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	<title>Comentários em: Respeitemos o código</title>
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	<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 11:57:31 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Gato  Fedorento</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9912</link>
		<dc:creator>Gato  Fedorento</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2006 16:43:10 +0000</pubDate>
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		<description>É BONITO SIM SENHOR,É BONITO.
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		<content:encoded><![CDATA[<p>É BONITO SIM SENHOR,É BONITO.</p>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9911</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2006 01:41:36 +0000</pubDate>
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		<description>A Sílvia conhece o quê, afinal? E por que será o conhecimento dela melhor do que o "nosso", o qual, nosso, não se sabe de todo o que seja?... Que disparate pegado. Há décadas que se pinta um retrato odioso da Opus, com vários dissidentes a discorrerem a propósito; mas, onde estão os factos?

Quanto ao jornalista perder credibilidade por escrever numa publicação católica, esse é um argumento "ad hominem". Temos é de avaliar a racionalidade e justiça do seu trabalho.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Sílvia conhece o quê, afinal? E por que será o conhecimento dela melhor do que o &#8220;nosso&#8221;, o qual, nosso, não se sabe de todo o que seja?&#8230; Que disparate pegado. Há décadas que se pinta um retrato odioso da Opus, com vários dissidentes a discorrerem a propósito; mas, onde estão os factos?</p>
<p>Quanto ao jornalista perder credibilidade por escrever numa publicação católica, esse é um argumento &#8220;ad hominem&#8221;. Temos é de avaliar a racionalidade e justiça do seu trabalho.</p>
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		<title>Por: Armando Lopes</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9910</link>
		<dc:creator>Armando Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2006 17:55:23 +0000</pubDate>
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		<description>A Sílvia disse pelo menos que conhece os meadros da coisa melhor que nós. Já não me parece nada pouco.
E o que eu coloquei em causa não foi a condição de correspondente no Vaticano, mas sim a de profissional de uma publicação engagée...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A Sílvia disse pelo menos que conhece os meadros da coisa melhor que nós. Já não me parece nada pouco.<br />
E o que eu coloquei em causa não foi a condição de correspondente no Vaticano, mas sim a de profissional de uma publicação engagée&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9909</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2006 17:53:18 +0000</pubDate>
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		<description>Titio

Estás em forma. Gosto de te ver assim.


Sílvia

Ainda não disseste nada que puxe carroça ou moa farinha. Pelos vistos, só nos resta esperar, pois.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Titio</p>
<p>Estás em forma. Gosto de te ver assim.</p>
<p>Sílvia</p>
<p>Ainda não disseste nada que puxe carroça ou moa farinha. Pelos vistos, só nos resta esperar, pois.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Sílvia</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9908</link>
		<dc:creator>Sílvia</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 May 2006 20:12:19 +0000</pubDate>
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		<description>Caro TT

Eu sou apenas um caso de insucesso da Opus Dei que resolveu "soprar vendavais" por conta própria. Não espere de mim, pois,grandes "retratos panorâmicos". Mas encontrará raras paisagens com o meu nome em fichas e fichinhas em algum arquivo da Obra. Estou certa de que, juntamente com Valupi,  conseguirá aceder, com alguma facilidade, a esses documentos. PAX!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro TT</p>
<p>Eu sou apenas um caso de insucesso da Opus Dei que resolveu &#8220;soprar vendavais&#8221; por conta própria. Não espere de mim, pois,grandes &#8220;retratos panorâmicos&#8221;. Mas encontrará raras paisagens com o meu nome em fichas e fichinhas em algum arquivo da Obra. Estou certa de que, juntamente com Valupi,  conseguirá aceder, com alguma facilidade, a esses documentos. PAX!</p>
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	<item>
		<title>Por: Sílvia</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9907</link>
		<dc:creator>Sílvia</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 May 2006 18:25:51 +0000</pubDate>
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		<description>"seja lá o que for que se passe adentro da Opus Dei, nem as leis civis nem as leis eclesiásticas estão a ser transgredidas."

