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	<title>Comentários em: O melhor blogue do mundo</title>
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	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 18:35:18 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Luis Oliveira</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12581</link>
		<dc:creator>Luis Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2006 10:51:26 +0000</pubDate>
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		<description>Eu é mais Nestum Mel!
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu é mais Nestum Mel!</p>
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		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12579</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2006 08:59:27 +0000</pubDate>
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		<description>do Chaitin:

" a formal system written in n bits cannot prove the randomness os a number greater than n bits in length"
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		<content:encoded><![CDATA[<p>do Chaitin:</p>
<p>&#8221; a formal system written in n bits cannot prove the randomness os a number greater than n bits in length&#8221;</p>
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		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12578</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Oct 2006 08:55:13 +0000</pubDate>
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		<description>ui meu deus, eu bem que tentei resistir mas de manhã não consigo, com uma kpkuazona mesmo à vista!

Bom, vamos lá então: mas como enquadras tu a Ciência? Dantes, ao tempo do Acaso ou Necessidade (Jacob&#038;Monod) era pacífico caracterizar o logos científico a partir do postulado da inteligibilidade do mundo, a que se associavam os princípios metodológicos da causalidade - não há efeito sem causa - e da objectividade.

A objectividade foi à vida: quando muito um resultado "objectivo", é apenas, quando muito, intersubjectivamente estável, já que não há factos puros mas apenas factos interpretados.

Quanto à inteligibilidade do mundo ficou "mais ou menos", a partir da Teoria do Caos: não se consegue agora distinguir nos efeitos, os comportamentos determinísticos complexos e os aleatórios.

Regressando agora às palavras de Chaitin: repara que comporta uma contradição nos próprios termos, um teorema exige demonstração, um teorema sem demonstração chama-se conjectura, no entanto Chaitin não fala de conjectura, mas de factos matemáticos que enfatiza com um "true", que aliás é pleonástico.

Quanto às religiões: ao tentarmos objectivar a sua extensão e influência não podemos ir pelo lado da consistência interna, mas sim da adesão e dos actos/factos que lhe são imputáveis.

Eu acho que o Islão continua pujante, quer se goste quer não, eu por exemplo nem gosto.

Bom mas isto são coisas que me parecem, mas posso sempre refazer opiniões...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ui meu deus, eu bem que tentei resistir mas de manhã não consigo, com uma kpkuazona mesmo à vista!</p>
<p>Bom, vamos lá então: mas como enquadras tu a Ciência? Dantes, ao tempo do Acaso ou Necessidade (Jacob&#038;Monod) era pacífico caracterizar o logos científico a partir do postulado da inteligibilidade do mundo, a que se associavam os princípios metodológicos da causalidade - não há efeito sem causa - e da objectividade.</p>
<p>A objectividade foi à vida: quando muito um resultado &#8220;objectivo&#8221;, é apenas, quando muito, intersubjectivamente estável, já que não há factos puros mas apenas factos interpretados.</p>
<p>Quanto à inteligibilidade do mundo ficou &#8220;mais ou menos&#8221;, a partir da Teoria do Caos: não se consegue agora distinguir nos efeitos, os comportamentos determinísticos complexos e os aleatórios.</p>
<p>Regressando agora às palavras de Chaitin: repara que comporta uma contradição nos próprios termos, um teorema exige demonstração, um teorema sem demonstração chama-se conjectura, no entanto Chaitin não fala de conjectura, mas de factos matemáticos que enfatiza com um &#8220;true&#8221;, que aliás é pleonástico.</p>
<p>Quanto às religiões: ao tentarmos objectivar a sua extensão e influência não podemos ir pelo lado da consistência interna, mas sim da adesão e dos actos/factos que lhe são imputáveis.</p>
<p>Eu acho que o Islão continua pujante, quer se goste quer não, eu por exemplo nem gosto.</p>
<p>Bom mas isto são coisas que me parecem, mas posso sempre refazer opiniões&#8230;</p>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12576</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2006 17:28:13 +0000</pubDate>
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		<description>Luís

Pois, a tua hipótese é válida... Mas, sim, há: estou a elaborar sobre a noção de voluntarismo. Ou seja, é crível admitir que o PP, tendo esse poder, não optasse pela invasão do Iraque. Porém, como sujeito de opinião, pode apoiar a invasão por razões do foro estratégico ou político (adesão circunstancial), não necessariamente por acordo filosófico ou paradigma ideológico de fundo.

