Perguntas simples

Se Sócrates não sei quê, milhares de milhões envolvendo o Governo, se Vara não sei quê, centenas de milhões envolvendo a CGD, que é feito do resto do maralhal sem os quais nada poderiam ter feito? Vão ser metidos às pazadas na “Operação Marquês” nos próximos 4 dias?

.

29 comentários a “Perguntas simples”

  1. Às Pazadas? eeheheheh. Já lá estão! Aquilo está tudo ligado….Então não sabe que as “operações” andam “para baixo e para cima”…? Pois…

  2. algum erudito aspirínico já se lembrou de saber quanto tempo tem um arguido para reagir a uma ACUSAÇÃO do MP???? E o que é que tal envolve? E o que acontece quando são muitos os arguidos? Porém, o processo é só um…

    Estas também são perguntas muito simples e com uma simples resposta…Ou será que se fiam na seriedade da mulher de césar? Hum? Tanta lenha que anda por aqui, tanta reflexão e ESQUECEM-SE do que é IMPORTANTE!!!!!

  3. Pelo andar da carruagem andam andam e ainda constituem arguido o actual governo de A.Costa. Os sinais vão sendo lançados resta saber se têm coragem e poder de força para tanto: pensamentos acerca de tal não lhes deve faltar e muito menos vontade.
    Ora vejamos, já constituíram arguidos a empresa Lena e várias empresas do Grupo. Se uma entidade colectiva como uma empresa pode ser considerada arguida responsabilizando toda a Administração porque não o MP colocar o Governo actual na “pá” e metê-lo todo na “operação marquês” responsabilizando o PM e os Ministros ou, fazendo-o fingida e moderadamente, responsabilizando o PM e todos os Ministros que pertenceram ao governo Sócrates como colaboradores de “corrupto”?
    Para já a azáfama actual vai servir de fundamento para haver novo adiamento. E com mais tempo podem, com a ajuda da cabrita e do dâmaso, afinar as imbricadas imaginárias “ligações”, não obstante nunca vistas nem conhecidas, com o salgado e de uma “pazada” meter o PS no lume brando do forno da fraudulenta “operaçao marquês”. E todos sabemos que se fossem verdadeiramente investigadas as relações do DDT que pressupoem actos de favores ou corrupção quase ninguém do ppd/psd escapava nem a associação dos magistrados.
    Esta seria matar dois coelhos de uma cajadada e finalmente o aparecimento do tal “diabo” salvador que passos espera.
    Aguardemos o desenvolvimento do enredo desta novela rasca que se vai tecendo à medida e a pedido da dupla cmtv:mp e mp;cmtv.

  4. Perguntinha: o fleumático dr. Rui Pereira — hoje colega de honra e acessório facilitador das mesas redundantes do Correio da Manha para o processo, na companhia dos insignes jornalistas Dâmaso e Cabrita — nunca ia aos conselhos de ministros socráticos onde se combinavam os «favorecimentos»?

    Just curious.

  5. Perguntas ainda mais curiosas: o calendário que se segue não suscita a curiosidade dos sindicatos magisteriais que costumavam vigiar os restaurantes onde o gang do Sócrates ia «refeiçoar»? A lógica do processo Sócrates não devia ser aplicável?

    21-03-2014
    Juiz fecha de vez caso do vice-presidente de Angola
    Rafael Marques pretendia prosseguir com investigação contra Manuel Vicente, Higino Carneiro e a empresa Portmil. Mas Carlos Alexandre decidiu arquivar processo
    http://www.dn.pt/politica/interior/juiz-fecha-de-vez-caso-do-vicepresidente-de-angola-3772108.html

    24-04-2014
    Juiz português chumba processo contra Manuel Vicente
    Lisboa – O magistrado português Carlos Alexandre indeferiu o pedido de instrução criminal, solicitado por Rafael Marques, para continuação das investigações ao vice-Presidente de Angola, Manuel Vicente, por suposto branqueamento de capitais.
    http://club-k.net/index.php?option=com_content&view=article&id=17945:juiz-portugues-chumba-processo-contra-manuel-vicente&catid=23&Itemid=1123&lang=pt

