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	<title>Comentários em: Reconquista</title>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37370</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2008 10:50:17 +0000</pubDate>
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		<description>c, se mereces que estejam zangados contigo, tu lá saberás. Daqui deste lado, escapou-nos a maldade. 

Quanto ao que dizes, não posso concordar mais. E se ocorresse uma migração para o interior, ainda mais e melhores serviços iriam aparecer por força da demografia. Mas desconfio que o tema das distâncias aos hospitais é uma falsa questão. Durante milhares e milhares de anos, nem sequer hospitais ou médicos existiam. As pessoas protestam no meio da abundância, e perdem o discernimento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>c, se mereces que estejam zangados contigo, tu lá saberás. Daqui deste lado, escapou-nos a maldade. </p>
<p>Quanto ao que dizes, não posso concordar mais. E se ocorresse uma migração para o interior, ainda mais e melhores serviços iriam aparecer por força da demografia. Mas desconfio que o tema das distâncias aos hospitais é uma falsa questão. Durante milhares e milhares de anos, nem sequer hospitais ou médicos existiam. As pessoas protestam no meio da abundância, e perdem o discernimento.</p>
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		<title>Por: c</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37364</link>
		<dc:creator>c</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 23:53:04 +0000</pubDate>
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		<description>nem fui ler a resposta , se é que tive , ao meu último comentário. espero que não esteja tão zangado comigo como eu mereço. mas , de todos os seus postais este é aquele com quem mais eu me identifico. com net , tv cabo , telemóvel , e boas vias de comunicação já não existem impedimentos de maior para uma reocupação do interior .é preciso uma marcha para o equilibrio. litorilizaçao e bicéfalia urbanas não foram favoráveis a Portugal. a desvalorização do rural também não. evidentemente que não quero tomar duche de água fria no inverno , sabendo que posso tomar quente. mas sabendo que posso viver na terra ,o meu habitat natural , passo bem sem alcatrão. há que fazer escolhas , genéro saco plástico descartável ou saco de pano reutilizável. mas saco. é uma questão de consciencialização de desperdicio do efémero.

ps) convinha era que não fossem fechando serviços como os de saúde  ou educação no interior . de velhota , morando por amor , a mim ou á terra  ou a ele ,em trás do sol posto para ver o nascer do sol e cheirar as manhãs , gostava de saber que há um hospital a menos de 30 km ou coisa parecida. ou de ter escola perto pros netos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>nem fui ler a resposta , se é que tive , ao meu último comentário. espero que não esteja tão zangado comigo como eu mereço. mas , de todos os seus postais este é aquele com quem mais eu me identifico. com net , tv cabo , telemóvel , e boas vias de comunicação já não existem impedimentos de maior para uma reocupação do interior .é preciso uma marcha para o equilibrio. litorilizaçao e bicéfalia urbanas não foram favoráveis a Portugal. a desvalorização do rural também não. evidentemente que não quero tomar duche de água fria no inverno , sabendo que posso tomar quente. mas sabendo que posso viver na terra ,o meu habitat natural , passo bem sem alcatrão. há que fazer escolhas , genéro saco plástico descartável ou saco de pano reutilizável. mas saco. é uma questão de consciencialização de desperdicio do efémero.</p>
<p>ps) convinha era que não fossem fechando serviços como os de saúde  ou educação no interior . de velhota , morando por amor , a mim ou á terra  ou a ele ,em trás do sol posto para ver o nascer do sol e cheirar as manhãs , gostava de saber que há um hospital a menos de 30 km ou coisa parecida. ou de ter escola perto pros netos.</p>
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	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37348</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 11:05:56 +0000</pubDate>
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		<description>Caro santos, o meu texto não passa de um devaneio irresponsável para consumo inconsequente, é assim que entendo a (minha) escrita na blogosfera. Mas a sua bondade mantém-se: apontar para o interior e dizer que há ali um conjunto de oportunidades para criação de riqueza e realização pessoal. Isso é inegável, para mim, tais como inegáveis são as dificuldades de tal empresa. 