O mesmo para os decisores americanos, os quais poderiam ter chegado à decisão de invadir por processos relativos à qualidade das informações que tinham na sua posse e respectivos métodos de interpretação e cálculo, não  sendo obrigatório que o evento seja uma manifestação de voluntarismo presidencial.


PY

Exacto, a falsicabilidade de Popper; mas também a posição de Feyerabend: a ciência como radical exercício de liberdade.

O regresso do sagrado foi capitalista e consumista. Não existe como fonte de transformação social. O que nos vai mudar é a ecologia e as respectivas respostas tecnológicas que teremos de desenvolver (no caso de se conseguirem desenvolver, obviamente, pois também podemos ir para o galheiro de um momento para o outro).
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luís</p>
<p>Pois, a tua hipótese é válida&#8230; Mas, sim, há: estou a elaborar sobre a noção de voluntarismo. Ou seja, é crível admitir que o PP, tendo esse poder, não optasse pela invasão do Iraque. Porém, como sujeito de opinião, pode apoiar a invasão por razões do foro estratégico ou político (adesão circunstancial), não necessariamente por acordo filosófico ou paradigma ideológico de fundo.</p>
<p>O mesmo para os decisores americanos, os quais poderiam ter chegado à decisão de invadir por processos relativos à qualidade das informações que tinham na sua posse e respectivos métodos de interpretação e cálculo, não  sendo obrigatório que o evento seja uma manifestação de voluntarismo presidencial.</p>
<p>PY</p>
<p>Exacto, a falsicabilidade de Popper; mas também a posição de Feyerabend: a ciência como radical exercício de liberdade.</p>
<p>O regresso do sagrado foi capitalista e consumista. Não existe como fonte de transformação social. O que nos vai mudar é a ecologia e as respectivas respostas tecnológicas que teremos de desenvolver (no caso de se conseguirem desenvolver, obviamente, pois também podemos ir para o galheiro de um momento para o outro).</p>
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	<item>
		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12574</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2006 08:05:20 +0000</pubDate>
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		<description>bom dia, hoje vou basar cedo, tratar coisas e praia, se isto fosse como dantes no Semiramis papava já todos os coments até ao 101 :)), mas aqui tenho vergonha de revelar que a minha tentativa budista de desapego não surtiu algum efeito...

Continuaremos a conversar, nada como um grupo de machinhos com egos inflados (onde me inkluo), para se poder chegar a alguma coisa  não entediante

Por crucificação da ciência entendes a falsicabilidade do Popper?

O fim das grandes narrativas foi muito bem enunciado por Lyotard na Condição Pós-moderna, como saberão, excelente livrinho aquele, mas depois operou-se o regresso do sagrado, quanto mais não seja por uma reacção dialéctica.

hasta
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>bom dia, hoje vou basar cedo, tratar coisas e praia, se isto fosse como dantes no Semiramis papava já todos os coments até ao 101 :)), mas aqui tenho vergonha de revelar que a minha tentativa budista de desapego não surtiu algum efeito&#8230;</p>
<p>Continuaremos a conversar, nada como um grupo de machinhos com egos inflados (onde me inkluo), para se poder chegar a alguma coisa  não entediante</p>
<p>Por crucificação da ciência entendes a falsicabilidade do Popper?</p>
<p>O fim das grandes narrativas foi muito bem enunciado por Lyotard na Condição Pós-moderna, como saberão, excelente livrinho aquele, mas depois operou-se o regresso do sagrado, quanto mais não seja por uma reacção dialéctica.</p>
<p>hasta</p>
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	<item>
		<title>Por: Luis Oliveira</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12571</link>
		<dc:creator>Luis Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2006 23:36:09 +0000</pubDate>
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		<description>Escapa-me é a relação dinâmica entre os dois últimos parágrafos do teu último comentário ... admitindo por hipótese que haverá alguma!
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Escapa-me é a relação dinâmica entre os dois últimos parágrafos do teu último comentário &#8230; admitindo por hipótese que haverá alguma!</p>
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		<title>Por: Anónimo</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12570</link>
		<dc:creator>Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2006 23:09:32 +0000</pubDate>
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		<description>Desculpem, mas o melhor blogue do mundo é este: &lt;a href="http://estroapriori.blogspot.com" rel="nofollow"&gt;http://estroapriori.blogspot.com&lt;/a&gt;
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpem, mas o melhor blogue do mundo é este: <a href="http://estroapriori.blogspot.com" rel="nofollow">http://estroapriori.blogspot.com</a></p>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12568</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2006 22:04:00 +0000</pubDate>
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		<description>Luís

Fazes uma pergunta que carece de uma longa contextualização. Vou canhestramente fugir a elas (à pergunta é à contextualização), refugiando-me na ideia de estarmos no tempo da irrelevância das noções de esquerda e direita.

