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	<title>Comentários em: Uma doença chamada Comunismo</title>
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	<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 19:39:24 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Margarida</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7210</link>
		<dc:creator>Margarida</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2006 14:41:18 +0000</pubDate>
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		<description>Bluegift: agora o papel que queria que os comunistas desempenhassem era o de “servir de travão aos excessos do capitalismo”, mas de modo a que “nunca, mas nunca, se substituir ao capitalismo e à democracia”.

Isto é, na sua magnanimidade, o bluegift até concordaria que os comunistas podiam “ajudar” os capitalistas, mas nunca poderiam perseguir os seus objectivos de transformação da sociedade. Sorry bluegift, mas quem define o que os comunistas devem ou não fazer são os próprios comunistas e mais ninguém.

Mas já cai no domínio do delírio classificar o desenvolvimento tecnológico na URSS como forma de propaganda. Ou negar à China o que está na sua própria Constituição: “A República Popular da China é um Estado socialista de ditadura democrática popular dirigido pela classe operária e baseado na aliança operária-camponesa, a China se encontra durante um período prolongado na etapa primária do socialismo. A tarefa fundamental do Estado é de concentrar forças para realizar a modernização socialista, caminhando ao longo do caminho socialista com peculiaridades chinesas.”

Pelo menos ficamos a saber, sem margem de qualquer dúvida, que afinal o bluegift defende o “socialismo” que “convive bem com o capitalismo e com a burguesia”, assim como que à moda do do BE ou do PS ou mesmo do PSD...

PS: Afinal quando o bluegift disse que concordava com o Relatório do Desenvolvimento Humano para a Europa Central e de Leste e Comunidade de Estados Independentes, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, de 1999, que é objecto do artigo do Carapinha (http://www.pcp.pt/publica/militant/index.html) não só não lera o artigo do Carapinha, como muito menos lera o Relatório. É que os links que ele apresenta não são nem da ONU nem do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, mas sim da wikipedia e da OCDE. Que tal procurá-los no sitezinho próprio, bluegift?

E por fim, se as “considerações económicas” são suficientes para explicar as restrições à entrada de trabalhadores comunitários em doze países da União Europeia, não se entende porque é que as mesmíssimas “considerações económicas” já não são válidas para explicar as restrições à saída de trabalhadores (altamente formados) dos antigos países socialistas? Afinal, a sua educação e formação tinha sido custeada pelo trabalho dos seus co-cidadãos.


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		<content:encoded><![CDATA[<p>Bluegift: agora o papel que queria que os comunistas desempenhassem era o de “servir de travão aos excessos do capitalismo”, mas de modo a que “nunca, mas nunca, se substituir ao capitalismo e à democracia”.</p>
<p>Isto é, na sua magnanimidade, o bluegift até concordaria que os comunistas podiam “ajudar” os capitalistas, mas nunca poderiam perseguir os seus objectivos de transformação da sociedade. Sorry bluegift, mas quem define o que os comunistas devem ou não fazer são os próprios comunistas e mais ninguém.</p>
<p>Mas já cai no domínio do delírio classificar o desenvolvimento tecnológico na URSS como forma de propaganda. Ou negar à China o que está na sua própria Constituição: “A República Popular da China é um Estado socialista de ditadura democrática popular dirigido pela classe operária e baseado na aliança operária-camponesa, a China se encontra durante um período prolongado na etapa primária do socialismo. A tarefa fundamental do Estado é de concentrar forças para realizar a modernização socialista, caminhando ao longo do caminho socialista com peculiaridades chinesas.”</p>
<p>Pelo menos ficamos a saber, sem margem de qualquer dúvida, que afinal o bluegift defende o “socialismo” que “convive bem com o capitalismo e com a burguesia”, assim como que à moda do do BE ou do PS ou mesmo do PSD&#8230;</p>
<p>PS: Afinal quando o bluegift disse que concordava com o Relatório do Desenvolvimento Humano para a Europa Central e de Leste e Comunidade de Estados Independentes, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, de 1999, que é objecto do artigo do Carapinha (http://www.pcp.pt/publica/militant/index.html) não só não lera o artigo do Carapinha, como muito menos lera o Relatório. É que os links que ele apresenta não são nem da ONU nem do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, mas sim da wikipedia e da OCDE. Que tal procurá-los no sitezinho próprio, bluegift?</p>
<p>E por fim, se as “considerações económicas” são suficientes para explicar as restrições à entrada de trabalhadores comunitários em doze países da União Europeia, não se entende porque é que as mesmíssimas “considerações económicas” já não são válidas para explicar as restrições à saída de trabalhadores (altamente formados) dos antigos países socialistas? Afinal, a sua educação e formação tinha sido custeada pelo trabalho dos seus co-cidadãos.</p>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7209</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2006 14:33:49 +0000</pubDate>
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		<description>Margarida, tu não tens qualquer autoridade moral para te queixares seja de quem for. O que é curioso é que há vários a tentar dialogar contigo, na esperança de serem comunidade. Só que tu preferes  o solipsismo ideológico.

E quanto a nervoseiras e infâmias, não me vais fazer perder tempo a citar o que escreves. Está tudo aí em cima e espalhado por este blogue e pelo BdEII. Não tens mesmo a noção, pois não?...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Margarida, tu não tens qualquer autoridade moral para te queixares seja de quem for. O que é curioso é que há vários a tentar dialogar contigo, na esperança de serem comunidade. Só que tu preferes  o solipsismo ideológico.</p>
<p>E quanto a nervoseiras e infâmias, não me vais fazer perder tempo a citar o que escreves. Está tudo aí em cima e espalhado por este blogue e pelo BdEII. Não tens mesmo a noção, pois não?&#8230;</p>
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		<title>Por: Margarida</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7208</link>
		<dc:creator>Margarida</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2006 13:48:15 +0000</pubDate>
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		<description>Valupi: não se compreende que quem acha que “ainda não se descobriu sistema económico melhor” do que o capitalismo, classifique quem tem convicções opostas de “paranóica”, “esquisóide”, “fanática” e “perigosa”. Pois se o seu sistema é o melhor, não havia razões para tanta nervoseira, pois não? Mas toda esta agitação, este apontar o dedo a quem pensa diferente só mostra insegurança e é o melhor desmentido à alegada superioridade do sistema económico capitalista. Que será superior sem dúvida para uns tantos privilegiados mas que é madrasta para a imensa maioria que vive do seu trabalho. Como é o meu caso.

PS: calculo que também subscreva a nova infâmia do bluegift de associar comunismo a máfia, não é verdade?

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valupi: não se compreende que quem acha que “ainda não se descobriu sistema económico melhor” do que o capitalismo, classifique quem tem convicções opostas de “paranóica”, “esquisóide”, “fanática” e “perigosa”. Pois se o seu sistema é o melhor, não havia razões para tanta nervoseira, pois não? Mas toda esta agitação, este apontar o dedo a quem pensa diferente só mostra insegurança e é o melhor desmentido à alegada superioridade do sistema económico capitalista. Que será superior sem dúvida para uns tantos privilegiados mas que é madrasta para a imensa maioria que vive do seu trabalho. Como é o meu caso.</p>
<p>PS: calculo que também subscreva a nova infâmia do bluegift de associar comunismo a máfia, não é verdade?</p>
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	<item>
		<title>Por: bluegift</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7207</link>
		<dc:creator>bluegift</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2006 12:52:11 +0000</pubDate>
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		<description>acho excelente, please !!! :P

é desta que me vou.

bom fds
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>acho excelente, please !!! :P</p>
<p>é desta que me vou.</p>
<p>bom fds</p>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7206</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2006 12:51:11 +0000</pubDate>
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		<description>Blue, tinhas links a mais para o sistema e ele resolveu "perguntar" se estava tudo bem. Entretanto, tens o texto todo aí em cima. Agora, e para não haver duplicação, proponho apagar a versão múltipla. Que me dizes?
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Blue, tinhas links a mais para o sistema e ele resolveu &#8220;perguntar&#8221; se estava tudo bem. Entretanto, tens o texto todo aí em cima. Agora, e para não haver duplicação, proponho apagar a versão múltipla. Que me dizes?</p>
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	<item>
		<title>Por: bluegift</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7205</link>
		<dc:creator>bluegift</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2006 12:51:08 +0000</pubDate>
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		<description>bonito serviço... e agora quem é que vai limpar a casa?
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		<content:encoded><![CDATA[<p>bonito serviço&#8230; e agora quem é que vai limpar a casa?</p>
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		<title>Por: bluegift</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7204</link>
		<dc:creator>bluegift</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2006 12:42:41 +0000</pubDate>
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		<description>alguém me explica porque é que o comentário à Margarida está "suspenso"?
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		<content:encoded><![CDATA[<p>alguém me explica porque é que o comentário à Margarida está &#8220;suspenso&#8221;?</p>
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		<title>Por: bluegift</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7203</link>
		<dc:creator>bluegift</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2006 12:41:44 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7203</guid>
		<description>(será que agora entra?)

Pois é Margarida eu sou uma pessoa habilidosa, obrigada pelo cumprimento. Pelo menos sei que o PIB, juntamente com a esperança de vida e o índice educacional, entram no cálculo do IDH - índice de desenvolvimento humano… Ora vai lá ver : &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Human_Development_Index" rel="nofollow"&gt;http://en.wikipedia.org/wiki/Human_Development_Index&lt;/a&gt; .
Tu mostras uma ignorância ou bem que atroz ou bem que intencional. Mas azar o teu, essas tuas táticas, que muito pouco te dignificam, não resultam.
Mas se queres mais uma prova do baixo PIB alcançado pelos regimes comunistas, pois aqui vai : &lt;a href="http://ocde.p4.siteinternet.com/publications/doifiles/012005061G002.xls" rel="nofollow"&gt;http://ocde.p4.siteinternet.com/publications/doifiles/012005061G002.xls&lt;/a&gt;
Estás mais elucidada ? Já conseguiste finalmente perceber um pouco melhor o significado da notícia a que me referi ? Ou queres  que eu explique novamente ?

