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	<title>Comentários em: Telebarbaridade</title>
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	<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 04:54:10 +0000</pubDate>
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		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19204</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jul 2007 09:03:20 +0000</pubDate>
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		<description>já agora, um monte de beijos para estes:

&lt;a href="http://www.iranian.ws/cgi-bin/iran_news/exec/view.cgi/3/8522" rel="nofollow"&gt;http://www.iranian.ws/cgi-bin/iran_news/exec/view.cgi/3/8522&lt;/a&gt;
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		<content:encoded><![CDATA[<p>já agora, um monte de beijos para estes:</p>
<p><a href="http://www.iranian.ws/cgi-bin/iran_news/exec/view.cgi/3/8522" rel="nofollow">http://www.iranian.ws/cgi-bin/iran_news/exec/view.cgi/3/8522</a></p>
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		<title>Por: Miguel</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19203</link>
		<dc:creator>Miguel</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jul 2007 14:16:26 +0000</pubDate>
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		<description>Aqui no Reino Unido ja foram assassinadas varias mulheres da comunidade hindu em linchamentos de honra, na maior parte das vezes pela propria familia. Nao e' so' a sharia que sustenta a opressao, mas todos os fanatismos.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui no Reino Unido ja foram assassinadas varias mulheres da comunidade hindu em linchamentos de honra, na maior parte das vezes pela propria familia. Nao e&#8217; so&#8217; a sharia que sustenta a opressao, mas todos os fanatismos.</p>
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	<item>
		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19202</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jun 2007 16:51:58 +0000</pubDate>
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		<description>:-), hoje são figos pá!, tenho ali uns bem grandões, de capa rota.

E um suspeitosíssimo bacalhau com natas...

E depois de praya e piscina vou mas é xonar que logo tenho uma reunião. Detesto reuniões à noite, mas já consegui livrar-me de quase todas.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>:-), hoje são figos pá!, tenho ali uns bem grandões, de capa rota.</p>
<p>E um suspeitosíssimo bacalhau com natas&#8230;</p>
<p>E depois de praya e piscina vou mas é xonar que logo tenho uma reunião. Detesto reuniões à noite, mas já consegui livrar-me de quase todas.</p>
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	<item>
		<title>Por: Paz de Alma</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19201</link>
		<dc:creator>Paz de Alma</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jun 2007 14:52:30 +0000</pubDate>
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		<description>
Ó Mao,

Por que é que não te associas com o PY para criarem os dois a primeira companhia portuguesa dedicada à comercialização dum único produto: a nêspera!
Pensa no futuro, enquanto é tempo.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ó Mao,</p>
<p>Por que é que não te associas com o PY para criarem os dois a primeira companhia portuguesa dedicada à comercialização dum único produto: a nêspera!<br />
Pensa no futuro, enquanto é tempo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mao</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19200</link>
		<dc:creator>Mao</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jun 2007 11:40:41 +0000</pubDate>
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		<description>

Não entendo que capital
Tem a desumanidade total

Não entendo que palavras
Gastas e cultas e inúteis

Não entendo pelo amor
Tão fundo e tão duro

Tão puro


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não entendo que capital<br />
Tem a desumanidade total</p>
<p>Não entendo que palavras<br />
Gastas e cultas e inúteis</p>
<p>Não entendo pelo amor<br />
Tão fundo e tão duro</p>
<p>Tão puro</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19199</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jun 2007 11:28:13 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1297838" rel="nofollow"&gt;http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1297838&lt;/a&gt;


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1297838" rel="nofollow">http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1297838</a></p>
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	<item>
		<title>Por: silver</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19198</link>
		<dc:creator>silver</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jun 2007 11:21:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/telebarbaridade/#comment-19198</guid>
		<description>Aparentemente, as infindas possibilidades abertas pela ciência e a tecnologia modernas poderiam trazer soluções para para problemas tão antigos. Se não servissem apenas objectivos de lucro e domínio. E lá recomeça tudo outra vez, com alguns pormenorzitos novos!
É que o objectivo último do sistema capitalista nunca foi distribuir a riqueza criada e procurar soluções para as sociedades humanas. Foi sempre, isso sim, distribuir criteriosamente a miséria, por forma a evitar convulsões e revoltas, e greves e revoluções, e levantamentos e motins. Usou sempre, e continua a usar, em qualquer momento, os argumentos possíveis e mais adequados ao silenciamento geral. Sem olhar a meios, nem a éticas, nem a princípios civilizacionais.
O capitalismo é um logro, e nós deixamo-nos levar pelo brilho metalizado dos automóveis, pela inutilidade dos gadgets tecnológicos, pela ilusão 'democrática' do voto, pelas migalhas que caem da mesa e nós lambemos, contentinhos.
Porque nos deixam ser uns burguesitos inúteis, enquanto lhes convém.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aparentemente, as infindas possibilidades abertas pela ciência e a tecnologia modernas poderiam trazer soluções para para problemas tão antigos. Se não servissem apenas objectivos de lucro e domínio. E lá recomeça tudo outra vez, com alguns pormenorzitos novos!<br />
É que o objectivo último do sistema capitalista nunca foi distribuir a riqueza criada e procurar soluções para as sociedades humanas. Foi sempre, isso sim, distribuir criteriosamente a miséria, por forma a evitar convulsões e revoltas, e greves e revoluções, e levantamentos e motins. Usou sempre, e continua a usar, em qualquer momento, os argumentos possíveis e mais adequados ao silenciamento geral. Sem olhar a meios, nem a éticas, nem a princípios civilizacionais.<br />
O capitalismo é um logro, e nós deixamo-nos levar pelo brilho metalizado dos automóveis, pela inutilidade dos gadgets tecnológicos, pela ilusão &#8216;democrática&#8217; do voto, pelas migalhas que caem da mesa e nós lambemos, contentinhos.<br />
Porque nos deixam ser uns burguesitos inúteis, enquanto lhes convém.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19197</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jun 2007 09:16:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/telebarbaridade/#comment-19197</guid>
		<description>Ai, ai, as promessas são para cumprir, e vamos lá a isto, não me livro de uma dor de korno seja como for.

