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	<title>Comentários em: Os comunas comem professores ao pequeno-almoço</title>
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		<title>Por: a. moura pinto</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/os-comunas-comem-professores-ao-pequeno-almoco/#comment-40971</link>
		<dc:creator>a. moura pinto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 17:14:57 +0000</pubDate>
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		<description>O pior cego é o que não quer ver. O Governo não pode continuar a afirmar que os professores não querem ser avaliados ou que estão a ser instrumentalizados pelas variadas oposições. Três manifestações em menos de um ano e sindicatos arrastados por movimentos independentes só podem querer dizer que a escola está a funcionar mal.
•	Mas as manifestações destinaram-se a exigir ou a contestar a avaliação?

O mundo do ensino não pode estar recheado de professores que não querem trabalhar, que querem faltar, que não querem ser avaliados, que não querem que os seus alunos sejam bem sucedidos e passem de ano, que estão ao serviço de sindicatos ou oposições ao Governo. 
•	Mas fez-se a guerra conhecida quanto às aulas de substituição e, de forma confessada por alguns, os alunos foram instrumentalizados na luta contra o estatuto do aluno, naquilo que o estatuto tem como de exigência: procurar que as matérias dadas durante as faltas sejam recuperadas.
Antecedidos de ponto, ficam os comentários ao texto de Helena Garrido
---------------------------


É preciso começar a apelar ao bom senso de quem governa. A cegueira de não querer ver anda de mãos dadas com batalhas contra moinhos de vento, inimigos que se vêem por todo lado, como se quem governa estivesse isolado e fosse o único interessado na prosperidade e progresso do país. As verdades absolutas contribuem mais para o retrocesso que para o progresso, como nos revelam vários casos históricos. O permanente estado de crispação entre a ministra da Educação e os professores está a fazer pior ao ensino, nesta fase, que o bem que faria o novo estatuto ou a avaliação dos professores.
•	Quem governa tem uma legitimidade que lhe vem do voto. É quem governa que a sociedade incumbe de definir as políticas, nomeadamente a do ensino. Quando se negoceia com os sindicados, convém que se tenha em conta que estes não têm, na matéria, a mesma legitimidade. Porque não foi através deles que se chegou a quem tem que governar.
Quem governa sem bom senso, será julgado no local próprio, nas urnas. Mas nunca pelos sindicatos. E bom senso não é rasgar acordos, deixar o palco das negociações ou só querer negociar com condições prévias porque, mais uma vez, a legitimidade de uns é bem diversa da de outros.

Ninguém com o mínimo de seriedade é contra a mudança na cultura da escola. Todos queremos uma escola em que o trabalho e mérito de professores e alunos sejam premiados. Todos queremos uma escola que ensine melhor e onde não se permita o que estivemos anos a ver, um grupo de professores dedicados, sem qualquer retribuição por isso, enquanto outros - em regra uma minoria - usavam o ensino como meio de ter um rendimento, ou antes, uma renda, ao fim do mês.
•	Claro que, havendo seriedade, tudo pode ser diferente. Mas não é o caso, ou seja, nem todos comungam dessa exigência de seriedade. As declarações ao vivo em entrevistas no decurso das manifestações – ver o Youtube, por exemplo – falam por si.

Querer não é suficiente para ter. É necessário conseguir concretizar as mudanças sem que a transformação destrua o património fundamental para que o novo ensino não acabe pior que o velho, apesar de todos os bons desejos. 
Mudar é sempre difícil, para quem lança a mudança e para quem é alvo dela. Mas a política é isso mesmo, a capacidade de mudar o possível no tempo certo e com o mínimo de contestação. Compreendendo a dor que significa mudar para quem está no terreno e não caindo na tentação de ver em cada obstáculo mãos de opositores que apostam apenas no fracasso.
A ministra da Educação revelou desde o primeiro momento grande capacidade para lançar a mudança no ensino. Mostrou ser menos capaz em ouvir e compreender os custos da reforma no ensino, ajustando a sua velocidade ao ritmo possível da escola.
•	Até admito que a ministra possa ter sido pouco hábil, não ouvindo o suficiente. Mas ouviu quanto acordou com os sindicatos o tal memorando assinado pelas partes e rasgado por uma delas. E quando insiste em negociar… uma parte abandona o palco.

