Sócrates fuma, mas não trava

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Sócrates fuma e corre, e não trava para dar atenção aos cães que ladram. Acelerou até à Venezuela na tentativa de fazer excelentes negócios, e, de caminho, proteger a comunidade portuguesa, a qual vive numa situação volátil e imprevisível. A josémanuelfernandização da blogosfera exultou com a filha-de-putice da notícia sobre o tabaco durante o voo. Os moralistas saíram à rua de braço dado com os ressabiados, todos com archotes na mão. E assim se confirma que não há fumo sem fogo: a área de neurónios queimados em Portugal é incomensurável, a verdadeira tragédia nacional.

72 thoughts on “Sócrates fuma, mas não trava”

  1. “Será que quem anda para aí a fazer tanto barulho não fuma? E se fuma não tem casa? E se tem casa não tem mulher a dias?”
    E não é proibido? Parece-me que sim….

    Fiz esta pergunta lá no meu blog. E tenho lá a lei para ver se alguém me dá uma resposta, que esta dúvida mata-me…
    O Sócrates fumará em casa? E tem empregada? E pode? E o José Torquemada Fernandes ainda não entrevistou a pobre trabalhadora e denunciou mais este flagrante abuso do nosso primeiro?

    (só por causa disto lembrei-me de uma coisinha para pôr lá na minha loja…)

  2. Terei lido bem? Será que se deve aceitar pacificamente que, perante a lei, uns possam ser mais iguais do que outros?

  3. teresa, bem esgalhado: José Torquemada Fernandes.
    __

    Zeca Diabo, fica mal dizer isto, mas esperava que ele viesse a dar o golpe de judo que aplicou ao pedir desculpa e dizer que não fuma mais. Não que tivesse antecipado as desculpas, mas achava que havia ocasião para ganho. O Torquemada e apaniguados não sabem o que andam a fazer.

    E o homem nasceu para isto: resolver problemas na mecha.
    __

    Zé, onde é que leste isso? No Público?
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    claudia, não te entendo. Explica lá isso melhor.

  4. O Sócrates a fumar onde não devia, achas que isso é dar um bom exemplo? É comum o que vou dizer, mas diz-se sempre que o exemplo tem de vir de cima. Eu aqui não vejo nada. Só fumaça…
    Só falta o amigo da Asae juntar-se a ele.

  5. Valupi… tou confuso…. o Socrates deve ou não fumar?
    Acho q na altura que ele fazia os examnes na faculdade, ou por onde ele andou, ra permitido fumar…. desde que fosse Português Suave… a bem da nação

  6. claudia, mas eu não disse que era um bom exemplo. O poste é relativo ao fenómeno gerado com a notícia, e também aos critérios jornalísticos e editoriais do jornal.
    __

    Joao/Joni, não te posso responder, porque o assunto não me diz respeito. Quanto a ter fumado no avião, a questão é sumamente simples: se há lugar a multa, multe-se.

    Mas repara como o facto dos carros das autoridades estatais transgredirem o código da estrada (velocidade, o mais frequente, mas não só) já não é notícia nem ocasião de pena. A situação é exactamente a mesma.

  7. pelos vistos queria um pretexto para deixar de fumar, mas é tudo grotesco, um fait-divers fazer notícia nacional

  8. Na verdade parece-me que a multa não é o que está aqui em causa… o q se passa, no meu ponto de vista, é um abuso do nosso primeiro….e uma desculpa esfarrapada dizendo que não sabia q não se podia fumar…~
    qf aos carros da bofia.. e outras autoridades… há situações e situações…
    mas que o menino Socrates esteve mal…. esteve

  9. hoje dá a bruxa no dia D – muito preocupada com os novos pobres – filhos do deficit que ela amamentou, ou melhor, forjou e apadrinhou

    so long, eu não vejo

  10. A Lei (do tabaco) diz:
    Art. 4º
    “2 — É ainda proibido fumar nos veículos afectos aos
    transportes públicos urbanos, suburbanos e interurbanos
    de passageiros, bem como nos transportes rodoviários,
    ferroviários, aéreos, marítimos e fluviais, nos serviços
    expressos, turísticos e de aluguer, nos táxis, ambulâncias,
    veículos de transporte de doentes e teleféricos.”

    É discutível, mas creio que há aqui um buraco onde poderá caber um voo fretado.

  11. valupi manuel:
    Já devias ter adivinhado pela formalidade inusitada no trato. Aprendi com minha mãe, que só me chamava Rui Vasco quando havia borrasca no horizonte. Pois valupi manuel, carago, vejo a coisa negra para o nosso amor. Prepara a mochila, o pente e a peúga branca, que a continuares assim quero-te fora desse ninho que foi nosso até ao sol nascer, mais tardar. E pensar que dormimos juntos, tantas vezes, no agasalho de uma concordância intelectual quase intuitiva e costumeira… Recuso-me a acreditar no que os meus olhos vêem! Um homem que tenho como inteligente e lúcido, aqui em plena prestação autista e embriagada. Ksspassa, val? Nem a mãe do próprio se sairia com uma defesa tão disparatada, então?
    Diz-me que estás a brincar, valupi. Por favor, encarecidamente te peço: diz-me que estás a brincar…

  12. Rui, os amores eternos devem ter duração limitada, para que se possam repetir. Ora conta lá de que te queixas, que fiquei na mesma. Autismo, embriaguez e disparate, são os tópicos que tens, para já, à espera de substantivos e verbos.