    2015
    O juiz Carlos Alexandre recebe do procurador Orlando Figueira a quantia de 10 000 euros.

    24-02-2016
    Orlando Figueira é acusado de crimes de corrupção ativa e passiva, branqueamento e falsidade informática
    http://www.rtp.pt/noticias/pais/orlando-figueira-presente-hoje-a-tribunal_v898502

    25-02-2016
    Banco Atlântico constituído arguido no caso do ex-procurador diz que cumpriu regras
    Ministério Público alega que instituição ocultou dados sobre contas de Orlando Figueira. Banco garante que cumpriu regras
    O Banco Privado Atlântico (BPA) foi constituído como arguido no processo que envolve o ex-procurador Orlando Figueira (em licença sem vencimento desde setembro de 2012), detido por suspeitas de corrupção passiva.
    http://www.dn.pt/portugal/interior/banco-atlantico-constituido-arguido-no-caso-do-ex-procurador-5046159.html

    09-03-2016
    Transferência de 10 000 euros de Carlos Alexandre para a conta do amigo Orlando Figueira, já constituído arguido.
    https://www.publico.pt/2017/03/02/sociedade/noticia/procurador-suspeito-de-corrupcao-emprestou-dez-mil-euros-ao-juiz-carlos-alexandre-1763826

    07-09-2016
    Entrevista de Carlos Alexandre à SIC em que afirma que não tem amigos pródigos, nem dinheiro em nome de amigos, e se queixa de estar a ser alvo de escutas, sem todavia referir o que mais tarde é revelado ter sido um empréstimo informal concedido pelo amigo procurador.
    http://sicnoticias.sapo.pt/especiais/socrates/2016-10-11-Juiz-Carlos-Alexandre-mantem-se-a-frente-do-processo-da-Operacao-Marques

    17-09-2016
    Entrevista de Carlos Alexandre ao Expresso, intitulada «O juiz só, Carlos Alexandre diz-se isolado, sem amigos e até vigiado».
    http://expresso.sapo.pt/dossies/diario/2016-09-16-Carlos-Alexandre-Estou-muito-preocupado-com-a-sucessao-de-escandalos-na-area-financeira

    16-02-2017
    Orlando Figueira e Manuel Vicente acusados de corrupção.
    Figueira recebeu 1 milhão de euros para arquivar processo onde Manuel Vicente era investigado.
    O antigo procurador do Ministério Público Orlando Figueira e o vice-presidente de Angola Manuel Vicente foram acusados de corrupção. A acusação foi divulgada hoje pela Procuradoria-Geral da República.
    O Departamento Central de Investigação e Ação Penal deduziu acusação contra Manuel Vicente, Orlando Figueira, o advogado Paulo Blanco e Armindo Perpétuo Pires por crimes de corrupção, branqueamento e falsificação.
    No inquérito em causa era investigado o recebimento de contrapartidas avaliadas em 1 milhão de euros por parte de Figueira – em licença sem vencimento de longa duração desde Setembro de 2012 – para arquivar um processo em que era investigado Manuel Vicente.
    http://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/alerta-cm-orlando-figueira-e-manuel-vicente-acusados-de-corrupcao?ref=HP_Outros

    02-03-2017
    Acusado de corrupção emprestou 10 mil euros ao juiz Carlos Alexandre
    Procurador Orlando Figueira, acusado de receber luvas de Angola, ajudou juiz do caso Sócrates.
    […]
    Carlos Alexandre garantiu aos investigadores da Operação Fizz que desconhecia a origem do dinheiro do amigo e que nunca desconfiou que este estivesse envolvido em qualquer atividade ilícita, até serem tornadas públicas as suspeitas que agora se conhecem. Orlando Figueira foi detido em fevereiro de 2016. Está neste momento em prisão domiciliária, com pulseira eletrónica.
    http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/magistrado-acusado-de-corrupcao-emprestou-10-mil-euros-ao-juiz-carlos-alexandre