Relativamente a : « Portanto só são legítimas comparações do IDH de 2004 com as do IDH de anos anteriores e esse foi o desafio que eu lancei ao bluegift para fazer, mas que ele não quer fazer porque sabe que o que eu disse é autêntico » Épa Margarida, eu até gostaria muito de o aceitar, mas não estou a conseguir encontrar estes dados que deves, seguramente, possuir (tal é o conhecimento que afirmas deter em relação aos mesmos...). Por isso, mais uma vez te peço, encarecidamente, que os apresentes. Afinal tens ou não esses dados ?

Aliás, mentes, para não variar. No comentário anterior enviei-te os dados de 2003, que continuam a corroborar o que afirmei sobre os de 2005. Se não os vistes, então, andas mesmo muito distraida… Mas mostra lá os outros, não te acanhes, anda !

Não, Margarida, continuas com dificuldades na interpretação de textos. As restrições não são só na Bélgica mas em outros países do espaço UE. As razões são as mesmas. Levar de uma vez só com tal quantidade de população arrasa qualquer país. Qual é o teu problema ? Não entendes ? Ainda não me explicaste é porque é que os países comunistas têm restrições severas à circulação, importaste de explicar ? Já é a 3a ou 4a vez que te coloco a pergunta…

Mas vamos a provas, vamos a outro gráfico. E como gostas muito de PIBs :
&lt;a href="http://www.oecd.org/dataoecd/48/4/33727936.pdf" rel="nofollow"&gt;http://www.oecd.org/dataoecd/48/4/33727936.pdf&lt;/a&gt;

Não foste tu quem afirmou que os países da ex-URSS estavam em declínio económico graças ao capitalismo e etc e tal ? Onde ? Explica lá isso melhor pois eu não estou a entender muito bem. Entre 2000 e 2005, pelo menos a R. Checa, a Polónia e a Eslovénia estão de boa saúde e recomendam-se. Será que andas a consultar as boas fontes ? Ou será só delírio ? Ou será mais uma mentirinha para enganar o Zé Povinho ?

Mostra as tuas fontes os teus quadros, vá ! Estás à espera de quê ? Pode ser que o engano seja meu. Juro que não sou como tu, reconheço os meus erros. Vá, não te acanhes rapariga. Entre os Brecht e o manual das palavras de ordem do costume, vê se arranjas um espacinho para procurar os famosos gráficos, ok ?

Quanto mais esperneias mais te afundas ;)

Outra que também é muito boa : « E continua com os seus delírios lunáticos a menorizar a libertação pelo exército vermelho da Polónia, Checoslováquia, países bálticos, etc., do &lt;b&gt;ocupante nazi&lt;/b&gt;. »  Bravo, Margarida, tal qual o estilo do governo americano, só que muito mais básico. Mas não eras tu quem defendia a soberania dos povos ? Então como é que agora surges a defender esta alarvice e, pior ainda, a exibi-la triunfalmente ?

O exército vermelho teve o seu papel no combate ao nazismo e na tiranização e assassinato de populações que não pretendiam submeter-se ao imperialismo russo nem ao comunismo. Louvável e condenável, portanto.

Mas enquanto te entretens a procurar as justificações e os gráficos que te peço, deixo-te o actual hino do povo russo (não, não é a internacional nem o Deus salve o czar…) e até quinta-feira que a minha vida, felizmente, existe para além dos blogs ;).

Russia, nossa força santa!
Russia nosso país bem amado!
Uma vontade ponderosa, uma imensa glória,
são os teus atributos eternos.
Sê gloriosa, pátria nossa, livre,
aliança eterna de povos irmãos !
Pelos antepassados, portadora da sabedoria do povo !
Sê glorioso, país nosso ! Nós orgulhamos-nos de ti !
Dos mares do sul ao círculo polar
estendem-se as nossas florestas e campos.
Tu és única na terrra ! Tu és única !
Nossa terra natal protegida por Deus.
Os espaços alargados para os sonhos e a vida
abrem-nos o futuro.
A nossa fidelidade pela Pátria torna-nos fortes.
Foi assim, é assim, e assim será para sempre !

A &lt;a href="http://www.stud.ntnu.no/~makarov/temporary_url_20051216rpszw/anthem-russia-2000-1.mp3" rel="nofollow"&gt;música&lt;/a&gt;, uma das mais belas em hinos nacionais, e o autor, apesar das modificações sofridas (a referência a Lenine e outras mais violentas foram à vida…) são os mesmos e, como deves saber de cor :  A.Alexandrov e S.Mikhalkov, respectivamente.

Mais contentinha ? B)

Bom Fim de Semana !






</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(será que agora entra?)</p>
<p>Pois é Margarida eu sou uma pessoa habilidosa, obrigada pelo cumprimento. Pelo menos sei que o PIB, juntamente com a esperança de vida e o índice educacional, entram no cálculo do IDH - índice de desenvolvimento humano… Ora vai lá ver : <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Human_Development_Index" rel="nofollow">http://en.wikipedia.org/wiki/Human_Development_Index</a> .<br />
Tu mostras uma ignorância ou bem que atroz ou bem que intencional. Mas azar o teu, essas tuas táticas, que muito pouco te dignificam, não resultam.<br />
Mas se queres mais uma prova do baixo PIB alcançado pelos regimes comunistas, pois aqui vai : <a href="http://ocde.p4.siteinternet.com/publications/doifiles/012005061G002.xls" rel="nofollow">http://ocde.p4.siteinternet.com/publications/doifiles/012005061G002.xls</a><br />
Estás mais elucidada ? Já conseguiste finalmente perceber um pouco melhor o significado da notícia a que me referi ? Ou queres  que eu explique novamente ?</p>
<p>Relativamente a : « Portanto só são legítimas comparações do IDH de 2004 com as do IDH de anos anteriores e esse foi o desafio que eu lancei ao bluegift para fazer, mas que ele não quer fazer porque sabe que o que eu disse é autêntico » Épa Margarida, eu até gostaria muito de o aceitar, mas não estou a conseguir encontrar estes dados que deves, seguramente, possuir (tal é o conhecimento que afirmas deter em relação aos mesmos&#8230;). Por isso, mais uma vez te peço, encarecidamente, que os apresentes. Afinal tens ou não esses dados ?</p>
<p>Aliás, mentes, para não variar. No comentário anterior enviei-te os dados de 2003, que continuam a corroborar o que afirmei sobre os de 2005. Se não os vistes, então, andas mesmo muito distraida… Mas mostra lá os outros, não te acanhes, anda !</p>
<p>Não, Margarida, continuas com dificuldades na interpretação de textos. As restrições não são só na Bélgica mas em outros países do espaço UE. As razões são as mesmas. Levar de uma vez só com tal quantidade de população arrasa qualquer país. Qual é o teu problema ? Não entendes ? Ainda não me explicaste é porque é que os países comunistas têm restrições severas à circulação, importaste de explicar ? Já é a 3a ou 4a vez que te coloco a pergunta…</p>
<p>Mas vamos a provas, vamos a outro gráfico. E como gostas muito de PIBs :<br />
<a href="http://www.oecd.org/dataoecd/48/4/33727936.pdf" rel="nofollow">http://www.oecd.org/dataoecd/48/4/33727936.pdf</a></p>
<p>Não foste tu quem afirmou que os países da ex-URSS estavam em declínio económico graças ao capitalismo e etc e tal ? Onde ? Explica lá isso melhor pois eu não estou a entender muito bem. Entre 2000 e 2005, pelo menos a R. Checa, a Polónia e a Eslovénia estão de boa saúde e recomendam-se. Será que andas a consultar as boas fontes ? Ou será só delírio ? Ou será mais uma mentirinha para enganar o Zé Povinho ?</p>
<p>Mostra as tuas fontes os teus quadros, vá ! Estás à espera de quê ? Pode ser que o engano seja meu. Juro que não sou como tu, reconheço os meus erros. Vá, não te acanhes rapariga. Entre os Brecht e o manual das palavras de ordem do costume, vê se arranjas um espacinho para procurar os famosos gráficos, ok ?</p>
<p>Quanto mais esperneias mais te afundas ;)</p>
<p>Outra que também é muito boa : « E continua com os seus delírios lunáticos a menorizar a libertação pelo exército vermelho da Polónia, Checoslováquia, países bálticos, etc., do <b>ocupante nazi</b>. »  Bravo, Margarida, tal qual o estilo do governo americano, só que muito mais básico. Mas não eras tu quem defendia a soberania dos povos ? Então como é que agora surges a defender esta alarvice e, pior ainda, a exibi-la triunfalmente ?</p>
<p>O exército vermelho teve o seu papel no combate ao nazismo e na tiranização e assassinato de populações que não pretendiam submeter-se ao imperialismo russo nem ao comunismo. Louvável e condenável, portanto.</p>
<p>Mas enquanto te entretens a procurar as justificações e os gráficos que te peço, deixo-te o actual hino do povo russo (não, não é a internacional nem o Deus salve o czar…) e até quinta-feira que a minha vida, felizmente, existe para além dos blogs ;).</p>
<p>Russia, nossa força santa!<br />
Russia nosso país bem amado!<br />
Uma vontade ponderosa, uma imensa glória,<br />
são os teus atributos eternos.<br />
Sê gloriosa, pátria nossa, livre,<br />
aliança eterna de povos irmãos !<br />
Pelos antepassados, portadora da sabedoria do povo !<br />
Sê glorioso, país nosso ! Nós orgulhamos-nos de ti !<br />
Dos mares do sul ao círculo polar<br />
estendem-se as nossas florestas e campos.<br />
Tu és única na terrra ! Tu és única !<br />
Nossa terra natal protegida por Deus.<br />
Os espaços alargados para os sonhos e a vida<br />
abrem-nos o futuro.<br />
A nossa fidelidade pela Pátria torna-nos fortes.<br />
Foi assim, é assim, e assim será para sempre !</p>
<p>A <a href="http://www.stud.ntnu.no/~makarov/temporary_url_20051216rpszw/anthem-russia-2000-1.mp3" rel="nofollow">música</a>, uma das mais belas em hinos nacionais, e o autor, apesar das modificações sofridas (a referência a Lenine e outras mais violentas foram à vida…) são os mesmos e, como deves saber de cor :  A.Alexandrov e S.Mikhalkov, respectivamente.</p>
<p>Mais contentinha ? B)</p>
<p>Bom Fim de Semana !</p>
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	<item>
		<title>Por: bluegift</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7202</link>
		<dc:creator>bluegift</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2006 12:40:03 +0000</pubDate>
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		<description>Valupi. Infelizmente, sei que o esforço é inglório. Muitos são pessoas que acreditaram piamente numa causa que pensavam possível, mas a realidade foi cruel e os meios e resultados de aplicação dessa causa utópica ainda mais.