Uma vez estive a falar com uma mulher que tinha estado uns bons anos presa e que sintetizou tudo numa frase: ‘nós somos capazes do melhor e do pior’.

Falando do melhor, tanta coisa se poderia dizer, fique a homenagem ao rapaz de Famalicão da Serra que o ano passado se meteu às chamas para tentar salvar os colegas chilenos que tinham ficado cercados. Morreu com eles.

Em termos de movimentos colectivos fique a memória de que Portugal foi pioneiro (ou um dos) na abolição da pena de morte civil, creio que no breve reinado de Pedro V, por petição popular, fartos de ver os corpos estrebuchar nos pelourinhos. A última vitima foi uma mulher, que eu saiba.

Falar do pior não é necessário, está no vídeo.


Quando estive no México, acabei por ter uma revelação em Chichen Itza.

A narrativa da cultura nahuatl é o Popul Vuh, um livrinho onde se contam as histórias da ‘criação’: os deuses andaram lá a fazer experiências e às tantas conseguiram fazer o bicho-homem a partir de milho. O bicho-homem foi feito para os celebrar. O milho, Zea mays, é pois um elemento essencial daquela cultura, venerado nos adornos e nos templos. Para quem viu o Apocalypto lá estavam os campos de milho. O milho é uma planta de grandes crescimento e produtividade, tem uma via metabólica turbo para fazer fotossíntese, através de uma enzima que é a PEP-carboxilase (fosfoenolpiruvato). Em síntese é uma planta muito produtiva, em termos alimentares, mas muito exigente em condições de substracto, nutrientes do solo e água.

O padrão característico das cidades_estado dos povos meso-americanos é típico: vinham escorraçados de não-sei-onde, no embate com outras tribos, chegavam a um sítio novo, e iam dizimando a floresta tropical e fazendo campos de cultura de milho; nos primeiros anos os solos tropicais são muito produtivos, depois vira o pH e com reacções de oxidação aquilo fica bloqueado. Ou seja: as cidades_estado, da civilização da pedra, cresciam acima da capacidade de sustentação do meio e dava para o torto, funcionavam as dinâmicas malthusianas de retroacção. De entre essas dinâmicas, tinham particular significado os rituais sacrificiais. Em Chichen Itza, que eu saiba foram encontrados restos de 42 pessoas no poço dos sacrifícios. Aí eram donzelas que eram atiradas para apaziguar Tlaloc, o deus das chuvas (Tlaloc é a designação asteca).

No Apocalypto faz-se uma transposição abusiva da escala sacrificial dos Aztecas para os Mayas. Existem relatos de sacrifícios em barda, aos milhares, em Tenochtitlan (capital dos Aztecas), sobretudo feitos a Huitzilopochtli, o deus da guerra, equiparáveis ao que se via no filme, alimentados pela guerra florida (Xochiyayotl).

Em qualquer caso, o sacrifício da geração reprodutora, nos modelos matemáticos da Ecologia das Populações, só quer dizer uma forma de reequilibrar a população de acordo com a capacidade de sustentação do ecossistema, que contém o habitat, e que baixou - reajustar a pegada ecológica no sistema para um novo equilíbrio. Ceifam-se vidas no imediato, e também se contraria a reprodução nos tempos mais próximos. Não é por acaso que os sacrifícios exponenciavam quando havia crise alimentar, no enunciado ideológico era para aplacar a ira dos deuses, ou apenas para os alimentar, na prática baixava-se a população porque havia fome e doenças, nomeadamente em período de seca, e dava-se um shift para o futuro imediato.