Olhe que não...
Espere pela primeira denúncia nos tribunais civis. Estou certa de que muito em breve isso irá acontecer. Espere!...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;seja lá o que for que se passe adentro da Opus Dei, nem as leis civis nem as leis eclesiásticas estão a ser transgredidas.&#8221;</p>
<p>Olhe que não&#8230;<br />
Espere pela primeira denúncia nos tribunais civis. Estou certa de que muito em breve isso irá acontecer. Espere!&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9906</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 May 2006 08:03:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/respeitemos-o-codigo/#comment-9906</guid>
		<description>Valupi,

És um amor, e és o único grande-escritor deste blogue com capacidade e arte para manusear, sem conspurcares as mãos prendadas, o estado a que comida chega depois duma viagem lenta de nove metros. Fazes-me lembrar certos divertissements desnecesários de ballet, trinados demasiado longos de passarinhos tiroleses, ameaços de cabeçadas que não nos deixam ver as iminências de pontapés dolorosos nas partes. Depois destes teus polidos depoimentos, quem é que pode duvidar de nunca teres sido  um menino muito inteligente que aos quinze anos caiu sob o olho recrutador da Opus?. E sem pores em perigo o costumado bónus de fim-de-ano, esquece os intercalares, educas-nos até cairmos de cu. Sobre Deus e Diabo, especialmente esses dois marmelos, como se não existisse essa opção em quase todas as coisas nesta porca vida, de futebol aos partidos políticos, passando pela utilidade da banca  investidora sempre a pensar nas criancinhas que um dia serão a Nação que agora anda de rastos.

Mas o que incomoda  mais, ou nem por isso,  é a Sílvia. Não há terceiro olho nem elegância democrática nessa rapariga. Não por criticar a Opus Dei, bem entendido, mas apenas porque gosta de tornar pública repetidamente uma disposição para dar o coirão de borla como caceteira  doutras "Obras" muito mais antigas e poderosas. É a tal zarolhice prima-irmã da visão de funil, com manuais à venda em todas as boas “lojas” da especialidade.  Quando ela vê (ou ouve, lê, e depois repete, aliás como todos fazemos, mas alguns com mais cuidado que ela) gente da Opus Dei ser criticada e denunciada nos pormenores de convento e catequese ou por estar colada  ou a tentar colar-se às mais variadas alavancas de poder politico e financeiro, julgará a verbosa senhora que isso é fruto da investigação  honesta de cientistas  progressistas dos laboratórios das lesmas socio-politiqueiras? Julga mal. Não há mal nenhum  em pensar-se que  não foi só pura devoção religiosa aquilo que fez surgir a Opus Dei pela mão do eclesiástico espanhol. Mas gente mais atenta a estas coisas da intriga politico-religiosa pode tambérm ver na fundação da OD a necessidade dum equilíbrio entre as forças que usam a Igreja, ou a religião, há dezassete extremamente duvidosos séculos,  para baratinação dos povos, incluindo espertalhões de esquerda e manhosos de direita. Uma resposta, ou reacção, digamos,  à influência descarada  e directa da Maçonaria, tão religiosa como o resto mau grado a velha recusa em admiti-lo,  nos negócios e na política do Vaticano sem levantar suspeitas entre os simples párocos e carolas de aldeia.

De qualquer modo, segue o voto politicamente desinteressado, para benefício e mastigação da calorosa acusadora da “seita”: para que aprenda a soprar os seus vendavais em todas as direcções e nos mostre retratos panorâmicos e nos dê vistas largas. E também para que vá à Bíblia e ganhe com as verdades escondidas que nela encontrar inspiração para corrigir a barbaridade monocórdica que tem despejado neste blogue nos últimos dias. Ou isso, ou deixe-nos rezar em paz, de mãos postas, pedindo a Deus que nos dê um Portugal cheio de gente verdadeiramente bem informada nesta matéria complicada, escorregadia, anuviadora, etc... etc...