No entanto, faço notar que a opinião do PP (como a de todos os que, a contragosto, apoiaram publicamente a invasão do Iraque) é resultado de um facto consumado, pelo que remete para a escolha de um mal menor.

Ainda não há suficientes documentos e testemunhos para se saber qual tenha sido a intenção na invasão.  E devem ter sido variados os objectivos a se quererem atingir em simultâneo.


Jorge

Concordo contigo na parte relativa ao "patinho feio". Quanto ao resto, continuas cada vez mais na mesma.


PY

Trazes notícias fascinantes, espero bem que um destes dias te passe a canseira. Tentei ensaiar esse debate, mas não tive grande sucesso.

Quanto às religiões, creio (cá está, não podemos fugir a ela...) que te enganas. Nenhuma religião se salva, pois o critério de sobrevivência não diz respeito às contabilidades de supostos crentes. Aliás, quando se cruzam os números de eventuais fiéis com os de reconhecidos praticantes, fica-se com uma imagem muito mais realista do fenómeno. A grande maioria das pessoas ditas religiosas não passa de um conjunto de materialistas cuja identidade cultural conserva marcas (no seu duplo sentido) religiosas. Mas é só, pois como força que influencie as dinâmicas sociais e as configurações psicológicas, a religião já não é operativa e nunca mais o poderá voltar a ser.

Outra coisa é o aproveitamento e manipulação do discurso religioso pela política, pela corrupção e pela psicose. Mas isso apenas confirma o óbito do religioso.

Quanto à ciência, faz parte do seu método estar sempre em permanente crucificação. Por isso mesmo, nunca a ciência poderá reclamar o título de racionalidade suprema, posto que o tal Logos se constitui como o seu excessivo e pressuposto. [vou deixar a última frase assim, de modo a que pareça uma ideia importante]

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		<content:encoded><![CDATA[<p>Luís</p>
<p>Fazes uma pergunta que carece de uma longa contextualização. Vou canhestramente fugir a elas (à pergunta é à contextualização), refugiando-me na ideia de estarmos no tempo da irrelevância das noções de esquerda e direita.</p>
<p>No entanto, faço notar que a opinião do PP (como a de todos os que, a contragosto, apoiaram publicamente a invasão do Iraque) é resultado de um facto consumado, pelo que remete para a escolha de um mal menor.</p>
<p>Ainda não há suficientes documentos e testemunhos para se saber qual tenha sido a intenção na invasão.  E devem ter sido variados os objectivos a se quererem atingir em simultâneo.</p>
<p>Jorge</p>
<p>Concordo contigo na parte relativa ao &#8220;patinho feio&#8221;. Quanto ao resto, continuas cada vez mais na mesma.</p>
<p>PY</p>
<p>Trazes notícias fascinantes, espero bem que um destes dias te passe a canseira. Tentei ensaiar esse debate, mas não tive grande sucesso.</p>
<p>Quanto às religiões, creio (cá está, não podemos fugir a ela&#8230;) que te enganas. Nenhuma religião se salva, pois o critério de sobrevivência não diz respeito às contabilidades de supostos crentes. Aliás, quando se cruzam os números de eventuais fiéis com os de reconhecidos praticantes, fica-se com uma imagem muito mais realista do fenómeno. A grande maioria das pessoas ditas religiosas não passa de um conjunto de materialistas cuja identidade cultural conserva marcas (no seu duplo sentido) religiosas. Mas é só, pois como força que influencie as dinâmicas sociais e as configurações psicológicas, a religião já não é operativa e nunca mais o poderá voltar a ser.</p>
<p>Outra coisa é o aproveitamento e manipulação do discurso religioso pela política, pela corrupção e pela psicose. Mas isso apenas confirma o óbito do religioso.</p>
<p>Quanto à ciência, faz parte do seu método estar sempre em permanente crucificação. Por isso mesmo, nunca a ciência poderá reclamar o título de racionalidade suprema, posto que o tal Logos se constitui como o seu excessivo e pressuposto. [vou deixar a última frase assim, de modo a que pareça uma ideia importante]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12566</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2006 19:42:40 +0000</pubDate>
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		<description>obrigado Valupi, está bem visto, também acho que das duas uma, e lá se safa mais ou menos... O homem é completamnente addicted em estar sempre a perorar e eu enjoei dele como disse.