Quando a situação descambava de todo, consideravam que o sítio tinha sido maldito e basavam em bando de sobreviventes. Assim nasciam, cresciam, monumentalizavam-se, entravam em crise, decaíam e morriam, as cidades_estado das civilizações daquelas bandas, e os que migravam recomeçavam noutro sítio.

È claro que as doenças também se propagam com uma incidência proporcional à frequência de encontros que suscitam contágio, e portanto à dimensão da população.

Ainda hoje persiste o mistério de Teotihuacan, fabulosa, lá também ouvi o som do silêncio.


Passando para o Médio Oriente.

Foi na Mesopotamia onde começou a civilização ocidental, entre o Tigre e o Eufrates, e de lá foi-se estendendo em várias direcções. Eram terras férteis, como todos sabem, que propiciavam a sedentarização e a sucedânea civilização de pedra, em surtos sucessivos. Sabe-se que houve uma crise maior quando os sumérios introduziram o sistema de irrigação que salinizou os solos. Estamos a falar do sítio do Iraque e por aí.

Quando a pegada ecológica transborda a capacidade de sustentação do ecossistema (esta também não é estática), nos modelos matemáticos, a população começa com flutuações, eventualmente caóticas. Ora isso no concreto significa períodos de grande mortandade e formas de regulação da reprodução, que se expressam em guerras, doenças, ou dispositivos restritivos como o casamento e as sanções sobre a infidelidade.

Em termos culturais as crises ecológicas expressam-se por enunciados que denunciam um estigma territorial, e amplificam a identidade da tribo, ou do povo. Num contexto de confronto as tribos tentam sobreviver aumentando o número de braços saudáveis para a guerra, ao mesmo tempo que contrariam o crescimento das suas antagonistas. Vigora uma lógica de exclusão.

As religiões do Livro têm toda uma série de dispositivos de sanção no sentido de canalizar a pulsão sexual, basta seguir as indexações do Levítico 20’13 para o Deuteronómio, etc.

É assim que são contrariadas as relações homo, a zoofilia, o incesto e as relações muito próximas, para evitar a consanguinidade que potencia genes deletérios e as correspondentes disfunções, entre nós designadas por doenças, cingindo no entanto a reprodução dentro da tribo ou das suas aliadas.

É neste compromisso que se maximiza a reprodução de uma população viável, num quadro agonístico.

Estes exercícios obscenos de humilhação pública absoluta, como a lapidação até à morte, apenas visam chocar e influenciar as mentes por forma a que não se repitam, ou se repitam muito pouco, e assim controlar a pulsão sexual para o interior da aliança que sustenta a estirpe.

Hoje em dia penso que é na sharia islâmica que é mais prevalecente, mas pelos vistos ocorre em mais topos.

Pena que o pesporrente sapiens sapiens ainda não tenha encontrado maneira civilizada de encontrar outras saídas para o equilíbrio dinâmico da população, das comunidades. Sapiens non sapiens. Os budistas dizem que o mal é apenas ignorância.

Por exemplo, as leoas são uma delícia a matar. Acho que não me importava nada. Aquilo é uma mistura de mordidelas e lambidinhas com brincadeira à mistura, e vão esperando e cheirando até que o ‘corpo astral’ tenha bazado, e depois vem o leãozão dar uma cheiradela final e certificar-se que está tudo ok, e só aí começa o festim.

Putas são as hienas.

Puf, vou tomar duche, depois releio...


