24 comentários a “Vamos lá a saber”

  1. até fiquei mal disposta , puxa . nem sei se consigo sobreviver até ao fim da legislatura com aquelas mulheres. força Costa , despega , please.

  2. a melhor forma de governo é a que temos, Nunca maioria absoluta para um partido, mas sim uma maioria parlamentar. Nunca nada foi tão cristalino com agora.

  3. Yo gosta mais de Assunção e Maria Luís.

    Às da esquerda, que rejeitam a depilação burguesa, prefere as que cultivam a pilosidade de arame farpado, margaretes de trazer por casa.

  4. As potencialidades serão sempre suficientes se a coligação se mantiver coligada e demonstrar na prática que acima dos seus interesses partidários estão os interesses de Portugal, povo e país. Antes que se seja socialista, comunista, bloquista que se seja conscientemente português.

  5. As potencialidades só existem se arregaçarem as mangas para fazer a revolução na Justiça. O pais não funciona com esta “justiça”. Portugal nunca passará da cepa torta … e a tal coligação brevemente acabará boicotada.

  6. não , não prefiro essas , betas de esquerda ou direita são a mesma caca de freiras. a bem dizer ,gaijas na politica só tipo catarina a grande , isabel la católica ou maria stuart .

  7. e as potencialidades parce que sao elevadas a zero : ainda ninguém disse uma que fosse :) :)

    mas pronto , digo eu : toda a gente acabará funcionário público , como em cuba , de preferência professor associado numa espelunca qualquer dedicada a teorias do género ; os poucos que restarão com algum património vão doá-lo ao estao porque vai ficar pela hora da morte em impostos ter alguma coisa de seu. e prontos , o que vale é que vamos poder fumar charros com fartura e por termo á vida por sofrimento psiquico insuportável num hospital com todo o conforto.

  8. “as potencialidades parce que sao elevadas a zero : ainda ninguém disse uma que fosse”

    Uma frase sem qualquer sentido.

    Como dirá uma pessoa que saiba matemática, números (diferentes de zero, vá) elevados a zero valem 1. Se as potencialidades são elevadas a zero, não se pode daí concluir, como na frase, que por tal motivo ninguém elencou 1 ideia que fosse. Se as potencialidades são elevadas a zero, o resultado é exactamente 1.

  9. Ó faxavor, no meu outro comentário é tirar a vírgula que botei entre “burguesa” e “prefere’. Ou então meter uma entre “esquerda” e “que”

  10. ò iô-iô, faltam zeros nas tuas exponencialidades. cadê as injecções atrás da orelha do serviço nacional de saúde obrigatório e as criancinhas ao pequeno almoço do plano gastronómico quinquenal?

  11. O governo PS com apoio do PCP e do BE pode aguentar-se muito bem até ao próximo trambolhão dos ciclos económicos, que pode ocorrer daqui a 3, 4, 5, 6, 7, 8 ou mais anos. Não está nas mãos de nenhum governo português evitar novo solavanco, nova crise financeira, nova recessão, nova onda de desemprego, pois dependemos excessivamente das conjunturas internacionais.

    Depois disso, um governo de esquerda só poderia aguentar-se se a esquerda toda se apresentasse ao eleitorado em coligação, para evitar a dispersão de voto favorável à direita. Ora isso é coisa que nunca se viu nem imaginou desde que há democracia em Portugal. Porém, enquanto se mantiver viva a memória do quadriénio Coelho/Cavaco, deverá ser uma hipótese teoricamente possível.

    Ajudaria que o PSD continuasse nas mãos dos politiqueiros descredibilizados e medíocres que actualmente o dominam. Ajudaria muito, também, que não houvesse em Belém um presidente sabotador ou golpista, tipo Aníbal Cavaco, nem um presidente Marcelo que ressuscitasse dentro de si o Marcelo agitador e desestabilizador de que todos ainda nos lembramos. Terá a esquerda essa sorte, mais a estabilidade económica, mais a clarividência necessária para manter a sua convergência, durante três legislaturas? Porque não?

    Em 40 anos de democracia, a esquerda quase sempre se guerreou internamente, entregando assim, em vários momentos fulcrais, o poder político à direita. Essa autêntica apólice de seguro da direita foi cancelada em 2015, graças aos esforços convergentes de António Costa, Jerónimo de Sousa e Catarina Martins. Foi uma mudança quase tão profunda como uma revolução, apesar de não terem desaparecido os desacordos e as divergências entre as várias tendências da esquerda.

  12. mas as melhores , muitas , algumas , é o quê ? em concreto , para se poder avaliar , mecagoendiez.
    e eu gosto do pcp , não me faz diferença que comam criancinhas ao piqueno almoço. tenho o maior respeito por operários e trabalhadores , não posso é com funçao pública com a mania que é culta moderna e avançada e que sabe alguma coisa de trabalhadores. e esganiçada.
    mas é giro ver como aqui no aspirina o be e o pcp de inimigos passaram a instrumentos . é eles e o prof. marcelo. viva Nietzsche !!!!

  13. Não diga mal dos funcionários públicos, a minha mulher é funcionária pública, já tem telemóvel vai para 12 anos e ainda não aprendeu a ler as SMS que lhe mandam ….
    Chiça !!!

  14. Eu repito: que se mantenham coligados na defesa e progresso de Portugal, país e povo, sem demagogia, sem populismos, sem politiquice. E se o conseguirem, potencialidades não lhes faltarão.

  15. caro Manojas , não sei se terá reparado mas aquilo não é bem uma coligação , é mais bem : o pm Costa deixa-os aparecer uma vez por outra a fazer blabla bla esganiçados e faz o que quer ,ok ? ( só mesmo os do bloco acham que fazem diferença , mas questões de eros e tanatos nao interessam grande coisa ao povo , a malta é mais bem sopas e descanso ) o be e pcp estão lá para fazer peso , são lastro , mais nada. isto é tudo do Costa :) :) mas é um perigo se aqueles doidos varridos do be acharem que podem alguma coisa , bolas , e se o pm. Costa começar a precisar mesmo deles no caso da maquillhagem começara borrar. valha.-nos santa engrácia ! ou são buda. qualquer um :)

  16. Com os mérdia a moer e a constante interferencia das oligarquias nacionais e estrangeiras,…não vai durar muito. É um exemplo de governo que não (lhes) interessa que seja replicado. Too dangerous!

  17. Agora a sério: não batam mais no céguinho. Havia alternativa e foi a esquerda unida que o demonstrou, é um facto. Está em perigo? Pois está! Mas está vencida? Não está e não estará se . . . não vou repetir o que já disse ontem e ante-ontem. Façam um esforço, agoirem algo de positivo, é de Portugal que se trata.

  18. Uma aliança com este PS, PCP e BE, seria impossível.
    Desde logo, porque não aguentariam tantos anos o desgaste provocado pela comunicação social, praticamente toda (toda?) dominada pela direita (e é assim que tem de ser!).
    Depois, pelo facto de o BE ter ânsias de sobrevivência e, ouso dizer, de poder. Nada contra. É natural.
    Depois, pelo facto de tal aliança implicar o deslocamento do PS para a direita (ocupando o espaço que, visivelmente, o PSD está a desocupar para ocupar um preocupante populismo muito reacionário ), ou seja, não seria com este PS.

    Até ver, está a ser a mais democrática e saudável experiência política do Portugal republicano. Obrigado, Passos (e Cavaco (está bem, e Marcelo (até ver))).

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