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	<title>Comentários em: O Daniel e o blogodrama</title>
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	<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 01:32:52 +0000</pubDate>
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		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35413</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2008 13:53:32 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35386</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 12:59:42 +0000</pubDate>
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		<description>Rui, não sei se te agradeça a história, pois há algo de assustador nessa imagem do Barroso enfiado em calção dos pintas Carcavelos-Caparica anos 70. Mas registo o local para visita a fazer.
__

z, os açorianos não te querem dar conversa. Talvez não gramem o Obama.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rui, não sei se te agradeça a história, pois há algo de assustador nessa imagem do Barroso enfiado em calção dos pintas Carcavelos-Caparica anos 70. Mas registo o local para visita a fazer.<br />
__</p>
<p>z, os açorianos não te querem dar conversa. Talvez não gramem o Obama.</p>
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		<title>Por: AS</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35376</link>
		<dc:creator>AS</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 23:58:56 +0000</pubDate>
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		<description>z,
mainada!</description>
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mainada!</p>
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		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35361</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 18:01:17 +0000</pubDate>
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		<description>um seguro de 100 vezes aquele valor não era demais</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>um seguro de 100 vezes aquele valor não era demais</p>
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		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35360</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 17:59:43 +0000</pubDate>
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		<description>e por falar em indemnizar
http://dn.sapo.pt/2005/04/02/artes/portugal_indemnizado_pelo_roubo_joia.html

já foi em 2005 e a desqualificação pública do valor opera como se segue:

- o diamante em bruto tinha apenas mais cerca de cem quilates que o mencionado

- o anel do D. Miguel tinha o diamante mais pesado, esse sim 35 cts, talhado, do inventário do Rosas Junior e posteriores

- a gargantilha era A gargantilha das rainhas de Portugal não era uma gargantilha qualquer, usada por  Maria I, Carlota Joaquina, Maria II, Maria Pia e Amélia

e mais poderia dizer,

foi apenas o maior lote de diamantes das jóias da coroa de Portugal, que tinham sobrevivido desde o terramoto às invasões napoleónicas, desde as lutas liberais até à proclamação da República, ao incêndio no PNA, mas não ao deficit da fleite

por uma tuta e meia!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e por falar em indemnizar<br />
<a href="http://dn.sapo.pt/2005/04/02/artes/portugal_indemnizado_pelo_roubo_joia.html" rel="nofollow">http://dn.sapo.pt/2005/04/02/artes/portugal_indemnizado_pelo_roubo_joia.html</a></p>
<p>já foi em 2005 e a desqualificação pública do valor opera como se segue:</p>
<p>- o diamante em bruto tinha apenas mais cerca de cem quilates que o mencionado</p>
<p>- o anel do D. Miguel tinha o diamante mais pesado, esse sim 35 cts, talhado, do inventário do Rosas Junior e posteriores</p>
<p>- a gargantilha era A gargantilha das rainhas de Portugal não era uma gargantilha qualquer, usada por  Maria I, Carlota Joaquina, Maria II, Maria Pia e Amélia</p>
<p>e mais poderia dizer,</p>
<p>foi apenas o maior lote de diamantes das jóias da coroa de Portugal, que tinham sobrevivido desde o terramoto às invasões napoleónicas, desde as lutas liberais até à proclamação da República, ao incêndio no PNA, mas não ao deficit da fleite</p>
<p>por uma tuta e meia!</p>
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	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35359</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 16:44:05 +0000</pubDate>
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		<description>Então mas já agora queria ouvir açorianos sobre uma coisa. O Tubaroso foi promovido a Presidente da CE por ter dado o ok à invasão do Iraque, lá nas Lajes, e depois pelos vistos foi aí a banhos. Nós, os gatos, é que somos despassarados se não tinha ido água viva

Ou seja o tubaroso usou o selo do dragão para dar o aval à invasão.

Ora, eu só espero que o Obama vá a tempo de podermos dar um viva à humanidade, à humanidade das pessoas, sim, retirando do Iraque.

Vai daí o tubaroso tem que pedir desculpa por ter acreditado nas armas de destruição maciça

E o dragão tem que ser indemnizado pela humilhação!