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ai, ai, as promessas são para cumprir, e vamos lá a isto, não me livro de uma dor de korno seja como for.</p>
<p>Uma vez estive a falar com uma mulher que tinha estado uns bons anos presa e que sintetizou tudo numa frase: ‘nós somos capazes do melhor e do pior’.</p>
<p>Falando do melhor, tanta coisa se poderia dizer, fique a homenagem ao rapaz de Famalicão da Serra que o ano passado se meteu às chamas para tentar salvar os colegas chilenos que tinham ficado cercados. Morreu com eles.</p>
<p>Em termos de movimentos colectivos fique a memória de que Portugal foi pioneiro (ou um dos) na abolição da pena de morte civil, creio que no breve reinado de Pedro V, por petição popular, fartos de ver os corpos estrebuchar nos pelourinhos. A última vitima foi uma mulher, que eu saiba.</p>
<p>Falar do pior não é necessário, está no vídeo.</p>
<p>Quando estive no México, acabei por ter uma revelação em Chichen Itza.</p>
<p>A narrativa da cultura nahuatl é o Popul Vuh, um livrinho onde se contam as histórias da ‘criação’: os deuses andaram lá a fazer experiências e às tantas conseguiram fazer o bicho-homem a partir de milho. O bicho-homem foi feito para os celebrar. O milho, Zea mays, é pois um elemento essencial daquela cultura, venerado nos adornos e nos templos. Para quem viu o Apocalypto lá estavam os campos de milho. O milho é uma planta de grandes crescimento e produtividade, tem uma via metabólica turbo para fazer fotossíntese, através de uma enzima que é a PEP-carboxilase (fosfoenolpiruvato). Em síntese é uma planta muito produtiva, em termos alimentares, mas muito exigente em condições de substracto, nutrientes do solo e água.</p>
<p>O padrão característico das cidades_estado dos povos meso-americanos é típico: vinham escorraçados de não-sei-onde, no embate com outras tribos, chegavam a um sítio novo, e iam dizimando a floresta tropical e fazendo campos de cultura de milho; nos primeiros anos os solos tropicais são muito produtivos, depois vira o pH e com reacções de oxidação aquilo fica bloqueado. Ou seja: as cidades_estado, da civilização da pedra, cresciam acima da capacidade de sustentação do meio e dava para o torto, funcionavam as dinâmicas malthusianas de retroacção. De entre essas dinâmicas, tinham particular significado os rituais sacrificiais. Em Chichen Itza, que eu saiba foram encontrados restos de 42 pessoas no poço dos sacrifícios. Aí eram donzelas que eram atiradas para apaziguar Tlaloc, o deus das chuvas (Tlaloc é a designação asteca).</p>
<p>No Apocalypto faz-se uma transposição abusiva da escala sacrificial dos Aztecas para os Mayas. Existem relatos de sacrifícios em barda, aos milhares, em Tenochtitlan (capital dos Aztecas), sobretudo feitos a Huitzilopochtli, o deus da guerra, equiparáveis ao que se via no filme, alimentados pela guerra florida (Xochiyayotl).</p>
<p>Em qualquer caso, o sacrifício da geração reprodutora, nos modelos matemáticos da Ecologia das Populações, só quer dizer uma forma de reequilibrar a população de acordo com a capacidade de sustentação do ecossistema, que contém o habitat, e que baixou - reajustar a pegada ecológica no sistema para um novo equilíbrio. Ceifam-se vidas no imediato, e também se contraria a reprodução nos tempos mais próximos. Não é por acaso que os sacrifícios exponenciavam quando havia crise alimentar, no enunciado ideológico era para aplacar a ira dos deuses, ou apenas para os alimentar, na prática baixava-se a população porque havia fome e doenças, nomeadamente em período de seca, e dava-se um shift para o futuro imediato.</p>
<p>Quando a situação descambava de todo, consideravam que o sítio tinha sido maldito e basavam em bando de sobreviventes. Assim nasciam, cresciam, monumentalizavam-se, entravam em crise, decaíam e morriam, as cidades_estado das civilizações daquelas bandas, e os que migravam recomeçavam noutro sítio.</p>
<p>È claro que as doenças também se propagam com uma incidência proporcional à frequência de encontros que suscitam contágio, e portanto à dimensão da população.</p>
<p>Ainda hoje persiste o mistério de Teotihuacan, fabulosa, lá também ouvi o som do silêncio.</p>
<p>Passando para o Médio Oriente.</p>
<p>Foi na Mesopotamia onde começou a civilização ocidental, entre o Tigre e o Eufrates, e de lá foi-se estendendo em várias direcções. Eram terras férteis, como todos sabem, que propiciavam a sedentarização e a sucedânea civilização de pedra, em surtos sucessivos. Sabe-se que houve uma crise maior quando os sumérios introduziram o sistema de irrigação que salinizou os solos. Estamos a falar do sítio do Iraque e por aí.</p>
<p>Quando a pegada ecológica transborda a capacidade de sustentação do ecossistema (esta também não é estática), nos modelos matemáticos, a população começa com flutuações, eventualmente caóticas. Ora isso no concreto significa períodos de grande mortandade e formas de regulação da reprodução, que se expressam em guerras, doenças, ou dispositivos restritivos como o casamento e as sanções sobre a infidelidade.</p>
<p>Em termos culturais as crises ecológicas expressam-se por enunciados que denunciam um estigma territorial, e amplificam a identidade da tribo, ou do povo. Num contexto de confronto as tribos tentam sobreviver aumentando o número de braços saudáveis para a guerra, ao mesmo tempo que contrariam o crescimento das suas antagonistas. Vigora uma lógica de exclusão.</p>
<p>As religiões do Livro têm toda uma série de dispositivos de sanção no sentido de canalizar a pulsão sexual, basta seguir as indexações do Levítico 20’13 para o Deuteronómio, etc.</p>
<p>É assim que são contrariadas as relações homo, a zoofilia, o incesto e as relações muito próximas, para evitar a consanguinidade que potencia genes deletérios e as correspondentes disfunções, entre nós designadas por doenças, cingindo no entanto a reprodução dentro da tribo ou das suas aliadas.</p>
<p>É neste compromisso que se maximiza a reprodução de uma população viável, num quadro agonístico.</p>
<p>Estes exercícios obscenos de humilhação pública absoluta, como a lapidação até à morte, apenas visam chocar e influenciar as mentes por forma a que não se repitam, ou se repitam muito pouco, e assim controlar a pulsão sexual para o interior da aliança que sustenta a estirpe.</p>
<p>Hoje em dia penso que é na sharia islâmica que é mais prevalecente, mas pelos vistos ocorre em mais topos.</p>
<p>Pena que o pesporrente sapiens sapiens ainda não tenha encontrado maneira civilizada de encontrar outras saídas para o equilíbrio dinâmico da população, das comunidades. Sapiens non sapiens. Os budistas dizem que o mal é apenas ignorância.</p>
<p>Por exemplo, as leoas são uma delícia a matar. Acho que não me importava nada. Aquilo é uma mistura de mordidelas e lambidinhas com brincadeira à mistura, e vão esperando e cheirando até que o ‘corpo astral’ tenha bazado, e depois vem o leãozão dar uma cheiradela final e certificar-se que está tudo ok, e só aí começa o festim.</p>
<p>Putas são as hienas.</p>
<p>Puf, vou tomar duche, depois releio&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19196</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 22:47:15 +0000</pubDate>
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		<description>o meu equipamento é russo!

