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	<title>Comentários em: Militância oblige!</title>
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	<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 20:40:06 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/visitas-antigas/afixe/militancia-oblige/#comment-11888</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2006 09:48:48 +0000</pubDate>
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		<description>Afixe,

Julgo que percebo a tua ideia. E é o que eu sempre pensei: os melhores “artigos” são sempre vendidos pelo caixeiro viajante do Direito, especializado nos ramos Suor e Lucro,  amante da democracia da vida regulamentável e modelável em todas as áreas. Esse exemplo que apresentas é, parece-me, tanto instrumento causador de medos e incertezas entre a gente jovem em relação ao futuro, imprescindível à nova arte da manipulação mental do Zé, como é trave mestra onde  assenta a economia do nosso pais e das relações modernas entre empregado e empregador, e, não esqueçamos porque aqui é que está o segredo da abelhinha,  de manutenção doutras engrenagens paralelas, caso se torne necessário recorrer ao plano B das promessas revolucionárias com água no bico.

Portugal, orgulhosamente à cabeça, na Europa do Grande Clube, das diferenças entre os 20 pc das barrigas mais gordas e mais magras, sempre teve um jeitão para escrever leis ou copiá-las doutros senhores. E o rábula  e que tais estiveram sempre na vanguarda dessa actividade “patriótica”.
Esta é a minha opinião. O Chico e o Manel terão as deles. Três não é fartura, mas sempre nos dá um certo conforto.

PS
Só por curiosidade, ainda gostaria de saber que tipo de danos físicos causaria a queda acidental, da altura dum terceiro ou quarto andar, de seis volumes como esse na cabeça duma pessoa com problemas de consciência. Duvido bastante que o atlas fosse recuperável mesmo com parafusos de titânio reforçado.

TT


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		<content:encoded><![CDATA[<p>Afixe,</p>
<p>Julgo que percebo a tua ideia. E é o que eu sempre pensei: os melhores “artigos” são sempre vendidos pelo caixeiro viajante do Direito, especializado nos ramos Suor e Lucro,  amante da democracia da vida regulamentável e modelável em todas as áreas. Esse exemplo que apresentas é, parece-me, tanto instrumento causador de medos e incertezas entre a gente jovem em relação ao futuro, imprescindível à nova arte da manipulação mental do Zé, como é trave mestra onde  assenta a economia do nosso pais e das relações modernas entre empregado e empregador, e, não esqueçamos porque aqui é que está o segredo da abelhinha,  de manutenção doutras engrenagens paralelas, caso se torne necessário recorrer ao plano B das promessas revolucionárias com água no bico.</p>
<p>Portugal, orgulhosamente à cabeça, na Europa do Grande Clube, das diferenças entre os 20 pc das barrigas mais gordas e mais magras, sempre teve um jeitão para escrever leis ou copiá-las doutros senhores. E o rábula  e que tais estiveram sempre na vanguarda dessa actividade “patriótica”.<br />
Esta é a minha opinião. O Chico e o Manel terão as deles. Três não é fartura, mas sempre nos dá um certo conforto.</p>
<p>PS<br />
Só por curiosidade, ainda gostaria de saber que tipo de danos físicos causaria a queda acidental, da altura dum terceiro ou quarto andar, de seis volumes como esse na cabeça duma pessoa com problemas de consciência. Duvido bastante que o atlas fosse recuperável mesmo com parafusos de titânio reforçado.</p>
<p>TT</p>
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