    02-03-2017
    Procurador suspeito de corrupção emprestou dez mil euros ao juiz Carlos Alexandre
    Orlando Figueira é amigo do magistrado, e um dos principais arguidos da Operação Fizz. Dinheiro para ajudar na construção de casa em Mação já foi devolvido.
    Uma das passagens mais controversas da entrevista que o juiz Carlos Alexandre deu no Verão passado à SIC relacionava-se com o facto de ter dito que não tinha amigos ricos, razão pela qual não lhe restava senão viver do seu trabalho. Mas os investigadores da Operação Fizz, na qual o procurador Orlando Figueira é suspeito de ter sido pago por Manuel Vicente, hoje vice-presidente angolano, para arquivar dois processos que o incriminavam, descobriram que afinal Carlos Alexandre sempre tinha um amigo pródigo: precisamente este procurador, que lhe emprestou dez mil euros em 2015, e que foi recentemente acusado dos crimes de corrupção, branqueamento de capitais, violação do segredo de justiça e falsificação de documento.
    Orlando Figueira e Carlos Alexandre conheceram-se há um quarto de século, quando trabalhavam ambos no tribunal de Vila Franca de Xira, e tornaram-se amigos. Ao ponto de Orlando Figueira ter passado a ser visita da casa de Carlos Alexandre, um privilégio raro, como explicou recentemente o juiz às duas procuradoras que lideram a Operação Fizz.
    As magistradas chamaram Carlos Alexandre a depor no processo há pouco mais de um mês, na qualidade de testemunha, porque queriam saber a razão de ele ter transferido a 9 de Março de 2016 dez mil euros para a conta do amigo, que já então tinha sido constituído arguido.
    O juiz contou que tinha precisado do dinheiro para continuar a construção de uma casa na sua terra natal, Mação. Havia pedido um empréstimo de cem mil euros à Caixa Agrícola para esse efeito, mas o dinheiro só era libertado em prestações, à medida que a obra ia avançando. Antes de lhe concederem uma nova tranche, os funcionários do banco visitavam a obra e faziam um auto de medição, para aquilatarem da evolução dos trabalhos. Como em Outubro de 2015 a obra não tinha avançado o suficiente não foram libertados dez mil euros com que o juiz contava para prosseguir os trabalhos.
    Por essa altura, já Orlando Figueira tinha arquivado os processos do vice-presidente angolano, deixado o Ministério Público e passado a trabalhar no BCP, que tem entre os seus maiores accionistas a Sonangol, liderada à época por Manuel Vicente. O Ministério Público suspeita de que este emprego era, além do dinheiro que lhe foi depositado numa conta bancária, outra forma de Manuel Vicente compensar o antigo procurador por este não o ter incriminado naquelas duas investigações, uma das quais versava sobre a compra de um apartamento no condomínio de luxo Estoril-Sol por perto de quatro milhões de euros.
    https://www.publico.pt/2017/03/02/sociedade/noticia/procurador-suspeito-de-corrupcao-emprestou-dez-mil-euros-ao-juiz-carlos-alexandre-1763826

    03-03-2017
    Operação Fizz. Angolanos do Banco Atlântico envolveram juiz Carlos Alexandre por carta fechada
    Reembolso de 10 mil euros do juiz Carlos Alexandre a Orlando Figueira foi comunicado pelo BPA em envelope fechado. Banco angolano tinha escondido contas do procurador suspeito.
    Os 10 mil euros que o procurador Orlando Figueira emprestou ao juiz Carlos Alexandre para obras em casa só chegaram ao conhecimento do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) por comunicação expressa do Banco Privado Atlântico (BPA) Europa — instituição de crédito de capitais angolanos ligados à Sonangol que era arguida na Operação Fizz enquanto pessoa coletiva por ter ocultado as operações bancárias que estão na origem da acusação contra Figueira. Ao que o Observador apurou, a comunicação do BPA Europa para o DCIAP foi feita em envelope fechado em março de 2016, dias depois da transferência ter sido realizada pelo magistrado do Tribunal Central de Instrução Criminal para a conta de Orlando Figueira.
    Apesar da transferência não ter qualquer suspeita de irregularidade, as magistradas que acabaram por acusar Manuel Vicente, vice-presidente do Governo de Angola, de ter corrompido Orlando Figueira, viram-se obrigadas a chamar Carlos Alexandre como testemunha. Foi o próprio magistrado, como o Público noticiou esta quinta-feira, que explicou às duas procuradoras, Inês Bonina e Patrícia Barão, os contornos da transferência: tratava-se de um empréstimo que Figueira, amigo de Alexandre desde o início da década passada depois de trabalharem juntos no tribunal de Vila Franca Xira, lhe tinha feito a pretexto de obras que realizou na sua casa em Mação. O montante de 10 mil euros servia para suprir o atraso no desbloqueamento de verbas por parte da Caixa de Crédito Agrícola Mútuo — instituição financeira que financiou tais obras em cerca de 100 mil euros, explicou o juiz.
    https://ardina.news/article/2017_03_03_1955914837_operacao-fizz-angolanos-do-banco-atlantico-envolveram-juiz-carlos-alexandre-por-carta-fechada