  13. Mas este país é como dizia Filipe II de Castela: Não se governa nem se deixa governar!
    De facto até leio por aí uns quantos iluminados que consideram desprezível quer o apoio à comunidade portuguesa na Venezuela, quer a protecção de fontes economicamente viáveis e interessantes para continuarmos a consumir petróleo !
    Isto para não falar da exportação d muitos e variados bens d econsumoe até (!) da nossa tecnologia na área da produção de energia renovável. Exportação que tem como contrapartida os postos de trabalho em Portugal.
    Mas o que interessa discutir é literalmente uma nuvem de fumo. certamente para evitar poder de facto ver quais são os nossos interesses!
    MFerrer
    http://homem-ao-mar.blogspot.com

  14. Ruizinho, Vasquinho, Netinho: Desculpai o tratamento tão paternal mas o meu amigo passa-se quando mexem nos enviados especiais! Mesmo aqueles que contam tudo sobre a fumarada num avião fretado, logo longe de transporte colectivo, mas esquecem de contar uma linha da missão que levava o aeroplano a cruzar o oceano pela madrugada! O convidado marreta e jornalista promissor, mal viu o charro (era charro não era?!), não resistiu e veio logo avisar o Belmiro e o mundo. E lá continua desde a matina como grande atracção do “Público” na net, 600 comentários no papo! Eu não sei se é proibido fumar num avião fretado, se o facto de isso ser habitual nestas jornadas do PM e do PR releva ou desvaloriza. Sei apenas uma coisa: A notícia é de merda, o relevo é ridículo, o mensageiro mostrou uma excelente vocação para bufo e deve ser premiado pelo seu controleiro com uma placa de usar ao peito, referindo a façanha.Só o dispenso se tiver filhos, talvez não mereçam pagar pelo ridículo de um pai assim!
    As minhas desculpas pelo incómodo porque estava só de passagem.

  15. (não funcemina: vai para a primeira página, era para dizer que o Ted Nelson, criador do hipertexto, acha que a Web é uma tristeza)

  16. embora compreenda o teu ponto de vista, Valupi, é demasiado fumo para um “fair-diver” destes (o Crespo até arranjou um vulcão…), o teu amigo Sócrates não esta acima da lei…

    mas como até pediu desculpa ao povo português e promoteu deixar de fumar, conseguiu acabar mais uma vez como “coitadinho”…

    o Fernandez que se cuide, cada tiro, cada melro…

  17. Eu já fui apanhado umas quantas vezes dentro do carro em pleno acto e não foi por isso que deixei de actuar.
    O Sócras está rodeado de cretinos e deixa-se ir nestas touradas pimba do folclore político-noticioso.
    Para castigo vai ter que fumar sempre às escondidas (enquanto eu posso continuar a encher de vida o interior das viaturas).

  18. Claro que isto não invalida que é ilegal fumar nos aviões. E se eu fretar um comboio para levar a malta do bairro à bola continuo a não poder fumar lá dentro.
    Pode-se fumar, mas é proibido.
    E pela reacção das forças da autoridade parece que mesmo num carro fretado é proibido dar quecas na via pública.
    Se eu fosse PM escolhia uma limusina com vidros espelhados, daqueles que não dão para os polícias ou os jornalistas deitarem o mirone.
    E mais: passava a levar polícias no avião em vez da bufaria desta Imprensa cor-de-rosa travestida de séria.

  19. Eu acho imensa piada, o Sócrates deita as Leis cá para fora e depois desconhece-as?.. Estranho! Estar-mos a ser des-governados por pessoas de tão alta ignorância. Se fosse com o cidadão comum, lá vinha a ASAE aplicar a multa. Mas como foi o Sócrates, não há multa para ninguém. Quem pode, pode!…
    Mudando de assunto:
    Não sei se viram o meu apelo! Necessitava de um contacto que fosse do Sr. Hernani de Carvalho. A minha filha necessita de fazer um trabalho, que passa por uma entrevista. E era a este Grande Senhor (minha opinião pessoal). Que ela gostava de entrevistar, mais uma vez o meu Obrigada.