Quanto a quem se tentou instalar no espaço, há de tudo. Os casos mais interessantes, para a minha tese, são os de cidadãos estrangeiros da Europa - alemães, holandeses, belgas, franceses, ingleses - que vieram para o mais recôndito interior, ou para zonas rurais ainda intactas, e encontraram nesses locais o seu paraíso. Um paraíso feito de trabalho, de recuperação das tradições locais em muitos casos ao abandono pelos próprios habitantes nativos. O que importa realçar, no exemplo dessas pessoas, é o facto de elas chegarem com um grau de educação e civilização muito superior ao dos portugueses que não cuidam do que têm. E não cuidam porque não sabem cuidar, pois as oportunidades estão à sua frente e debaixo dos pés. É disto que falo, porque é isto que vejo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro santos, o meu texto não passa de um devaneio irresponsável para consumo inconsequente, é assim que entendo a (minha) escrita na blogosfera. Mas a sua bondade mantém-se: apontar para o interior e dizer que há ali um conjunto de oportunidades para criação de riqueza e realização pessoal. Isso é inegável, para mim, tais como inegáveis são as dificuldades de tal empresa. </p>
<p>Quanto a quem se tentou instalar no espaço, há de tudo. Os casos mais interessantes, para a minha tese, são os de cidadãos estrangeiros da Europa &#8211; alemães, holandeses, belgas, franceses, ingleses &#8211; que vieram para o mais recôndito interior, ou para zonas rurais ainda intactas, e encontraram nesses locais o seu paraíso. Um paraíso feito de trabalho, de recuperação das tradições locais em muitos casos ao abandono pelos próprios habitantes nativos. O que importa realçar, no exemplo dessas pessoas, é o facto de elas chegarem com um grau de educação e civilização muito superior ao dos portugueses que não cuidam do que têm. E não cuidam porque não sabem cuidar, pois as oportunidades estão à sua frente e debaixo dos pés. É disto que falo, porque é isto que vejo.</p>
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		<title>Por: santos</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37324</link>
		<dc:creator>santos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 12:50:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=3170#comment-37324</guid>
		<description>Caro Valupi, não se trata de falência geral e absoluta de todo o texto, bem pelo contrário. Também não creio que lhe tenha proposto qualquer solução radical.

Ao seu texto falta práxis para lhe dar consistência, questione quem tentou instalar-se nesse “espaço”. O que encontrará nesse “interior” é uma realidade muito triste, falo do concreto e não do imaginário. Os locais ou o vêem como negócio de oportunidade ou como explorador e oportunista, por vezes reclamam direitos que não obtiveram em partilhas, etc.

O que se passa então? Dos jornais desta semana - cerca de 100 famílias africanas que viviam em barracas no trajecto da expansão da CRIL resolveram os seus problemas.

 Os políticos da nossa terra como sempre, colocaram na solução, dinheiro e mais dinheiro, mais de 90 famílias optaram pela indemnização, mais ou menos 50,000 euro´s. Análise possível: de um lado um lavar de mãos, do outro às urtigas os laços de comunidade que reivindicavam no início das negociações.

 É legítimo, dirá, não creio. Casos semelhantes se passam com os antigos bairros sociais, depois da posse o brutal negócio, que de pobre já nada tem.

È sempre um prazer ler os seus textos. “Lembrar que o tempo livre é um bem económico valioso”, é uma pérola que lhe agradeço. É a minha práxis.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Valupi, não se trata de falência geral e absoluta de todo o texto, bem pelo contrário. Também não creio que lhe tenha proposto qualquer solução radical.</p>
<p>Ao seu texto falta práxis para lhe dar consistência, questione quem tentou instalar-se nesse “espaço”. O que encontrará nesse “interior” é uma realidade muito triste, falo do concreto e não do imaginário. Os locais ou o vêem como negócio de oportunidade ou como explorador e oportunista, por vezes reclamam direitos que não obtiveram em partilhas, etc.</p>
<p>O que se passa então? Dos jornais desta semana &#8211; cerca de 100 famílias africanas que viviam em barracas no trajecto da expansão da CRIL resolveram os seus problemas.</p>
<p> Os políticos da nossa terra como sempre, colocaram na solução, dinheiro e mais dinheiro, mais de 90 famílias optaram pela indemnização, mais ou menos 50,000 euro´s. Análise possível: de um lado um lavar de mãos, do outro às urtigas os laços de comunidade que reivindicavam no início das negociações.</p>
<p> É legítimo, dirá, não creio. Casos semelhantes se passam com os antigos bairros sociais, depois da posse o brutal negócio, que de pobre já nada tem.</p>
<p>È sempre um prazer ler os seus textos. “Lembrar que o tempo livre é um bem económico valioso”, é uma pérola que lhe agradeço. É a minha práxis.</p>
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	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37321</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 01:36:39 +0000</pubDate>
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		<description>Caro santos, não duvido da falência da minha análise, neste como em qualquer outro texto. Mas duvido da tua solução. Devolver à origem seria perder tempo, outros viriam. O que está em causa é ocupar o espaço livre e reconquistar um mundo natural e humano impossível de viver na cidade (ou nas actuais cidades).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro santos, não duvido da falência da minha análise, neste como em qualquer outro texto. Mas duvido da tua solução. Devolver à origem seria perder tempo, outros viriam. O que está em causa é ocupar o espaço livre e reconquistar um mundo natural e humano impossível de viver na cidade (ou nas actuais cidades).</p>
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	<item>
		<title>Por: santos</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37309</link>
		<dc:creator>santos</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 17:29:12 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Valupi, por uma vez, o seu ângulo de análise é muito inferior e de sentido inverso (certeiro e inédito) ao que é habitual em si.