TT
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valupi,</p>
<p>És um amor, e és o único grande-escritor deste blogue com capacidade e arte para manusear, sem conspurcares as mãos prendadas, o estado a que comida chega depois duma viagem lenta de nove metros. Fazes-me lembrar certos divertissements desnecesários de ballet, trinados demasiado longos de passarinhos tiroleses, ameaços de cabeçadas que não nos deixam ver as iminências de pontapés dolorosos nas partes. Depois destes teus polidos depoimentos, quem é que pode duvidar de nunca teres sido  um menino muito inteligente que aos quinze anos caiu sob o olho recrutador da Opus?. E sem pores em perigo o costumado bónus de fim-de-ano, esquece os intercalares, educas-nos até cairmos de cu. Sobre Deus e Diabo, especialmente esses dois marmelos, como se não existisse essa opção em quase todas as coisas nesta porca vida, de futebol aos partidos políticos, passando pela utilidade da banca  investidora sempre a pensar nas criancinhas que um dia serão a Nação que agora anda de rastos.</p>
<p>Mas o que incomoda  mais, ou nem por isso,  é a Sílvia. Não há terceiro olho nem elegância democrática nessa rapariga. Não por criticar a Opus Dei, bem entendido, mas apenas porque gosta de tornar pública repetidamente uma disposição para dar o coirão de borla como caceteira  doutras &#8220;Obras&#8221; muito mais antigas e poderosas. É a tal zarolhice prima-irmã da visão de funil, com manuais à venda em todas as boas “lojas” da especialidade.  Quando ela vê (ou ouve, lê, e depois repete, aliás como todos fazemos, mas alguns com mais cuidado que ela) gente da Opus Dei ser criticada e denunciada nos pormenores de convento e catequese ou por estar colada  ou a tentar colar-se às mais variadas alavancas de poder politico e financeiro, julgará a verbosa senhora que isso é fruto da investigação  honesta de cientistas  progressistas dos laboratórios das lesmas socio-politiqueiras? Julga mal. Não há mal nenhum  em pensar-se que  não foi só pura devoção religiosa aquilo que fez surgir a Opus Dei pela mão do eclesiástico espanhol. Mas gente mais atenta a estas coisas da intriga politico-religiosa pode tambérm ver na fundação da OD a necessidade dum equilíbrio entre as forças que usam a Igreja, ou a religião, há dezassete extremamente duvidosos séculos,  para baratinação dos povos, incluindo espertalhões de esquerda e manhosos de direita. Uma resposta, ou reacção, digamos,  à influência descarada  e directa da Maçonaria, tão religiosa como o resto mau grado a velha recusa em admiti-lo,  nos negócios e na política do Vaticano sem levantar suspeitas entre os simples párocos e carolas de aldeia.</p>
<p>De qualquer modo, segue o voto politicamente desinteressado, para benefício e mastigação da calorosa acusadora da “seita”: para que aprenda a soprar os seus vendavais em todas as direcções e nos mostre retratos panorâmicos e nos dê vistas largas. E também para que vá à Bíblia e ganhe com as verdades escondidas que nela encontrar inspiração para corrigir a barbaridade monocórdica que tem despejado neste blogue nos últimos dias. Ou isso, ou deixe-nos rezar em paz, de mãos postas, pedindo a Deus que nos dê um Portugal cheio de gente verdadeiramente bem informada nesta matéria complicada, escorregadia, anuviadora, etc&#8230; etc&#8230;</p>
<p>TT</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9905</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 19:07:32 +0000</pubDate>
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		<description>Anonymous

A visibilidade da (má) fama. A qual nasce da visibilidade social de variados elementos da Opus que ocupam destacados lugares em diversos impérios financeiros, económicos e políticos. E visibilidade esta que se consuma na (percebida ou construída) ambiguidade moral de Josemaría Escrivá e na suspeita relação da Opus com o papado de João Paulo II.