(tem que vir aí um aleph de euros pá, e é já a caminho, cá na minha modesta opinião, porque temos de estar habilitados a viajar pelo mundo fora em missões constantes da apaziguamento e soluções criativas, testadas em português por causa das coisas e do Pessoa, não?)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Então mas já agora queria ouvir açorianos sobre uma coisa. O Tubaroso foi promovido a Presidente da CE por ter dado o ok à invasão do Iraque, lá nas Lajes, e depois pelos vistos foi aí a banhos. Nós, os gatos, é que somos despassarados se não tinha ido água viva</p>
<p>Ou seja o tubaroso usou o selo do dragão para dar o aval à invasão.</p>
<p>Ora, eu só espero que o Obama vá a tempo de podermos dar um viva à humanidade, à humanidade das pessoas, sim, retirando do Iraque.</p>
<p>Vai daí o tubaroso tem que pedir desculpa por ter acreditado nas armas de destruição maciça</p>
<p>E o dragão tem que ser indemnizado pela humilhação!</p>
<p>(tem que vir aí um aleph de euros pá, e é já a caminho, cá na minha modesta opinião, porque temos de estar habilitados a viajar pelo mundo fora em missões constantes da apaziguamento e soluções criativas, testadas em português por causa das coisas e do Pessoa, não?)</p>
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	<item>
		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35353</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 14:29:47 +0000</pubDate>
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		<description>Rui, coheço a história, e está muito bem contada. Mas olha que o Sá Couto providenciou o recato das partes íntimas de José Manuel. Os calções pequeninos eram do António Crispim, um amigo a quem ficarei toda a vida reconhecido porque, sem estar de serviço, foi a Ponta Delgada operar o meu filho para lhe extrair um zagalote alojado ao pé da carótida. Depois o Manuel Arruda lá arranjou uns calções parece que tipo calças de pirata, de vermelho e verde.
O Sá Couto tem coisas impagáveis. Uma vez, falando com o Sócrates, e querendo perguntar se ele era do Benfica (o Manel é verde como eu), saiu-lhe isto sem querer: "O Sr. é do P.S.?" 
Muita gente confunde o Manuel Sá Couto comigo. Estás a ver, há o nome, há a naturalidade (ele é da Lomba da Maia, eu da Maia), ambos professores. De vez em quando, ele chega a mim e diz: "Fulano jé me deu os parabéns... " (Ou por isto ou por aquilo, coisa escrita por mim.) E acrescenta "Eu agradeci, já não tens de agardecer."</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rui, coheço a história, e está muito bem contada. Mas olha que o Sá Couto providenciou o recato das partes íntimas de José Manuel. Os calções pequeninos eram do António Crispim, um amigo a quem ficarei toda a vida reconhecido porque, sem estar de serviço, foi a Ponta Delgada operar o meu filho para lhe extrair um zagalote alojado ao pé da carótida. Depois o Manuel Arruda lá arranjou uns calções parece que tipo calças de pirata, de vermelho e verde.<br />
O Sá Couto tem coisas impagáveis. Uma vez, falando com o Sócrates, e querendo perguntar se ele era do Benfica (o Manel é verde como eu), saiu-lhe isto sem querer: &#8220;O Sr. é do P.S.?&#8221;<br />
Muita gente confunde o Manuel Sá Couto comigo. Estás a ver, há o nome, há a naturalidade (ele é da Lomba da Maia, eu da Maia), ambos professores. De vez em quando, ele chega a mim e diz: &#8220;Fulano jé me deu os parabéns&#8230; &#8221; (Ou por isto ou por aquilo, coisa escrita por mim.) E acrescenta &#8220;Eu agradeci, já não tens de agardecer.&#8221;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35352</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 14:20:16 +0000</pubDate>
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		<description>amigos,
publiquei sem ler e corrigir, desculpem qualquer gralha, ok?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>amigos,<br />
publiquei sem ler e corrigir, desculpem qualquer gralha, ok?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35350</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 14:17:40 +0000</pubDate>
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		<description>(daniel,
No recato desta caixa de comentários apetece-me arriscar uma inconfidência que vale pela piada da coisa, acho, e não compromete por aí além os envolvidos.)

Ouço falar na praia dos Moinhos e dispara-me a saudade de um dos lugares verdadeiramente mágicos da minha ilha. Seria preciso um talento infinitamente superior ao meu para conseguir o prodígio de situar todos aqueles que leiam estas palavras naquele cenário de inspiração divina, uma espécie de aconchego desenhado na falésia. Mas o que venho dividir convosco tem mais a ver com as pessoas e menos com a natureza. Acontece que existe um bar na praia dos Moinhos, propriedade de uma verdadeira 'figura', nem boa nem má, apenas 'figuraça' de antologia: chamemos-lhe o Zé. Falador, opinativo, mesurento, o Zé é uma figura incontornável daquela zona, que atrai só por si uma série de outras figuras locais, onde se inclui o nosso amigo Daniel de Sá, claro, e também um figurão (no melhor dos sentidos) professor de Filosofia e dirigente local do PS chamado Manuel Sá Couto, que creio poder considerar também como um dos meus amigos (embora se imponha alguma moderação nos adjectivos uma vez que falo aqui na presença do Daniel, esse sim amigo e compagnon de route do Manel Sá Couto) e que se destaca pela sua maneira característica de falar e de ser, entusiasta, imparável, eléctrico quase na forma como encara a vida e os amigos.

Pintado a tosco o cenário, vamos ao enredo. Acabadinho de ser nomeado para Bruxelas e a braços com a crise gerada em Portugal por essa nomeação (que conduziria à nomeação de Santana Lopes para primeiro ministro) quem é que se refugia nos Açores para um curto período de descanso e fuga aos holofotes: José Manuel Durão Barroso, claro, nem mais. E de todas as ilhas e de todas as praias, aquela onde esta narrativa o vai encontrar é exactamente na dos Moinhos, onde Durão Barroso chega, acompanhado pelos seus, particulares, e por um cicerone local que o apresenta ao nosso Zé do tal Bar da praia, que fica a milímetros do extase pela visita de tão nobre estadista ao seu estabelecimento e não sabe mais o que fazer para agradar ao ainda primeiro ministro e comitiva, ainda para mais incógnitos por ali, o que dava só por isso um toque fantástico ao acontecimento, num local onde nunca acontece porra nenhuma (e ainda bem, assim é que aquilo é o que é e bom). Pois estava então o nosso Zé anfitriando o nosso primeiro quando o nosso primeiro deixa escapar alguma vontade de dar um mergulhinho, era pena, apetecia, mas que lamentavelmente não tinha vindo preparado para essa eventualidade. Ora calções fossem o nosso Zé, que de imediato se multiplica em telefonemas e contactos locais para que se arranjassem uns calções para o primeiro, fosse lá onde fosse, mas dali é que o senhor doutor não sairia sem mergulhar se era esse o seu desejo. E não demorou muito tempo até que aparecesse um prestável indígena com um saquinho com uns calções para o senhor doutor, desencantados sabe Deus em que baú, entregues com pompa e sorrisos a Barroso que se viu assim obrigado a corresponder à gentileza, vestindo os calções emprestados e fazendo-se às salsas ondas da praia dos moinhos. E assim fez, lá foi vestir os tais calções.

Conta quem viu que a cena foi de ir às lágrimas. Da casa imediatamente cedida para Barroso mudar de roupa sai um José Manuel envergando uma tanguinha curtíssima, daquelas 'salienta-colhão', os senhores sabem? que se viam muito na Costa da Caparica, ou na praia de Algés, há uns anos... Barroso vinha mais enfiado que enfiado, a tentar aparentar uma desenvoltura e boa disposição que o salvasse daquele embaraço, de alguma maneira, e a coisa estava até a conseguir-se, de alguma forma, com alguma discrição, quando eis que chega o prof. Sá Couto, esbaforido como sempre, excitadíssimo com a notícia acabada de receber, de que estava nas suas terras o primeiro de Portugal  -  e logo ali, no bar dos Moinhos, a sua quase segunda casa! O homem vinha numa afobação e, palavroso como sempre, quando finalmente 'aterrou' e ao aperceber-se da figura em tanguinha na sua frente, para tentar salvar a situação, faz um zig na sua própria verborreia e, a completo despropósito, diz para Durão Barroso que se come muito bem ali naquele bar, que o senhor doutor tinha que provar e ficar para o almoço, que era tudo uma maravilha, e mais: 'Pois sabe o senhor primeiro ministro qual é a especialidade d casa? Olhe para ali para o cartaz, olhe: cherne! Uma delícia! O senhor gosta de cherne?', perguntou com uma gargalhada nervosa apontando para o tal cartaz onde de facto estava escarrapachado em letras bem grandes o prato do dia: Cherne.