  6. Há muito tempo que tb eu coloco essa pergunta, nomeadamente nesta caixa de comentários, pois considero-o o grande calcanhar d’Aquiles da tese da acusação.

  7. Só para esclarecer :
    – o mãnhas já foi substituído por expresso/sic.
    Está bem à vista que sic/expresso comandam a campanha engendrada pelo mp.
    Ao ataque, cada vez mais em força :
    – expresso/sic – todas as mesas redondas sic – eixos sic- jornais da tarde sic – expressos da meia verdade sic – o rapaz sic que andava de microfone atrás de José Sócrates durante a crise feita a jeito do psd e, naturalmente promovido a figura grada da companhia por ter ajudado o psd a abocanhar o poder (não sei o nome da irrisória figura ).
    Assim sendo, parece que mais dia menos dia o PS inteirinho vai entrar na conspiração que cada vez está mais agressiva e despudorada.
    Talvez então o país abra os olhinhos remelosos para o escândalo deste processo dos Távoras.
    Já chega de deixar o Homem só neste vergonha de simulacro de justiça.
    O mp escolheu para figura a abater o mais proeminente do PS…
    …agora aguentem o mais corajoso e temido político quando se trata de desmontar mentiras e conspirações.
    O país está a saque.
    Os biliões transferidos são varridos para debaixo do tapete.
    O mp sempre em socorro de seus donos até que o anunciado diabo chegue em tempo de se cumprir o Inferno.

    Longa vida e saúde ao Ex. Primeiro Ministro de Portugal Engº José Sócrates.

  8. É isto…

    “http://umjeitomanso.blogspot.pt/2017/03/os-gemeos-sem-mae-de-cristiano-ronaldo.html

    Acredite-se ou não nele, tal resiliência é de se lhe tirar o chapéu. E acredite-se ou não nele, uma coisa é certa: esta nossa Justiça actua de forma miserável, sem respeito pelos cidadãos. Marcelo diz que se sente desconfortável. Desconfortável é pouco. Tem que se sentir agoniado, revoltado. Tem que tentar fazer alguma coisa que isto assim é de susto. Um pobre coitado que caia nas malhas da justiça, está feito, está desgraçado.”

  9. Meirelles, desculpa lá:
    cada um é livre de fazer a figura que quer, mas é penoso ver-te a fazer o papel de um falecido ou o da Jasmim aqui à frente de toda a gente.

  10. Se uma cena “mixuruca” com cartas de condução envolve dezenas, ou mesmo uma centena de arguidos como é que um Budget de milhões envolve tão poucos figurantes? Mas que raio de guionistas são estes meus!?
    Do que a Justiça precisa não é de mais recursos mas sim de guionistas de jeito para dar vida às elocubrações alucinadas do MP, o bannonzinho Costa não chega.

  11. Caro Gungunhana, tens de admitir que, se, porventura, por hipótese, tal e coiso e coiso e tal, a coisa se coisifica (vade retro, cruzes canhoto, Nossa Senhora nos valha, longe vá o agoiro, bate na madeira!), todos os indícios apontam para que o supercoiso até seja baratinho, já que, para a missão indiciada, dez mil eiritos é preço de saldo.

  12. O Meirelles a fazer de Jasmim, o Joaquim Camacho a fazer de Joe Strummer.

    Valupi, a troupe do Aspirina B está a viver intensamente o (reality) choque.
    Diz-se disto, entre a indiferença e o divertimento.

  13. Fillon indiciado por desvio de fundos públicos

    Os procuradores confirmam que o candidato às presidenciais francesas foi formalmente indiciado por desvio de dinheiro público e apropriação indevida de fundos.