Explica melhor a referência à pressa e falta de justificação da conclusão, please. Não te estou a entender.


Armando

E daí? Esse facto é irrelevante face à discussão positiva do tema. Trata-se de um correspondente destacado para o Vaticano, sim. Logo, convive com a classe jornalística internacional que faz o mesmo que ele; isto é, habita no ambiente mais cinicamente lúcido do que seja o catolicismo romano que se pode encontrar no Mundo. São pessoas, os jornalistas ali concentrados, que todos os dias constatam que Deus está ausente da sua casa (isto é, de uma das suas supostas casas...), e que, de facto e por isso, actua de misteriosas maneiras. O resto, para estes homens que conhecem os bastidores do Vaticano, é tudo humano e demasiado humano.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Anonymous</p>
<p>A visibilidade da (má) fama. A qual nasce da visibilidade social de variados elementos da Opus que ocupam destacados lugares em diversos impérios financeiros, económicos e políticos. E visibilidade esta que se consuma na (percebida ou construída) ambiguidade moral de Josemaría Escrivá e na suspeita relação da Opus com o papado de João Paulo II.</p>
<p>Explica melhor a referência à pressa e falta de justificação da conclusão, please. Não te estou a entender.</p>
<p>Armando</p>
<p>E daí? Esse facto é irrelevante face à discussão positiva do tema. Trata-se de um correspondente destacado para o Vaticano, sim. Logo, convive com a classe jornalística internacional que faz o mesmo que ele; isto é, habita no ambiente mais cinicamente lúcido do que seja o catolicismo romano que se pode encontrar no Mundo. São pessoas, os jornalistas ali concentrados, que todos os dias constatam que Deus está ausente da sua casa (isto é, de uma das suas supostas casas&#8230;), e que, de facto e por isso, actua de misteriosas maneiras. O resto, para estes homens que conhecem os bastidores do Vaticano, é tudo humano e demasiado humano.</p>
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	<item>
		<title>Por: Armando Lopes</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9904</link>
		<dc:creator>Armando Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 13:41:49 +0000</pubDate>
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		<description>O homem que citas é jornalista do "National Catholic Reporter". É assim um pouco como teres um fulano do "Avante!" a investigar rumores de escassa democracia interna na JCP...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O homem que citas é jornalista do &#8220;National Catholic Reporter&#8221;. É assim um pouco como teres um fulano do &#8220;Avante!&#8221; a investigar rumores de escassa democracia interna na JCP&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9903</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 13:18:57 +0000</pubDate>
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		<description>Já agora, que "visibilidade"? E de onde surge essa apressada e injustificada conclusão?
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já agora, que &#8220;visibilidade&#8221;? E de onde surge essa apressada e injustificada conclusão?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: josé</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9902</link>
		<dc:creator>josé</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 11:36:25 +0000</pubDate>
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		<description>Olha...subscrevo tudo o que Valupi escreveu.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olha&#8230;subscrevo tudo o que Valupi escreveu.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9901</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2006 10:55:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/respeitemos-o-codigo/#comment-9901</guid>
		<description>Fernando

Se a usual discussão pública concernente à Igreja Católica é pardieiro de estouvadas acusações, a questão Opus Dei atinge um pináculo de má-fé. Fala-se do que não se sabe, impunemente, e não se sabe que se ofende em primeiro lugar a inteligência própria, desgraçadamente. E assim ruma a romaria porque, pedindo licença ao meu amigo Pascal, somos aquela fina película, porosa, entre o anjo e a besta.