Noutro dia queria conversar sobre Ciência e Religião mas depois deu-me uma canseira ou parecido e ficou para a próxima.

Creio que a Ciência como racionalidade suprema morreu no século XX (e foi enterrada agora em Março de 2006 com um artigo do G. Chatin no Scientific American: there are infinite true mathematical theorems that cannot be derived from a finite set of axioms, ou muito parecido, estou a citar de cor).

Morreu a Ciência, ficaram as ciências: multiplicidade, diversidade, mesmo metodológica, etc.

Tenho uma dúvida: não sei se podemos dizer que morreu o logos, ficaram as episteme, nem sei se isto está bem dito, ou até se é ao contrário.

Foi de dentro das ciências que emergiram as rupturas, logo na rainha-mãe, a Matemática, desde 1930 com o Teorema de Godel.

Dessas rupturas resultaram paradoxos que abriram espaço de novo para a espiritualidade, os infinitos tipos de infinito, os espaços com 10 e 11 dimensões das teorias globais da Física, etc

A religião que está em falência é a apostólica romana, e os protestantes também estão mais ou menos em crise, mas o islão continua muito pujante, como se vê.

Mas tudo isto é muito cansativo para domingo à noite...

(kpk: hold the numbers :)
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>obrigado Valupi, está bem visto, também acho que das duas uma, e lá se safa mais ou menos&#8230; O homem é completamnente addicted em estar sempre a perorar e eu enjoei dele como disse.</p>
<p>Noutro dia queria conversar sobre Ciência e Religião mas depois deu-me uma canseira ou parecido e ficou para a próxima.</p>
<p>Creio que a Ciência como racionalidade suprema morreu no século XX (e foi enterrada agora em Março de 2006 com um artigo do G. Chatin no Scientific American: there are infinite true mathematical theorems that cannot be derived from a finite set of axioms, ou muito parecido, estou a citar de cor).</p>
<p>Morreu a Ciência, ficaram as ciências: multiplicidade, diversidade, mesmo metodológica, etc.</p>
<p>Tenho uma dúvida: não sei se podemos dizer que morreu o logos, ficaram as episteme, nem sei se isto está bem dito, ou até se é ao contrário.</p>
<p>Foi de dentro das ciências que emergiram as rupturas, logo na rainha-mãe, a Matemática, desde 1930 com o Teorema de Godel.</p>
<p>Dessas rupturas resultaram paradoxos que abriram espaço de novo para a espiritualidade, os infinitos tipos de infinito, os espaços com 10 e 11 dimensões das teorias globais da Física, etc</p>
<p>A religião que está em falência é a apostólica romana, e os protestantes também estão mais ou menos em crise, mas o islão continua muito pujante, como se vê.</p>
<p>Mas tudo isto é muito cansativo para domingo à noite&#8230;</p>
<p>(kpk: hold the numbers :)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Jorge</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12563</link>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2006 19:40:00 +0000</pubDate>
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		<description>Luís, se fazias pontaria para este lado, falhaste o alvo. Namorei com uma rapariga que era fã do Paulo Portas e votava CDS. Namorar do estilo viver com. Durou três anos. Portanto já se vê que sou capaz de respeitar - bem mais do que isso - quem não pensa como eu. O valupi é que, realmente, não. Mea culpa, mea maxima culpa.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luís, se fazias pontaria para este lado, falhaste o alvo. Namorei com uma rapariga que era fã do Paulo Portas e votava CDS. Namorar do estilo viver com. Durou três anos. Portanto já se vê que sou capaz de respeitar - bem mais do que isso - quem não pensa como eu. O valupi é que, realmente, não. Mea culpa, mea maxima culpa.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Oliveira</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12562</link>
		<dc:creator>Luis Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2006 19:22:26 +0000</pubDate>
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		<description>O que eu gosto na blogosfera é de constatar que algumas pessoas só mantém os limites do respeito enquanto há concordância ideológica, mem sequer é empirica é ideológica.