O problema está em assumir esse falhanço e conseguir sobreviver sem o suporte e "carinho" da famiglia ;)

E a culpa é tua ! Falaste na doença do comunismo e eu tratei de desabafar sobre o que pensava da dita doença. A cabeça dura da Margarida fez o resto...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valupi. Infelizmente, sei que o esforço é inglório. Muitos são pessoas que acreditaram piamente numa causa que pensavam possível, mas a realidade foi cruel e os meios e resultados de aplicação dessa causa utópica ainda mais.</p>
<p>O problema está em assumir esse falhanço e conseguir sobreviver sem o suporte e &#8220;carinho&#8221; da famiglia ;)</p>
<p>E a culpa é tua ! Falaste na doença do comunismo e eu tratei de desabafar sobre o que pensava da dita doença. A cabeça dura da Margarida fez o resto&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: thebluegift</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7201</link>
		<dc:creator>thebluegift</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2006 12:18:47 +0000</pubDate>
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		<description>António Silva, pela lógica indiscutível dos números e dos relatos dos habitantes, parece-me que os países de leste seriam mais desenvolvidos e muitos deles não teriam sofrido a violência de uma ditadura.

Repare, se ler o que escrevi neste post até agora vai reparar que eu nunca afirmo que os comunistas não são necessários. E acredito que foram uma força muito importante no nosso país antes do 25 de Abril. Mas nós não vivíamos num capitalismo selvagem, vivíamos numa ditadura, mas fachista. Hoje os comunistas podem servir de travão aos excessos do capitalismo, tal como já aqui referi, sobretudo os provenientes das políticas mais recentes de liberalismo selvagem. Mas, atenção, nunca, mas nunca, se substituir ao capitalismo e à democracia. Mais ditaduras e atrasos de vida, não obrigada.

Os comunistas não são os principais travões de Bush, pelo contrário, até servem de pretexto para justificar os seus excessos, sabes disso muito bem. O mérito neste domínio não é dos comunistas.

Congratulo-te é por, ao contrário da Margarida (que me lembra o saudoso e hilariante ministro da informação iraquiano a negar a entrada dos americanos em Bagdad enquanto ao fundo do ecrán os tipos entravam pomposamente cidade dentro…), reconheceres que os comunistas cometeram grandes erros. E é esse o caminho certo para que o comunismo ganhe mais credibilidade junto das pessoas. É preciso não só reconhecer os erros como tentar corrigi-los. Mas António, essa da « terra sem amos » é puro delírio.  Precisarias de mudar a genética humana para o conseguir e, mesmo assim...

A URSS, os EUA, a Inglaterra, o Japão e outros países estavam realmente na vanguarda do desenvolvimento TECNOLÓGICO, nada de confusões. Só que o preço a pagar na URSS por essa vanguarda feita propaganda do partido, foi bem elevado. Muitos russos foram destruídos em seu nome, muito dinheiro que poderia ter sido investido no povo foi para essa forma de propaganda.

O resto do que afirmas é pura demagogia e mais uma vez se pretende misturar o comunismo com o socialismo. O verdadeiro Socialismo, e não o Comunismo disfarçado de Socialismo, convive bem com o capitalismo e com a burguesia, FELIZMENTE ! E, pelos vistos, a China capitalista/comunista já percebeu isso…

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>António Silva, pela lógica indiscutível dos números e dos relatos dos habitantes, parece-me que os países de leste seriam mais desenvolvidos e muitos deles não teriam sofrido a violência de uma ditadura.</p>
<p>Repare, se ler o que escrevi neste post até agora vai reparar que eu nunca afirmo que os comunistas não são necessários. E acredito que foram uma força muito importante no nosso país antes do 25 de Abril. Mas nós não vivíamos num capitalismo selvagem, vivíamos numa ditadura, mas fachista. Hoje os comunistas podem servir de travão aos excessos do capitalismo, tal como já aqui referi, sobretudo os provenientes das políticas mais recentes de liberalismo selvagem. Mas, atenção, nunca, mas nunca, se substituir ao capitalismo e à democracia. Mais ditaduras e atrasos de vida, não obrigada.</p>
<p>Os comunistas não são os principais travões de Bush, pelo contrário, até servem de pretexto para justificar os seus excessos, sabes disso muito bem. O mérito neste domínio não é dos comunistas.</p>
<p>Congratulo-te é por, ao contrário da Margarida (que me lembra o saudoso e hilariante ministro da informação iraquiano a negar a entrada dos americanos em Bagdad enquanto ao fundo do ecrán os tipos entravam pomposamente cidade dentro…), reconheceres que os comunistas cometeram grandes erros. E é esse o caminho certo para que o comunismo ganhe mais credibilidade junto das pessoas. É preciso não só reconhecer os erros como tentar corrigi-los. Mas António, essa da « terra sem amos » é puro delírio.  Precisarias de mudar a genética humana para o conseguir e, mesmo assim&#8230;</p>
<p>A URSS, os EUA, a Inglaterra, o Japão e outros países estavam realmente na vanguarda do desenvolvimento TECNOLÓGICO, nada de confusões. Só que o preço a pagar na URSS por essa vanguarda feita propaganda do partido, foi bem elevado. Muitos russos foram destruídos em seu nome, muito dinheiro que poderia ter sido investido no povo foi para essa forma de propaganda.</p>
<p>O resto do que afirmas é pura demagogia e mais uma vez se pretende misturar o comunismo com o socialismo. O verdadeiro Socialismo, e não o Comunismo disfarçado de Socialismo, convive bem com o capitalismo e com a burguesia, FELIZMENTE ! E, pelos vistos, a China capitalista/comunista já percebeu isso…</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7200</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2006 11:52:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7200</guid>
		<description>Concordo com tudo o que a/o Bluegift escreveu. Nada há ali de ignóbil. Ignóbeis foram todas as experiências políticas ditas comunistas ou socialistas. Ignóbeis também podem ser algumas das consequências do capitalismo; apenas ainda não se descobriu sistema económico melhor, por razões que a História vem justificando (isto quer dizer que não se conhece no mundo sistema alternativo, não que não venha a ser conhecido - mas, a ser, implicará uma radical transformação das actuais condições de produção e ecologia respectiva).

A ideia do post foi apenas a de veicular uma notícia. A menos que contestes a veracidade da notícia, ela está aí à disposição da livre interpretação. Acontece, Margarida, que tu lidas muito mal com interpretações livres, pelo que reages paranoicamente e ofendes a tua própria inteligência ao preferires as teorias da conspiração ao diálogo com o diferente, o "outro".

Satanizas sistematicamente qualquer opinião sobre o comunismo, a URSS e satélites ou o PCP que destoe da tua cassete. Nisso és esquizóide, ficando presa numa realidade que os outros à tua volta não compreendem, não querem entender e não têm pachorra para sequer tentar perceber (excepção, claro, para os teus companheiros de delírio).

Invades as caixas de comentários com lençóis de textos que não são teus, pervertendo a natureza coloquial destas conversas. Actuas no exacto registo das Testemunhas de Jeová, com as suas citações bíblicas sempre prontas a disparar. Tens uma concepção profundamente ingénua e religiosa da política, faltando-te a competência da alteridade para sequer saberes com quem falas e do que deverás falar. Estás condenada ao psitacismo, tal como as Testemunhas (e congéneres, estas apenas um exemplo fácil).

Mas o principal, como outros bem mais autorizados do que eu já te disseram neste blogue, é que tu prestas um péssimo serviço à causa que dizes defender. Foi assustador, para mim, imaginar que o PCP seja (actualmente) maioritariamente (totalmente?...) constituído por pessoas com o teu fanatismo. A ser verdade, vocês são perigosos. E foste tu que me ofereceste esse pensamento.

Consequências? Ao longo da minha vida já votei várias vezes no PCP, APU, CDU, pelas mais diversas razões. Agora, jamais. Vês? Estás, de facto, a interferir no resultado das eleições.

Podes passar o resto da tua vida a despejar os "factos" e opiniões que servem a tua fé. A acção política, neste nosso tempo, é outra coisa.


