adobe creative suite downloads Adobe Fireworks CS5 buy adobe fireworks 8 adobe standard creative suite Adobe Fireworks CS5 for Mac buy adobe creative suite premium 2.3 windows adobe studio creative suite Adobe InCopy CS5 buy adobe creative suite 3 cheap adobe premiere pro magnitude Adobe InCopy CS5 for Mac buy best price for adobe creative suite download adobe premiere pro 7 full Adobe SoundBooth CS5 for Mac buy adobe creative suite change serial number adobe creative suite 2.0 premium Adobe SoundBooth CS5 buy free adobe premiere pro serial codes adobe fireworks cs3 Adobe Premiere Pro CS5 for Mac buy phone activation adobe fireworks 9.0 serial adobe contribute crack Adobe Premiere Pro CS5 buy adobe premiere pro 1.5 activation key adobe creative suite premium serial Adobe Contribute CS5 buy adobe free fireworks download add pics to adobe fireworks Adobe Contribute CS5 for Mac buy adobe premiere pro keyboard shortcuts adobe creative suite 3 design standard Adobe Creative Suite 5 Design Premium buy adobe creative suite 2.3 downloads macintosh requirements for adobe creative suite Adobe Creative Suite 5 Design Premium for Mac buy adobe creative suites and software descargar adobe premiere pro 7 gratis Adobe Creative Suite 5 Design Standard buy adobe creative suite 3 troubleshooting xp adobe fireworks sdk Adobe Creative Suite 5 Production Premium buy download adobe premiere pro 1.5 premium version of creative suite adobe Adobe Creative Suite 5 Production Premium for Mac buy adobe fireworks c3 key gen adobe premiere pro 7,0 Adobe Creative Suite 5 Web Premium buy buy adobe premiere pro 1.5 adobe creative suite e-training Adobe Creative Suite 5 Web Premium for Mac buy adobe premiere pro crack serial

Aviso aos pacientes: este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório. Em caso de agravamento dos sintomas, escreva aos enfermeiros de plantão. Apenas para administração interna; o fabricante não se responsabiliza por usos incorrectos deste fármaco.



Um poder como o do PS em Portugal tem tradicionalmente atraído para si “colaborações” ingénuas, ou interessadas, de duas maneiras. Uma é sendo forte, marcando bem o seu traço no chão, de modo a que todos saibam que, ou estão daquele lado, ou ficam de fora. Como se dizia numa história espanhola, quem se mexe não fica na fotografia. E quem não fica na fotografia não tem benesses nem protecção. Por muito que agora se ataque o falar-se de “asfixia democrática” (não é o melhor termo, mas serve), o resultado é mesmo esse: perseguições, marginalizações, punições. Como aconteceu com a TVI, posta na ordem, e como está a acontecer no Público. Como aconteceu na DREN, e nas múltiplas DREN que existem por todo o lado. (De passagem, noto que deixar de falar deste ambiente malsão seria um grande favor que se podia fazer ao PS, pela simples razão… que ele existe mesmo.)

in AS SEREIAS DO PODER

*

Porquê e para quê continuar a malhar no Pacheco? Porquê, por duas razões: (i) resiste uma memória do tempo em que gostámos dele, em que a sua excentricidade parecia independência e a sua independência aparecia excêntrica – ou seja, em que ele foi importante para o nosso crescimento crítico; (ii) é o próprio a reclamar para o Abrupto o poder de uma secretaria de Estado, a que se junta a ubiquidade mediática: jornal, revista, rádio e TV – ou seja, o mercado opinativo continua a dar-lhe importância máxima. Para quê, para este singelo objectivo: aproveitar o mal que faz para o bem que há a fazer.