A prosa é bela e fresca, comestível, um verdadeiro conto de fadas, normalidade em si. 

Mas a Reconquista deve ser feita ao contrário. É verdade meu caro, ora observe:
Deve ser mais uma Expulsão ou Devolução às origens dos pobres citadinos à força.
Os que não se libertam do leite materno. Os que são de lado nenhum.

Os herdeiros de um passado nobre nas relações de vizinhança, com pais e avós aqui nascidos, os legítimos e característicos de qualquer bairro de Lisboa, Odivelas, Damaia, tinham a sua história feita de gente humilde e solidária. Que se prova na aceitação do outro, pela partilha, etc.

Faça uma análise às origens dos servidores, e dos que se servem do Estado.

Por mim, tenho para devolver, além do Isaltino de Oeiras, a manda chuva aqui de Odivelas, creio que é do Alentejo profundo, possivelmente do pulo do lobo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Valupi, por uma vez, o seu ângulo de análise é muito inferior e de sentido inverso (certeiro e inédito) ao que é habitual em si.</p>
<p>A prosa é bela e fresca, comestível, um verdadeiro conto de fadas, normalidade em si. </p>
<p>Mas a Reconquista deve ser feita ao contrário. É verdade meu caro, ora observe:<br />
Deve ser mais uma Expulsão ou Devolução às origens dos pobres citadinos à força.<br />
Os que não se libertam do leite materno. Os que são de lado nenhum.</p>
<p>Os herdeiros de um passado nobre nas relações de vizinhança, com pais e avós aqui nascidos, os legítimos e característicos de qualquer bairro de Lisboa, Odivelas, Damaia, tinham a sua história feita de gente humilde e solidária. Que se prova na aceitação do outro, pela partilha, etc.</p>
<p>Faça uma análise às origens dos servidores, e dos que se servem do Estado.</p>
<p>Por mim, tenho para devolver, além do Isaltino de Oeiras, a manda chuva aqui de Odivelas, creio que é do Alentejo profundo, possivelmente do pulo do lobo.</p>
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	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37305</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 14:01:04 +0000</pubDate>
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		<description>e tu também. beijos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e tu também. beijos</p>
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	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37298</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 10:27:23 +0000</pubDate>
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		<description>Rita, fica descansada. Só enviaremos pessoal da Avenida de Roma.
__

susana, o fim-de-semana de três dias também não deve demorar muito a chegar.
__

Nik, o Sócrates que mande um email, ou apareça a comentar, e logo se verá. Mas não creio que precise de ajuda.
__

Salgador, assimilação com Espanha? A Espanha não existe, homem.
__

V, eu sei. Tens toda a razão, e também por isso o poste. A verdade é a de que grande parte da mancha urbana da província é uma continuação da Damaia e Odivelas. Os centros e arredores das vilas estão a ficar todos iguais e todos desgraçados.
__

z, estás perdoado, então.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rita, fica descansada. Só enviaremos pessoal da Avenida de Roma.<br />
__</p>
<p>susana, o fim-de-semana de três dias também não deve demorar muito a chegar.<br />
__</p>
<p>Nik, o Sócrates que mande um email, ou apareça a comentar, e logo se verá. Mas não creio que precise de ajuda.<br />
__</p>
<p>Salgador, assimilação com Espanha? A Espanha não existe, homem.<br />
__</p>
<p>V, eu sei. Tens toda a razão, e também por isso o poste. A verdade é a de que grande parte da mancha urbana da província é uma continuação da Damaia e Odivelas. Os centros e arredores das vilas estão a ficar todos iguais e todos desgraçados.<br />
__</p>
<p>z, estás perdoado, então.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37296</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 10:18:29 +0000</pubDate>
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		<description>meu irmão, se não te importas eu vou paara o outro lado dessas setas todas que quero um fado tropical, mas quanto ao resto acho bem