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Concordo com tudo o que a/o Bluegift escreveu. Nada há ali de ignóbil. Ignóbeis foram todas as experiências políticas ditas comunistas ou socialistas. Ignóbeis também podem ser algumas das consequências do capitalismo; apenas ainda não se descobriu sistema económico melhor, por razões que a História vem justificando (isto quer dizer que não se conhece no mundo sistema alternativo, não que não venha a ser conhecido - mas, a ser, implicará uma radical transformação das actuais condições de produção e ecologia respectiva).</p>
<p>A ideia do post foi apenas a de veicular uma notícia. A menos que contestes a veracidade da notícia, ela está aí à disposição da livre interpretação. Acontece, Margarida, que tu lidas muito mal com interpretações livres, pelo que reages paranoicamente e ofendes a tua própria inteligência ao preferires as teorias da conspiração ao diálogo com o diferente, o &#8220;outro&#8221;.</p>
<p>Satanizas sistematicamente qualquer opinião sobre o comunismo, a URSS e satélites ou o PCP que destoe da tua cassete. Nisso és esquizóide, ficando presa numa realidade que os outros à tua volta não compreendem, não querem entender e não têm pachorra para sequer tentar perceber (excepção, claro, para os teus companheiros de delírio).</p>
<p>Invades as caixas de comentários com lençóis de textos que não são teus, pervertendo a natureza coloquial destas conversas. Actuas no exacto registo das Testemunhas de Jeová, com as suas citações bíblicas sempre prontas a disparar. Tens uma concepção profundamente ingénua e religiosa da política, faltando-te a competência da alteridade para sequer saberes com quem falas e do que deverás falar. Estás condenada ao psitacismo, tal como as Testemunhas (e congéneres, estas apenas um exemplo fácil).</p>
<p>Mas o principal, como outros bem mais autorizados do que eu já te disseram neste blogue, é que tu prestas um péssimo serviço à causa que dizes defender. Foi assustador, para mim, imaginar que o PCP seja (actualmente) maioritariamente (totalmente?&#8230;) constituído por pessoas com o teu fanatismo. A ser verdade, vocês são perigosos. E foste tu que me ofereceste esse pensamento.</p>
<p>Consequências? Ao longo da minha vida já votei várias vezes no PCP, APU, CDU, pelas mais diversas razões. Agora, jamais. Vês? Estás, de facto, a interferir no resultado das eleições.</p>
<p>Podes passar o resto da tua vida a despejar os &#8220;factos&#8221; e opiniões que servem a tua fé. A acção política, neste nosso tempo, é outra coisa.</p>
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		<title>Por: Margarida</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7199</link>
		<dc:creator>Margarida</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2006 10:59:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7199</guid>
		<description>O Vilupi faz dum título “Uma doença chamada Comunismo” um post (que o link a um artigo em inglês nada acrescenta”). E no seu único comentário diz que discutir comigo é “igual a discutir com uma Testemunha de Jeová” e explica: “A mesma paranóia, a mesma crença religiosa, a mesma virulência ignóbil (refiro-me, em especial, à facilidade com que faz associações ao nazismo, ou, à automática diabolização das opiniões contrárias).”

1- Contudo o Valupi nada replicou quando eu aqui disse: “a ideia deste tipo de posts é passar, mais uma vez a ideia de que isso de comunistas é coisa do passado, que eles estão (estavam) velhos, pobres, ignorantes, doentes e mesmo fanáticos. Mas olha-se à volta e afinal vemos que não é bem assim, que quem anda há mais de trinta anos a debitar o mesmo discurso até nem são eles; que quem estuda o mundo até são eles; que quem tem diversidade de gerações, de culturas e de sectores da sociedade até são eles. Que onde há tolerância, respeito e fraternidade é no meio deles.”

2 – Nem o Valupi qualificou de “paranóia”, “crença religiosa” ou “virulência ignóbil” afirmações do bluegift como:
- “É natural que se apresentassem (os russos) menos saudáveis e mais embrutecidos”, “só sendo do partido conseguias ter acesso regular a artigos de primeira necessidade”;
- “Os russos nunca conheceram a democracia”, “A Rússia dos tsars e dos comunistas vai conseguir levantar-se”
- “Comunismo, nunca mais!”
- “os comunistas (…) a governar, (…) são um verdadeiro atraso de vida, tiranos e oportunistas.”
- “É preciso "reformar" o comunismo (…) por golpes de estado (…)”
- “O governo comunista era um tirano (…).”
-  “Não há dúvida que o partido comunista pode ter sido muito importante antes do 25 de Abril, mas o que hoje resta dele está mesmo doente.”
-  “o insucesso flagrante das economias comunistas, e o seu caracter tirano e assassino”.
E essas tiradas anti-comunistas do bluegift tiveram como conclusão óbvia que “os líderes de lá (USA) não são muito diferentes dos comunistas”, isto é a equivalência do comunismo ao capitalismo.

3 – Nem o Valupi criticou de “virulência ignóbil” e referiu “à facilidade com que faz associações ao nazismo” quando o Miguel Madeira comparou o comunismo ao nazismo (“um "soviete" (…) no fundo, era igual à Assembleia Nacional salazarista”).

4 – Isto é, enquanto a discussão rolava entre as habituais tiradas anti-comunistas e as habituais equivalências anti-comunistas (de comunismo igual a capitalismo e de comunismo igual a fascismo) e a sua contestação, o Valupi deixou rolar. E só acordou quando eu postei o texto de Emir Sader, “A indústria do anticomunismo”, com as fantásticas afirmações de eu ter “falta de ética” e “falta de honestidade”.

É que o Emir Sader explica que “O fim da URSS e do campo socialista deixou um tipo particular de viúva: os que viviam da "guerra fria". E dando o exemplo do Brasil, referia: “Essa fauna encontra vários exemplares por aí, viúvas da "guerra fria", que tratam de viver do anticomunismo: colunistas (…), um articulista de duvidosa existência (…), um editor cultural (…) - todos personagens jurássicos, deslocados, que têm que criar o fantasma do comunismo para aparecerem como valorosos "salvadores do capitalismo", cobrando polpudos salários por esse papel que se auto-atribuem.”

Lembra ainda Emir Sader que: “É esse o papel da imprensa da "guerra fria". Desvia-se das pautas essenciais para o povo brasileiro e para o Brasil e resta o que os monopólios privados da mídia impõem.”

E conclui Emir Sader que: “a indústria do anticomunismo precisa levantar os fantasmas da subversão, para poder vender seus serviços para uma burguesia covarde, disposta a qualquer coisa, para não perder nem os dedos, nem os anéis.”

Se o Vilupi é “viúva” ou “órfão”, não sei. Agora o que sei é que enfiou a carapuça do gajo que vivia e continua a viver do anti-comunismo ao serviço da “burguesia covarde, disposta a qualquer coisa, para não perder nem os dedos, nem os anéis.” E o que o Valupi faz nas caixas de comentários dos seus posts é da sua exclusiva responsabilidade. Como é da minha responsabilidade os comentários que faço.


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Vilupi faz dum título “Uma doença chamada Comunismo” um post (que o link a um artigo em inglês nada acrescenta”). E no seu único comentário diz que discutir comigo é “igual a discutir com uma Testemunha de Jeová” e explica: “A mesma paranóia, a mesma crença religiosa, a mesma virulência ignóbil (refiro-me, em especial, à facilidade com que faz associações ao nazismo, ou, à automática diabolização das opiniões contrárias).”</p>
<p>1- Contudo o Valupi nada replicou quando eu aqui disse: “a ideia deste tipo de posts é passar, mais uma vez a ideia de que isso de comunistas é coisa do passado, que eles estão (estavam) velhos, pobres, ignorantes, doentes e mesmo fanáticos. Mas olha-se à volta e afinal vemos que não é bem assim, que quem anda há mais de trinta anos a debitar o mesmo discurso até nem são eles; que quem estuda o mundo até são eles; que quem tem diversidade de gerações, de culturas e de sectores da sociedade até são eles. Que onde há tolerância, respeito e fraternidade é no meio deles.”</p>
<p>2 – Nem o Valupi qualificou de “paranóia”, “crença religiosa” ou “virulência ignóbil” afirmações do bluegift como:<br />
- “É natural que se apresentassem (os russos) menos saudáveis e mais embrutecidos”, “só sendo do partido conseguias ter acesso regular a artigos de primeira necessidade”;<br />
- “Os russos nunca conheceram a democracia”, “A Rússia dos tsars e dos comunistas vai conseguir levantar-se”<br />
- “Comunismo, nunca mais!”<br />
- “os comunistas (…) a governar, (…) são um verdadeiro atraso de vida, tiranos e oportunistas.”<br />
- “É preciso &#8220;reformar&#8221; o comunismo (…) por golpes de estado (…)”<br />
- “O governo comunista era um tirano (…).”<br />
-  “Não há dúvida que o partido comunista pode ter sido muito importante antes do 25 de Abril, mas o que hoje resta dele está mesmo doente.”<br />
-  “o insucesso flagrante das economias comunistas, e o seu caracter tirano e assassino”.<br />
E essas tiradas anti-comunistas do bluegift tiveram como conclusão óbvia que “os líderes de lá (USA) não são muito diferentes dos comunistas”, isto é a equivalência do comunismo ao capitalismo.</p>
<p>3 – Nem o Valupi criticou de “virulência ignóbil” e referiu “à facilidade com que faz associações ao nazismo” quando o Miguel Madeira comparou o comunismo ao nazismo (“um &#8220;soviete&#8221; (…) no fundo, era igual à Assembleia Nacional salazarista”).</p>
<p>4 – Isto é, enquanto a discussão rolava entre as habituais tiradas anti-comunistas e as habituais equivalências anti-comunistas (de comunismo igual a capitalismo e de comunismo igual a fascismo) e a sua contestação, o Valupi deixou rolar. E só acordou quando eu postei o texto de Emir Sader, “A indústria do anticomunismo”, com as fantásticas afirmações de eu ter “falta de ética” e “falta de honestidade”.</p>
<p>É que o Emir Sader explica que “O fim da URSS e do campo socialista deixou um tipo particular de viúva: os que viviam da &#8220;guerra fria&#8221;. E dando o exemplo do Brasil, referia: “Essa fauna encontra vários exemplares por aí, viúvas da &#8220;guerra fria&#8221;, que tratam de viver do anticomunismo: colunistas (…), um articulista de duvidosa existência (…), um editor cultural (…) - todos personagens jurássicos, deslocados, que têm que criar o fantasma do comunismo para aparecerem como valorosos &#8220;salvadores do capitalismo&#8221;, cobrando polpudos salários por esse papel que se auto-atribuem.”</p>
<p>Lembra ainda Emir Sader que: “É esse o papel da imprensa da &#8220;guerra fria&#8221;. Desvia-se das pautas essenciais para o povo brasileiro e para o Brasil e resta o que os monopólios privados da mídia impõem.”</p>
<p>E conclui Emir Sader que: “a indústria do anticomunismo precisa levantar os fantasmas da subversão, para poder vender seus serviços para uma burguesia covarde, disposta a qualquer coisa, para não perder nem os dedos, nem os anéis.”</p>
<p>Se o Vilupi é “viúva” ou “órfão”, não sei. Agora o que sei é que enfiou a carapuça do gajo que vivia e continua a viver do anti-comunismo ao serviço da “burguesia covarde, disposta a qualquer coisa, para não perder nem os dedos, nem os anéis.” E o que o Valupi faz nas caixas de comentários dos seus posts é da sua exclusiva responsabilidade. Como é da minha responsabilidade os comentários que faço.</p>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7198</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2006 09:10:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7198</guid>
		<description>Estive a ler com atenção. Como sou escrupuloso, li várias vezes. E não encontrei relação entre o que escrevi e o conteúdo do texto. Porque o texto não fala duma "Margarida" obcecada e esquizóide (com o devido respeito para os pacientes dessas patologias).