Na citação supra, Pacheco recorre a uma fórmula estafada: fala dos constrangimentos do exercício do poder, tomados abstractamente, e apresenta-os como aspectos concretos e exclusivos do PS. O teste à sua deturpação é feito trocando PS por PSD no texto, surgindo uma constatação que se pode aplicar a qualquer Governo PSD, só ou em coligação. A banalidade do que assim fica exposto é atroz, resume-se à evidência de que o poder político favorece os seus ou aqueles que o favorecem. Bom, mas poderia ser de outra forma? Acaso não é essa uma das motivações principais para se fazer política? Acaso não é isso que o Pacheco fez, faz e fará? O que ele esconde, grande mentiroso que é, contaria outra história: a da propensão para o abuso do poder na direita ranhosa a que pertence. O BPN não passa de uma condensação do que foi todo o cavaquismo como cultura do oportunismo mais rapace. E a matéria humana que preenche as fileiras militantes do PSD e CDS é quase toda ela alérgica à ética, sequer perdendo tempo a tentar disfarçar. Esta tragédia cívica não acontece no PS, bem pelo contrário. Com Sócrates e Santos Silva à cabeça, estamos numa fase em que o partido oferece à sociedade um verdadeiro escol. Até os casos de Sócrates ajudam à defesa da tese, pois não seria possível resistir a tanta difamação sem superiores capacidades psicológicas e intelectuais. Mas o PS tem outra característica fundamental para a qualidade da nossa democracia: a cultura de exigência ética que perpassa de alto a baixo, dos históricos aos militantes de base. Isso tem várias implicações no exercício do poder, uma delas a de se constituir como antídoto para chefes antidemocráticos.

Os recursos intelectuais do Pacheco, desde que desistiu da reforma do PSD, têm surpreendido pela sua pobreza. Repare-se no modo canhestro como ensaia, pele enésima vez, a infâmia. Vai buscar a TVI, o Público e a DREN, nada apresentando de factual ou passível de comparação objectiva. O intento é só o de espalhar a suspeita, por isso não há informações, contextos, análises, correlações, factos, pensamento. Só lhe interessa fazer acusação sem prova. Se algum funcionário da DREN tiver o azar de pisar um professor ao passar num corredor, Pacheco dirá que já esperava esses incidentes, e que eles tenderão a piorar. As perseguições, marginalizações, punições só existem na condição de permanecerem dentro das transparentes paredes da sua cachimónia, rebentam no ar caso saíam desse espaço onde a honestidade intelectual é inexistente. Estamos neste nível grotesco de ofensa à nossa inteligência, mas ele ou não quer saber ou já perdeu a noção do ridículo.

O apelo para que o ambiente malsão continue a ser cantado pelas vielas chega quase a despertar compaixão. Nele o Pacheco espalha-se ao comprido e apresenta-se como o bufarinheiro que insiste em vender as suas falsificações, protestando contra aqueles que lhe querem acabar com o negócio. Aqueles que dão sinais de quererem esquecer a boçalidade da Política de Verdade e voltarem a fazer verdadeira política.


  1. 1 Paulo Martins

    Malhar no Pacheco nos dias que correm é dar-lhe uma relevância que ele já não tem mais. Actualmente, malhar no Pacheco só por caridade.

  2. 2 Val

    Também se pode ver assim, Paulo Martins. Mas estamos a falar de um publicista que foi um dos principais agentes da campanha negra em versão PSD. Portanto, alguém com muito poder e influência no consulado de Ferreira Leite. Malhar nele é igualmente malhar no que ele representa e tentou fazer. Aliás, que tenta.

  3. 3 jafonso

    Amigo Val, quanto ao Pachecão já não prescrevo o mesmo tratamento do Jardim.
    Pacheco é apenas uma ténia. Como podem atingir oito metros de comprimento, segundo as minhas contas já estão à vista aí uns cinco, é apenas deixar que saia o resto do intestino e aguardar a respectiva decomposição. Funcionará como adubo para as novas ideias, como exemplo do que foi o zénite do vómito.

  4. 4 Val

    Sábias palavras, jafonso.

  5. 5 Manolo Heredia

    O que o PSD não entende que as políticas definidas para Portugal pelos Credores da Dívida mandam apertar o cinto. E isso só se faz sem grande alarde social atacando os privilégios de muita gente que anda por aí de Mercedes quando não produz sequer o suficiente para andar num Renault Clio. Milhares de funcionários públicos estão a reformar-se aos 60 anos com mais de 2500 euros por mês, muitos deles professores que ascenderam aos escalões máximos de remuneração sem qualquer entrave, só por antiguidade.
    Numa palavra: Os Credores da Dívida Portuguesa impõem uma política de Estado Social para Portugal. Se o PSD quiser “alternar” no Poder, tem que aceitar fazer esta política, e para isso tem que convencer os tais pequenos e médios empresários a mudar de viatura, e convencer os professores a… e os juízes a… etc.. É o que o Sócrates anda por aí a fazer! e vai continuar…

  6. 6 Madalena Santos

    Bem, se outra utilidade não tivesse, pelo menos JPP alimenta as agências de comunicação e as suas pobres rémoras. Já é uma função social de relevo.