Não se muda o funcionamento de uma escola por decreto. Quando se lê o decreto regulamentar publicado em Maio deste ano e os diversos esclarecimentos do Ministério da Educação percebe-se, mesmo conhecendo mal o funcionamento actual das escolas, as dificuldades que os professores, avaliadores e avaliados, estão a enfrentar. 
•	Numa mesa redonda de ontem – 18 – na SIC Notícias, apesar dos cuidados dos professores intervenientes em não se colocarem muito à margem da contestação – e eles lá saberão os receios que a tal os levaram - , ficou-se a saber que o clima de cortar à faca existe, de facto, mas nas salas de professores, e isto nas escolas em que o processo de avaliação avançou. Explicação dada por um deles: chegou a altura da verdade, havendo que avaliar. E há quem esteja contra, pelas mais variadas razões, mas razões estritamente do interesse pessoal. 

Uma escola onde o professor basicamente “dava aulas” não se transforma de um dia para o outro, por vontade política, numa escola participada por professores e alunos, numa organização com vida própria, com todos os procedimentos que isso exige.
É preciso abandonar a cegueira ditada pelo medo de ser dado como vencido. A escola e os professores precisam de apoio para concretizarem a mudança.
•	Apoiado.

armoupi@hotmail.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O pior cego é o que não quer ver. O Governo não pode continuar a afirmar que os professores não querem ser avaliados ou que estão a ser instrumentalizados pelas variadas oposições. Três manifestações em menos de um ano e sindicatos arrastados por movimentos independentes só podem querer dizer que a escola está a funcionar mal.<br />
•	Mas as manifestações destinaram-se a exigir ou a contestar a avaliação?</p>
<p>O mundo do ensino não pode estar recheado de professores que não querem trabalhar, que querem faltar, que não querem ser avaliados, que não querem que os seus alunos sejam bem sucedidos e passem de ano, que estão ao serviço de sindicatos ou oposições ao Governo.<br />
•	Mas fez-se a guerra conhecida quanto às aulas de substituição e, de forma confessada por alguns, os alunos foram instrumentalizados na luta contra o estatuto do aluno, naquilo que o estatuto tem como de exigência: procurar que as matérias dadas durante as faltas sejam recuperadas.<br />
Antecedidos de ponto, ficam os comentários ao texto de Helena Garrido<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>É preciso começar a apelar ao bom senso de quem governa. A cegueira de não querer ver anda de mãos dadas com batalhas contra moinhos de vento, inimigos que se vêem por todo lado, como se quem governa estivesse isolado e fosse o único interessado na prosperidade e progresso do país. As verdades absolutas contribuem mais para o retrocesso que para o progresso, como nos revelam vários casos históricos. O permanente estado de crispação entre a ministra da Educação e os professores está a fazer pior ao ensino, nesta fase, que o bem que faria o novo estatuto ou a avaliação dos professores.<br />
•	Quem governa tem uma legitimidade que lhe vem do voto. É quem governa que a sociedade incumbe de definir as políticas, nomeadamente a do ensino. Quando se negoceia com os sindicados, convém que se tenha em conta que estes não têm, na matéria, a mesma legitimidade. Porque não foi através deles que se chegou a quem tem que governar.<br />
Quem governa sem bom senso, será julgado no local próprio, nas urnas. Mas nunca pelos sindicatos. E bom senso não é rasgar acordos, deixar o palco das negociações ou só querer negociar com condições prévias porque, mais uma vez, a legitimidade de uns é bem diversa da de outros.</p>
<p>Ninguém com o mínimo de seriedade é contra a mudança na cultura da escola. Todos queremos uma escola em que o trabalho e mérito de professores e alunos sejam premiados. Todos queremos uma escola que ensine melhor e onde não se permita o que estivemos anos a ver, um grupo de professores dedicados, sem qualquer retribuição por isso, enquanto outros &#8211; em regra uma minoria &#8211; usavam o ensino como meio de ter um rendimento, ou antes, uma renda, ao fim do mês.<br />
•	Claro que, havendo seriedade, tudo pode ser diferente. Mas não é o caso, ou seja, nem todos comungam dessa exigência de seriedade. As declarações ao vivo em entrevistas no decurso das manifestações – ver o Youtube, por exemplo – falam por si.</p>
<p>Querer não é suficiente para ter. É necessário conseguir concretizar as mudanças sem que a transformação destrua o património fundamental para que o novo ensino não acabe pior que o velho, apesar de todos os bons desejos.<br />
Mudar é sempre difícil, para quem lança a mudança e para quem é alvo dela. Mas a política é isso mesmo, a capacidade de mudar o possível no tempo certo e com o mínimo de contestação. Compreendendo a dor que significa mudar para quem está no terreno e não caindo na tentação de ver em cada obstáculo mãos de opositores que apostam apenas no fracasso.<br />