amanhã dou a minha perspectiva sobre esta coisa, o que está em causa, a meu ver, são estratégias de sustentação de populações viáveis em contextos de recursos escassos e competição de estirpes
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o meu equipamento é russo!</p>
<p>amanhã dou a minha perspectiva sobre esta coisa, o que está em causa, a meu ver, são estratégias de sustentação de populações viáveis em contextos de recursos escassos e competição de estirpes</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: pvnamm</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19195</link>
		<dc:creator>pvnamm</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 22:00:40 +0000</pubDate>
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		<description>Só para os mais 'distraídos':

&lt;em&gt; &lt;strong&gt;A origem do TABÚ-SEXO&lt;/strong&gt;

Nos tempos mais remotos da existência humana, o ser humano viveria duma forma em tudo semelhante à de outros animais mamíferos do planeta Terra. Consequentemente, podemos dizer que, nesses tempos mais remotos, as fêmeas humanas teriam possuído toda a Liberdade e Independência.

Depois, mais tarde, pela necessidade de luta pela sobrevivência, ou pela ambição de ocupar e dominar novos territórios, alguém fez uma descoberta extraordinária: A REPRESSÃO DOS DIREITOS DAS MULHERES!
&lt;strong&gt;A Repressão dos Direitos das Mulheres tinha como objectivo tratar as mulheres como uns meros 'úteros ambulantes'... para que as sociedades ficassem dotadas duma Vantagem Competitiva Demográfica!!!&lt;/strong&gt;
De facto, quando as guerras eram lutas 'corpo-a-corpo' o factor numérico (número de combatentes disponíveis) era de uma importância decisiva... visto que esse factor era (frequentemente) determinante na decisão das Batalhas (e das Guerras).

