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Aviso aos pacientes: este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório. Em caso de agravamento dos sintomas, escreva aos enfermeiros de plantão. Apenas para administração interna; o fabricante não se responsabiliza por usos incorrectos deste fármaco.



MFL – [...] Eu devo dizer que aquilo que mais me preocupou, que mais me espantou, é como é que foi possível que um primeiro-ministro ao falar do País, e ao falar do futuro do País, não pronunciou uma única vez a palavra que definia aquilo que é o problema do País. Como é que isso foi possível?…

AL – As pequenas e médias empresas?*

MFL – Não! O problema do País é o endividamento do País. Ele nunca pronunciou essa palavra. E, portanto, o Primeiro-Ministro consegue uma coisa absolutamente extraordinária que é falar da situação actual do País, perspectivar o País para a frente, sem falar neste ponto que é essencial. Ou seja, não tem como problema… como é… o problema do País. E, portanto, não vai nunca conseguir fazer crescer o País, só vai conseguir fazê-lo empobrecer, como de resto tem acontecido.

A Manela não tem qualquer solução para Portugal, mas tem uma palavra que os portugueses devem fixar: endividamento. Estamos tesos, diz ela. E estar teso tem vantagens, simplifica a realidade. Queres gastar? Não gastas. Queres investir? Não investes. Queres criar riqueza? Querias. Portugal é um débito, uma parcela negativa, um vazio. E é esse vazio que temos de respeitar, celebrar e adorar. Porque é ele que nos dá, bem lá no fundinho da alma salazarista, esse reconforto cálido, viscoso, de nos sabermos pobretes e alegretes, sem assumir responsabilidades, sem enfrentar riscos, fugindo das dúvidas ainda mais depressa do que das dívidas, e deixando aos outros, aos doutores que nos avisam pressurosos, a tarefa de nos manterem miseráveis e em paz. Já o Sócrates, esse malandro, tudo o que fez foi para empobrecer o País. Ele só pensa em gastar, gastar, gastar. Gastar o que tem e o que não tem. Gastar o que é nosso, o que pertence à gente séria e trabalhadora. Pois se ele nem fala no endividamento, que é um problema que se resolve fechando a torneira, como é que o estroina pode continuar a ser Primeiro-Ministro?!

A Manela não mente. Verdade verdadinha.

__

* Ana Lourenço propôs 5 palavras na tentativa de adivinhação da palavra que definia o problema do País. É um sinal. E bem bonito, por sinal.


  1. 1 jcfrancisco

    É pá se fosse assim, a pensar assim, na América não tinham nunca saído da depressão de 1929. Claro que não havia dinheiro mas fazendo barragens, aeroportos, portos, hospitais, autoestradas e outras infra-estruturas tudo começou a girar. A montante e a jusante da actividade – cimento, pedra, tijolo, areia, asfalto, betão, telha, madeira, pregos, rebites, vidro, etc. Mal deles se ficassem a pensar no endividamento…

  2. 2 Alberto Santos

    É pá bora lá gastar à tripa forra!

    Imagina que um pai deixa em herança uma fábrica aos filhos no valor 500 (activo) milhões de euros. A fábrica no valor de 500.000 a fábrica factura 50 milhões de euros por ano.
    Deixou também pocket money e uns bens menores (um iate um bentley, etc).

    O problema é que deixou uma dívida acumulada de 2 mil milhões de Euros, como garantia da divida, para além da fábrica foram dados todos os bens que estavam na família há várias gerações. Terrenos, herdades, e por aí fora.

    O problema reside no facto do funcionamento da fábrica não cobrir o juros da dívida. Ou seja, a dívida cresce de dia para dia.
    Portanto, o paizinho o que de facto deixou aos filhos foram um monte de problemas e a forte possibilidade de ir tudo para o prego.

    Pergunta, é legitimo pedirmos ao nosso filhos e netos que paguem as obras que não encomendaram e sobre as quais não decidiram?

    Pergunta? É razoável e legitimo que uma “obra” se pague para além da sua vida útil?

