adobe creative suite downloads Adobe Fireworks CS5 buy adobe fireworks 8 adobe standard creative suite Adobe Fireworks CS5 for Mac buy adobe creative suite premium 2.3 windows adobe studio creative suite Adobe InCopy CS5 buy adobe creative suite 3 cheap adobe premiere pro magnitude Adobe InCopy CS5 for Mac buy best price for adobe creative suite download adobe premiere pro 7 full Adobe SoundBooth CS5 for Mac buy adobe creative suite change serial number adobe creative suite 2.0 premium Adobe SoundBooth CS5 buy free adobe premiere pro serial codes adobe fireworks cs3 Adobe Premiere Pro CS5 for Mac buy phone activation adobe fireworks 9.0 serial adobe contribute crack Adobe Premiere Pro CS5 buy adobe premiere pro 1.5 activation key adobe creative suite premium serial Adobe Contribute CS5 buy adobe free fireworks download add pics to adobe fireworks Adobe Contribute CS5 for Mac buy adobe premiere pro keyboard shortcuts adobe creative suite 3 design standard Adobe Creative Suite 5 Design Premium buy adobe creative suite 2.3 downloads macintosh requirements for adobe creative suite Adobe Creative Suite 5 Design Premium for Mac buy adobe creative suites and software descargar adobe premiere pro 7 gratis Adobe Creative Suite 5 Design Standard buy adobe creative suite 3 troubleshooting xp adobe fireworks sdk Adobe Creative Suite 5 Production Premium buy download adobe premiere pro 1.5 premium version of creative suite adobe Adobe Creative Suite 5 Production Premium for Mac buy adobe fireworks c3 key gen adobe premiere pro 7,0 Adobe Creative Suite 5 Web Premium buy buy adobe premiere pro 1.5 adobe creative suite e-training Adobe Creative Suite 5 Web Premium for Mac buy adobe premiere pro crack serial

Aviso aos pacientes: este blogue é antianalgésico, pirético e inflamatório. Em caso de agravamento dos sintomas, escreva aos enfermeiros de plantão. Apenas para administração interna; o fabricante não se responsabiliza por usos incorrectos deste fármaco.



Os novos tempos que se aproximam, carregados por uma extrema austeridade, tiveram aqui um sério aviso que o Governo não deve ignorar.

E esse é um sinal a fixar: a última experiência, a socrática, não acabou bem. O fechar de olhos à crise que se instalava e nos destruía conduziu-nos à tragédia financeira e económica que agora se aproxima da crise social. E é aqui que tudo se torna mais complicado.

Editorial do DN

__

Os editoriais do DN são invariáveis peças apologéticas do Governo, preocupados em servir conselhos e avisos variados aos esforçados Ministros e Secretários de Estado, sempre numa atitude colaboracionista para com o rumo escolhido. Chegam a dizer, e com todas as letras, que não há outro.

Pelo meio, como se pode ver no exemplo acima, oferecem abundantes juízos acerca de Sócrates. Neste fragmento, podemos desfrutar da posição oficial de um órgão de informação a respeito de um ciclo político passado. É-nos dito que os governantes anteriores não quiseram ver a crise e, por causa dessa sua escolha, são os responsáveis pela situação actual. O sentido do parágrafo, que o texto no seu todo não desmente, é o de culpar Sócrates pela presente austeridade e suas previsíveis convulsões sociais a caminho.

O que tem mais interesse neste banal episódio de violação do contrato de isenção com os leitores, posto que o DN não assume a sua linha política, está na fórmula usada, a qual é caluniosa. Quem escreveu o texto, provavelmente o Marcelino, não explicita os fundamentos, pressupostos, dados ou meros factos das conclusões que serve já mastigadas. Para começar, ou para terminar logo com a conversa, de que crise está a falar? Da crise de 2007, de 2008, de 2009, de 2010 ou de 2011? É que em cada um destes anos é possível desenhar um retrato da crise bem distinto dos restantes. Depois, qual a legitimidade para se dizer que o Governo “fechou os olhos”? A resposta a esta pergunta decorre da pergunta anterior, sem a qual não se pode saber qual a matéria em análise, quanto mais aferir a honestidade intelectual da acusação. Finalmente, que tipo de jornalismo é este, supostamente de referência, que apaga por completo das suas ilações as decisões tomadas desde Março de 2011 pelo Presidente da República, pela oposição pré-5 de Junho e pelo actual Governo, e isto já aceitando deixar de fora as eleições de 2009 e subsequente recusa da oposição para qualquer modelo de coligação que permitisse a tão desejada estabilidade política? Seria para rir, tamanho sectarismo, se não fosse para chorar, sectarismo tamanho.

O fanatismo dos que continuam agarrados a Sócrates como desculpa para o mal que fazem, e para o bem que deixam por fazer, não é um acaso. É uma furibunda necessidade, porque aquelas cabeças não dão para mais.


  1. 1 Jnascimento

    Deixar de lê-los para não se sentir insultado é fácil e poupa uns cobres!
    Jnascimento

  2. 2 Agente Especial

    Absolutamente de acordo. Ao tempo que o Marcelino vem fazendo o seu caminho! Logo que suspeitaram do quilate, da coragem, da vontade inquebrantável do HOMEM em moder nizar o país, que começou a tramóia da “marcelinagem” – deste marcelino e de todos os outros. Porque os jornais são todos de marcelinos, tenham eles os nomes que tiverem. Mas, embora as excepções sejam poucas, diga-se que nem todos os jornalistas são marcelinos. Há um ou outro jornalista muito bom. No jornal do marcelino-mor, há dois ou três jornalistas de primeira água. Mas o problema é a marcelinagem.
    Precisávamos de um jornal que não fosse de um marcelino e não há, o que é caso único na Europa. E suponho que haveria mercado. E que, progressivamente, haveria cada vez mais. Mas temos de ajudar para que apareça.
    Temos de explicar como apareceram as atoardas e as invencionices contra o HOMEM e a atribuição que lhe fizeram de tudo o que era negativo – crimes, falta de qualidades, a atribuição de todas as culpas e a responsabilização pela crise mundial…
    E, agora que está ausente, continua a ser responsabilizado por tudo o que é negativo.
    Precisamos de convencer as pessoas de deixarem de comprar os órgãos dos marcelinos, de deixarem de comprar os jornais portugueses – todos eles, os que existem;que, na medida do possível, dispensem televisão e rádio – ou, pelo menos, não acreditem com facilidade no que dizem. E evitem, sempre que possam, tudo o que eles promovem ou publicitam.
    Há “bloggers” de realíssima categoria que, em conjunto, podem tentar cada vez mais, e continuadamente, essa obra pedagógica, explicando, formando, convencendo e apelando para esse esforço, que sendo de todos e a bem de todos, nos poderá levar a sair do buraco para onde nos empurraram e onde agora alguns nos querem reduzir à ínfima espécie.
    Caímos no buraco da crise e agora os poderosos querem tirar, à nossa custa, partido disso. Mas os poderosos – os marcelinos – têm também alguns receios. Do HOMEM, por exemplo. Por isso, mesmo na sua ausência, continuam a dizer mal dele. Porque é um HOMEM SEM MEDO DE NADA que quer um país em que caibam todos, tanto quanto possível, livre, justo e solidário.
    O nosso futuro é extremamente incerto e não é o HOMEM sozinho o remédio para os dias que nos aguardam. Mas ele e outros homens da mesma fibra, uns que conhecemos, outros que se revelarão, trabalhando em conjunto, são a garantia segura de dias melhores, queira-o ou não a marcelinagem.

  3. 3 Tu não aprendes nada Valupateta ... sempre a mesma lenga, lenga da treta

    A vacuidade das afirmações de António José Seguro sobre o país, polvilhadas por vaidosos “eu falei” ou “eu fui o primeiro a dizer”, prova que o PS precisa mais do país do que o país precisa do PS.
    Depois da liderança férrea de Sócrates, que construiu um partido sem conteúdos políticos sustentado por movimentos de grupos de interesses – exemplarmente escudado por uma justiça agrilhoada, Seguro aparenta valer pouco mais que um zero à esquerda.
    É certo que, com o acordo da troika e os programas de austeridade, Sócrates envenenou o futuro político do partido para os próximos anos. À nova liderança do PS não restavam mais que duas hipóteses: ou entrava em ruptura com as políticas de austeridade e, consequentemente, com a liderança passada, ou passava os próximos anos embrulhada no novelo das políticas do governo sem dele fazer parte. Os dirigentes do PS escolheram a segunda opção, não aprendendo nada com o partido homólogo grego – o PASOK, na última sondagem publicada esta semana, já é a quinta força política, com 8% de intenções de votos.
    Esta linha política torna inevitável uma ruptura com o eleitorado. Quem concorda com a austeridade não vê motivos para não votar no PSD. Quem não concorda não se sente representado pelo PS. As mais recentes notícias de desfiliações de sindicatos inscritos na UGT são um dos primeiros sinais de que não se pode ser contra e a favor ao mesmo tempo.