    Rosa Santos

  20. val,
    peço-te desculpa pelo atraso na resposta, que não te faltará, prometo. Mas exactamente porque gostaria de estruturar um raciocínio com tempo – o que estou em crer que o post merece, pelo assunto – tenho aguardado um momento mais propício a uma redacção concentrada, pelo menos. Logo mais à noitinha, vale?
    abraço

    rosa,
    sugiro que faça o mais elementar, que acaba por resultar melhor e mais rápido que esperar por um iluminado qualquer a quem fica a dever um favor ainda por cima. Por isso siga o conselho desta ruim bcabeça, verá que não se vai dar mal de todo.
    Ligue para a TVI (eu não sei se ele está na TVI ou se é RTP ou mesmo SIC, os anos passam e fomos colegas na RTP, mas já lá vão 20 anos…)
    Seja qual for a estação, a Rosa liga e pede à telefonista para lhe ligar à secretária de redacção; quando ela (ou ele) atender explica o mesmo que explicou aqui e diz que quer falar com o hernâni pessoalmente. Deixe o seu télélé e ligue uma ou duas vezes: verá que ele lhe liga de volta sem falta. Hernâni Carvalho é, independentemente do que se possa achar do seu desempenho profissional, um ser humano decente, amigo e prestável.
    Desejo que o trabalho da sua catraia corra bem.
    Cumprimentos.

  21. Eu venho aqui para pedir desculpa ao valupi. Li melhor o seu blog e o argumento mais forte e decisivo é que o homem não trava. Trata-se, portanto de um problema de travões. Pensando melhor, será que o fumo que os jornalistas viram não viriam dos travões queimados? ou não estaria mesmo a soprar para arrefecê-los? Note-se, que não deixa de ser grave um PM destravado, só que não será coisa que qualquer oficina possa resolver. Aconselharia mesmo que, de futuro, se estabelecessem inspecções periódicas para PM’s. É que o homem tem que travar o défice, a inflacção, o preço dos combustíveis, o aumento de desemprego, o aumento das listas de espera nos hospitais, que sei eu? e, assim, não há travões que resistam! E o pior é que, quando começa a fumegar, toda a imprensa lhe cai em cima.
    E, vendo bem, o homem até tem bom coração: agora, quabdo um cidadão for apanhado a deitar fumo ilegalmente, diz que não conhece a lei e basta-lhe pedir desculpa. A ASAE, tal como o nosso PM, compreenderá que um cidadão que promete não repetir merece toda a compreensão.

  22. Oi! Não foi tanta conversa para meter uma cunha!.. Chaparro eu já tinha feito o apelo antes de comentar o fumo, que se esfumegou da sua cabeça. Entendeu! Calculo que não, então antes de escrever, leia e não faça juízos errados das pessoas!.. Entendeu? Julgo que não. Mas se quer saber eu digo-lhe, detesto o sócrates, você muito provávelmente venera-o!…
    Rosa Santos

  23. Não consigo deixar de contar esta:
    Estava eu a espreitar o noticiário das 13 ou 14h, que vejo aquilo por vezes e sempre um pouco de través, com a minha mãe por companhia, quando surge o PM a pedir desculpa e tal e termina dizendo que vai deixar de fumar.
    Sai-se a minha mãe:
    “Ai que agora é que ‘vamos ter’ mais ideias escaganifobéticas!”

  24. É assombroso até onde o Público tem descido desde que a Sonae não conseguiu que o governo a ajudasse a comprar a PT. É obsceno até onde pode descer um ex-jornalista quando se torna num lambe-botas do patrão.

    Qualquer profissão, inclusive puta, sobretudo puta, tem mais dignidade do que ser director do Público.

  25. Pegue-se num jornal dos anos 70 ou 80 e procure-se, à lupa, uma indignidade comparável a esta. Acreditariam, nos anos 70 ou 80, que um ex-jornalista podia cair tão baixo?

    Será possível descer ainda mais baixo?

    Profetizei aqui nesta caixa que o Público só se satisfará quando puder cheirar umas cuecas sujas do Sócrates. Acharam que era exagero meu…

  26. Acho q o Socrates disse que deixou de fumar
    Vamos-lhe arranjar uns cigarritos de chocolate da “Favorita” ou um ganda charrão….quem sabe o gajo acalma-se com os seus bons modos

  27. Não resisto a contar isto: Há 3 semanas estive em S. Paulo (9.20 h de voo sem fumar mais cerca de 3 h nos aeroportos). No átrio do hotel perguntei: Posso fumar aqui? Alguém me respondeu: Não. Não pode. Mas, minha amiga, no Brasil tudo o que não pode, pode. Por isso, pode fumar.

    Fumei… e ninguém me incomodou … nem me olhou de lado. Abençoado país!