    Que pai consciente que deixar aos filhos dívidas incomportáveis? Eu não!

    Até aceitava que que deixassem dividas, desde que os bens cobrissem essas dívidas. O problema é que Portugal está em risco que se tornar insolvente!

    Um pergunta de quem não percebe nada de economia. Se todos os países se endividarem quem é que financia?

  3. 3 Andre

    Exacto A.S.!
    Bora lá dizer diparates á tripa forra!

    Vejamos:

    1- fábrica vale 500 milhões

    2- fábrica factura 50 milhões ano

    3- divida de 2 milhões

    Ou seja em 1 mês de funcionamento a dita fábrica factura 4.16 milhões, o que paga a dívida em meio mês e ainda sobra.

    Mais do que não perceber nada de economia, você chumba no exame de matemática da 4a classe.
    É por estas e por outras que o PS criou o programa “Novas Oportunidades”.

  4. 4 jv

    A dívida é de 2000 mil milhões.
    Mas o que alguém diz ser dívida para outros é um investimento em infraesturas que vão potencializar futuramente outras áreas, evitando o colapso imediato, pelas razões mais do que conhecidas do momento actual da economia mundial.
    Mas nestas questões, peca-se por se ter e por não ter cão.

  5. 5 Alberto Santos

    André, ir-me-à desculpar, mas disparate é o seu, que que aponta aos outros, mas pelos vistos Vexa é que não consegue perceber o que está escrito. E o que está escrito é “…2 mil milhões de Euros, …” Ora dois mil milhões de euros, não é o mesmo que dois milhões de euros ou será.

    Sabe, os americanos costumam chamar 2 biliões aos 2 mil milhões.

    Já que o PS criou o programa novas oportunidades, aproveite e inscreva-se antes de ser mal educado. Ou será pedir muito? Pode ser que nesse programa ensinem a ler.

  6. 6 Andre

    O disparate da comparação que fez deixou a minha extraordinária capacidade aritmética em absoluto colapso.

    Por isso aqui fica a devida correcção: em 40 meses está paga a dívida.
    3 anos e pouco e saiu do buraco.
    A mim isso parece-me um negócio com pernas para andar.

    De resto essa é a realidade de um mar de empresas de topo, em todo o mundo, que investem agora para retirar no futuro. Chama-se a isso visão e empreendedorismo.

    Bens que cubram as dívidas?
    O país não é uma merceearia.

    Sendo que a maioria dos grandes investimentos programados pelo governo são investimentos estruturais dinamizadores da economia, ou seja, geradores a curto prazo de emprego e actividade económica, e co-financiados a fundo perdido pela EU ou noutro registo por privados, e sabendo que os governos conseguem empréstimos a taxas de juro que não existem para mais ninguém, dada a confiança que há que venham a pagá-los no futuro, não se percebe essa lógica de estagnação económica quando o que se exige é precisamente o contrário.

    – quem vai construir o TGV( linhas, estações, acessibilidades, etc) ?
    Arquitectos, engenheiros, topógrafos, economistas, advogados, informáticos, geólogos, biólogos, sociólogos, médicos, encarregados de obra, trolhas (portugueses e mais os de Leste que são os unicos que a MFL se lembra), e etc etc etc etc….

    - quais os ganhos depois de construido?
    Por exemplo, como previsto e evidente, existirá um aumento exponencial do turismo oriundo da Europa em geral e muito particularmente de Espanha.

    Sendo que tanto a construção como o turismo são os dois maiores sectores em Portugal, está bom de ver, que consequências positivas isso poderá ter para a economia do país.

  7. 7 Alberto Santos

    jv, A fábrica também era investimento que potenciava que “alavancava” o bem estar a família e de todos aqueles que lá trabalhavam. Infelizmente, o investimento/endividamento tem que ser pago. Por que se não for pago, alguém vai ficar a ver o dinheiro por um canudo, e pode ser que até seja um fundo que, supostamente, iria garantir as reformas de alguém.

    Acho que o bom senso nunca nos deve abandonar. Na minha modesta opinião aqueles que conseguirem o equilíbrio estão em melhores condições pata fazer face ao futuro.