Depois, pela necessidade de luta pela sobrevivência, ou pela ambição de ocupar e dominar novos territórios, alguém fez uma nova descoberta extraordinária: O TABÚ-SEXO!
O Tabú-Sexo tinha como objectivo proporcionar uma melhor Rentabilização dos Recursos Humanos da Sociedade!!! De facto, o Ser Humano não é nenhum Extraterrestre: tal como acontece com muitos outros animais mamíferos, duma maneira geral, as fêmeas humanas são 'particularmente sensíveis' para com os machos mais fortes...
Analisemos o Tabú-Sexo:
- a sociedade dificultava o acesso das mulheres à independência económica;
- as mulheres que não casassem eram alvo de crítica social;
[portanto, como é óbvio, as mulheres eram pressionadas no sentido do Casamento];
- não devia haver sexo antes do Casamento;
- as mulheres não deviam procurar obter prazer no sexo;
- as mulheres que se sentissem sexualmente insatisfeitas, não podiam falar nesse assunto a ninguém, pois o desempenho sexual dos machos não podia ser questionado;
- era proibido o divórcio.
Conclusão óbvia: o Verdadeiro Objectivo do Tabú-Sexo eram montar uma autêntica armadilha às fêmeas... de forma a que estas fossem conduzidas a aceitar os machos sexualmente mais fracos!!!&lt;/em&gt;
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só para os mais &#8216;distraídos&#8217;:</p>
<p><em> <strong>A origem do TABÚ-SEXO</strong></p>
<p>Nos tempos mais remotos da existência humana, o ser humano viveria duma forma em tudo semelhante à de outros animais mamíferos do planeta Terra. Consequentemente, podemos dizer que, nesses tempos mais remotos, as fêmeas humanas teriam possuído toda a Liberdade e Independência.</p>
<p>Depois, mais tarde, pela necessidade de luta pela sobrevivência, ou pela ambição de ocupar e dominar novos territórios, alguém fez uma descoberta extraordinária: A REPRESSÃO DOS DIREITOS DAS MULHERES!<br />
<strong>A Repressão dos Direitos das Mulheres tinha como objectivo tratar as mulheres como uns meros &#8216;úteros ambulantes&#8217;&#8230; para que as sociedades ficassem dotadas duma Vantagem Competitiva Demográfica!!!</strong><br />
De facto, quando as guerras eram lutas &#8216;corpo-a-corpo&#8217; o factor numérico (número de combatentes disponíveis) era de uma importância decisiva&#8230; visto que esse factor era (frequentemente) determinante na decisão das Batalhas (e das Guerras).</p>
<p>Depois, pela necessidade de luta pela sobrevivência, ou pela ambição de ocupar e dominar novos territórios, alguém fez uma nova descoberta extraordinária: O TABÚ-SEXO!<br />
O Tabú-Sexo tinha como objectivo proporcionar uma melhor Rentabilização dos Recursos Humanos da Sociedade!!! De facto, o Ser Humano não é nenhum Extraterrestre: tal como acontece com muitos outros animais mamíferos, duma maneira geral, as fêmeas humanas são &#8216;particularmente sensíveis&#8217; para com os machos mais fortes&#8230;<br />
Analisemos o Tabú-Sexo:<br />
- a sociedade dificultava o acesso das mulheres à independência económica;<br />
- as mulheres que não casassem eram alvo de crítica social;<br />
[portanto, como é óbvio, as mulheres eram pressionadas no sentido do Casamento];<br />
- não devia haver sexo antes do Casamento;<br />
- as mulheres não deviam procurar obter prazer no sexo;<br />
- as mulheres que se sentissem sexualmente insatisfeitas, não podiam falar nesse assunto a ninguém, pois o desempenho sexual dos machos não podia ser questionado;<br />
- era proibido o divórcio.<br />
Conclusão óbvia: o Verdadeiro Objectivo do Tabú-Sexo eram montar uma autêntica armadilha às fêmeas&#8230; de forma a que estas fossem conduzidas a aceitar os machos sexualmente mais fracos!!!</em></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Pedro da Costa</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19194</link>
		<dc:creator>João Pedro da Costa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 21:49:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/telebarbaridade/#comment-19194</guid>
		<description>--» As caixas de comentários... são... de facto (-&gt; realmente) pousio (*) de... gente -1- fascinante e -2- hilariante.

(*) nem que seja... momentâneo.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8211;» As caixas de comentários&#8230; são&#8230; de facto (-> realmente) pousio (*) de&#8230; gente -1- fascinante e -2- hilariante.</p>
<p>(*) nem que seja&#8230; momentâneo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19193</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 21:40:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/telebarbaridade/#comment-19193</guid>
		<description>sem-se-ver

Fazes uma pergunta que tem tudo para suscitar respostas esclarecedoras, mas não de mim. Terás de ser tu a responder a ti própria, pois eu não sei onde está a violência (mesmo o insulto) que afirmas detectar nestes comentários. A mera palavra  "violência" pede uma rigorosa aplicação, por respeito para com as suas vítimas - não achas?... E quanto aos insultos, doentes serão os que se declararem insultados por anónimos caracteres - não achas?...

Dito isto, rogo-te que não mistures os meus excelsos, e educados, colegas nos meus desvarios. É que, se não me voltares a ler, posso garantir que nada terás perdido que valha. O mesmo não diria da rapaziada que me prestigia no convívio.
__

pvnamm

Espero que já tenhas consulta marcada.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>sem-se-ver</p>
<p>Fazes uma pergunta que tem tudo para suscitar respostas esclarecedoras, mas não de mim. Terás de ser tu a responder a ti própria, pois eu não sei onde está a violência (mesmo o insulto) que afirmas detectar nestes comentários. A mera palavra  &#8220;violência&#8221; pede uma rigorosa aplicação, por respeito para com as suas vítimas - não achas?&#8230; E quanto aos insultos, doentes serão os que se declararem insultados por anónimos caracteres - não achas?&#8230;</p>
<p>Dito isto, rogo-te que não mistures os meus excelsos, e educados, colegas nos meus desvarios. É que, se não me voltares a ler, posso garantir que nada terás perdido que valha. O mesmo não diria da rapaziada que me prestigia no convívio.<br />
__</p>
<p>pvnamm</p>
<p>Espero que já tenhas consulta marcada.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Pedro da Costa</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19192</link>
		<dc:creator>João Pedro da Costa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 21:30:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/telebarbaridade/#comment-19192</guid>
		<description>sem-se-ver (faz toda a diferença, peço desculpa)
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>sem-se-ver (faz toda a diferença, peço desculpa)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: João Pedro da Costa</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19191</link>
		<dc:creator>João Pedro da Costa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 21:22:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/telebarbaridade/#comment-19191</guid>
		<description>cara sem se ver,

agradeço a sua ilustrativa e esclarecedora resposta.

fique em paz (se conseguir, comece consigo mesmo).