  28. shark, concordo contigo a 157%, e até estou disposto a emprestar-te o carro caso estejas à rasca, desde que garantas os cuidados mínimos, bem entendido.
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    Rosa Santos, ao menos podias ter agradecido a gentileza do sempre cavalheiro rvn. Né?
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    rodalivre, what?
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    rvn, estás à vontade, no stress. Mas, vê lá, não me deixes refém do autismo, embriaguez e disparate. Conto contigo para erradicar essas maleitas.
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    Zé, folgo em ver que estás a aprender com o nosso Primeiro, pedindo desculpa por não teres lido em condições os preciosos nacos de prosa deste nada modesto blogue. É por aí que deves continuar a ir, com mais pedidos de desculpa, arrependimentos e conversões.
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    Raquel, muito engraçada, a senhora tua mãe.
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    Nik, a próxima investigação do Público irá pegar na tua pista. Tentarão provar que Sócrates nunca limpou o rabo. Para tal, irão interrogar ministros e funcionários ministeriais, assim como deputados, hospedeiras da TAP e vendedores de castanha, com a seguinte pergunta: “Alguma vez viu Sócrates limpar o cu?”. A partir dos resultados, o Zé Manel fará 15 editoriais onde demonstrará que Sócrates, para além de tudo o resto que ele já denunciou, é também o político mais porco em Portugal, quiçá no Mundo.
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    nanda, ai isso lá é assim? Fosga-se.
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    I.R., what?
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    z, será que esses tipos que retiram os nomes são supersticiosos?…

  29. Valupi… ironia?
    Atenção que sou de género basicamente apolítico e comento um pouco como sou na minha vidinha a 3D: com franqueza.
    Já me custou algumas coisitas na vida mas é como sou.

  30. Raquel, simpatia, e até empatia. Contaste uma anedota, com a graça intrínseca de ser um pedaço da espontaneidade de alguém. No caso, de uma pessoa que te é preciosa.

    Também revelo que a Catarina Campos me pediu, precisamente há um ano, um texto a curtir com a palavra “escaganifobético, que é maravilhosa” (mesmo). Espero satisfazer o seu, meu, desejo [no pun intended, or else].

  31. Uma imprensa que, da viagem do PM à Venezuela, apenas reteve a história do cigarro e a história do helicóptero dos “empresários” que viajaram apertadinhos, é uma imprensa de lacaios, cabotinos e denunciantes sem carácter.

    Ou seja, uma imprensa de merda.

    O nível ético, cultural e civilizacional para que esta inqualificável CANALHA JORNALÍSTICA está a tentar arrastar o país está abaixo da SARJETA.

    Ou a profissão jornalística (se ainda existe) toma em mãos a defesa dos valores que faziam dela uma classe socialmente respeitada ou esta RALÉ de mentecaptos sem escrúpulos se encarregará de a desprestigiar totalmente.

  32. Não é a publicação da notícia que deve ser criticada, mas sim o comentário do ingenheiro (com “I” de propósito) a pedir desculpa pela violação de uma lei. Mas então agora pede-se desculpa?!?! Eu não fumo mas pode crer que “será certinho” acender um cigarro no meu próximo vôo. E depois lá estarei…perante o juiz…para lhe pedir desculpa…

    Haja paciência para uma pessoa que…pelo simples facto de não pertencer à Ordem dos Engenheiros não é Engenheiro…e continua a se intitular como tal. Podre de espírito…

  33. Valupi,
    ahahaha! A minha mãe tem cerca de 70 anos e como tal por aqui abundam palavras quem vêm dos velhos tempos desta nossa família em que um dos elementos, o meu tio, sempre glosou a seu modo diversos termos para divertimento de todos. E claro que muitas deles não caíram em esquecimento.

  34. Valupi: todo o cuidado seria pouco, compincha.

    Nik: tens razão e é pena. Não por ser tua a razão, mas por teres muita (neste contexto e noutros que se vão somando como sinais preocupantes da bosta em que resultam os grandes “impérios” financeiros da Comunicação Social que, na prática, equivalem à escala nacional e por exemplo ao investimento dos patos bravos da construção civil em jornais regionais que depois servem para lamber com notícias uns generosos cuzitos autárquicos).

  35. ao menos ficámos todos a poder fazer não-sei-quê contra a lei e pedir desculpa pelo desconhecimento, é uma nova etapa no Estado de Direito, sem dolo. Eu acho piada.

  36. Foi uma tragédia nacional! Um bando de malfeitores reuniu-se num avião para fumarem um charro às escondidas. Foram delatados. Eu acho que foram delatidos, porque só os cachorros obedecem à voz do dono. O dono tocou a rebate sacudindo um pasquim. Aqui del’Rey que um fumador era muito conhecido por não ligar patavina ao dono. Tudo acaba em bem na casa de banho: faltava papel higiénico e um pasquim é um pasquim…amen

  37. Para: Valupi
    Oi! Não sei se passa, era muita sorte! A T.V.I. só quer é chare paqui, chere pali..
    Quando alguém necessita de uma informação é só blá.. blá.. e não têm sequer a dignidade de dar resposta, pois sei que o e-mail em relação ao assunto do tal contacto que pedi do Sr. Hernani, foi lido, pois lido foi! Mas responder algo custaaaa.. tantoooo…, que não se dão ao trabalho, enfim!… Como estamos na China, a resposta tarda, mas não chega nunca.
    Xau bom fim de semana para todos
    Rosa

  38. Rosa,
    Não há nada para agradecer, faça antes o favor de não ligar a esse provocador de tijela e meia que está apenas a arreliar-nos aos dois. Porquê? Ora, porque chove lá fora e ele não pode ir brincar para o jardim, porque a taxa de inflacção subiu, porque a gasolina subiu, porque o Sporting não sobe, porque porque porque porque….
    Pense comigo, Rosa: desde quando é que um biltre desta envergadura (de mamar tão doce, eu sei..) necessita de uma razão para arreliar as pessoas? Ná! Não lhe ligue, não passe cartão… Mas ligue ao Hernâni, não se deixe intimidar pela guarda avançada.

