Aviso aos pacientes: este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório. Em caso de agravamento dos sintomas, escreva aos enfermeiros de plantão. Apenas para administração interna; o fabricante não se responsabiliza por usos incorrectos deste fármaco.



Desaparecer um jornal é mais triste (mas muito melhor) do que desaparecer uma floresta. Mesmo que seja um jornal que não valia o dinheiro do papel em que era impresso. E isto diz quem sabe, que o leio desde o primeiro número (mas nunca o comprei), sem falhar uma semana (era uma chachada, uma cápsula dos anos 80).

O próximo a acabar é o tal. Mas qual?


  1. 1 Joaquim Nascimenro

    Também o li desde o primeiro número, mas há muito que tinha deixado de o ler. Infelizmente, o mesmo me apetece fazer a outros que por aí vão andando.

  2. 2 Anónimo

    Julguei que tinhas ido ao dentista. Aproveito a ausência do resto dos canibais para te perguntar que jornal em tua opinião merece o que se tem de pagar por ele quando fresco. Não vale comparares com o preço do papel pardo, pois os fabricantes deste não têm rendimento publicitário.

  3. 3 Savotlav Ponyets

    Lias o tal desde o primeiro número, mas nunca o compravas…
    Não falhavas uma semana, mas não prestava… Hum!
    Estranhos costumes que aí há nesse blog.
    Tinham-me dito,não acreditava. Vim comprovar.
    E apanho logo com este exemplo.
    Devo ser um canibal.
    Ou do Freixial.

  4. 4 Valupi

    Anonymous, acertas, venho do dentista. O único jornal que vale o peso do papel é o Público. Porque nele escrevem alguns dos últimos portugueses.

  5. 5 Valupi

    Savotlav, não te invejo a imaginação.

  6. 6 Savotlav Ponyets

    Alguns dos últimos portugueses?! Quer dizer que se o Público rebentar…ficamos livres desta raça desgraçada?
    Posso pedir uma coisinha ao meu ícone do Santo Fiodor?

  7. 7 Valupi

    Savotlav, não. Tens de aprender a ler antes de achares que já podes fazer perguntas.

  8. 8 Pó Talco

    Ah, o Público, o mais bebé de todos os jornais, porque não o deixaste ir junto à água do banho, Valupi? Terias prestado um enormíssimo serviço ao verdadeiro PUBLICO.

  9. 9 Valupi

    Não podia deixar tal desgraça acontecer, Pó. Que seria do meu Bénard?

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