E depois?!  Depois dedicam-se à poesia. E que bela prosa poética escrevem ...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que eu gosto na blogosfera é de constatar que algumas pessoas só mantém os limites do respeito enquanto há concordância ideológica, mem sequer é empirica é ideológica.</p>
<p>E depois?!  Depois dedicam-se à poesia. E que bela prosa poética escrevem &#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Jorge</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12560</link>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2006 18:55:06 +0000</pubDate>
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		<description>Valupi, caro, mas quem te disse a ti que tu próprio tens ideias? E logo tu, o homenzinho da cabeça cheia de trastes velhos por excelência? Logo tu, o mais exemplar exemplo de lixo presunçoso que lança miasmas na blogosfera portuguesa e a deixa a feder a ranço até Marte? Logo tu, imagem fiel da cobardia anónima que o teu ídolo Pacheco criticou da forma mais cínica e insultuosa possível aqui há meses, do alto do seu pedestal de barro?

Eu de ti, patinho feio, só me rio. E rio com vontade e gosto. Decerto não sabes, tu que nada sabes, mas a gargalhada é coisa pública por natureza. Foi por isso que nasceu ruidosa. E livre.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valupi, caro, mas quem te disse a ti que tu próprio tens ideias? E logo tu, o homenzinho da cabeça cheia de trastes velhos por excelência? Logo tu, o mais exemplar exemplo de lixo presunçoso que lança miasmas na blogosfera portuguesa e a deixa a feder a ranço até Marte? Logo tu, imagem fiel da cobardia anónima que o teu ídolo Pacheco criticou da forma mais cínica e insultuosa possível aqui há meses, do alto do seu pedestal de barro?</p>
<p>Eu de ti, patinho feio, só me rio. E rio com vontade e gosto. Decerto não sabes, tu que nada sabes, mas a gargalhada é coisa pública por natureza. Foi por isso que nasceu ruidosa. E livre.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Oliveira</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12558</link>
		<dc:creator>Luis Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2006 18:31:56 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12558</guid>
		<description>By the way:

Pelo menos de um ponto de vista estritamente formal o "voluntarismo de esquerda" pode também ser diagnosticado a Rumpsfeld e a Bush.

Como diria o py, nem sequer me parece que Gauntanamo seja suficiente para eliminar esta simetria esquerda-direita. Talves lá fosse com kpk's, whatever that means ...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>By the way:</p>
<p>Pelo menos de um ponto de vista estritamente formal o &#8220;voluntarismo de esquerda&#8221; pode também ser diagnosticado a Rumpsfeld e a Bush.</p>
<p>Como diria o py, nem sequer me parece que Gauntanamo seja suficiente para eliminar esta simetria esquerda-direita. Talves lá fosse com kpk&#8217;s, whatever that means &#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Luis Oliveira</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12555</link>
		<dc:creator>Luis Oliveira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2006 18:26:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12555</guid>
		<description>"É uma belíssima pergunta, à qual não sei responder em nome do PP. No entanto, parece-me que poderia ser uma destas duas:

- Não, porque a invasão do Iraque, naquele contexto, aparecia como lógica e necessária (ou bondosa). Os EUA acabarão por estabilizar o Iraque e deixarão um regime democrático, assim obtendo uma vitória estratégica decisiva. Por agora, lidam com um problema de altíssima complexidade, mas que, em termos históricos, corresponde apenas a um instante da História, etc.

- Sim, porque só os burros não mudam de opinião perante as evidências,(...)"

Valupi:

Então tu consideras plausível que a posição do JPP relativa ao Iraque se deva a um voluntarismo de esquerda sob roupagens neoconservadoras?
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;É uma belíssima pergunta, à qual não sei responder em nome do PP. No entanto, parece-me que poderia ser uma destas duas:</p>
<p>- Não, porque a invasão do Iraque, naquele contexto, aparecia como lógica e necessária (ou bondosa). Os EUA acabarão por estabilizar o Iraque e deixarão um regime democrático, assim obtendo uma vitória estratégica decisiva. Por agora, lidam com um problema de altíssima complexidade, mas que, em termos históricos, corresponde apenas a um instante da História, etc.</p>
<p>- Sim, porque só os burros não mudam de opinião perante as evidências,(&#8230;)&#8221;</p>
<p>Valupi:</p>
<p>Então tu consideras plausível que a posição do JPP relativa ao Iraque se deva a um voluntarismo de esquerda sob roupagens neoconservadoras?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12554</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2006 17:26:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12554</guid>
		<description>Jorge

Para quem tem o tempo tão ocupado, e é tão meticuloso e dogmático na escolha dos seus interlocutores, tu andas aqui a perder dinheiro. Vê lá isso, a vida de freelancer é tramada.