ana cristina leonardo:eu, a irritar-me? Só me divirto com estas coisas. Um verdadeiro exercício zen. :-)
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>cara sem se ver,</p>
<p>agradeço a sua ilustrativa e esclarecedora resposta.</p>
<p>fique em paz (se conseguir, comece consigo mesmo).</p>
<p>ana cristina leonardo:eu, a irritar-me? Só me divirto com estas coisas. Um verdadeiro exercício zen. :-)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19190</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 20:56:20 +0000</pubDate>
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		<description>eh pá, eu só venho à kpk.

prymos (o y é para não fazer abuso da v. família estrita), já chegou hoje o meu equipamento de visão nocturna, vou brincar agora.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eh pá, eu só venho à kpk.</p>
<p>prymos (o y é para não fazer abuso da v. família estrita), já chegou hoje o meu equipamento de visão nocturna, vou brincar agora.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: pvnamm</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19189</link>
		<dc:creator>pvnamm</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 19:14:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/telebarbaridade/#comment-19189</guid>
		<description>&lt;em&gt;...E chegou o tempo de libertarmos as mulheres das garras dos bárbaros...&lt;/em&gt;

&lt;strong&gt;---» E aonde é que está a autoridade moral para isso?
---» Sim! Aonde é que está a autoridade moral para isso?&lt;/strong&gt;



ANEXO: Os Incapazes viraram uns Palhaços-Éticos

---» Várias sociedades europeias possuem muitos méritos..., no entanto, a glorificação dessas sociedades... é um manifesto exagero!!!
---» De facto, muitas sociedades europeias... são sociedades de &lt;strong&gt;INCAPAZES&lt;/strong&gt; (sim, Incapazes!) de construir uma SOCIEDADE SUSTENTÁVEL(*)... sem ser à custa da Repressão dos Direitos das Mulheres!!!
{ (*) -&gt; como é óbvio, uma sociedade sustentável é uma sociedade dotada da capacidade de renovação demográfica }



---» Ora, com o fim da Repressão dos Direito das Mulheres... muitas sociedades europeias deixaram cair a sua máscara: a capacidade de renovação demográfica sumiu-se... e os Incapazes viraram uns Palhaços-Éticos! De facto:

-1- Os Palhaços-Éticos entendem que a resolução do problema demográfico deve ser feita através da importação de imigrantes;

-2- Os Palhaços-Éticos criticam a Repressão dos Direitos das Mulheres... mas depois (como quem não quer a 'coisa')... procuram aproveitar a boa 'produção demográfica' que é proveniente de povos aonde existe uma grande Repressão dos Direitos das Mulheres!
{ nota 1: os Palhaços-Éticos querem curtir abundância de mão-de-obra servil imigrante, e querem curtir a existência de alguém que pague as pensões de reforma... apesar de... nem sequer constituírem uma sociedade aonde se procede à renovação demográfica!!!
nota 2: a MAIORIA dos europeus são uns 'dignos' herdeiros das sociedades europeias do passado (sociedades de exploradores de escravos) -&gt; eles (a maioria) adoram realizar &lt;strong&gt;negociatas de lucro fácil&lt;/strong&gt; à custa de alienígenas (leia-se, não-nativos) }

-3- Para aproveitar resquícios do tempo em que a Repressão dos Direitos das Mulheres garantia uma 'boa produção demográfica'... os Palhaços-Éticos alteraram a Lei da Nacionalidade...

-4- Mais, quando se fala na constituição de sociedades sustentáveis (isto é, sociedades dotadas da capacidade de renovação demográfica) sem ser à custa da Repressão dos Direitos das Mulheres, e em sociedades aonde não se realizam negociatas de lucro fácil à custa de alienígenas ( um exemplo: Espaços de Reserva Natural -&gt; ver &lt;a href="http://separatismo--50--50.blogspot.com/" rel="nofollow"&gt;http://separatismo--50--50.blogspot.com/&lt;/a&gt; )... os Palhaços-Éticos mostram-se altamente indignados!...
{ nota: como a substituição populacional (que está em curso na Europa) deve ser considerada um «processo absolutamente natural»...... consequentemente...... a &lt;strong&gt;maioria&lt;/strong&gt; (vulgo Palhaços-Éticos -&gt; os 'dignos herdeiros') é INTOLERANTE para com qualquer povo que defenda a preservação/sobrevivência da sua Identidade }