Por isso, Margarida, e só nas caixas onde sou monarca, ficas a saber que se permite quase tudo numa discussão - menos a falta de ética. Agora, das duas uma: ou me explicas, convencendo-me, a legitimidade de invocares o meu comentário para ires buscar esse texto ou pedes desculpa pela tua falta de honestidade. Caso não o faças, o texto irá ser apagado e dele apenas restará um link.

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		<content:encoded><![CDATA[<p>Estive a ler com atenção. Como sou escrupuloso, li várias vezes. E não encontrei relação entre o que escrevi e o conteúdo do texto. Porque o texto não fala duma &#8220;Margarida&#8221; obcecada e esquizóide (com o devido respeito para os pacientes dessas patologias).</p>
<p>Por isso, Margarida, e só nas caixas onde sou monarca, ficas a saber que se permite quase tudo numa discussão - menos a falta de ética. Agora, das duas uma: ou me explicas, convencendo-me, a legitimidade de invocares o meu comentário para ires buscar esse texto ou pedes desculpa pela tua falta de honestidade. Caso não o faças, o texto irá ser apagado e dele apenas restará um link.</p>
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		<title>Por: Margarida</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7197</link>
		<dc:creator>Margarida</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2006 08:44:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7197</guid>
		<description>Este “desabafo” da Valupi lembrou-me um texto do intelectual brasileiro Emir Sader, “A indústria do anticomunismo”, que por não ser muito extenso e ter relação com o tema aqui posto:

Um escritor judeu residente em Nova York chamou de membros da "indústria do holocausto" os que vivem às custas do massacre sofrido pelos judeus - assim como pelos comunistas e pelos ciganos, tão esquecidos.
São burocratas, "intelectuais", "religiosos" que vivem da exploração do tema - literalmente vivem: ganham dinheiro, prestígio, espaço na imprensa e nas editoras.

O mesmo se pode dizer do anticomunismo. O fim da URSS e do campo socialista deixou um tipo particular de viúva: os que viviam da "guerra fria". Na Argentina, no momento da morte de Perón, um antiperonista radical - do Partido Radical - escreveu, desconsolado: "Nesse caixão vai metade da minha vida. Eu que cresci e vivi como anti-peronista, o que vai ser de mim, de onde vou tirar o sentido da minha vida?" No desespero, sentia-se traído por Perón, que o abandonava à sua própria sorte.

Um comunista me dizia outro dia que se deliciava em ler a sobrevivente literatura anticomunista, porque dá a impressão que o mundo está à beira do comunismo, que os dias do capitalismo estão contados. Essa fauna encontra vários exemplares por aí, viúvas da "guerra fria", que tratam de viver do anticomunismo: colunistas de uma (ainda) bem vendida revista semanal, filho de um marqueteiro; um articulista de duvidosa existência (há quem diga que é pseudônimo de um esquerdista, que criou esse grotesco personagem para desmoralizar a direita), um editor cultural promovido por um assassino - todos personagens jurássicos, deslocados, que têm que criar o fantasma do comunismo para aparecerem como valorosos "salvadores do capitalismo", cobrando polpudos salários por esse papel que se auto-atribuem.

A mencionada revista semanal, saudosa dos tempos da bipolaridade EUA/URSS, destila periodicamente - entre capas sobre temas de saúde, de compras, de variedades, tiradas de revistas estadunidenses - seus venenos anticomunistas, de que pretende tirar proveito mostrando serviço ao grande empresariado e recebendo vantagens em troca.

Pautas como o MST, Cuba, guerrilhas, PT, Venezuela (lembram-se da grotesca matéria de capa regozijando-se do golpe contra o "ditador" Hugo Chávez, uma das maiores gafes dos últimos tempo na imprensa brasileira) alternam-se com matérias fúteis de propaganda do "american way of life".

Nesta semana, por falta de pauta - o mundo e o Brasil lhes parecem suficientemente pobres de interesse - publica-se com estardalhaço - como se sugeria nos manuais de propaganda estadunidenses da "guerra fria" para os órgãos financiados e promovidos por eles - uma pífia matéria sobre suposto financiamento das Farc ao PT.

As Farc são um prato cheio para os nostálgicos da "guerra fria". Guerrilha, América Latina, Partido Comunista, tentativa de criminalização acusando-os de "narcoguerrilhas" - sem nunca mencionar os reconhecidos vínculos do presidente colombiano com os paramilitares e, através destes, com os cartéis (nunca usaram a expressão "narcopresidente"). A matéria não apresenta nenhuma prova concreta, refugiando-se em fontes que teriam desejado não aparecer. Nada ficará quando a espuma da onda baixar. Mas a onda está feita, repercutida em todo o resto da imprensa escrita do fim de semana, com direito a desmentidos e entrevistas na televisão.

É esse o papel da imprensa da "guerra fria". Desvia-se das pautas essenciais para o povo brasileiro e para o Brasil e resta o que os monopólios privados da mídia impõem. Uma senhora idosa declara, no Estadão, que é bem atendida pelo médico cubano que a atende em uma pequena cidade de 3 mil habitantes no norte de Tocantins - onde nenhum médico da burguesia vai. Mas o artigo publicado - sem uma outra versão, como pede o manual de redacção desse jornal - na Folha de S. Paulo se preocupa com a validação do diploma da primeira geração de médicos pobres no Brasil.

Supostamente preocupados com a saúde do povo brasileiro, sem se dar conta de que esses médicos vão trabalhar em cidades como essa de Tocantins, na saúde pública, e que não vão concorrer com a clientela rica dos Jardins. Se preocupam com o diploma da Faculdade Latino-americana de Medicina, em Cuba, país que têm um dos melhores índices de saúde do mundo, ao contrário do Brasil, onde predomina a medicina privada.

Mas a indústria do anticomunismo precisa levantar os fantasmas da subversão, para poder vender seus serviços para uma burguesia covarde, disposta a qualquer coisa, para não perder nem os dedos, nem os anéis.”