  7. 7 João do Canto Lagido

    Quem é JPP? Joaquim Pereira Pacheco? Ou será José? Ou será Pacheco Pereira? Escreve? Livros? Em jornais? Quais? Quero aprender alguma coisa. Desculpem-me, só leio as manchetes dos jornais, o conteúdo só interessa aos JPP deste país. Nunca li nenhum livro de tal senhor. Será que escreveu? Estão-me aqui a dizer que escreveu a biografia do Cunhal. O Cunhal gostou?

    Por favor, na volta, enviem-me as notas biográficas de JPP e já agora o C.V.

    Cascais, 13 de Outubro de 2009

    João do Canto Lagido

Leave a Reply





Toma mensal

Pharmácias

As Ruínas Circulares
afixe (RIP)
BdE I (RIP)
BdE II (RIP)
de vagares...(RIP)
A invenção de Morel
Sociedade Anónima (RIP)

 

Farmácias de Serviço

 

100 nada
31 da Armada
A aba de Heisenberg
Abrupto
O Acidental (RIP)
Adufe.pt
A Gaveta do Paulo
Agridoce
Alexandre Soares Silva
Almocreve das Petas
Amor e Ócio
António Sousa Homem
Arrastão
As Ruínas Circulares
Atlântico
Avatares de um desejo
O Avesso do Avesso
Babilônia
Babugem
Bada Bing!
Bandeira ao Vento
Barnabé (RIP)
a barriga de um arquitecto
Beco das Imagens
Blasfémias
Bomba Inteligente
Bombyx mori
Bonfim
Blogue dos Marretas
Blogo Social Português
Cabra de Serviço
Caderno de Verão
Caixa de Costura
Canhões de Navarone
Cão de Guarda
Casa de Cacela
Casmurro (RIP)
A causa foi modificada
Causa Nossa
O céu sobre Lisboa
Charquinho
Cibertulia
cinco dias
Cocanha
A Coluna Infame (RIP)
Complexidade e Contradição
Confissão do Silêncio
Conta Natura
Contra a Corrente
Coroas de Pinho
Crítico Musical
Crónicas Matinais
Cruzes Canhoto (RIP)
Daedalus
Daily Make-up
Da literatura
Desesperada Esperança
A Destreza das Dúvidas
Diário Ateísta
É a Cultura, Estúpido!
Em Busca da Límpida Medida
Enresinados
Epicentro
A Ervilha Cor de Rosa
Esplanar
Esquerda Republicana
Estado Civil
a.estrada:
Estrangeiros no Momento
Eternuridade
Floresta do Sul
Fora do Mundo (RIP)
FotoBen
Frangos para fora
french kissin'
Fuga para a Vitória
Fumaças
O funcionamento de certas coisas
garedelest
Gato Fedorento
Geração Rasca
Glória Fácil
Grande Loja do Queijo Limiano
Grupo do Pato
Hipatia
Homem a Dias
:Ilhas
O Insurgente
Intermitências da Corte
A Invenção de Morel
Janela Indiscreta (RIP)
Janela Para o Rio
João Pereira Coutinho
Klepsy´dra
A Lâmpada Mágica
Laranja Amarga
Last Tapes
letra minúscula
Letratura
Malfadado
Mar Salgado
Margens de Erro
Mas certamente que sim!
Meditação na Pastelaria
melancómico
A Memória Inventada
Memória Virtual
A Metamorfose
Miniscente
Modus Vivendi
Muro Sem Vergonha (RIP)
A montanha mágica
Nada Niente
A Natureza do Mal
O Observador
Ó Faxavor...
A Origem do Amor
A Origem das Espécies
Palombella rossa
O Pastelinho
Pastoral Portuguesa
Pedro Chagas Freitas
pequeno blogue do Grande Terramoto
Periférica
pesadelo sem ar condicionado
Pólis & Etc.
Ponto e Vírgula (RIP)
Ponto Media
Pópulo
Portal Galego da Língua
A Praia
Quartzo, Feldspato & Mica (RIP)
Quase Famosos
read me very carefully
Renas e Veados
Rimbaud Warrior
Rititi
Rua da Judiaria
Ruialme
seta despedida
Silêncio
Solvstäg
Sound + Vision
Tempo Contado
Os Tempos que Correm
Tomara-que-caia
Três Pastelinhos
True Lies
Um blog sobre Kleist
O verso dos versos
Vício de Forma
Vidro Duplo
Vistalegre
Voz do Deserto
what do you represent
The world as we know it


© 2006/11 Aspirina B | Powered by Wordpress | afinado por Paulo Querido | Topo