[nota: também eu poderei incorrer no mesmo erro, eventualidade da fala, mas não ao discutir a Igreja Católica, seguro]

Pois que nada há de mal, para a Terra e o Céu, nisso do Homem querer dominar, e dominar, e só dominar. Mas desçamos das alturas da teodiceia, antropologia filosófica e leituras sapienciais, abancando no prosaico jornal PÚBLICO de 18 de Maio do corrente. Nele se noticia, com entrevista ao autor, a investigação jornalística de John Allen Jr., a qual diz o óbvio: há uma Opus Dei mitificada, imagem diabólica, e há uma Opus Dei real, apenas mais uma proposta de interpretação e vivência do credo católico. É ler e escolher o prato mais nutritivo.

Pensemos. Com tamanha visibilidade, a Opus Dei está sob apertado escrutínio de muitos que pretendem o seu fim ou, pelo menos, a diminuição do seu poder. Essa circunstância obriga a concluir: seja lá o que for que se passe adentro da Opus Dei, nem as leis civis nem as leis eclesiásticas estão a ser transgredidas. No atinente às rivalidades no Vaticano, essa cultura palaciana típica das cortes sempre existiu. Sempre houve favoritos papais e conspirações de intensidade variável, fenómeno inevitável por inevitável ser a dimensão política da raça. Aceitar este ponto é condição “sine qua non” para a legitimidade de qualquer crítica ou acusação posterior.

Quanto a esse famoso dito do Nazareno, caríssimo Fernando, até Pedro demorou o seu tempo a compreendê-lo...

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fernando</p>
<p>Se a usual discussão pública concernente à Igreja Católica é pardieiro de estouvadas acusações, a questão Opus Dei atinge um pináculo de má-fé. Fala-se do que não se sabe, impunemente, e não se sabe que se ofende em primeiro lugar a inteligência própria, desgraçadamente. E assim ruma a romaria porque, pedindo licença ao meu amigo Pascal, somos aquela fina película, porosa, entre o anjo e a besta.</p>
<p>[nota: também eu poderei incorrer no mesmo erro, eventualidade da fala, mas não ao discutir a Igreja Católica, seguro]</p>
<p>Pois que nada há de mal, para a Terra e o Céu, nisso do Homem querer dominar, e dominar, e só dominar. Mas desçamos das alturas da teodiceia, antropologia filosófica e leituras sapienciais, abancando no prosaico jornal PÚBLICO de 18 de Maio do corrente. Nele se noticia, com entrevista ao autor, a investigação jornalística de John Allen Jr., a qual diz o óbvio: há uma Opus Dei mitificada, imagem diabólica, e há uma Opus Dei real, apenas mais uma proposta de interpretação e vivência do credo católico. É ler e escolher o prato mais nutritivo.</p>
<p>Pensemos. Com tamanha visibilidade, a Opus Dei está sob apertado escrutínio de muitos que pretendem o seu fim ou, pelo menos, a diminuição do seu poder. Essa circunstância obriga a concluir: seja lá o que for que se passe adentro da Opus Dei, nem as leis civis nem as leis eclesiásticas estão a ser transgredidas. No atinente às rivalidades no Vaticano, essa cultura palaciana típica das cortes sempre existiu. Sempre houve favoritos papais e conspirações de intensidade variável, fenómeno inevitável por inevitável ser a dimensão política da raça. Aceitar este ponto é condição “sine qua non” para a legitimidade de qualquer crítica ou acusação posterior.</p>
<p>Quanto a esse famoso dito do Nazareno, caríssimo Fernando, até Pedro demorou o seu tempo a compreendê-lo&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernando Venâncio</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9900</link>
		<dc:creator>Fernando Venâncio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2006 22:31:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/respeitemos-o-codigo/#comment-9900</guid>
		<description>Valupi,

Os receios da Sílvia, que ela afirma fundados em conhecimento directo (ela sabe «o suficiente para não ficar calada»), são, ficamos a saber, fantasias paranóicas suas.

Serão, pois, também fantasias paranóicas as impressões, que muitos têm, de que a organização forma quadros que, mais cedo ou mais tarde, acabam em lugares de destaque no Poder. Económico, político. Quando o Nazareno disse, se estou bem recordado, «Eu não sou deste mundo».