A ministra da Educação revelou desde o primeiro momento grande capacidade para lançar a mudança no ensino. Mostrou ser menos capaz em ouvir e compreender os custos da reforma no ensino, ajustando a sua velocidade ao ritmo possível da escola.<br />
•	Até admito que a ministra possa ter sido pouco hábil, não ouvindo o suficiente. Mas ouviu quanto acordou com os sindicatos o tal memorando assinado pelas partes e rasgado por uma delas. E quando insiste em negociar… uma parte abandona o palco.</p>
<p>Não se muda o funcionamento de uma escola por decreto. Quando se lê o decreto regulamentar publicado em Maio deste ano e os diversos esclarecimentos do Ministério da Educação percebe-se, mesmo conhecendo mal o funcionamento actual das escolas, as dificuldades que os professores, avaliadores e avaliados, estão a enfrentar.<br />
•	Numa mesa redonda de ontem – 18 – na SIC Notícias, apesar dos cuidados dos professores intervenientes em não se colocarem muito à margem da contestação – e eles lá saberão os receios que a tal os levaram &#8211; , ficou-se a saber que o clima de cortar à faca existe, de facto, mas nas salas de professores, e isto nas escolas em que o processo de avaliação avançou. Explicação dada por um deles: chegou a altura da verdade, havendo que avaliar. E há quem esteja contra, pelas mais variadas razões, mas razões estritamente do interesse pessoal. </p>
<p>Uma escola onde o professor basicamente “dava aulas” não se transforma de um dia para o outro, por vontade política, numa escola participada por professores e alunos, numa organização com vida própria, com todos os procedimentos que isso exige.<br />
É preciso abandonar a cegueira ditada pelo medo de ser dado como vencido. A escola e os professores precisam de apoio para concretizarem a mudança.<br />
•	Apoiado.</p>
<p><a href="mailto:armoupi@hotmail.com">armoupi@hotmail.com</a></p>
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	<item>
		<title>Por: a. moura pinto</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/os-comunas-comem-professores-ao-pequeno-almoco/#comment-40970</link>
		<dc:creator>a. moura pinto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 16:38:05 +0000</pubDate>
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		<description>Bem visto, parabéns...
E a gente a pensar que tiradas assim eram exclusivo da D Manuela... 
Mas que par!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem visto, parabéns&#8230;<br />
E a gente a pensar que tiradas assim eram exclusivo da D Manuela&#8230;<br />
Mas que par!</p>
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		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/os-comunas-comem-professores-ao-pequeno-almoco/#comment-40961</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 12:49:43 +0000</pubDate>
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		<description>é sim meu querido e as taxas de juro a 2,75% já e não penses que és mais resiliente do que eu, olha o coração (o teu):

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1350512&amp;idCanal=57</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>é sim meu querido e as taxas de juro a 2,75% já e não penses que és mais resiliente do que eu, olha o coração (o teu):</p>
<p><a href="http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1350512&amp;idCanal=57" rel="nofollow">http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1350512&amp;idCanal=57</a></p>
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		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/os-comunas-comem-professores-ao-pequeno-almoco/#comment-40954</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 09:10:14 +0000</pubDate>
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		<description>aquela dos seis meses de parto do alien da manela deixa tudo envergonhado até ao tutano. Como é possível esta falta de vergonha meu Deus? Só espero que não a demitam antes das eleições, que eles comem presidentes com ou sem ovos que é um despacho. Quero ver exposta a matriz fibrosa da salazarenta para memória futura, para que não se repita jamais</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>aquela dos seis meses de parto do alien da manela deixa tudo envergonhado até ao tutano. Como é possível esta falta de vergonha meu Deus? Só espero que não a demitam antes das eleições, que eles comem presidentes com ou sem ovos que é um despacho. Quero ver exposta a matriz fibrosa da salazarenta para memória futura, para que não se repita jamais</p>
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		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/os-comunas-comem-professores-ao-pequeno-almoco/#comment-40946</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 23:51:36 +0000</pubDate>
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		<description>Isto não vai lá com paninhos mornos, Eduardo.