    REUTERS e PÚBLICO 14 de Março de 2017, 14:44

    Aqui: https://www.publico.pt/2017/03/14/mundo/noticia/fillon-vai-ser-indiciado-por-desvio-de-fundos-publicos-1765147

    Toma lá, Meirelles, mais uma peça do puzzle em que a teoria e a prática (não) andam de braço dado.
    É para o teu arquivo, free.

  14. Ó Meirelles

    Acho que no teu rol te esqueceste da cena da busca ao escritório do advogado do Procurador corrompido …na qual os investigadores da PJ encontram um CV do filho do juiz… e que era para ver se lhe arranjavam um emprego na Sonangol por intermédio de tráfico de influências do vice-Presidente de Angola … mas quando tudo isso foi descoberto … o juiz veio dizer que “sim, e tal mas … que TRAVOU a FUNDO … e coisa e tal” …
    … é LINDO, pá !

  15. Ó Vogais

    Essa Conselheira do Trumpas deve ser prima da Assunção Cristas.
    Pelo menos são muito chegadas na inteligência.

    Eu acho que a escolha da Cristas para enterrar o CDS foi a última habilidade do gajo da peruca …

  16. Jasmim, larga as ervas e não sejas machista (há em ti um padrão sobre as gaijas que estragam a vida aos teus amores e desamores: agora é a Assunção Cristas, antes foi a Fernanda Câncio, a Angelina Jolie e outras galdérias do estilo).

    [Atina, rapariga.]

  17. Corvo Negro
    14 DE MARÇO DE 2017 ÀS 13:30
    Resposta simples:
    A “justiça” anda é a atazanar-nos, todos os dias, com o Sócrates…. e assim desvia as atenções do que realmente foram crimes sérios contra o Estado, contra o País e contra o Povo e que estão por punir.

    ehehehehehe. Oiça meu bom jardineiro, caminhante e romântico em jeito de “Espadinha”, de facto, houve crimes MUITO SÉRIOS contra o Estado, contra o País e contra o Povo e que ainda estão por punir.

    Como é que certos comunas e chuchas enriqueceram a política? Como é que estes hipócritas nunca partilharam a sua riqueza com os outros? Como é que estes mentirosos conseguiram destruír o país? Como é que se atreveram a entrar na terra e património dos outros? Como é que deram de bandeja o que os antepassados portugueses conquistaram à custa do seu sangue?
    Quer mais?

  18. VAMOS LÁ A SABER
    (original remasterizado a partir do clássico com música de Richard Clayderman e letra de Valupi: gravação a partir de um vinil em 78 r.p.m. em homenagem ao centenário DN ).

    Alguém me sabe dizer se o Valupi já ligou aos sôtores Araújo e Delille, ou se foi jantar com o ex-PM, para lhes pedir justificações pelos actos de que foi vítima nos últimos dias durante mais uma festança com libações para todos à grande, cachimbos a passarem de mão em mão e eventuais tentativas de sodomização na qual eles abusaram da sua alegada inocência?

    _______

    Ministério Público imputa seis crimes a José Socrátes

    Procuradores acrescentaram tráfico de influências, falsificação e recebimento indevido de vantagem

    São seis os crimes imputados pelo Ministério Público a José Sócrates: corrupção passiva para a prática de atos contrários aos deveres do cargo, fraude fiscal qualificada, branqueamento de capitais, falsificação, recebimento indevido de vantagem e tráfico de influências. O elenco consta da última página do despacho do Ministério Público com as últimas imputações criminais ao antigo primeiro-ministro. Na passada segunda-feira, Sócrates negou todos as suspeitas que lhe foram apresentadas, as quais deverão estar num futuro despacho de acusação.

    Acompanhado pelos seus advogados, João Araújo e Pedro Delille, José Sócrates foi respondendo durante seis horas às perguntas dos procuradores Rosário Teixeira, Filipe Preces e Filipe Costa e do inspetor tributário Paulo Silva. O interrogatório decorreu numa das salas do Departamento Central de Investigação e Ação Penal, onde a equipa de investigação do processo “Operação Marquês” entregou à defesa um documento com 103 páginas de imputações.