Nik tenho uma coisa a confessar-te pá, meio envergonhado mas vá: lembras quando me cumeste aquele 111? Fiquei lixado, e andavas para lá a tecer hinos à Ibéria e eu de dragão alambazado. Eu agora depois do euro ando um vendido pá, gostei da vitória, gosto do Zapatero, nem falo do Casillas, acho a Letizia guapa e mais umas coisas - ando comovido com nuestros hermanos e depois olhando para o mapa vê-se bem que dos Pirinéus para cá isto é uma coisa conexa. Esta é tua.

Ontem andei a brincar de Nick pelas ruas, as esquinas</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>meu irmão, se não te importas eu vou paara o outro lado dessas setas todas que quero um fado tropical, mas quanto ao resto acho bem</p>
<p>Nik tenho uma coisa a confessar-te pá, meio envergonhado mas vá: lembras quando me cumeste aquele 111? Fiquei lixado, e andavas para lá a tecer hinos à Ibéria e eu de dragão alambazado. Eu agora depois do euro ando um vendido pá, gostei da vitória, gosto do Zapatero, nem falo do Casillas, acho a Letizia guapa e mais umas coisas &#8211; ando comovido com nuestros hermanos e depois olhando para o mapa vê-se bem que dos Pirinéus para cá isto é uma coisa conexa. Esta é tua.</p>
<p>Ontem andei a brincar de Nick pelas ruas, as esquinas</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: V</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37293</link>
		<dc:creator>V</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2008 09:00:48 +0000</pubDate>
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		<description>Foi isso que eu vi, quando há dez anos vim para o interior. Mas não é bem assim: o interior não quer viver em harmonia sustentada com o campo e os passarinhos; os políticos locais, pelo menos, fazem tudo o que podem para que os seus munícipes vivam como os oprimidos das cidades em prédios feios. Ou os líricos invadem isto depressa, ou estamos todos perdidos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Foi isso que eu vi, quando há dez anos vim para o interior. Mas não é bem assim: o interior não quer viver em harmonia sustentada com o campo e os passarinhos; os políticos locais, pelo menos, fazem tudo o que podem para que os seus munícipes vivam como os oprimidos das cidades em prédios feios. Ou os líricos invadem isto depressa, ou estamos todos perdidos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: O Salgador da Pátria</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37287</link>
		<dc:creator>O Salgador da Pátria</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 23:04:27 +0000</pubDate>
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		<description>As setas estão muito bem, mas se calhar (não estou certo!) só se for para assimilação com a parte beige, onde diz &quot;Hespanha&quot;, perdão, &quot;Espanha&quot;...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As setas estão muito bem, mas se calhar (não estou certo!) só se for para assimilação com a parte beige, onde diz &#8220;Hespanha&#8221;, perdão, &#8220;Espanha&#8221;&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37286</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 22:43:04 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei do humor da Rita.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei do humor da Rita.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37285</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 22:42:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=3170#comment-37285</guid>
		<description>Este Val tem coisas que quase nos fazem verter uma lágrima de optimismo e confiança no futuro. És um mobilizador e um propagandista nato, pá. Porque é que o Sócrates não pega em ti e não vão à (re)conquista de Portugal? O país não precisa de mais merdosos do Restelo, descrentes e viciados em tricas neuróticas, que os há aos milhões. Precisa de gajos inflamados de inocência visionária coma ti, carago! Viva Trás os Montes corajoso, criativo, intelectual e ecossistémico! Viva!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este Val tem coisas que quase nos fazem verter uma lágrima de optimismo e confiança no futuro. És um mobilizador e um propagandista nato, pá. Porque é que o Sócrates não pega em ti e não vão à (re)conquista de Portugal? O país não precisa de mais merdosos do Restelo, descrentes e viciados em tricas neuróticas, que os há aos milhões. Precisa de gajos inflamados de inocência visionária coma ti, carago! Viva Trás os Montes corajoso, criativo, intelectual e ecossistémico! Viva!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37279</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 19:57:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=3170#comment-37279</guid>
		<description>isso acrescentado ao fim-de-semana de três dias deveria ser sujeito de uma petição na net. daquelas que todos assinamos mas nunca chegamos a saber que foi feito delas. aliás: que fizeram elas.
mas é lindo e faz sonhar. e esse amor do fim honra o apelido que é nome próprio do autor.