    Ocasionalzucho,
    Caríssima figura, vá por mim: não podia estar mais errada nesse achar que eu me passo “quando mexem nos enviados especiais”. Acredite ou não (paga o mesmo) não tenho pretensões a guardião da honra do convento dos jornalistas, nem sequer moral para me prestar a tal frete. Mas se por acaso trágico um caso pontual assim o justificasse, ponho sérias reticências que o fizesse para defender o Luciano Alvarez, que bem dispensa protecções da minha parte ou outras do mesmo quilate. No entanto já estamos de acordo mais à frente, quando diz que “A notícia é de merda”. Também acho. “O relevo é ridículo”, diz a seguir, logo antes de “o mensageiro mostrou uma excelente vocação para bufo”; pois bem, aqui voltamos ao desacordo, nada a fazer. A questão de ser ou não bufice não é pacífica para mim, não estou certo de que não teria eu próprio noticiado aquela informação, numa circunstância semelhante (embora também não possa dizer de caras que o faria, quando à partida me parece uma atitude merdosa).
    Já o relevo foi o correspondente e proporcional à notícia, pese de merda. Logo, se quiser uma solução de compromisso podemos quedar-nos por “o relevo é de merda”, como a notícia. Mas não é ridículo, é merecido e justificado pelo duplo, triplo significado do facto que dá origem à notícia que dá origem ao relevo. Um facto, esse sim, indiscutivelmente de merda. E que dá origem a esta merda toda.

    Nik,
    Pois eu cá fiquei a matutar naquela bronca que levei por causa dos comentários e das manas moderação e a outra que nunca lembro o nome, as tais que eram virgens nos ouvidos, lembras-te? Pois bem, numa atitude de firmeza que até a mim me impressionou, e em homenagem ao meu caríssimo co-comentador (continuo a adorar esta cacofonia do cucumentador) resolvi escancarar as portadas do 7vidas a todos os destemperos, incluindo os teus. Mandei as manas para a cozinha e acabou-se a falsa virgindade de uma vez por todas. Só não botei um capachinho à porta a dizer wellcome, que aqui na minha casa ninguém come ninguém anunciado assim à descarada. Fico então a aguardar a tua visita, se tal te aprouver, claro. E toma lá abracito.

  39. val,
    (tristes dias tristes, estes últimos, para mim; para mais desinspirados, no que toca à escrita, que me sai toda escanifobética, forçada, meio acrílico meio betão armado, em parvo; se isto te soa a desculpa é porque é uma; acredita que ataquei a tua resposta de umas doze ou vinte maneiras e nenhuma me satisfez… tal como o que se segue não o faz. Mas é preciso é calma, que a malta ainda é nova e o teu socrático amigo vai com toda a certeza andar por aí a fazer muitas mais asneiritas destas, iguais ou parecidas. Da próxima vez sairá melhor.)

    Val
    No bairro dos teus afectos, para quem vê de fora como eu, a casa Sócrates não é nenhuma mansão de luxo cintilante. Que ele mora lá, no aconchego da tua preferência, isso é certo e vê-se bem, é facto indiscutível para quem quer que te leia com a mesma regularidade com que tu o proteges e promoves. Mas, como escolheste dar uma fachada modesta e discreta a essa casafeição, quem perseguir o brilho do oiro como referência não vai lá chegar nunca. Está condenado a perder-se nas avenidas dos teus amores, nas praças e jardins das tuas amizades ou nas vielas dos teus ódiozinhos de estimação (onde mora o jmf, por exemplo), que aposto serem escuras como breu. Perigosas, até, em dias de vento norte.
    Acontece porém que, na tinta corrida destas nossas conversas aspirínicas, nas suas reticências e interrogações, num ou outro desabafo escanfiado na intimidade das tuas entrelinhas eu tenho vindo a constatar que o nosso José é afinal um edifício bem sólido nesse bairro do teu gostar, com alicerces numa profunda convicção de competência e talhado para um determinado futuro (que terás até desenhado junto com a casa, palpita-me, a condizer ou mesmo em função de, não me espantaria). Se o fizeste por simpatia pessoal, convicção política, comunhão intelectual ou lá pelo que te apeteceu, isso é assunto que só a ti dirá respeito e a ninguém mais. Eu, constatado o facto, arquivo a informação e sigo viagem, ao teu lado se for o caso, entre nós tudo intacto e transparente como sempre, como dantes. Embora siga no comboio discordante, naturalmente, em tudo o que diga respeito ao assunto José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, Primeiro Ministro, Secretário Geral do PS, Engenheiro e fumador, residente no bairro dos teus afectos em edifício sólido de fachada e alicerces. Neste particular, lamentavelmente, separa-nos uma trave mestra e não um mero pauzito que se ajeite para não se dar pela coisa. Porquê, vamos tentar perceber?