    De acordo com o documento, os procuradores agruparam as suspeitas por blocos. Em primeiro lugar, José Sócrates é suspeito de ter beneficiado o Grupo Lena em três situações: na adjudicação de obras na Parque Escolar, 90 milhões de euros, segundo a investigação, representando 10,6% das adjudicações totais. Ainda sobre o grupo empresarial de Leiria, o Ministério Público considera que o consórcio “Elos”, que concorreu ao TGV e que integrava o grupo Lena, foi favorecido com a integração no contrato de uma cláusula relativa a despesas a reembolsar pelo Estado, posteriormente considerada ilegal pelo Tribunal de Contas. A tudo isto, Sócrates respondeu nada saber e nada ter adjudicado. Em resposta, o MP alega que o Grupo Lena lhe fez chegar 2,8 milhões de euros através do seu amigo Carlos Santos Silva.

    No que diz respeito ao Grupo Lena, a investigação, além de corrupção, imputa também a José Sócrates um crime de tráfico de influências, dizendo que o antigo primeiro-ministro influenciou diplomatas portugueses para ir ao encontro dos interesses do grupo de Leiria, sobretudo no que diz respeito ao negócio da construção de casas na Venezuela.

    Ao mesmo tempo que os procuradores desfiavam as suspeitas, José Sócrates ia protestando pelo facto de, na sua opinião, não lhe terem sido apresentados “documentos e provas” das alegações que estavam a ser feitas.

    Do Grupo Lena, o Ministério Público passou para o empreendimento turístico de Vale do Lobo, afirmando que Sócrates e Armando Vara mantiveram-se em contacto para a concessão de um crédito de 60 milhões de euros da Caixa Geral de Depósitos à sociedade proprietária do empreendimento algarvio. Sócrates voltou a negar.

    No que diz respeito à ligação BES-PT-Sócrates, a investigação reafirmou o que tem vindo a considerar no processo. Em primeiro lugar que José Sócrates, uma vez mais através de Carlos Santos Silva, começou por recebeu contrapartidas do Grupo Espírito Santo por ter dado indicações à Caixa Geral de Depósitos para votar contra a OPA da Sonae. O posterior “spin off” da PT com a PT Multimedia, alegou o MP, resultou em ganhos para o Grupo Espírito Santo (GES). Em segundo lugar, o antigo primeiro-ministro foi acusado de ter utilizado a “golden share” do Estado de forma a interferir no negócio da venda da Vivo à Telefónica e, em seguida, pela entrada da PT no capital da Oi. Para o Ministério Público a influência de Sócrates nestes negócios proporcionou ganhos, uma vez mais, ao GES.

    Ora, para a investigação, o antigo primeiro ministro obteve 23 milhões de euros em contrapartidas: 20 do GES e 2,8 do Grupo Lena. O dinheiro acabaria em contas bancárias de Carlos Santos Silva na Suíça. Em 2010, o empresário e amigo de antigo primeiro-ministro, transferiu o dinheiro para Portugal ao abrigo do Regime Excecional de Regularização Tributária (RERT). É sobre este facto que recai a suspeita de falsificação sobre Sócrates em coautoria com Santos Silva. Para o MP, o verdadeiro dono do pecúlio era o antigo primeiro-ministro, logo a adesão ao RERT foi falsificada através da utilização do nome do amigo.

    Em matéria de imputações, o Ministério Público considerou ainda que Sócrates cometeu um crime de recebimento indevido de vantagem, tendo em conta que entre 2010 e 2011, enquanto primeiro ministro, passou férias em resorts em Portugal, Menorca , pagas pelo seu amigo Carlos Santos Silva, numa despesa que terá sido superior a 30 mil euros. Ora, nesta altura já estava previsto o tal crime, aliás, proposto no parlamento pelo PS.

    O DN tentou contactar ontem os advogados de José Sócrates, mas nenhum dos dois respondeu aos contactos. Na segunda-feira, à saída do DCIAP, José Sócrates classificou como “absurdas” as imputações feitas pelo MP, dizendo que não lhe foi mostrada nenhuma prova concreta dos factos alegados.

    Aqui, oferta grátis de um desenho: https://www.vercapas.com/capa/diario-de-noticias.html

  19. Que Deus dê muita saúde e força (e paciência q.b.) ao Sr. Dr. juiz Carlos Alexandre e à Senhora Procuradora.
    a verdadeira anonima

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *