 14:31:54 +0000</pubDate>
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		<description>Daniel:

Espreita   http://setevidascomoosgatos.blogspot.com/2007/10/ento-hoje-fazemos-o-qu.html
Eu avisei, não foi?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel:</p>
<p>Espreita   <a href="http://setevidascomoosgatos.blogspot.com/2007/10/ento-hoje-fazemos-o-qu.html" rel="nofollow">http://setevidascomoosgatos.blogspot.com/2007/10/ento-hoje-fazemos-o-qu.html</a><br />
Eu avisei, não foi?</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/balada-galega/#comment-24180</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 22:58:50 +0000</pubDate>
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		<description>Inês Leitão: muito, muito, muito obrigado.
Zapatairo: uma das diferenças entre os animais irracionais e os seres humanos é que aqueles não costumam voltar aos lugares de que não gostam. Por isso sei que não lerá esta minha resposta.
RVN e FMV: Este diálogo entre vocês foi mesmo a prova de que tenho alguma razão no meu pequeno texto.
Obrigado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Inês Leitão: muito, muito, muito obrigado.<br />
Zapatairo: uma das diferenças entre os animais irracionais e os seres humanos é que aqueles não costumam voltar aos lugares de que não gostam. Por isso sei que não lerá esta minha resposta.<br />
RVN e FMV: Este diálogo entre vocês foi mesmo a prova de que tenho alguma razão no meu pequeno texto.<br />
Obrigado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/balada-galega/#comment-24178</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 22:50:57 +0000</pubDate>
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		<description>fmv:
Começando pelo fim: provavelmente porque me soou bem aos dedos, em primeiro lugar. Coisas que a gente faz quando não está com a preocupação de ajeitar a gravata, que o tio culto está a olhar..

Mas, indo ao princípio, se me dissessem o que reza a tua pergunta, provavelmente pararia para pensar nas figuras tristes que faço de quando em vez, quando me atiro ás graças como gato a bofe sem olhar em volta. Matutada a coisa, escreveria finalmente umas linhas compostinhas e sem sal ao meu amigo Daniel e só despia a roupinha de ver-a-deus em casa, longe dos olhares da família.

Mas aí, querido amigo, teria perdido eu a oportunidade de aprender contigo e tu a oportunidade de constatar e corrigir a minha ignorância. O que, diga-se, empobreceria bastante esta nossa noite de sexta feira. Não achas?

Quanto aos abraços é pacífico: aceita também um dos fortes. Préçupuéstu.

rvn</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>fmv:<br />
Começando pelo fim: provavelmente porque me soou bem aos dedos, em primeiro lugar. Coisas que a gente faz quando não está com a preocupação de ajeitar a gravata, que o tio culto está a olhar..</p>
<p>Mas, indo ao princípio, se me dissessem o que reza a tua pergunta, provavelmente pararia para pensar nas figuras tristes que faço de quando em vez, quando me atiro ás graças como gato a bofe sem olhar em volta. Matutada a coisa, escreveria finalmente umas linhas compostinhas e sem sal ao meu amigo Daniel e só despia a roupinha de ver-a-deus em casa, longe dos olhares da família.</p>
<p>Mas aí, querido amigo, teria perdido eu a oportunidade de aprender contigo e tu a oportunidade de constatar e corrigir a minha ignorância. O que, diga-se, empobreceria bastante esta nossa noite de sexta feira. Não achas?</p>
<p>Quanto aos abraços é pacífico: aceita também um dos fortes. Préçupuéstu.</p>
<p>rvn</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: fmv</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/balada-galega/#comment-24177</link>
		<dc:creator>fmv</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 22:37:33 +0000</pubDate>
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		<description>Ó RVN,

E se te dissessem que «galhego» e «pressupuesto» [por supuesto?] é tão estranho ao galego como é ao português? 

Porque hás-de espanholar o que não o é, nem quer sê-lo?

Abraço na mesma.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ó RVN,</p>
<p>E se te dissessem que «galhego» e «pressupuesto» [por supuesto?] é tão estranho ao galego como é ao português? </p>
<p>Porque hás-de espanholar o que não o é, nem quer sê-lo?</p>
<p>Abraço na mesma.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/balada-galega/#comment-24172</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 21:17:20 +0000</pubDate>
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		<description>Daniel, meu amigo:

Sempre em forma, pelo que vejo.
E oportuno, no que me diz respeito. Perdoarás mas hoje mesmo te vou citar, mai-lo teu galhego que sabe das coisas dos ódios.
Bom rapaz e respeitador que sou, citar-vos-ei, pressupuesto.
Boas linhas.

rvn</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel, meu amigo:</p>
<p>Sempre em forma, pelo que vejo.<br />
E oportuno, no que me diz respeito. Perdoarás mas hoje mesmo te vou citar, mai-lo teu galhego que sabe das coisas dos ódios.<br />
Bom rapaz e respeitador que sou, citar-vos-ei, pressupuesto.<br />
Boas linhas.</p>
<p>rvn</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Zapatairo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/balada-galega/#comment-24168</link>
		<dc:creator>Zapatairo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 18:31:04 +0000</pubDate>
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		<description>Como seria possivel aos teus colegas neste blogue meterem as cabeças de fora sem o buraco providencial da tua braguilha com éclair traiçoeiro? Fecha o buraco ao menor sinal de coalho ou requeijão nos leitinhos das suas eloquências. Não vale guilhotinar sem chorar depois.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como seria possivel aos teus colegas neste blogue meterem as cabeças de fora sem o buraco providencial da tua braguilha com éclair traiçoeiro? Fecha o buraco ao menor sinal de coalho ou requeijão nos leitinhos das suas eloquências. Não vale guilhotinar sem chorar depois.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Inês Leitão</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/daniel-de-sa/balada-galega/#comment-24162</link>
		<dc:creator>Inês Leitão</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Oct 2007 16:02:49 +0000</pubDate>
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		<description>Muito, muito, muito bom :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito, muito, muito bom :)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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