Entretanto, quem te convenceu que a notícia do teu riso é de interesse público? E se vais a correr exibir o teu riso só porque detectaste alguém com quem te recusas a argumentar, qual a patologia que tal comportamento configura?

Quando tiveres uma ideia (uma só que seja) que se reconheça, poderás entrar nesta discussão. Até agora,  tens tido um discurso vazio.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jorge</p>
<p>Para quem tem o tempo tão ocupado, e é tão meticuloso e dogmático na escolha dos seus interlocutores, tu andas aqui a perder dinheiro. Vê lá isso, a vida de freelancer é tramada.</p>
<p>Entretanto, quem te convenceu que a notícia do teu riso é de interesse público? E se vais a correr exibir o teu riso só porque detectaste alguém com quem te recusas a argumentar, qual a patologia que tal comportamento configura?</p>
<p>Quando tiveres uma ideia (uma só que seja) que se reconheça, poderás entrar nesta discussão. Até agora,  tens tido um discurso vazio.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Jorge</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12552</link>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2006 17:03:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12552</guid>
		<description>Valupi, como é que eu explico isto de maneira que me entendas?

Vejamos...

Sou um tipo ocupado. Não tenho emprego fixo, logo não tenho salário fixo, mas tenho muito trabalho e só ganho quando trabalho o faço. A designação oficial da coisa é freelancer, parece. Portanto só perco tempo com argumentações quando me parece que tenho alguma hipótese de chegar a algum lado com elas, ou então de aprender alguma coisinha no processo. Ora, a vida ensinou-me que não vale a pena perder tempo com três tipos de pessoas:

1. Idiotas, em particular aqueles que, não contentes por serem idiotas, estão convencidos de que sabem alguma coisa;
2. Fanáticos, sejam políticos, sejam religiosos, sejam culturais, sejam o que forem, isto é, gente incapaz de pôr um pezinho fora dos dogmas que adoptou;
3. Discutidores; aqueles tipos que discutem por discutir, porque o acto em si lhes agrada, independentemente de temas ou ideias.

Neste caso, temos o Pacheco, um homem que mostrou ao longo de anos e anos e anos uma tamanha dose de cinismo, de ajustar pretensas convicções àquilo que convém ao seu pequeno nicho no mercado de trabalho dos comentaristas portugueses (o tipo que está sempre do contra sem estar propriamente do contra), o que lhe tem servido muito bem, como se sabe, de pregar a mensagem de um tudomesmismo liberalóide de pacotilha, que alguém que não vê cinismo ou proselitismo no homem e no seu blogue só pode ser porque não os quer ver. Ora, como a cegueira selectiva é característica de todos os tipos de pessoas com quem eu me recuso a argumentar, só me rio.

Entendido?

Espero que sim.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valupi, como é que eu explico isto de maneira que me entendas?</p>
<p>Vejamos&#8230;</p>
<p>Sou um tipo ocupado. Não tenho emprego fixo, logo não tenho salário fixo, mas tenho muito trabalho e só ganho quando trabalho o faço. A designação oficial da coisa é freelancer, parece. Portanto só perco tempo com argumentações quando me parece que tenho alguma hipótese de chegar a algum lado com elas, ou então de aprender alguma coisinha no processo. Ora, a vida ensinou-me que não vale a pena perder tempo com três tipos de pessoas:</p>
<p>1. Idiotas, em particular aqueles que, não contentes por serem idiotas, estão convencidos de que sabem alguma coisa;<br />
2. Fanáticos, sejam políticos, sejam religiosos, sejam culturais, sejam o que forem, isto é, gente incapaz de pôr um pezinho fora dos dogmas que adoptou;<br />
3. Discutidores; aqueles tipos que discutem por discutir, porque o acto em si lhes agrada, independentemente de temas ou ideias.</p>
<p>Neste caso, temos o Pacheco, um homem que mostrou ao longo de anos e anos e anos uma tamanha dose de cinismo, de ajustar pretensas convicções àquilo que convém ao seu pequeno nicho no mercado de trabalho dos comentaristas portugueses (o tipo que está sempre do contra sem estar propriamente do contra), o que lhe tem servido muito bem, como se sabe, de pregar a mensagem de um tudomesmismo liberalóide de pacotilha, que alguém que não vê cinismo ou proselitismo no homem e no seu blogue só pode ser porque não os quer ver. Ora, como a cegueira selectiva é característica de todos os tipos de pessoas com quem eu me recuso a argumentar, só me rio.</p>
<p>Entendido?</p>
<p>Espero que sim.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12549</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2006 15:13:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12549</guid>
		<description>PY

É uma belíssima pergunta, à qual não sei responder em nome do PP. No entanto, parece-me que poderia ser uma destas duas:

- Não, porque a invasão do Iraque, naquele contexto, aparecia como lógica e necessária (ou bondosa). Os EUA acabarão por estabilizar o Iraque e deixarão um regime democrático, assim obtendo uma vitória estratégica decisiva. Por agora, lidam com um problema de altíssima complexidade, mas que, em termos históricos,  corresponde apenas a um instante da História, etc.

- Sim, porque só os burros não mudam de opinião perante as evidências, sendo agora o tempo de reconhecer os erros (impossíveis de reconhecer antes, até porque ainda não tinham sido feitos nem conhecidos). No entanto, os que se opuseram no começo estavam errados porque não o faziam por boas razões.


Mas talvez o melhor seja fazeres-lhe directamente a pergunta.


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>PY</p>
<p>É uma belíssima pergunta, à qual não sei responder em nome do PP. No entanto, parece-me que poderia ser uma destas duas:</p>
<p>- Não, porque a invasão do Iraque, naquele contexto, aparecia como lógica e necessária (ou bondosa). Os EUA acabarão por estabilizar o Iraque e deixarão um regime democrático, assim obtendo uma vitória estratégica decisiva. Por agora, lidam com um problema de altíssima complexidade, mas que, em termos históricos,  corresponde apenas a um instante da História, etc.</p>
<p>- Sim, porque só os burros não mudam de opinião perante as evidências, sendo agora o tempo de reconhecer os erros (impossíveis de reconhecer antes, até porque ainda não tinham sido feitos nem conhecidos). No entanto, os que se opuseram no começo estavam errados porque não o faziam por boas razões.</p>
<p>Mas talvez o melhor seja fazeres-lhe directamente a pergunta.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: py</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12547</link>
		<dc:creator>py</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2006 09:29:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12547</guid>
		<description>... já agora, se alguém tiver a bondade de me responder, fiquei curioso com uma coisa: em tempos, o senhor PP defendeu, com lata verborreia, a invasão do Iraque, fazendo a retaguarda ideológica da posição de JMF et al.: o elogio à liderança do bush face à pusilanimidade da Europa, etc.

Será que o cavalheiro já mudou de opinião?

É que está na moda...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; já agora, se alguém tiver a bondade de me responder, fiquei curioso com uma coisa: em tempos, o senhor PP defendeu, com lata verborreia, a invasão do Iraque, fazendo a retaguarda ideológica da posição de JMF et al.: o elogio à liderança do bush face à pusilanimidade da Europa, etc.</p>
<p>Será que o cavalheiro já mudou de opinião?</p>
<p>É que está na moda&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12546</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2006 08:22:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12546</guid>
		<description>Crítico

Old stuff.


Zé

Já levaste o responso merecido. Tens de ir mais vezes aos treinos.


São

Muito obrigado pelo bom-senso aqui introduzido.


Politikos

Dou-te não um, mas os dois braços a torcer: tinhas razão. Mas, enfim, não iremos bater o recorde do Aspirina (o que, de resto, seria um galardão totalmente absurdo). Conta, isso sim, o que disseste — que haja uma boa discussão.


Jorge

Claro que sabes argumentar. Apenas se dá o caso de ainda não o teres feito, mas lá que sabes argumentar é uma daquelas coisas que nem se discutem (por falta de argumentos, lá está).


</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Crítico</p>
<p>Old stuff.</p>
<p>Zé</p>
<p>Já levaste o responso merecido. Tens de ir mais vezes aos treinos.</p>
<p>São</p>
<p>Muito obrigado pelo bom-senso aqui introduzido.</p>
<p>Politikos</p>
<p>Dou-te não um, mas os dois braços a torcer: tinhas razão. Mas, enfim, não iremos bater o recorde do Aspirina (o que, de resto, seria um galardão totalmente absurdo). Conta, isso sim, o que disseste — que haja uma boa discussão.</p>
<p>Jorge</p>
<p>Claro que sabes argumentar. Apenas se dá o caso de ainda não o teres feito, mas lá que sabes argumentar é uma daquelas coisas que nem se discutem (por falta de argumentos, lá está).</p>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12544</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Oct 2006 08:03:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/o-melhor-blogue-do-mundo/#comment-12544</guid>
		<description>Nosferatu

Antes de tudo o resto, agradeço este texto que nos ofereceste. Explanaste com muito maior detalhe o teu ponto de vista, dando a ver melhor as raízes do teu desgosto. E fizeste-o com boa escrita, last but not least.

Quanto ao conteúdo, parece-me que misturas duas ideias, com prejuízo para ambas. Vejamos:

- Uma, onde assinalas que há uma forte tendência (logo uma elevada probabilidade, quiçá uma inevitabilidade) para a existência de abusos de poder. Mais abusa quem mais manda, portanto (no teu discurso), as elites são as responsáveis pelo mal, o poder corrompe, estamos condenados a toda a sorte de abusos, manipulações, sofrimentos. Neste ponto, falhas ao não valorizar as transformações sociais, as quais resultam de variadíssimas causas e que acabam por se inscrever na História. Ao descartares parte da realidade, estás a abraçar uma irrealidade.

- Outra, onde atribuis ao PP um conjunto de intenções que remetem para uma dimensão secreta. Ora, ao não apresentares qualquer prova das tuas afirmações (como essa de ele ser "advogado" dos poderosos que nos exploram), estamos obrigados a concluir que imaginas. Não tem mal nenhum imaginares o que quer que seja, bem pelo contrário, mas quando passas para a exposição da imaginação podes estar a incorrer numa falha ética (no mínimo...). Basta fazeres o exercício de te imaginares alvo de uma acusação de igual tipologia, onde os teus ataques ao PP seriam vistos como prova de estares ao serviço de forças que querem abafar uma voz livre e incómoda, blá, blá, blá. Seguramente, achar-te-ias ofendido com a difamação que te estaria a anular como sujeito livre com direito à sua opinião. Isto é, tu prezas o direito que tens a pensar o que quer que seja a respeito do Pacheco Pereira ou de outro qualquer assunto, vendo nisso a realização da tua liberdade. Por que raio não reconheces ao PP o mesmo direito, admitindo que, afinal, talvez apenas se dê o caso de vocês terem ideias diferentes, sendo ambos, no entanto, cidadãos dignos, livres e responsáveis?...


É um prazer "aturar-te". Fica à vontade.

</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nosferatu</p>
<p>Antes de tudo o resto, agradeço este texto que nos ofereceste. Explanaste com muito maior detalhe o teu ponto de vista, dando a ver melhor as raízes do teu desgosto. E fizeste-o com boa escrita, last but not least.</p>
<p>Quanto ao conteúdo, parece-me que misturas duas ideias, com prejuízo para ambas. Vejamos:</p>
<p>- Uma, onde assinalas que há uma forte tendência (logo uma elevada probabilidade, quiçá uma inevitabilidade) para a existência de abusos de poder. Mais abusa quem mais manda, portanto (no teu discurso), as elites são as responsáveis pelo mal, o poder corrompe, estamos condenados a toda a sorte de abusos, manipulações, sofrimentos. Neste ponto, falhas ao não valorizar as transformações sociais, as quais resultam de variadíssimas causas e que acabam por se inscrever na História. Ao descartares parte da realidade, estás a abraçar uma irrealidade.</p>
<p>- Outra, onde atribuis ao PP um conjunto de intenções que remetem para uma dimensão secreta. Ora, ao não apresentares qualquer prova das tuas afirmações (como essa de ele ser &#8220;advogado&#8221; dos poderosos que nos exploram), estamos obrigados a concluir que imaginas. Não tem mal nenhum imaginares o que quer que seja, bem pelo contrário, mas quando passas para a exposição da imaginação podes estar a incorrer numa falha ética (no mínimo&#8230;). Basta fazeres o exercício de te imaginares alvo de uma acusação de igual tipologia, onde os teus ataques ao PP seriam vistos como prova de estares ao serviço de forças que querem abafar uma voz livre e incómoda, blá, blá, blá. Seguramente, achar-te-ias ofendido com a difamação que te estaria a anular como sujeito livre com direito à sua opinião. Isto é, tu prezas o direito que tens a pensar o que quer que seja a respeito do Pacheco Pereira ou de outro qualquer assunto, vendo nisso a realização da tua liberdade. Por que raio não reconheces ao PP o mesmo direito, admitindo que, afinal, talvez apenas se dê o caso de vocês terem ideias diferentes, sendo ambos, no entanto, cidadãos dignos, livres e responsáveis?&#8230;</p>
<p>É um prazer &#8220;aturar-te&#8221;. Fica à vontade.</p>
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