    Tens razão no óbvio (o que já era meia razão para não teres nenhuma, só por isso): é uma merda de notícia de merda, aquela do cigarro. O tipo de cusquice que reescreve a história desta iniciativa diplomática, trocando o esperado papaguear dos objectivos diplomáticos por aquilo que objectivamente aconteceu de inesperado, logo e por isso notícia. Ora vê: Portugal foi à Venezuela numa representação (repara nas palavras) de alto nível. Viste o nivel? Salvou-nos o termo de comparação, já que ao lado de Hugo ‘por qué no te callas’ Chavez, qualquer sapo tem pinta de príncipe. Mas o nível da nossa delegação ficou para sempre graduado em nicotina e alcatrão, mais a hipocrisia e falta de educação que saltaram nas respostas e justificações dos uns e dos outros. Era fatal, de resto: basta nivelar por baixo à partida para tudo sair rasteiro, por genuína vocação de chinelo da política à portuguesa. E aproveitamento político, jogo sujo, baixaria, houve? Oh, porra, se houve, foi da esquerda e da direita e mais de baixo e mais de cima, o fartote do costume na baixa política do mais alto nível nacional. Lá choveu mocada, piada, insinuação, ironia, acusação, remoque e o diabo a oito, que quatro era pouco para uma cagada desta envergadura.

    ’Os moralistas saíram à rua de braço dado com os ressabiados, todos com archotes na mão’, dizes tu e dizes bem, a meu ver. Serão certas e exactas à vírgula, estas tuas palavras, estou em crer. E o retrato que elas pintam resulta tão verdadeiro que, se pecar, será seguramente por defeito, que os excessos ficaram todos por conta da revanche saloia que saiu à rua na boleia da notícia do ‘Público’. Tudo isto será certo, nem discuto o pormenor.
    Só que não é possível esgotar toda a discussão no mensageiro, chega de massacre também por aí. É que são já tantas as vezes que espancas o ceguinho, que te tornaste vítima de ti próprio na josémanuelfernandização do teu pensar, ajuizar, opinar, avaliar. E, ajuizando pelo que escreves, lá se te escapa o essencial no fim das contas. Porque assim queres, evidentemente, escolheste colocar-te aí, neste xadrez. E vê o resultado prático. Amanhã, se o jornal descobrir e mostrar que Sócrates fez batota nos exames para a carta de condução, tu vais achar que é mais uma filha-da-putice e que o jornalista é um bufo josémanuelfernandizado. Depois de amanhã, se o jornal descobrir e mostrar que Sócrates furou uma fila e passou à frente de dezoito velhinhas (duas delas ceguinhas, cinco paralíticas e uma virgem) que ali esperavam há três noites e três dias para não perder a vez, tu vais achar que é mais uma filha-da-putice e que o jornalista é um bufo josémanuelfernandizado. E depois de depois de amanhã, quando o jornal descobrir e mostrar que Sócrates surripiou o chupa-chupa de uma criancinha que não tinha mais nenhuma alegria na vida a não ser aquele chupa-chupa, a última prenda da mãe moribunda, tu vais achar que é mais uma filha-da-putice e que o jornalista é um bufo josémanuelfernandizado. E vais até ter alguma razão, provavelmente, nisso e noutras manobras de bastidores que toparás e denunciarás. Mas não sais daí, apontaste o dedo e empacaste feito mula.

    Haverá aproveitamento político sim, haverá chicana grosseira e pura maldade, sim, tudo isso e muito mais à roda do mesmo, de cada nova escorregadela, indiscutível e indesmentível, uma e outra e outra e outra. Cada cavadela sua minhoca. Tudo estorietas de merda, traquinices saloias, deslumbramentos pueris, José-espertices de merda, que não valem um peido, perdoarás a expressão. São os projectos na Guarda, é o cartãozinho de visita do Secretário de Estado, os subsídios concedidos que não sei quê, o engenheiro projectista que sim mas pois, o espanholês porreiropá ou o tu cá usted lá com o ridículo, o cigarrinho proibido que não sabia, palavra de honra, a sério? peço muita desculpa e resolvo já, vou deixar de fumar!, é só aventura parola atrás de aventura parola e todas com um ponto em comum: o deslumbramento saloio de quem, chegado ao poder com que sonhou desde que era pinto de sousa, se comporta galo de suza no poleiro. Como se uma impunidade de imperador fosse uma espécie de prémio que lhe é justo e devido pelo esforço dispendido para largar de vez a humildade original, condição que aparentemente lhe é vital para se sentir à altura das alcatifas que hoje pisa. Sem qualquer recordação ou cheiro dos tapetes da infância.

    Moralista merdoso nas regras que apregoa, tiranete de novela mexicana, exige ao povo uma postura de sacrifício diário que ele próprio não é capaz de ter num voo de oito horas. Apanhado, não escolhe a honestidade da franqueza, carrega no play da tanga habitual e consegue o mais difícil: ficar ainda pior no retrato. Alguém devia recordar a este jovem aprendiz de feiticeiro o ABC da governação, para que de uma vez por todas esta peça de artilharia entendesse que não são sorrisos e palmadas nas costas de estadistas a sério que o transformam num deles, por mais intimidade que insista em aparentar, só para gáudio da pategada nacional. Diabo, já não há cu para o ouvir perorar ao país (naquele tom, sempre igual, de falsa sinceridade) o que este pode e deve fazer por si e pelas suas ambições, ao invés de o ver e ouvir dizer, finalmente e de uma vez por todas, o que raio pode e deve e quer ele fazer pelo país que o elegeu patrão do bote, sim, mas na convicção de que o homem sabia navegar e nos levaria a bom porto. Preciso de te lembrar o que saiu na rifa? Melhor não, faz como eu: cala-te e nada, ou é certo que nos afogamos ambos à espera.

    Sim, é uma merda de estorieta de merda, esta do cigarrinho a bordo do avião, fretado ou não. Mas o que faz dela uma estória para a História é o conjunto de aldrabices do próprio, o paleio de artista de variedades, a prestação onde nem uma acerta no cesto, é tudo à trave, à tabela, ao lado. Ao fundo. Nem um pingo de honestidade existe naquele jorro de disparate e demagogia de trazer por casa. Não sabia que estava a infringir a lei? Importa-se de repetir? Pede desculpa se por acaso cometeu uma infracção? Não incomodava os outros passageiros porque eles disseram que não se importavam? Mas agora não se fuma nos aviões, a sério? E, cerejinha no topo deste bolo de nós: o problema vai ficar resolvido definitivamente porque decidiu deixar de fumar? Valupi, querido e lúcido amigo, diz-me: é possível ser mais ridículo? Achas mesmo que era possível estar pior, quer no acto quer na posterior justificação do mesmo? Achas mesmo que este homem revelou nível pessoal e político para o cargo que ocupa?

    Eu sei que as reacções políticas estiveram longe de serem bons exemplos e que a chicana tomou conta da arena onde o debate devia ser um exercício de inteligência e de dignidade inter-pares. Eu sei que não terá havido inocência em muitos dos ataques que Sócrates sofreu, na sequência de mais esta cagada pública, desta feita num palco internacional. E sei que nestas coisas de pecados ninguém devia mexer nas pedras, quanto mais atirar a primeira. O assunto todo tresanda a fervor inquisitório e a virtude de folhetim. Mas porra, verdadeiramente dramático é sermos governados por alguém que pode até ser injustamente acusado de fazer batota nos exames para a carta de condução, furar uma fila e passar à frente de dezoito velhinhas doentes, ou mesmo surripiar o chupa-chupa de uma criancinha, pode tudo isto ser uma injustiça desta vez; mas cujo comportamento pessoal vem revelando, de si e do seu carácter, a cada nova argolada conhecida e a cada novo esforço para negar o óbvio, que era perfeitamente possível ter sido tudo verdade, tudinho, incluindo a batota, as velhinhas e o chupa-chupa. Porquê? Porque é um homem sem pudores com a mentira, quando necessária. E até tu próprio, acérrimo defensor, repara que não te revoltas com o que ele faz, achas natural e conducente com o seu carácter: só te incomoda a pretensa ‘filha-de-putice’ do jornal que insiste em contar a toda a gente aquilo que tu, lá no fundo, gostavas mesmo era que fosse segredo de Estado.

    Ná! Não me levarás contigo.

    Abraço-te, no entanto, apesar deste pesar. Nunca deixei de ouvir Ray Charles, admiro e respeito Stevie Wonder e tenho uma edição original da biografia de Hellen Keller. Diz-me, porque deixaria de ser teu amigo?

  40. Rui, há algo de inquietante nisso de te sentires obrigado a gastar mais de 10.000 caracteres (e estou a ser parco na estimativa, pois me escapam os ensaios de resposta que foram para o galheiro, referidos por ti, mas lembro que cada caracter implica um toque no teclado) para explicares uma opinião sobre um texto de 576 sinais gráficos, dos quais citaste menos de 100. E a inquietação não é para os teus leitores (pelo menos dois, neste caso, eu e tu), os quais gostarão de ler pelo prazer de te ler, mas para a tua gestão do tempo.

    Quanto ao que escreves, é a confirmação do espelho. Afinal, és tu o autista, o bêbado, o disparatado. Não por teres as ideias que expressas, mas por achares que eu tenho as ideias que me atribuis. O poste acima fala de uma notícia e do seu efeito na blogosfera. Tu queres falar de Sócrates e do seu efeito em ti. Para isso, falas também de mim e do que deliras a meu respeito a partir de escritos fragmentados e desconexos, interpretados à tua maneira. Ora, por mais interesse psicológico que tenha esse espectáculo da tua admiração masoquista pela figura (ah, pois…), confesso-te que não é o meu registo nem o meu prato preferido. Sócrates, para mim, é apenas o melhor primeiro-ministro desde o Cavaco minoritário, e até agora, mas não passa de mais um político em quem nunca votei nem irei votar.

    Não, claro que não espero que entendas a minha posição. Basta-me que comeces por entender a tua.

  41. valupi,
    Ouch, duplo, triplo Ouch! Talvez por ter agora provado um gole da minha própria medicina eu me veja obrigado a esclarecer aquilo que não julgava necessário. Refiro-me ao que escrevi sobre a ‘prestação autista e embriagada’ mais a ‘defesa disparatada’, expressões que me parece terem caído mal ou sido lidas com uma carga que de todo eu quereria emprestar-lhes. Escrevi-as na brincadeira, eram a salada e não o bife. Por isso, se de alguma forma te sentiste por elas agredido, crê que não era essa a minha intenção. Se fui leviano na utilização das palavras, ao ponto de ter sido possível uma interpretação séria e literal da tua parte, pelo facto peço desculpa. Retiro e ponho flores. Ouch!

  42. Rui, és contumaz (o que não tem mal, atenção). Tudo o que digas a respeito das expressões que usaste deves aplicá-lo no entendimento do seu uso por mim. Escreveste na brincadeira? Então, eu também. Aliás, onde leste que eu as interpretei diferentemente? Em lado algum, porque limitei-me a pedir-te mais do mesmo. Mas se as escreveste e não explicaste, para quê explicar agora? É que eu limitei-me a citar-te, pelo que confio plenamente nos significados e intenções que lhes atribuiste, sejam eles quais forem.

    De resto, as saladas são presença obrigatória numa dieta mediterrânica.

  43. val, meretriz idosa,
    (resposta exemplar, esta tua; própria da puta velha e sabidona que tu és, digo eu… :-)))
    Claro que sim, esse foi também o meu entendimento da primeira e da segunda vez que referiste as tais expressões, como quem não quer a coisa. Convirás que esta terceira vez poderia ser um sublinhado ou pior. Dizes-me que não é e eu fico feliz. Está resolvido e ultrapassado (nem foi preciso eu deixar de fumar). Odeio mal-entendidos no geral, mais ainda quando envolvem aqueles por quem tenho especial apreço e admiração.
    O que não é o teu caso, evidentemente.

  44. Quando escrevi o meu primeiro poste por aqui, não brincava ao afirmar que tudo seria brincadeira.

    Se tiveres tempo a mais, e reconheceres que já enlouqueceste para lá de qualquer recuperação, podes passear-te por esta “brincadeira” entre mim e o Luis Rainha, uma de várias desse calibre. Meses depois, convidava-me para o projecto de um blogue colectivo, que veio a ser este. Como vês, é a falar que a gente se entende.

  45. valupi,
    “Pectus est quod disertos facit”. Talvez o meu precise de eco, talvez a minha o invente para dar ao dito uma razão para falar. Porque sim, é de facto a falar que a gente se entende. Contigo? Um prazer, sempre.

    (há muito, já, que passei o ponto de recuperação)

  46. Pronto, e agora andam-me estes aqui aos beijinhos na boca e eu, assumido fã do casal, a consumir-me num ciúme desmesurado enquanto me acaricio nas partes.
    Falo, claro, das partes menos claras dos raciocínios que me ocorrem quando assisto, em silêncio, a convites subliminares (imperetríveis entre jornalistas e publicitários) embutidos na alusão a divergências do passado que resultaram em convites para o Aspirina.
    O Benfica já tem treinador e vocês lagartos aqui entretidos a prepararem a época enquanto a malta se dispersa pelo que realmente é essencial.
    (Faço bem de despeitada, não faço?)

  47. sharky,
    (antes de mais nada tira a mão daí, estão todos a olhar)
    Quanto à pergunta propriamente dita, e perante esse teu frémito nas partes com a hipótese de culisão, eu cá sugeriria ‘adelgaçada’, isso, ‘meretriz adelgaçada’. Parece-te bem? Assim com’assim, de puta não passa e sempre culide menos.
    abracitos, tubarão.

  48. Parece-me, shark, que te fazes convidado para o “menage à trois”. Ora, não sei o que pensa o Rui do assunto, mas eu proponho que tragas também a tua amiga Soraia, não vá haver alguma desistência ou pedido de auxílio.

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