    Depois não podemos esquecer que quanto mais os país se endividar mais aumenta o risco de incumprimento, consequente, desce nos “ratings” e passa a pagar juros mais elevados é também mais difícil vender dívida pública, logo com custos mais elevados.

    Por isso digo, se a obra é fundamental que se faça, se pode esperar algum tempo então que espere, se não fizer falta, então não se faça!

    Como diz o provérbio, quem não tem dinheiro não tem vícios!

  8. 8 Alberto Santos

    O André pelos vistos tem extraordinárias capacidades aritméticas, como diz, pena é que seja só isso.

    Então a fábrica trabalha unicamente para pagar a dívida, isto é, não paga a fornecedores nem ao Estado nem aos funcionários, sim senhor, de facto uma fábrica assim tem pernas para andar. Será este o raciocínio de boa parte dos patrões portugueses?

    Pois é, do volume de facturação apenas uma pequena parte pode ser para pagar o serviço da dívida é assim na fábrica como no país.

    Ah não se esqueças que a dívida tanto do país como da fábrica vai aumentado sabe porquê? Porque se vão renegociado os empréstimos à medida que vão atingindo a sua maturidade. E sabe porquê? porque o volume que fica disponível não chega para cobrir as despesas correntes quanto mais para amortizar a dívida (por isso existe défice)!

    Quanto aos benefícios claro que existirão, mas as perguntas que se põem são: será a despesa comportável? Serão de, facto, assim tão grandes os benefícios?

    O empreendedorismo selvagem como lhe quer chamar cria empresas que só existem artificialmente enquanto há quem meta lá dinheiro, quando isso acaba, pum! Tanto dá que sejam grandes como pequenas. não precisa de exemplos pois não?

    O empreendedorismos, precisa capital, mas não é capital, são ideias!!!

  9. 9 manuelmgaio

    Caro Aspirina,
    Deixe que lhe confesse um segredo: entre Manuela Ferreira Leite e José Sócrates, venha o diabo e escolha. É como se perguntassem ao moribundo como quer morrer. Tanto Manuela Ferreira Leite como José Sócrates já demonstraram que não têm soluções para os graves problemas deste país, ou melhor, já demonstraram que apenas conseguem agravar ainda mais os problemas deste país.
    Ao contrário do que se pretende fazer acreditar, nenhum deles é alternativa ao outro mas completam-se nas políticas e nos tiques.
    Depois de mais de 30 anos de governos PS e PSD, com e sem CDS, já é tempo de mudar: os portugueses merecem muito melhor!

  10. 10 Mário

    A olhar para as finanças rotas, se meteu o dinheiro amealhado debaixo do colchão. Por quarenta anos. A MFL quer regressar à receita. Tentou com Durão Barroso, vai insistir agora, com Cavaco. Quem foi que disse que a maior potencia económica do mundo é a nação mais endividada?
    Se não fossem as dívidas que contraí pela vida fora e que me continuam a pesar, não tinha proporcionado ensino superior aos meus filhos (3 e mais um que não quis ir tão longe). Abençoadas dívidas! Abençoados bancos que me deram o crédito e que eu fui fazendo por merecer!!!
    É tão somente isto que é necessário fazer: ganhar credibilidade e agir. Sócrates fez isto durante 4 anos. Só um fanatismo tonto não quer ver o óbvio. Se ele for afastado, a 27 de Setembro, vou maldizer o cavaquismo tacanho e corrupto até à medula. O ataque despudorado começou vai fazer um ano, com a célebre banalidade do estatuto dos Açores, transformado em declaração de guerra total ao governo Sócrates. Se Cavaco ganhar esta guerra, vou botar luto. Portugal não vai morrer nem parar. Já não pode, pela dinâmica que Sócrates lhe imprimiu. Mas vou assistir ao triunfo dos porcos!