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8230;E chegou o tempo de libertarmos as mulheres das garras dos bárbaros&#8230;</em></p>
<p><strong>&#8212;» E aonde é que está a autoridade moral para isso?<br />
&#8212;» Sim! Aonde é que está a autoridade moral para isso?</strong></p>
<p>ANEXO: Os Incapazes viraram uns Palhaços-Éticos</p>
<p>&#8212;» Várias sociedades europeias possuem muitos méritos&#8230;, no entanto, a glorificação dessas sociedades&#8230; é um manifesto exagero!!!<br />
&#8212;» De facto, muitas sociedades europeias&#8230; são sociedades de <strong>INCAPAZES</strong> (sim, Incapazes!) de construir uma SOCIEDADE SUSTENTÁVEL(*)&#8230; sem ser à custa da Repressão dos Direitos das Mulheres!!!<br />
{ (*) -> como é óbvio, uma sociedade sustentável é uma sociedade dotada da capacidade de renovação demográfica }</p>
<p>&#8212;» Ora, com o fim da Repressão dos Direito das Mulheres&#8230; muitas sociedades europeias deixaram cair a sua máscara: a capacidade de renovação demográfica sumiu-se&#8230; e os Incapazes viraram uns Palhaços-Éticos! De facto:</p>
<p>-1- Os Palhaços-Éticos entendem que a resolução do problema demográfico deve ser feita através da importação de imigrantes;</p>
<p>-2- Os Palhaços-Éticos criticam a Repressão dos Direitos das Mulheres&#8230; mas depois (como quem não quer a &#8216;coisa&#8217;)&#8230; procuram aproveitar a boa &#8216;produção demográfica&#8217; que é proveniente de povos aonde existe uma grande Repressão dos Direitos das Mulheres!<br />
{ nota 1: os Palhaços-Éticos querem curtir abundância de mão-de-obra servil imigrante, e querem curtir a existência de alguém que pague as pensões de reforma&#8230; apesar de&#8230; nem sequer constituírem uma sociedade aonde se procede à renovação demográfica!!!<br />
nota 2: a MAIORIA dos europeus são uns &#8216;dignos&#8217; herdeiros das sociedades europeias do passado (sociedades de exploradores de escravos) -> eles (a maioria) adoram realizar <strong>negociatas de lucro fácil</strong> à custa de alienígenas (leia-se, não-nativos) }</p>
<p>-3- Para aproveitar resquícios do tempo em que a Repressão dos Direitos das Mulheres garantia uma &#8216;boa produção demográfica&#8217;&#8230; os Palhaços-Éticos alteraram a Lei da Nacionalidade&#8230;</p>
<p>-4- Mais, quando se fala na constituição de sociedades sustentáveis (isto é, sociedades dotadas da capacidade de renovação demográfica) sem ser à custa da Repressão dos Direitos das Mulheres, e em sociedades aonde não se realizam negociatas de lucro fácil à custa de alienígenas ( um exemplo: Espaços de Reserva Natural -> ver <a href="http://separatismo--50--50.blogspot.com/" rel="nofollow">http://separatismo&#8211;50&#8211;50.blogspot.com/</a> )&#8230; os Palhaços-Éticos mostram-se altamente indignados!&#8230;<br />
{ nota: como a substituição populacional (que está em curso na Europa) deve ser considerada um «processo absolutamente natural»&#8230;&#8230; consequentemente&#8230;&#8230; a <strong>maioria</strong> (vulgo Palhaços-Éticos -> os &#8216;dignos herdeiros&#8217;) é INTOLERANTE para com qualquer povo que defenda a preservação/sobrevivência da sua Identidade }</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: sem-se-ver</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19188</link>
		<dc:creator>sem-se-ver</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 19:04:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/telebarbaridade/#comment-19188</guid>
		<description>*joão
*da
(*da costa faz toda a diferença, peço desculpa)
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>*joão<br />
*da<br />
(*da costa faz toda a diferença, peço desculpa)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: sem-se-ver</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19187</link>
		<dc:creator>sem-se-ver</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 19:03:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/telebarbaridade/#comment-19187</guid>
		<description>caro jão pedro costa,

agradeço a sua ilustrativa e esclarecedora resposta.

fique em paz (se conseguir, comece consigo mesmo).
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>caro jão pedro costa,</p>
<p>agradeço a sua ilustrativa e esclarecedora resposta.</p>
<p>fique em paz (se conseguir, comece consigo mesmo).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana Cristina Leonardo</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19186</link>
		<dc:creator>Ana Cristina Leonardo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 18:31:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/telebarbaridade/#comment-19186</guid>
		<description>Lá está o João a irritar-se sem necessidade
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lá está o João a irritar-se sem necessidade</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Pedro da Costa</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/telebarbaridade/#comment-19185</link>
		<dc:creator>João Pedro da Costa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2007 18:23:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/telebarbaridade/#comment-19185</guid>
		<description>sem-se-ver:

sou novo nisto (esta nossa interacção).

o grau de desinteresse e vacuidade que encontro na sua pergunta é o habitual na sua pessoa?

Agradecia confirmação ou informação (será sempre mais rápido do que ter que ler o seu blog todo para aferir por mim mesmo).
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>sem-se-ver:</p>
<p>sou novo nisto (esta nossa interacção).</p>
<p>o grau de desinteresse e vacuidade que encontro na sua pergunta é o habitual na sua pessoa?</p>
<p>Agradecia confirmação ou informação (será sempre mais rápido do que ter que ler o seu blog todo para aferir por mim mesmo).</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>