in www.correiodobrasil.cidadeinternet.com/br

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este “desabafo” da Valupi lembrou-me um texto do intelectual brasileiro Emir Sader, “A indústria do anticomunismo”, que por não ser muito extenso e ter relação com o tema aqui posto:</p>
<p>Um escritor judeu residente em Nova York chamou de membros da &#8220;indústria do holocausto&#8221; os que vivem às custas do massacre sofrido pelos judeus - assim como pelos comunistas e pelos ciganos, tão esquecidos.<br />
São burocratas, &#8220;intelectuais&#8221;, &#8220;religiosos&#8221; que vivem da exploração do tema - literalmente vivem: ganham dinheiro, prestígio, espaço na imprensa e nas editoras.</p>
<p>O mesmo se pode dizer do anticomunismo. O fim da URSS e do campo socialista deixou um tipo particular de viúva: os que viviam da &#8220;guerra fria&#8221;. Na Argentina, no momento da morte de Perón, um antiperonista radical - do Partido Radical - escreveu, desconsolado: &#8220;Nesse caixão vai metade da minha vida. Eu que cresci e vivi como anti-peronista, o que vai ser de mim, de onde vou tirar o sentido da minha vida?&#8221; No desespero, sentia-se traído por Perón, que o abandonava à sua própria sorte.</p>
<p>Um comunista me dizia outro dia que se deliciava em ler a sobrevivente literatura anticomunista, porque dá a impressão que o mundo está à beira do comunismo, que os dias do capitalismo estão contados. Essa fauna encontra vários exemplares por aí, viúvas da &#8220;guerra fria&#8221;, que tratam de viver do anticomunismo: colunistas de uma (ainda) bem vendida revista semanal, filho de um marqueteiro; um articulista de duvidosa existência (há quem diga que é pseudônimo de um esquerdista, que criou esse grotesco personagem para desmoralizar a direita), um editor cultural promovido por um assassino - todos personagens jurássicos, deslocados, que têm que criar o fantasma do comunismo para aparecerem como valorosos &#8220;salvadores do capitalismo&#8221;, cobrando polpudos salários por esse papel que se auto-atribuem.</p>
<p>A mencionada revista semanal, saudosa dos tempos da bipolaridade EUA/URSS, destila periodicamente - entre capas sobre temas de saúde, de compras, de variedades, tiradas de revistas estadunidenses - seus venenos anticomunistas, de que pretende tirar proveito mostrando serviço ao grande empresariado e recebendo vantagens em troca.</p>
<p>Pautas como o MST, Cuba, guerrilhas, PT, Venezuela (lembram-se da grotesca matéria de capa regozijando-se do golpe contra o &#8220;ditador&#8221; Hugo Chávez, uma das maiores gafes dos últimos tempo na imprensa brasileira) alternam-se com matérias fúteis de propaganda do &#8220;american way of life&#8221;.</p>
<p>Nesta semana, por falta de pauta - o mundo e o Brasil lhes parecem suficientemente pobres de interesse - publica-se com estardalhaço - como se sugeria nos manuais de propaganda estadunidenses da &#8220;guerra fria&#8221; para os órgãos financiados e promovidos por eles - uma pífia matéria sobre suposto financiamento das Farc ao PT.</p>
<p>As Farc são um prato cheio para os nostálgicos da &#8220;guerra fria&#8221;. Guerrilha, América Latina, Partido Comunista, tentativa de criminalização acusando-os de &#8220;narcoguerrilhas&#8221; - sem nunca mencionar os reconhecidos vínculos do presidente colombiano com os paramilitares e, através destes, com os cartéis (nunca usaram a expressão &#8220;narcopresidente&#8221;). A matéria não apresenta nenhuma prova concreta, refugiando-se em fontes que teriam desejado não aparecer. Nada ficará quando a espuma da onda baixar. Mas a onda está feita, repercutida em todo o resto da imprensa escrita do fim de semana, com direito a desmentidos e entrevistas na televisão.</p>
<p>É esse o papel da imprensa da &#8220;guerra fria&#8221;. Desvia-se das pautas essenciais para o povo brasileiro e para o Brasil e resta o que os monopólios privados da mídia impõem. Uma senhora idosa declara, no Estadão, que é bem atendida pelo médico cubano que a atende em uma pequena cidade de 3 mil habitantes no norte de Tocantins - onde nenhum médico da burguesia vai. Mas o artigo publicado - sem uma outra versão, como pede o manual de redacção desse jornal - na Folha de S. Paulo se preocupa com a validação do diploma da primeira geração de médicos pobres no Brasil.</p>
<p>Supostamente preocupados com a saúde do povo brasileiro, sem se dar conta de que esses médicos vão trabalhar em cidades como essa de Tocantins, na saúde pública, e que não vão concorrer com a clientela rica dos Jardins. Se preocupam com o diploma da Faculdade Latino-americana de Medicina, em Cuba, país que têm um dos melhores índices de saúde do mundo, ao contrário do Brasil, onde predomina a medicina privada.</p>
<p>Mas a indústria do anticomunismo precisa levantar os fantasmas da subversão, para poder vender seus serviços para uma burguesia covarde, disposta a qualquer coisa, para não perder nem os dedos, nem os anéis.”</p>
<p>in <a href="http://www.correiodobrasil.cidadeinternet.com/br" rel="nofollow">http://www.correiodobrasil.cidadeinternet.com/br</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7196</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2006 08:32:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7196</guid>
		<description>Discutir com a Margarida é em tudo, mas tudo, igual a discutir com uma Testemunha de Jeová. (sei disso porque já "discuti" muito com as Testemunhas)

A mesma paranóia, a mesma crença religiosa, a mesma virulência ignóbil (refiro-me, em especial, à facilidade com que faz associações ao nazismo, ou, à automática diabolização das opiniões contrárias).

Assim, Bluegift, bom esforço; mas inglório.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Discutir com a Margarida é em tudo, mas tudo, igual a discutir com uma Testemunha de Jeová. (sei disso porque já &#8220;discuti&#8221; muito com as Testemunhas)</p>
<p>A mesma paranóia, a mesma crença religiosa, a mesma virulência ignóbil (refiro-me, em especial, à facilidade com que faz associações ao nazismo, ou, à automática diabolização das opiniões contrárias).</p>
<p>Assim, Bluegift, bom esforço; mas inglório.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Margarida</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7195</link>
		<dc:creator>Margarida</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2006 07:38:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7195</guid>
		<description>Mais uma voltinha, mais uma habilidade do bluegift: o que ouviu hoje no telejornal é que em relação ao PIB, a República Checa ultrapassou Portugal. E a lista que o bluegift publicou é a do IDH (Índice do Desenvolvimento Humano) da ONU que repito “é uma medida comparativa de pobreza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade e outros factores para os diversos países do mundo. É uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma população, especialmente bem-estar infantil”, isto é não tem nada a ver com o PIB!

Portanto só são legítimas comparações do IDH de 2004 com as do IDH de anos anteriores e esse foi o desafio que eu lancei ao bluegift para fazer, mas que ele não quer fazer porque sabe que o que eu disse é autêntico. Tanto que assim é que é o próprio Relatório da ONU de 1999 que (comparando o declínio entre 1990 1997): afirma “ser difícil imaginar que algo similar pudesse alguma vez ter acontecido em tempo de paz e numa região tão vasta”. E que “a transição impôs às pessoas um custo pesado não apenas em termos do aumento da doença, da mortalidade e de uma esperança de vida menor, mas também em termos da ruína social que se reflecte no incremento do consumo de álcool, na subida drástica do consumo de drogas e no aumento da taxa de suicídios”.

O bluegift diz que não tem “escola” mas tem é a “escola” toda dos profissionais da desinformação: mistura alhos com bogalhos, faz amalgamas, deturpa, isto é faz propaganda.

Quanto à circulação dos trabalhadores da Polónia, República Checa, Hungria, Eslováquia, Eslovénia, Letónia, Estónia e Lituânia, basta qualquer um fazer uma pesquisa no Google para ver que de acordo com o Tratado de Adesão assinado em 16 de Abril de 2003, os 15 Estados-membro têm de decidir até 30 de Abril de 2006 se levantam as restrições nacionais à livre circulação de trabalhadores na União Europeia. E que essas disposições foram introduzidas em Maio de 2004 por 12 dos 15 (excepto a Irlanda, a Suécia e o Reino Unido).
Mas o bluegift – gato escondido com rabo de fora – acaba por confessar que de facto as restrições existem na Bélgica...por razões económicas.

E continua com os seus delírios lunáticos a menorizar a libertação pelo exército vermelho da Polónia, Checoslováquia, países bálticos, etc., do ocupante nazi.

É tempo do bluegift acordar, de perceber que quem invadiu, destruiu, assassinou foram os hitlerianos nazis e que quem teve o mais importante papel na libertação de quase toda a Europa foi o Exército Vermelho. E que foi a Alemanha nazi quem perdeu a II Guerra Mundial que ela desencadeou!

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma voltinha, mais uma habilidade do bluegift: o que ouviu hoje no telejornal é que em relação ao PIB, a República Checa ultrapassou Portugal. E a lista que o bluegift publicou é a do IDH (Índice do Desenvolvimento Humano) da ONU que repito “é uma medida comparativa de pobreza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade e outros factores para os diversos países do mundo. É uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma população, especialmente bem-estar infantil”, isto é não tem nada a ver com o PIB!</p>
<p>Portanto só são legítimas comparações do IDH de 2004 com as do IDH de anos anteriores e esse foi o desafio que eu lancei ao bluegift para fazer, mas que ele não quer fazer porque sabe que o que eu disse é autêntico. Tanto que assim é que é o próprio Relatório da ONU de 1999 que (comparando o declínio entre 1990 1997): afirma “ser difícil imaginar que algo similar pudesse alguma vez ter acontecido em tempo de paz e numa região tão vasta”. E que “a transição impôs às pessoas um custo pesado não apenas em termos do aumento da doença, da mortalidade e de uma esperança de vida menor, mas também em termos da ruína social que se reflecte no incremento do consumo de álcool, na subida drástica do consumo de drogas e no aumento da taxa de suicídios”.</p>
<p>O bluegift diz que não tem “escola” mas tem é a “escola” toda dos profissionais da desinformação: mistura alhos com bogalhos, faz amalgamas, deturpa, isto é faz propaganda.</p>
<p>Quanto à circulação dos trabalhadores da Polónia, República Checa, Hungria, Eslováquia, Eslovénia, Letónia, Estónia e Lituânia, basta qualquer um fazer uma pesquisa no Google para ver que de acordo com o Tratado de Adesão assinado em 16 de Abril de 2003, os 15 Estados-membro têm de decidir até 30 de Abril de 2006 se levantam as restrições nacionais à livre circulação de trabalhadores na União Europeia. E que essas disposições foram introduzidas em Maio de 2004 por 12 dos 15 (excepto a Irlanda, a Suécia e o Reino Unido).<br />
Mas o bluegift – gato escondido com rabo de fora – acaba por confessar que de facto as restrições existem na Bélgica&#8230;por razões económicas.</p>
<p>E continua com os seus delírios lunáticos a menorizar a libertação pelo exército vermelho da Polónia, Checoslováquia, países bálticos, etc., do ocupante nazi.</p>
<p>É tempo do bluegift acordar, de perceber que quem invadiu, destruiu, assassinou foram os hitlerianos nazis e que quem teve o mais importante papel na libertação de quase toda a Europa foi o Exército Vermelho. E que foi a Alemanha nazi quem perdeu a II Guerra Mundial que ela desencadeou!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: António Silva</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7194</link>
		<dc:creator>António Silva</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Mar 2006 03:07:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7194</guid>
		<description>Meu caro bluegift tenta só explicar-me como seria o mundo hoje sem os comunistas e todo o seu papel na recente história da humanidade???