substantia, creio que farias melhor em dirigires-te à igreja maná.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>isso acrescentado ao fim-de-semana de três dias deveria ser sujeito de uma petição na net. daquelas que todos assinamos mas nunca chegamos a saber que foi feito delas. aliás: que fizeram elas.<br />
mas é lindo e faz sonhar. e esse amor do fim honra o apelido que é nome próprio do autor.</p>
<p>substantia, creio que farias melhor em dirigires-te à igreja maná.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rita</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37278</link>
		<dc:creator>Rita</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 19:45:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=3170#comment-37278</guid>
		<description>Do que eu gostei mesmo foi de ver a Covilhã no mapa. Mas por favor, não mandem pra cá mais gajos da província.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Do que eu gostei mesmo foi de ver a Covilhã no mapa. Mas por favor, não mandem pra cá mais gajos da província.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37275</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 17:30:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=3170#comment-37275</guid>
		<description>Pedro, concordo contigo: é lindo. Mas a debandada que antevês é patológico optimismo. As minorias discretas são discretas.
__

SUBSTANTIA, estás certíssimo: não é preciso trabalhar tanto. É preciso é trabalhar melhor. Creio que a História exibe esse percurso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro, concordo contigo: é lindo. Mas a debandada que antevês é patológico optimismo. As minorias discretas são discretas.<br />
__</p>
<p>SUBSTANTIA, estás certíssimo: não é preciso trabalhar tanto. É preciso é trabalhar melhor. Creio que a História exibe esse percurso.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: SUBSTANTIA NIGRA</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37274</link>
		<dc:creator>SUBSTANTIA NIGRA</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 17:09:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=3170#comment-37274</guid>
		<description>Valupi,

Há pelo menos duas maneiras de reagir a este teu post. Uma é pensar que para chegarmos à quase certa Distopia que nos ofereces, apesar das tuas elevadas intenções,  não é preciso trabalhar tanto; outra é apanhar o eléctrico e ir ao templo mais próximo das Testemunhas de Jáovi e pedir aos senhores o que é que temos que fazer para aderir à causa.

Quanto ao resto, é um bom manifesto, cheio de calor reconquistador. Impressiona-me o volume dos materiais que nos obrigas a digerir. Se o teu estilo não fosse tão próprio e inconfundível diria que és uma pessoa colectiva.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valupi,</p>
<p>Há pelo menos duas maneiras de reagir a este teu post. Uma é pensar que para chegarmos à quase certa Distopia que nos ofereces, apesar das tuas elevadas intenções,  não é preciso trabalhar tanto; outra é apanhar o eléctrico e ir ao templo mais próximo das Testemunhas de Jáovi e pedir aos senhores o que é que temos que fazer para aderir à causa.</p>
<p>Quanto ao resto, é um bom manifesto, cheio de calor reconquistador. Impressiona-me o volume dos materiais que nos obrigas a digerir. Se o teu estilo não fosse tão próprio e inconfundível diria que és uma pessoa colectiva.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pedro</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37273</link>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 16:53:48 +0000</pubDate>
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		<description>Os gajos aí das cruzadas para o interior, nas expedições assinaladas nas setas verdes, vão tão depressa que se arriscam a bater com força com os cornos nas muralhas de Elvas e de Almeida! Aíôôôô</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os gajos aí das cruzadas para o interior, nas expedições assinaladas nas setas verdes, vão tão depressa que se arriscam a bater com força com os cornos nas muralhas de Elvas e de Almeida! Aíôôôô</p>
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		<title>Por: Pedro</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/reconquista/#comment-37272</link>
		<dc:creator>Pedro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 16:28:12 +0000</pubDate>
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		<description>Ó pá, tão lindo! Eu acho que este texto vai provocar uma debandada tão grande e tão rápida dos litoralenses para o interior, que Lisboa, amanhã, vai acordar como Nova Iorque naquele filme do Will Smith, A Lenda, com os bichos do jardim zoológico a pastar na Praça da Figueira e um único habitante, um palerma qualquer que não leu este post.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ó pá, tão lindo! Eu acho que este texto vai provocar uma debandada tão grande e tão rápida dos litoralenses para o interior, que Lisboa, amanhã, vai acordar como Nova Iorque naquele filme do Will Smith, A Lenda, com os bichos do jardim zoológico a pastar na Praça da Figueira e um único habitante, um palerma qualquer que não leu este post.</p>
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