Balupi, rápido. Cozinha aí um post sobre a tirada ironico-fascistóide da Dona Manuela. Leio agora que, há dias, a senhora já tinha dito que não deveria ser a comunicação social a fazer as notícias... 

http://diario.iol.pt/politica/ferreira-leite-oposicao-jornalistas-psd-comunicacao-social-governo/1012581-4072.html

Por onde andas, coño? Dá uma folga aos pseudo-professores, carago!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isto não vai lá com paninhos mornos, Eduardo.</p>
<p>Balupi, rápido. Cozinha aí um post sobre a tirada ironico-fascistóide da Dona Manuela. Leio agora que, há dias, a senhora já tinha dito que não deveria ser a comunicação social a fazer as notícias&#8230; </p>
<p><a href="http://diario.iol.pt/politica/ferreira-leite-oposicao-jornalistas-psd-comunicacao-social-governo/1012581-4072.html" rel="nofollow">http://diario.iol.pt/politica/ferreira-leite-oposicao-jornalistas-psd-comunicacao-social-governo/1012581-4072.html</a></p>
<p>Por onde andas, coño? Dá uma folga aos pseudo-professores, carago!</p>
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	<item>
		<title>Por: Eduardo Lapa</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/os-comunas-comem-professores-ao-pequeno-almoco/#comment-40945</link>
		<dc:creator>Eduardo Lapa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 23:41:51 +0000</pubDate>
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		<description>Eu cá punha o Carvalhas e a Manuela a fazerem o programa dos Marretas. Ver saga da Dona Manuele em:
&lt;a href=&quot;http://apresencadasformigas.blogspot.com&quot; title=&quot;a presença das formigas - Eduardo Lapa - Última hora morreu a formiga da Dona Manuela&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Última hora: morreu a formiga da Dona Manuela.&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu cá punha o Carvalhas e a Manuela a fazerem o programa dos Marretas. Ver saga da Dona Manuele em:<br />
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	<item>
		<title>Por: Jerónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/os-comunas-comem-professores-ao-pequeno-almoco/#comment-40940</link>
		<dc:creator>Jerónimo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 21:39:40 +0000</pubDate>
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		<description>MFerrer: o meu comentário é obviamente irónico. Ou acha que eu acho que a ministra esteve mesmo nos No Name Boys ? Ou que o superMário Nogueira é sereno e dialogante ? E o pobre Jorge, a única semelhança que tem com um skin é a falta de cabelo ...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>MFerrer: o meu comentário é obviamente irónico. Ou acha que eu acho que a ministra esteve mesmo nos No Name Boys ? Ou que o superMário Nogueira é sereno e dialogante ? E o pobre Jorge, a única semelhança que tem com um skin é a falta de cabelo &#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Dino</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/os-comunas-comem-professores-ao-pequeno-almoco/#comment-40934</link>
		<dc:creator>Dino</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 19:50:05 +0000</pubDate>
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		<description>Helena  Garrido
Aprender com...os professores
Helenagarrido@mediafin.pt

________________________________________

O pior cego é o que não quer ver. O Governo não pode continuar a afirmar que os professores não querem ser avaliados ou que estão a ser instrumentalizados pelas variadas oposições. Três manifestações em menos de um ano e sindicatos arrastados por movimentos independentes só podem querer dizer que a escola está a funcionar mal.


O mundo do ensino não pode estar recheado de professores que não querem trabalhar, que querem faltar, que não querem ser avaliados, que não querem que os seus alunos sejam bem sucedidos e passem de ano, que estão ao serviço de sindicatos ou oposições ao Governo. 

É preciso começar a apelar ao bom senso de quem governa. A cegueira de não querer ver anda de mãos dadas com batalhas contra moinhos de vento, inimigos que se vêem por todo lado, como se quem governa estivesse isolado e fosse o único interessado na prosperidade e progresso do país. As verdades absolutas contribuem mais para o retrocesso que para o progresso, como nos revelam vários casos históricos. O permanente estado de crispação entre a ministra da Educação e os professores está a fazer pior ao ensino, nesta fase, que o bem que faria o novo estatuto ou a avaliação dos professores.

Ninguém com o mínimo de seriedade é contra a mudança na cultura da escola. Todos queremos uma escola em que o trabalho e mérito de professores e alunos sejam premiados. Todos queremos uma escola que ensine melhor e onde não se permita o que estivemos anos a ver, um grupo de professores dedicados, sem qualquer retribuição por isso, enquanto outros - em regra uma minoria - usavam o ensino como meio de ter um rendimento, ou antes, uma renda, ao fim do mês.

Querer não é suficiente para ter. É necessário conseguir concretizar as mudanças sem que a transformação destrua o património fundamental para que o novo ensino não acabe pior que o velho, apesar de todos os bons desejos. 

Mudar é sempre difícil, para quem lança a mudança e para quem é alvo dela. Mas a política é isso mesmo, a capacidade de mudar o possível no tempo certo e com o mínimo de contestação. Compreendendo a dor que significa mudar para quem está no terreno e não caindo na tentação de ver em cada obstáculo mãos de opositores que apostam apenas no fracasso.

A ministra da Educação revelou desde o primeiro momento grande capacidade para lançar a mudança no ensino. Mostrou ser menos capaz em ouvir e compreender os custos da reforma no ensino, ajustando a sua velocidade ao ritmo possível da escola.

Não se muda o funcionamento de uma escola por decreto. Quando se lê o decreto regulamentar publicado em Maio deste ano e os diversos esclarecimentos do Ministério da Educação percebe-se, mesmo conhecendo mal o funcionamento actual das escolas, as dificuldades que os professores, avaliadores e avaliados, estão a enfrentar. 

Uma escola onde o professor basicamente &quot;dava aulas&quot; não se transforma de um dia para o outro, por vontade política, numa escola participada por professores e alunos, numa organização com vida própria, com todos os procedimentos que isso exige.

É preciso abandonar a cegueira ditada pelo medo de ser dado como vencido. A escola e os professores precisam de apoio para concretizarem a mudança.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Helena  Garrido<br />
Aprender com&#8230;os professores<br />
<a href="mailto:Helenagarrido@mediafin.pt">Helenagarrido@mediafin.pt</a></p>
<p>________________________________________</p>
<p>O pior cego é o que não quer ver. O Governo não pode continuar a afirmar que os professores não querem ser avaliados ou que estão a ser instrumentalizados pelas variadas oposições. Três manifestações em menos de um ano e sindicatos arrastados por movimentos independentes só podem querer dizer que a escola está a funcionar mal.</p>
<p>O mundo do ensino não pode estar recheado de professores que não querem trabalhar, que querem faltar, que não querem ser avaliados, que não querem que os seus alunos sejam bem sucedidos e passem de ano, que estão ao serviço de sindicatos ou oposições ao Governo. </p>
<p>É preciso começar a apelar ao bom senso de quem governa. A cegueira de não querer ver anda de mãos dadas com batalhas contra moinhos de vento, inimigos que se vêem por todo lado, como se quem governa estivesse isolado e fosse o único interessado na prosperidade e progresso do país. As verdades absolutas contribuem mais para o retrocesso que para o progresso, como nos revelam vários casos históricos. O permanente estado de crispação entre a ministra da Educação e os professores está a fazer pior ao ensino, nesta fase, que o bem que faria o novo estatuto ou a avaliação dos professores.</p>
<p>Ninguém com o mínimo de seriedade é contra a mudança na cultura da escola. Todos queremos uma escola em que o trabalho e mérito de professores e alunos sejam premiados. Todos queremos uma escola que ensine melhor e onde não se permita o que estivemos anos a ver, um grupo de professores dedicados, sem qualquer retribuição por isso, enquanto outros &#8211; em regra uma minoria &#8211; usavam o ensino como meio de ter um rendimento, ou antes, uma renda, ao fim do mês.</p>
<p>Querer não é suficiente para ter. É necessário conseguir concretizar as mudanças sem que a transformação destrua o património fundamental para que o novo ensino não acabe pior que o velho, apesar de todos os bons desejos. </p>
<p>Mudar é sempre difícil, para quem lança a mudança e para quem é alvo dela. Mas a política é isso mesmo, a capacidade de mudar o possível no tempo certo e com o mínimo de contestação. Compreendendo a dor que significa mudar para quem está no terreno e não caindo na tentação de ver em cada obstáculo mãos de opositores que apostam apenas no fracasso.</p>
<p>A ministra da Educação revelou desde o primeiro momento grande capacidade para lançar a mudança no ensino. Mostrou ser menos capaz em ouvir e compreender os custos da reforma no ensino, ajustando a sua velocidade ao ritmo possível da escola.</p>
<p>Não se muda o funcionamento de uma escola por decreto. Quando se lê o decreto regulamentar publicado em Maio deste ano e os diversos esclarecimentos do Ministério da Educação percebe-se, mesmo conhecendo mal o funcionamento actual das escolas, as dificuldades que os professores, avaliadores e avaliados, estão a enfrentar. </p>
<p>Uma escola onde o professor basicamente &#8220;dava aulas&#8221; não se transforma de um dia para o outro, por vontade política, numa escola participada por professores e alunos, numa organização com vida própria, com todos os procedimentos que isso exige.</p>
<p>É preciso abandonar a cegueira ditada pelo medo de ser dado como vencido. A escola e os professores precisam de apoio para concretizarem a mudança.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Paulo Poquelino</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/os-comunas-comem-professores-ao-pequeno-almoco/#comment-40931</link>
		<dc:creator>Paulo Poquelino</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 18:45:11 +0000</pubDate>
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		<description>valupi com o grau de tonteira imbecil do costume.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>valupi com o grau de tonteira imbecil do costume.</p>
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	<item>
		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/os-comunas-comem-professores-ao-pequeno-almoco/#comment-40930</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 18:15:29 +0000</pubDate>
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		<description>Valupi no seu melhor. Gostei em especial do saguí.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valupi no seu melhor. Gostei em especial do saguí.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: MFerrer</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/os-comunas-comem-professores-ao-pequeno-almoco/#comment-40929</link>
		<dc:creator>MFerrer</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 18:09:23 +0000</pubDate>
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		<description>O que é que este Jerónimo quer ?
Quem foi que rasgou o pacto de entendimento e abandonou as negociações?
Quem é que insulta a Ministra como se fossem todos uns skins?
Agora o fascista Mário Soares, o tal da Cia e do FMI, já vos serve?
Ora se a vergonha se vendesse nas tabernas ainda poderia perceber o mau hálito...
MFerrer
Excelente post!
Vê-se que ficaram chateados.
Não por vergonha. Por falta de jogo de cintura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que é que este Jerónimo quer ?<br />
Quem foi que rasgou o pacto de entendimento e abandonou as negociações?<br />
Quem é que insulta a Ministra como se fossem todos uns skins?<br />
Agora o fascista Mário Soares, o tal da Cia e do FMI, já vos serve?<br />
Ora se a vergonha se vendesse nas tabernas ainda poderia perceber o mau hálito&#8230;<br />
MFerrer<br />
Excelente post!<br />
Vê-se que ficaram chateados.<br />
Não por vergonha. Por falta de jogo de cintura.</p>
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		<title>Por: Jeronimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/os-comunas-comem-professores-ao-pequeno-almoco/#comment-40928</link>
		<dc:creator>Jeronimo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 16:04:31 +0000</pubDate>
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		<description>Essa da &quot;estratégia da confrontação, em vez de se sentarem à mesa com os sindicatos.&quot; é de ir às lágrimas. Realmente já é confrangedor ver o super Mário, sereno a implorar à Ministra que dialogue, que se sente com os sindicatos em vez de seguir a via da contestação  do confronto. Mas Lurdes Rodrigues, que como toda a gente sabe fez parte dos No Name Boys e dos SuperDragões durante a sua juventude, prefere a canelada ao diálogo. E os outros hooligans, o Valter e o Jorge também não ajudam. Então o Jorge com o seu aspecto de skinhead feroz.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa da &#8220;estratégia da confrontação, em vez de se sentarem à mesa com os sindicatos.&#8221; é de ir às lágrimas. Realmente já é confrangedor ver o super Mário, sereno a implorar à Ministra que dialogue, que se sente com os sindicatos em vez de seguir a via da contestação  do confronto. Mas Lurdes Rodrigues, que como toda a gente sabe fez parte dos No Name Boys e dos SuperDragões durante a sua juventude, prefere a canelada ao diálogo. E os outros hooligans, o Valter e o Jorge também não ajudam. Então o Jorge com o seu aspecto de skinhead feroz.</p>
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