Ainda estaríamos a viver no tempo do colonialismo? Angola ainda seria nossa? Ainda estaríamos a viver no capitalismo mais selvagem em vez de caminhar-mos a passos largos para lá ??? O planeta seria um imenso farwest com mister Bush e sus muchachos a pavonearem-se por este mundo.

Digo-te uma coisa; os comunistas cometeram grandes erros, de outra forma não se explicaria a actual situação que se vive nos países da antiga União Soviética e de Leste, mas sem a intervenção determinante dos comunistas nos destinos da humanidade, hoje estaríamos de certeza muito pior! Se não acreditas faz um esforço e tenta explicar-me como seria este mundo.

Quanto aos erros cometidos, ainda cá estamos para os corrigirmos e fazer deste mundo um mundo melhor, "uma terra sem amos, a Internacional!"

E apesar de logo no inicio a Revolução de Outubro ter sido atacada por uma coligação de Americanos, Ingleses, Franceses e mais não sei quantos, de em seguida ter sido atacada pelo Nazismo e no fim da segunda guerra ter sido de novo atacada pela América, Inglaterra, Portugal, Espanha…, na famosa guerra-fria, mesmo assim, conseguiram atingir um nível de desenvolvimento que colocaram a URSS na VANGUARDA DO DESENVOLVIMENTO MUNDIAL.

O mundo ainda só assistiu ao principio da experiência do Socialismo, (quantos séculos temos de capitalismo e burguesia no poder????), mas como se pode constatar nestes tempos de neo-liberalismo, o capital é o pior pesadelo para a humanidade, não lhe dá futuro, antes pelo contrário, destrói qualquer perspectiva de um mundo melhor, é a guerra e o mais profundo egoísmo o que nos tem para dar, é a morte, o roubo das riquezas dos povos e destruição do seu património histórico, da cultura, o egoísmo elevado à condição de valor fundamental, o fanatismo, o fundamentalismo, a destruição do planeta. São as autenticas  sanguessugas da humanidade, com eles não há futuro!!!!

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Meu caro bluegift tenta só explicar-me como seria o mundo hoje sem os comunistas e todo o seu papel na recente história da humanidade???</p>
<p>Ainda estaríamos a viver no tempo do colonialismo? Angola ainda seria nossa? Ainda estaríamos a viver no capitalismo mais selvagem em vez de caminhar-mos a passos largos para lá ??? O planeta seria um imenso farwest com mister Bush e sus muchachos a pavonearem-se por este mundo.</p>
<p>Digo-te uma coisa; os comunistas cometeram grandes erros, de outra forma não se explicaria a actual situação que se vive nos países da antiga União Soviética e de Leste, mas sem a intervenção determinante dos comunistas nos destinos da humanidade, hoje estaríamos de certeza muito pior! Se não acreditas faz um esforço e tenta explicar-me como seria este mundo.</p>
<p>Quanto aos erros cometidos, ainda cá estamos para os corrigirmos e fazer deste mundo um mundo melhor, &#8220;uma terra sem amos, a Internacional!&#8221;</p>
<p>E apesar de logo no inicio a Revolução de Outubro ter sido atacada por uma coligação de Americanos, Ingleses, Franceses e mais não sei quantos, de em seguida ter sido atacada pelo Nazismo e no fim da segunda guerra ter sido de novo atacada pela América, Inglaterra, Portugal, Espanha…, na famosa guerra-fria, mesmo assim, conseguiram atingir um nível de desenvolvimento que colocaram a URSS na VANGUARDA DO DESENVOLVIMENTO MUNDIAL.</p>
<p>O mundo ainda só assistiu ao principio da experiência do Socialismo, (quantos séculos temos de capitalismo e burguesia no poder????), mas como se pode constatar nestes tempos de neo-liberalismo, o capital é o pior pesadelo para a humanidade, não lhe dá futuro, antes pelo contrário, destrói qualquer perspectiva de um mundo melhor, é a guerra e o mais profundo egoísmo o que nos tem para dar, é a morte, o roubo das riquezas dos povos e destruição do seu património histórico, da cultura, o egoísmo elevado à condição de valor fundamental, o fanatismo, o fundamentalismo, a destruição do planeta. São as autenticas  sanguessugas da humanidade, com eles não há futuro!!!!</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: bluegift</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7193</link>
		<dc:creator>bluegift</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2006 22:54:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7193</guid>
		<description>Fica-te bem estares sempre a citar frases feitas pelos outros, então por intelectuais conhecidos ainda te fica melhor...

Não andámos de certeza absoluta na mesma "escola", até porque eu, não tenho "escola" ;)

Pelos que afirmas acerca dos meus comentários, verifico que continuas a não conseguir (ou a não querer) realizar a interpretação de textos simples, mas paciência. Pena que aqule que utilizas de Bretch não passe de um estereotipo para ti...

Margarida, eu li toda a lista, e se quiseres os dados de 2003, então toma lá:
&lt;a href="http://hdr.undp.org/reports/global/2005/pdf/HDR05_HDI.pdf" rel="nofollow"&gt;http://hdr.undp.org/reports/global/2005/pdf/HDR05_HDI.pdf&lt;/a&gt;
Como podes verificar, os dados contradizem o que afirmas. Uma boa parte dos países que saíram do regime comunista e aderiram à UE estão a recuperar. De tal forma que ainda hoje o telejornal assinalava que Portugal tinha sido ultrapassado por dois deles e está em vias de ser ultrapassado por outros. Ora, queres desmentir a situação?

Cuba está em 52ndo lugar, não leste o que escrevi, nem leste o que está nas listas? A Bielorússia está no cú de judas! Mas brincamos ou o quê? Querem ver que a lista muda a ordem dos países quando aparece no computador da Margarida?!!!!...

Já agora, deixa-me lá ver a lista de comparação dos HDI que possuis. Tenho mesmo imensa curiosidade me consultá-la. É que a verificar-se o que afirmas, e estando os países com regime comunista tão mal classificados... bom... se estão a crescer... dios mio, em que posição é que estavam os desgraçados antes? Para lá do cú de judas, de certeza!!!

Ai ai Margarida, francamente. Não há pachorra.

Relativamente à livre circulação, pois só faltava mais essa. Eu estou com visões! Os tipos que andam por aqui em tudo quanto é rua de Bruxelas, afinal, não são polacos! E os hungaros, os romenos, os moldavos, os russos, todos estes tipos de leste são produto da minha imaginação, então não?!

Desculpa lá mas tens cá uma lata. Não nego que não existam algumas restrições, mas tal acontece porque de outra maneira não haveria capacidade para acolher os milhões que para cá se querem deslocar. Neste momento, apenas quem entra como turista ou tem contrato de trabalho o pode fazer livremente, e também quem tem família ou amigos e no prazo de 3 meses arranje trabalho ou outra forma de subsistência. A segurança social na Bélgica e no Luxemburgo é, apenas, a melhor do mundo. E a Bélgica nunca foi comunista ;) É lógico que hajam algumas restrições. É uma medida aplicada igualmente aos portugueses, espanhóis, todos os outros. Mas podem circular livremente, não é como nos países de regime comunista de onde nem sequer podem sair, a não ser com autorizações muito especiais.
Ainda não me explicaste porquê. É segredo?

E olha lá, o que é que eu tenho que ver com os crimes dos EUA? Já me viste andar para aqui a defendê-los? Eu sou alguma apoiante da política dos EUA? Os líderes de lá não são muito diferentes dos comunistas, a única coisa que falta aos líderes comunistas é o poder e a força económica de uns EUA, porque quando lhes sobra algum poderzinho toca de invadir uns paises para os tornarem comunistas à força, tal como se viu durante as guerras mundiais. Há alguma diferença? E quantos polacos, checos, e mesmo afegãos e outros, morreram às mãos das tropas do regime comunista?

Problemas de memória, será? Ou foram os americanos que os obrigaram? Vai daí a culpa da ocupação comunista feita aos países de leste também é dos EUA... com essa é que me lixaste! LoL !