  11. 11 assis

    aha! finalmente alguém passou ao ataque! teve que ser o granadeiro (ainda é militante do psd?) porque os do ps são uns xoninhas. e então vimos a vóvó a recuar, a sofrer de amnésia total no caso da rede fixa e a dar o flanco no caso do boy luís delgado. assim é que é: ataque e pressing alto. a velha não se tem nas canetas. se ela sofresse um décimo dos ataques que o sócrates sofreu teria que ser internada (porque ir chorar ao pé do sérgio figueiredo já não dava).
    vamos lá continuar a responder na mesma moeda. vamos lá continuar a relembrar coisas porque este pessoal (nomeadamente os media) andam muito esquecidos. vamos lá revelar a superficialidade da “política de verdade” e mostrar que é apenas um chamariz de campanha e nada diz sobre a realidade passada. e vamos lá acabar com a treta do tema “endividamento público” depois de nos ter enchido os ouvidos com o “défice”. como é que alguém que não resolveu e só agravou o défice poderá agora conter o endividamento público?
    não deixes o teu futuro nas mão de uma velha passadista que já provou não perceber nada do assunto!

  12. 12 Silver
  13. 13 Marco Alberto Alves

    Eh pá, ganda Assis: ponham lá a correr esta frase, em maiúsculas MUITO grandes, em todos os cartazes do P. S.:

    «como é que alguém que não resolveu e só agravou o défice poderá agora conter o endividamento público?»

    Repito, para que oiçam bem: “como é que alguém que não resolveu e só agravou o défice poderá agora conter o endividamento público?”!!!

    Como é que alguém que “deu a cara” ou, por outras palavras, “os pôs em cima da mesa” na Figueira da Foz, perante o Governo espanhol, por CINCO linhas de TGV CINCO, em 2003, agora está contra o TGV??! Há coisas fantásticas, não há?

    Isto sim, é a VERDADE VERDADINHA a que todos (principalmente os amnésicos) têm direito a ouvir na próxima campanha eleitoral!

  14. 14 Ibn Erriq

    Ora nem mais, manuelmgaio

  15. 15 Zé dos Reis

    Cito o professor Daniel Amaral:(http://economico.sapo.pt/noticias/a-danca-do-tgv_13794.html)
    “Estudos recentes apontam para que o TGV custe € 7,5 mil milhões, dos quais apenas 36% serão suportados pelo Estado. E o impacto económico-financeiro, num horizonte de 30 anos, será de €126 mil milhões de PIB, de €64 mil milhões de receita fiscal e de 56 mil novos empregos permanentes.”

    É destas dívidas que eu quero, é deste empobrecimento que eu preciso, é com estas desgraças que o país melhora.

  16. 16 Alberto Santos

    56 mil empregos permanentes? a fazer o quê? Não vos parece exagerado? LOL!

    será que falta dividir por 100?

  17. 17 Zé dos Reis

    Não parece exagerado, não.
    Quando Durão Barroso apresentou as 5 linhas de TGV, que eram um desígnio nacional (PSD dixit) eram 90 mil os empregos que seriam criados.
    Se nunca percebeu que as infraestruturas ferroviárias (e não só estas, obviamente) criam empregos, não vou ser eu a conseguir faze-lo agora. Recomendo um manual básico de economia para dummies.

    Por razões profissionais desloco-me frequentemente a Espanha, Galiza e Andaluzia, veja lá. Quando me perguntam como é possível que haja alguém em Portugal que seja contra o TGV confesso que fico atrapalhado para explicar a coisa sem dar a sensação que este é um país de malucos. É que, por exemplo, nas ultimas eleições galegas e bascas, há uns 2 meses, cada partido berrava mais alto que o outro que com eles é que o TGV avançava mais depressa.
    Há cerca de 15 dias ia uma celeuma danada na Galiza, denunciavam eles que o governo central não estava a financiar o TGV como devia e desviava esse dinheiro para a Catalunha.

    é bem verdade que por cá nem nos governamos nem deixamos que nos governem.
    mas felizmente somos um povo de experts em ferrovias de alta velocidade, ao menos isso.