  4. 4 Teofilo M

    CXaro Val,
    chamal ultras aos marcelinos é elogio! Este bando de comadres que pomposamente se intitulam jornalistas e que dirigem pasquins que se arvoram em independentes mas cuja finalidade é andarem de bem com o poder, nomeadamente o económico, não tinha lugar em mais nenhum país do mundo a desempenhar sequer funções de distribuidor de correio, pois nem números sabem interpretar.
    O próprio português encontra-se corrompido com expressões que não correspondem a nada, como é o exemplo do adjetivo “socrático” que nada tem a ver com o ex-PM Sócrates, mas antes com outro Sócrates de quem certamente se gabam de ter lido alguma obra, como os audiófilo que se gabam de terem ouvido os concertos para violino de Chopin ou os que leram a Fenomenologia do Ser de Sartre, para já não falar do que comeu Vychissoise num jantar em que não esteve presente.
    Por isso, há muito que poupo dinheiro não comprando jornais, pois hoje em dia o papel higiénico é mais agradável ao toque e suja menos.

  5. 5 ja

    O fanatismo dos que continuam agarrados a Sócrates …………………………………………. não é um acaso. É uma furibunda necessidade, porque aquelas cabeças não dão para mais.

  6. 6 Marco Alberto Alves

    Ja, meu. Tens razão, não dás para mais…

Leave a Reply





Toma mensal

Pharmácias

As Ruínas Circulares
afixe (RIP)
BdE I (RIP)
BdE II (RIP)
de vagares...(RIP)
A invenção de Morel
Sociedade Anónima (RIP)

 

Farmácias de Serviço

 

100 nada
31 da Armada
A aba de Heisenberg
Abrupto
O Acidental (RIP)
Adufe.pt
A Gaveta do Paulo
Agridoce
Alexandre Soares Silva
Almocreve das Petas
Amor e Ócio
António Sousa Homem
Arrastão
As Ruínas Circulares
Atlântico
Avatares de um desejo
O Avesso do Avesso
Babilônia
Babugem
Bada Bing!
Bandeira ao Vento
Barnabé (RIP)
a barriga de um arquitecto
Beco das Imagens
Blasfémias
Bomba Inteligente
Bombyx mori
Bonfim
Blogue dos Marretas
Blogo Social Português
Cabra de Serviço
Caderno de Verão
Caixa de Costura
Canhões de Navarone
Cão de Guarda
Casa de Cacela
Casmurro (RIP)
A causa foi modificada
Causa Nossa
O céu sobre Lisboa
Charquinho
Cibertulia
cinco dias
Cocanha
A Coluna Infame (RIP)
Complexidade e Contradição
Confissão do Silêncio
Conta Natura
Contra a Corrente
Coroas de Pinho
Crítico Musical
Crónicas Matinais
Cruzes Canhoto (RIP)
Daedalus
Daily Make-up
Da literatura
Desesperada Esperança
A Destreza das Dúvidas
Diário Ateísta
É a Cultura, Estúpido!
Em Busca da Límpida Medida
Enresinados
Epicentro
A Ervilha Cor de Rosa
Esplanar
Esquerda Republicana
Estado Civil
a.estrada:
Estrangeiros no Momento
Eternuridade
Floresta do Sul
Fora do Mundo (RIP)
FotoBen
Frangos para fora
french kissin'
Fuga para a Vitória
Fumaças
O funcionamento de certas coisas
garedelest
Gato Fedorento
Geração Rasca
Glória Fácil
Grande Loja do Queijo Limiano
Grupo do Pato
Hipatia
Homem a Dias
:Ilhas
O Insurgente
Intermitências da Corte
A Invenção de Morel
Janela Indiscreta (RIP)
Janela Para o Rio
João Pereira Coutinho
Klepsy´dra
A Lâmpada Mágica
Laranja Amarga
Last Tapes
letra minúscula
Letratura
Malfadado
Mar Salgado
Margens de Erro
Mas certamente que sim!
Meditação na Pastelaria
melancómico
A Memória Inventada
Memória Virtual
A Metamorfose
Miniscente
Modus Vivendi
Muro Sem Vergonha (RIP)
A montanha mágica
Nada Niente
A Natureza do Mal
O Observador
Ó Faxavor...
A Origem do Amor
A Origem das Espécies
Palombella rossa
O Pastelinho
Pastoral Portuguesa
Pedro Chagas Freitas
pequeno blogue do Grande Terramoto
Periférica
pesadelo sem ar condicionado
Pólis & Etc.
Ponto e Vírgula (RIP)
Ponto Media
Pópulo
Portal Galego da Língua
A Praia
Quartzo, Feldspato & Mica (RIP)
Quase Famosos
read me very carefully
Renas e Veados
Rimbaud Warrior
Rititi
Rua da Judiaria
Ruialme
seta despedida
Silêncio
Solvstäg
Sound + Vision
Tempo Contado
Os Tempos que Correm
Tomara-que-caia
Três Pastelinhos
True Lies
Um blog sobre Kleist
O verso dos versos
Vício de Forma
Vidro Duplo
Vistalegre
Voz do Deserto
what do you represent
The world as we know it


© 2006/11 Aspirina B | Powered by Wordpress | afinado por Paulo Querido | Topo