</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fica-te bem estares sempre a citar frases feitas pelos outros, então por intelectuais conhecidos ainda te fica melhor&#8230;</p>
<p>Não andámos de certeza absoluta na mesma &#8220;escola&#8221;, até porque eu, não tenho &#8220;escola&#8221; ;)</p>
<p>Pelos que afirmas acerca dos meus comentários, verifico que continuas a não conseguir (ou a não querer) realizar a interpretação de textos simples, mas paciência. Pena que aqule que utilizas de Bretch não passe de um estereotipo para ti&#8230;</p>
<p>Margarida, eu li toda a lista, e se quiseres os dados de 2003, então toma lá:<br />
<a href="http://hdr.undp.org/reports/global/2005/pdf/HDR05_HDI.pdf" rel="nofollow">http://hdr.undp.org/reports/global/2005/pdf/HDR05_HDI.pdf</a><br />
Como podes verificar, os dados contradizem o que afirmas. Uma boa parte dos países que saíram do regime comunista e aderiram à UE estão a recuperar. De tal forma que ainda hoje o telejornal assinalava que Portugal tinha sido ultrapassado por dois deles e está em vias de ser ultrapassado por outros. Ora, queres desmentir a situação?</p>
<p>Cuba está em 52ndo lugar, não leste o que escrevi, nem leste o que está nas listas? A Bielorússia está no cú de judas! Mas brincamos ou o quê? Querem ver que a lista muda a ordem dos países quando aparece no computador da Margarida?!!!!&#8230;</p>
<p>Já agora, deixa-me lá ver a lista de comparação dos HDI que possuis. Tenho mesmo imensa curiosidade me consultá-la. É que a verificar-se o que afirmas, e estando os países com regime comunista tão mal classificados&#8230; bom&#8230; se estão a crescer&#8230; dios mio, em que posição é que estavam os desgraçados antes? Para lá do cú de judas, de certeza!!!</p>
<p>Ai ai Margarida, francamente. Não há pachorra.</p>
<p>Relativamente à livre circulação, pois só faltava mais essa. Eu estou com visões! Os tipos que andam por aqui em tudo quanto é rua de Bruxelas, afinal, não são polacos! E os hungaros, os romenos, os moldavos, os russos, todos estes tipos de leste são produto da minha imaginação, então não?!</p>
<p>Desculpa lá mas tens cá uma lata. Não nego que não existam algumas restrições, mas tal acontece porque de outra maneira não haveria capacidade para acolher os milhões que para cá se querem deslocar. Neste momento, apenas quem entra como turista ou tem contrato de trabalho o pode fazer livremente, e também quem tem família ou amigos e no prazo de 3 meses arranje trabalho ou outra forma de subsistência. A segurança social na Bélgica e no Luxemburgo é, apenas, a melhor do mundo. E a Bélgica nunca foi comunista ;) É lógico que hajam algumas restrições. É uma medida aplicada igualmente aos portugueses, espanhóis, todos os outros. Mas podem circular livremente, não é como nos países de regime comunista de onde nem sequer podem sair, a não ser com autorizações muito especiais.<br />
Ainda não me explicaste porquê. É segredo?</p>
<p>E olha lá, o que é que eu tenho que ver com os crimes dos EUA? Já me viste andar para aqui a defendê-los? Eu sou alguma apoiante da política dos EUA? Os líderes de lá não são muito diferentes dos comunistas, a única coisa que falta aos líderes comunistas é o poder e a força económica de uns EUA, porque quando lhes sobra algum poderzinho toca de invadir uns paises para os tornarem comunistas à força, tal como se viu durante as guerras mundiais. Há alguma diferença? E quantos polacos, checos, e mesmo afegãos e outros, morreram às mãos das tropas do regime comunista?</p>
<p>Problemas de memória, será? Ou foram os americanos que os obrigaram? Vai daí a culpa da ocupação comunista feita aos países de leste também é dos EUA&#8230; com essa é que me lixaste! LoL !</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Margarida</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7192</link>
		<dc:creator>Margarida</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2006 20:56:16 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7192</guid>
		<description>AS CINCO DIFICULDADES PARA ESCREVER A VERDADE

Bertold Brecht (*)

Hoje, o escritor que deseje combater a mentira e a ignorância tem de lutar, pelo menos, contra cinco dificuldades. É-lhe necessária a CORAGEM de dizer a verdade, numa altura em que por toda a parte se empenham em sufocá-la; a INTELIGÊNCIA de a reconhecer, quando por toda a parte a ocultam; a ARTE de a tornar manejável como uma arma; o DISCERNIMENTO suficiente para escolher aqueles em cujas mãos ela se tornará eficaz; finalmente, precisa de ter HABILIDADE para difundir entre eles. Estas dificuldades são grandes para os que escrevem sob o jugo do fascismo; aqueles que fugiram ou foram expulsos também sentem o peso delas; e até os que escrevem num regime de liberdades burguesas não estão livres da sua acção. (…)

(*) Texto de 1934.
Tradução de Ernesto Sampaio. Publicado no Diário de Lisboa de 25/Abr/82.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>AS CINCO DIFICULDADES PARA ESCREVER A VERDADE</p>
<p>Bertold Brecht (*)</p>
<p>Hoje, o escritor que deseje combater a mentira e a ignorância tem de lutar, pelo menos, contra cinco dificuldades. É-lhe necessária a CORAGEM de dizer a verdade, numa altura em que por toda a parte se empenham em sufocá-la; a INTELIGÊNCIA de a reconhecer, quando por toda a parte a ocultam; a ARTE de a tornar manejável como uma arma; o DISCERNIMENTO suficiente para escolher aqueles em cujas mãos ela se tornará eficaz; finalmente, precisa de ter HABILIDADE para difundir entre eles. Estas dificuldades são grandes para os que escrevem sob o jugo do fascismo; aqueles que fugiram ou foram expulsos também sentem o peso delas; e até os que escrevem num regime de liberdades burguesas não estão livres da sua acção. (…)</p>
<p>(*) Texto de 1934.<br />
Tradução de Ernesto Sampaio. Publicado no Diário de Lisboa de 25/Abr/82.</p>
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	<item>
		<title>Por: Margarida</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7191</link>
		<dc:creator>Margarida</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2006 20:46:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/uma-doenca-chamada-comunismo/#comment-7191</guid>
		<description>Continua a táctica de fuga para a frente e de tresler o que não lhe interessa o que em nada abona a sua seriedade. E a propósito, eu não andei consigo na escola, pois não?

Se ler toda a Lista de países ordenada por Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que tem por base os dados do Development Programme Report das Nações Unidas elaborado em 2005, com dados relativos a 2004, constatará que dos países com regime socialista, Cuba está na lista dos países com  Elevado desenvolvimento humano. Também, nesta lista consta Chipre, governada pelo Partido Comunista. Os restantes países com regimes comunistas (China, Laos, Vietname) estão entre os países com Médio desenvolvimento humano. Também nesta lista está a Bielorrússia.

Há que ter em consideração que o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa de pobreza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade e outros factores para os diversos países do mundo. É uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma população, especialmente bem-estar infantil.

O IDH é feito desde 1975. Aconselho-o pois a analisar atentamente todos os IDH desde essa data e com mais atenção desde 1990. Verá, por si mesmo que de facto, todos os países com regime socialista, após a transição para o capitalismo, baixaram o seu IDH e os que se mantiveram subiram o seu IDH. Mas veja por si.

Reparei também que não estranhou eu não ter replicado à sua treta sobre a liberdade de circulação dos polacos na Bélgica. Será que já descobriu que de facto aos trabalhadores dos oito novos países comunitários ex-socialistas, nomeadamente Polónia, República Checa, Hungria, Eslováquia, Eslovénia, Letónia, Estónia e Lituânia, foram colocadas restrições à livre circulação por 12 dos 15 antigos Estados-membros? E que essas restrições ainda se mantêm?

Reparei ainda que já reconhece alguns dos crimes do capitalismo. Para lhe refrescar a memória, relembro a lista dos países que os USA bombardearam desde a II Guerra Mundial:

China – 1945/1946
Coreia – 1950/1953
China – 1950/1953
Guatemala – 1954
Indonésia – 1958
Cuba – 1959/1960
Guatemala – 1960
Congo – 1964
Perú – 1965
Laos – 1964/1973
Vietname – 1961/1973
Guatemala – 1967/1969
Granada – 1983
Líbia – 1986
El Salvador – 1980’s
Nicarágua – 1980’s
Panamá – 1989
Iraque – 1991/2003
Sudão – 1998
Afeganistão – 1998
Jugoslávia – 1999
Afeganistão – 2001/2006 - a ocupação continua
Iraque – 2003/2006 - a ocupação continua


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Continua a táctica de fuga para a frente e de tresler o que não lhe interessa o que em nada abona a sua seriedade. E a propósito, eu não andei consigo na escola, pois não?</p>
<p>Se ler toda a Lista de países ordenada por Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que tem por base os dados do Development Programme Report das Nações Unidas elaborado em 2005, com dados relativos a 2004, constatará que dos países com regime socialista, Cuba está na lista dos países com  Elevado desenvolvimento humano. Também, nesta lista consta Chipre, governada pelo Partido Comunista. Os restantes países com regimes comunistas (China, Laos, Vietname) estão entre os países com Médio desenvolvimento humano. Também nesta lista está a Bielorrússia.</p>
<p>Há que ter em consideração que o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa de pobreza, alfabetização, educação, esperança de vida, natalidade e outros factores para os diversos países do mundo. É uma maneira padronizada de avaliação e medida do bem-estar de uma população, especialmente bem-estar infantil.</p>
<p>O IDH é feito desde 1975. Aconselho-o pois a analisar atentamente todos os IDH desde essa data e com mais atenção desde 1990. Verá, por si mesmo que de facto, todos os países com regime socialista, após a transição para o capitalismo, baixaram o seu IDH e os que se mantiveram subiram o seu IDH. Mas veja por si.</p>
<p>Reparei também que não estranhou eu não ter replicado à sua treta sobre a liberdade de circulação dos polacos na Bélgica. Será que já descobriu que de facto aos trabalhadores dos oito novos países comunitários ex-socialistas, nomeadamente Polónia, República Checa, Hungria, Eslováquia, Eslovénia, Letónia, Estónia e Lituânia, foram colocadas restrições à livre circulação por 12 dos 15 antigos Estados-membros? E que essas restrições ainda se mantêm?</p>
<p>Reparei ainda que já reconhece alguns dos crimes do capitalismo. Para lhe refrescar a memória, relembro a lista dos países que os USA bombardearam desde a II Guerra Mundial:</p>
<p>China – 1945/1946<br />
Coreia – 1950/1953<br />
China – 1950/1953<br />
Guatemala – 1954<br />
Indonésia – 1958<br />
Cuba – 1959/1960<br />
Guatemala – 1960<br />
Congo – 1964<br />
Perú – 1965<br />
Laos – 1964/1973<br />
Vietname – 1961/1973<br />
Guatemala – 1967/1969<br />
Granada – 1983<br />
Líbia – 1986<br />
El Salvador – 1980’s<br />
Nicarágua – 1980’s<br />
Panamá – 1989<br />
Iraque – 1991/2003<br />
Sudão – 1998<br />
Afeganistão – 1998<br />
Jugoslávia – 1999<br />
Afeganistão – 2001/2006 - a ocupação continua<br />
Iraque – 2003/2006 - a ocupação continua</p>
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