  18. 18 tra.quinas

    Esta direita trambolho há muito que utiliza a estratégia de amedrontar o eleitorado para ganhar votos. Não pega o fantasma do défice? Agarra-se no papão do endividamento e acena-se com a cenourinha das continhas certas ao fim do mês. Sem luxos nem vícios. Um país quase perfeito, digamos assim. Mais uns pozinhos de moralidade nos negócios e preocupações sociais qb, está bom. Sirva-se o prato. Requentado mas sempre com aspecto suficientemente apetitoso.

    Esta passarada do PSD chegou sempre ao poleiro utilizando como trunfo a política do medo. O terror dos comunistas, o terror das contas públicas e da desvalorização da moeda, o terror do peso do estado e da concentração da economia, o terror da manipulação da comunicação social ou do acesso de todos à universidade, o terror do evangelho segundo Saramago ou da procriação fora da família, o terror da falta de segurança nas cidades, dos africanos ou dos ucranianos, o terror do défice e das contas públicas, agora dos grandes investimentos e do endividamento e por aí fora. Depois, é simples governar: ganha-se as eleições com base num cenário pessimista e quando se chega ao governo declara-se que ele, afinal, é mesmo catastrófico deixando terreno aberto para todos os desmandos e incumprimentos das propostas apresentadas. É um filme já visto. Pelo menos neste particular não podem acusar o Sócrates e o PS de serem iguais ao PSD. O estado lastimável em que Barroso Santana e suas matilhas deixaram o país não foi o trunfo que Sócrates utilizou para conseguir a maioria absoluta. Fê-lo apresentando propostas que concretizou em grande parte.

  19. 19 tra.quinas

    Os portugueses lembram-se bem de onde vem esta política da verdade e da credibilidade. Sabem bem o que significa só falar verdade, nunca se enganarem e raramente terem dúvidas. No entanto, ninguém no seu perfeito juízo acredita que se o PSD ganhar as eleições vão parar as grandes obras. Afinal, quem é que fomentou os grandes lobies das obras públicas? Ingénuos, mas não tanto.

    Só se for mesmo a Manela que ainda acredite que vai parar os investimentos na alta velocidade. Mas ela hoje diz que vai rasgar as políticas deste governo e amanhã justifica a venda da rede fixa à PT por decisão do governo de Guterres que já tinha sido substituído havia mais de seis meses. Galinha velha não se leva a sério quando cacareja!

    Numa coisa parece não existirem dúvidas: a situação económica dos portugueses só poderá melhorar se o país se tornar mais produtivo e competitivo. Para isso, alguém (os que lá estão, ou outros) terá que diminuir a nossa dependência energética relativamente ao exterior, alguém terá que melhorar as nossas infra-estruturas para potenciar apetências para o turismo, para justificar a instalação de plataformas logísticas de serviço à Península Ibérica ou para promover a sustentabilidade das cidades que lhes permitam oferecer serviços de valor acrescentado que contrabalancem o desmantelamento do tecido produtivo de outros sectores a que fomos assistindo.

    E claro, apostar no desenvolvimento científico e tecnológico, nas economias do ambiente e do mar e nas empresas verdes que parece serem as que melhor estão a aguentar a presente crise. Por muito que custe a muito boa gente, maior parte disto significa continuar as políticas que este governo vinha seguindo.

    Ou isso, ou esperar por um milagre que transforme as causas do nosso atraso em remédio, apoiando pequenas e médias empresas falidas e sem nenhuma hipótese de competitividade para continuar a distorcer os mercados à pala da verdade absoluta de que são elas que criam emprego. E que emprego! O dos salários de miséria.

  20. 20 Mário

    Enquanto Durão, MFL e Satanha se entretinham a varrer défice para debaixo do tapete, os cavaquistas tratavam da saúde do BPN. Esta é a verdade que MFL não quer dizer. Espero bem que neste momento já saiba (a investigação) onde foi parar tanto dinheiro. Ou só se vai saber lá para 2017? No dia de São Nunca é mais certo.

  21. 21 Abel Santos

    Pois

    90 mil permanentes? LOL

    provavelmente no pico da construção.

    56000 permanentes a fazer o quê?

    O estudos tem destas utilidades, dizerem o que convém aos seus pratrocinadores.

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