Serão, pois, também fantasias paranóicas as dos bispos que, um pouco por todo o mundo, mostraram a JPII os seus receios, também eles, o que terá levado o senhor a fazer a organização prelatura pessoal sua.

Eu sei, Valupi. Já não se pode acreditar em ninguém. Também os jesuítas, os seus rivais, fazem uma selecção medonha. E os ainda mais velhos rivais destes, os dominicanos, prestam atenção aos dotes oratórios e outros em seus cenóbios.

Todos eles querem isto: dominar. Na Igreja Católica, o que já faz um figurão. Mas há ainda o largo mundo. «Eu não sou deste mundo»? Deixa-me rir.

Por isso me parece que lembrar os direitos das pessoas a organizarem-se como lhes convier é, no caso, um nadinha óbvio de mais como argumentação.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valupi,</p>
<p>Os receios da Sílvia, que ela afirma fundados em conhecimento directo (ela sabe «o suficiente para não ficar calada»), são, ficamos a saber, fantasias paranóicas suas.</p>
<p>Serão, pois, também fantasias paranóicas as impressões, que muitos têm, de que a organização forma quadros que, mais cedo ou mais tarde, acabam em lugares de destaque no Poder. Económico, político. Quando o Nazareno disse, se estou bem recordado, «Eu não sou deste mundo».</p>
<p>Serão, pois, também fantasias paranóicas as dos bispos que, um pouco por todo o mundo, mostraram a JPII os seus receios, também eles, o que terá levado o senhor a fazer a organização prelatura pessoal sua.</p>
<p>Eu sei, Valupi. Já não se pode acreditar em ninguém. Também os jesuítas, os seus rivais, fazem uma selecção medonha. E os ainda mais velhos rivais destes, os dominicanos, prestam atenção aos dotes oratórios e outros em seus cenóbios.</p>
<p>Todos eles querem isto: dominar. Na Igreja Católica, o que já faz um figurão. Mas há ainda o largo mundo. «Eu não sou deste mundo»? Deixa-me rir.</p>
<p>Por isso me parece que lembrar os direitos das pessoas a organizarem-se como lhes convier é, no caso, um nadinha óbvio de mais como argumentação.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernando Venâncio</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9899</link>
		<dc:creator>Fernando Venâncio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2006 22:18:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/respeitemos-o-codigo/#comment-9899</guid>
		<description>Eia! Sus! Finalmente as Obras Completas e Não Revistas da brigada. Com cânticos apocalípticos e tudo. Fiquei abismado, estarrecido, intimidado. Se, daqui em diante, me virem mais moderado, mais calculista, já sabem de onde me vieram os medos.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eia! Sus! Finalmente as Obras Completas e Não Revistas da brigada. Com cânticos apocalípticos e tudo. Fiquei abismado, estarrecido, intimidado. Se, daqui em diante, me virem mais moderado, mais calculista, já sabem de onde me vieram os medos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9898</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2006 17:56:03 +0000</pubDate>
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		<description>Sílvia

Que grande salgalhada. Não vale a pena contra-argumentar, pois se convives com esse grau de delírio é prova bastante da falência da capacidade lógica para entrar em diálogo contigo. Isto é, por alguma razão que nem sequer terá de ser tornada pública, fantasias paranoicamente o que seja a Opus Dei.

Só duas notas: qualquer religião procura convencer todas as pessoas a aderirem às suas crenças; as regras de variadas ordens e institutos católicos não diferem das da Opus ou até são bem mais disciplinadoras e coercivas.

É investigares, e depois permite-te reflectir no porquê de se atacar tanto a Opus Dei e nada tantos outros agrupamentos de fé.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sílvia</p>
<p>Que grande salgalhada. Não vale a pena contra-argumentar, pois se convives com esse grau de delírio é prova bastante da falência da capacidade lógica para entrar em diálogo contigo. Isto é, por alguma razão que nem sequer terá de ser tornada pública, fantasias paranoicamente o que seja a Opus Dei.</p>
<p>Só duas notas: qualquer religião procura convencer todas as pessoas a aderirem às suas crenças; as regras de variadas ordens e institutos católicos não diferem das da Opus ou até são bem mais disciplinadoras e coercivas.</p>
<p>É investigares, e depois permite-te reflectir no porquê de se atacar tanto a Opus Dei e nada tantos outros agrupamentos de fé.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernando Venâncio</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9897</link>
		<dc:creator>Fernando Venâncio</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2006 14:28:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/respeitemos-o-codigo/#comment-9897</guid>
		<description>Consta... Verbo delicioso. Diz tanto como «Dizem por aí...», mas é MUITO mais sugestivo.

Pois sim? Digam pormenores, os termos do acordo. Sim, um acordo tem termos. Mas 'crise'? Não dei por nada. Nunca me contam os segredos.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Consta&#8230; Verbo delicioso. Diz tanto como «Dizem por aí&#8230;», mas é MUITO mais sugestivo.</p>
<p>Pois sim? Digam pormenores, os termos do acordo. Sim, um acordo tem termos. Mas &#8216;crise&#8217;? Não dei por nada. Nunca me contam os segredos.</p>
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	<item>
		<title>Por: Manuel de Vasconcelos</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9896</link>
		<dc:creator>Manuel de Vasconcelos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2006 14:08:23 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/respeitemos-o-codigo/#comment-9896</guid>
		<description>Consta que membros do Aspirina estão em contactos com a Riapa para um acordo de tréguas. É a crise!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Consta que membros do Aspirina estão em contactos com a Riapa para um acordo de tréguas. É a crise!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Sílvia</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9895</link>
		<dc:creator>Sílvia</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2006 14:00:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/respeitemos-o-codigo/#comment-9895</guid>
		<description>Valupi

Sim, há membros da Obra que foram e continuam a ser forçados a entrar, alguns deles com 14,5 anos de idade, através da "santa intransigência", "santa coacção" e "santa desvergonha" defendidas por Escrivá de Balaguer nos seus escritos. Estes jovens, apaixonados pela ideia de salvar o mundo, embarcam numa aventura sem, muitas das vezes, o conhecimento ou consentimento dos pais. É a própria Obra quem, muitas vezes, aconselha a esconder dos pais a sua nova realidade, pelo facto de achar que estes não têm visão sobrenatural suficiente para os compreenderem. Depois de estas crianças e jovens "apitarem" (escrever a carta ao Padre em promessa de entrega total à Obra como numerário)a partir dos 14,5 anos de idade, estes entram num "plano inclinado" até à Fidelidade, aos 18 anos de idade.
É claro que os bons elementos da Obra são sempre impedidos de sair através de chantagem emocional... Os medíocres e os maus, sendo doentes, são entregues à família de sangue, descartando, assim, responsabilidades; os outros, os incorruptíveis, são postos na rua, apenas com uma mão à frente e outra  atrás.
A mim, não me preocupa o que homens e mulheres adultos e conscientes fazem ou deixam de fazer nessa organização. O que na realidade me preocupa
verdadeiramente é a forma criminosa como essa "seita" recruta as crianças e  jovens em plena crise de adolescência para formar cada plantel de futuros "Generais" da Opus Dei.
É isto, meu amigo!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valupi</p>
<p>Sim, há membros da Obra que foram e continuam a ser forçados a entrar, alguns deles com 14,5 anos de idade, através da &#8220;santa intransigência&#8221;, &#8220;santa coacção&#8221; e &#8220;santa desvergonha&#8221; defendidas por Escrivá de Balaguer nos seus escritos. Estes jovens, apaixonados pela ideia de salvar o mundo, embarcam numa aventura sem, muitas das vezes, o conhecimento ou consentimento dos pais. É a própria Obra quem, muitas vezes, aconselha a esconder dos pais a sua nova realidade, pelo facto de achar que estes não têm visão sobrenatural suficiente para os compreenderem. Depois de estas crianças e jovens &#8220;apitarem&#8221; (escrever a carta ao Padre em promessa de entrega total à Obra como numerário)a partir dos 14,5 anos de idade, estes entram num &#8220;plano inclinado&#8221; até à Fidelidade, aos 18 anos de idade.<br />
É claro que os bons elementos da Obra são sempre impedidos de sair através de chantagem emocional&#8230; Os medíocres e os maus, sendo doentes, são entregues à família de sangue, descartando, assim, responsabilidades; os outros, os incorruptíveis, são postos na rua, apenas com uma mão à frente e outra  atrás.<br />
A mim, não me preocupa o que homens e mulheres adultos e conscientes fazem ou deixam de fazer nessa organização. O que na realidade me preocupa<br />
verdadeiramente é a forma criminosa como essa &#8220;seita&#8221; recruta as crianças e  jovens em plena crise de adolescência para formar cada plantel de futuros &#8220;Generais&#8221; da Opus Dei.<br />
É isto, meu amigo!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9894</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2006 10:52:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/respeitemos-o-codigo/#comment-9894</guid>
		<description>Foday

Tens de tratar essa iliteracia.


Sílvia

A questão não se resolve com apelos a supostos imperativos de supostas consciências. Achas que os membros da Opus foram forçados a entrar e são impedidos de sair? Acaso as pessoas que livremente participam na Obra, e nela se realizam, foram privadas de consciência e respectivos imperativos? Será a Igreja conivente com "seitas", para mais próprias, que "põem em causa os direitos cívicos e humanos dos seus membros"?...

É sinal da mais crassa ignorância desprezar a inteligência, a vontade e o carácter de terceiros apenas por ouvir dizer.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Foday</p>
<p>Tens de tratar essa iliteracia.</p>
<p>Sílvia</p>
<p>A questão não se resolve com apelos a supostos imperativos de supostas consciências. Achas que os membros da Opus foram forçados a entrar e são impedidos de sair? Acaso as pessoas que livremente participam na Obra, e nela se realizam, foram privadas de consciência e respectivos imperativos? Será a Igreja conivente com &#8220;seitas&#8221;, para mais próprias, que &#8220;põem em causa os direitos cívicos e humanos dos seus membros&#8221;?&#8230;</p>
<p>É sinal da mais crassa ignorância desprezar a inteligência, a vontade e o carácter de terceiros apenas por ouvir dizer.</p>
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	<item>
		<title>Por: Sílvia</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/respeitemos-o-codigo/#comment-9893</link>
		<dc:creator>Sílvia</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2006 07:42:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/respeitemos-o-codigo/#comment-9893</guid>
		<description>Valupi

Por princípio, eu não aprecio nem alimento boatos. Em relação ao Opus Dei, é claro que sei o suficiente para não ficar calada, com muita pena sua. Neste caso,como noutros, trata-se de um imperativo de consciência.
Quanto à segunda questão, é óbvio que eu respeito a ICAR e o direito à associação, mas nunca as organizações que funcionam como seitas no seio da Igreja e que, na sua praxis, põem em causa os direitos cívicos e humanos dos seus membros.
Compreendeu, ou quer que eu explique mais detalhadamente?
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valupi</p>
<p>Por princípio, eu não aprecio nem alimento boatos. Em relação ao Opus Dei, é claro que sei o suficiente para não ficar calada, com muita pena sua. Neste caso,como noutros, trata-se de um imperativo de consciência.<br />
Quanto à segunda questão, é óbvio que eu respeito a ICAR e o direito à associação, mas nunca as organizações que funcionam como seitas no seio da Igreja e que, na sua praxis, põem em causa os direitos cívicos e humanos dos seus membros.<br />
Compreendeu, ou quer que eu explique mais detalhadamente?</p>
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