(Contaram-me esta história várias pessoas, por várias vezes e em vários locais. Uma dessas vezes, a mais memorável, foi no próprio local do crime, numa noite mágica, quando os próprios Zé e Sá Couto ma contaram os dois, cada um acrescentando mais um pormenor de que se lembrava. Acreditem: chorei a rir.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(daniel,<br />
No recato desta caixa de comentários apetece-me arriscar uma inconfidência que vale pela piada da coisa, acho, e não compromete por aí além os envolvidos.)</p>
<p>Ouço falar na praia dos Moinhos e dispara-me a saudade de um dos lugares verdadeiramente mágicos da minha ilha. Seria preciso um talento infinitamente superior ao meu para conseguir o prodígio de situar todos aqueles que leiam estas palavras naquele cenário de inspiração divina, uma espécie de aconchego desenhado na falésia. Mas o que venho dividir convosco tem mais a ver com as pessoas e menos com a natureza. Acontece que existe um bar na praia dos Moinhos, propriedade de uma verdadeira &#8216;figura&#8217;, nem boa nem má, apenas &#8216;figuraça&#8217; de antologia: chamemos-lhe o Zé. Falador, opinativo, mesurento, o Zé é uma figura incontornável daquela zona, que atrai só por si uma série de outras figuras locais, onde se inclui o nosso amigo Daniel de Sá, claro, e também um figurão (no melhor dos sentidos) professor de Filosofia e dirigente local do PS chamado Manuel Sá Couto, que creio poder considerar também como um dos meus amigos (embora se imponha alguma moderação nos adjectivos uma vez que falo aqui na presença do Daniel, esse sim amigo e compagnon de route do Manel Sá Couto) e que se destaca pela sua maneira característica de falar e de ser, entusiasta, imparável, eléctrico quase na forma como encara a vida e os amigos.</p>
<p>Pintado a tosco o cenário, vamos ao enredo. Acabadinho de ser nomeado para Bruxelas e a braços com a crise gerada em Portugal por essa nomeação (que conduziria à nomeação de Santana Lopes para primeiro ministro) quem é que se refugia nos Açores para um curto período de descanso e fuga aos holofotes: José Manuel Durão Barroso, claro, nem mais. E de todas as ilhas e de todas as praias, aquela onde esta narrativa o vai encontrar é exactamente na dos Moinhos, onde Durão Barroso chega, acompanhado pelos seus, particulares, e por um cicerone local que o apresenta ao nosso Zé do tal Bar da praia, que fica a milímetros do extase pela visita de tão nobre estadista ao seu estabelecimento e não sabe mais o que fazer para agradar ao ainda primeiro ministro e comitiva, ainda para mais incógnitos por ali, o que dava só por isso um toque fantástico ao acontecimento, num local onde nunca acontece porra nenhuma (e ainda bem, assim é que aquilo é o que é e bom). Pois estava então o nosso Zé anfitriando o nosso primeiro quando o nosso primeiro deixa escapar alguma vontade de dar um mergulhinho, era pena, apetecia, mas que lamentavelmente não tinha vindo preparado para essa eventualidade. Ora calções fossem o nosso Zé, que de imediato se multiplica em telefonemas e contactos locais para que se arranjassem uns calções para o primeiro, fosse lá onde fosse, mas dali é que o senhor doutor não sairia sem mergulhar se era esse o seu desejo. E não demorou muito tempo até que aparecesse um prestável indígena com um saquinho com uns calções para o senhor doutor, desencantados sabe Deus em que baú, entregues com pompa e sorrisos a Barroso que se viu assim obrigado a corresponder à gentileza, vestindo os calções emprestados e fazendo-se às salsas ondas da praia dos moinhos. E assim fez, lá foi vestir os tais calções.</p>
<p>Conta quem viu que a cena foi de ir às lágrimas. Da casa imediatamente cedida para Barroso mudar de roupa sai um José Manuel envergando uma tanguinha curtíssima, daquelas &#8217;salienta-colhão&#8217;, os senhores sabem? que se viam muito na Costa da Caparica, ou na praia de Algés, há uns anos&#8230; Barroso vinha mais enfiado que enfiado, a tentar aparentar uma desenvoltura e boa disposição que o salvasse daquele embaraço, de alguma maneira, e a coisa estava até a conseguir-se, de alguma forma, com alguma discrição, quando eis que chega o prof. Sá Couto, esbaforido como sempre, excitadíssimo com a notícia acabada de receber, de que estava nas suas terras o primeiro de Portugal  -  e logo ali, no bar dos Moinhos, a sua quase segunda casa! O homem vinha numa afobação e, palavroso como sempre, quando finalmente &#8216;aterrou&#8217; e ao aperceber-se da figura em tanguinha na sua frente, para tentar salvar a situação, faz um zig na sua própria verborreia e, a completo despropósito, diz para Durão Barroso que se come muito bem ali naquele bar, que o senhor doutor tinha que provar e ficar para o almoço, que era tudo uma maravilha, e mais: &#8216;Pois sabe o senhor primeiro ministro qual é a especialidade d casa? Olhe para ali para o cartaz, olhe: cherne! Uma delícia! O senhor gosta de cherne?&#8217;, perguntou com uma gargalhada nervosa apontando para o tal cartaz onde de facto estava escarrapachado em letras bem grandes o prato do dia: Cherne.</p>
<p>(Contaram-me esta história várias pessoas, por várias vezes e em vários locais. Uma dessas vezes, a mais memorável, foi no próprio local do crime, numa noite mágica, quando os próprios Zé e Sá Couto ma contaram os dois, cada um acrescentando mais um pormenor de que se lembrava. Acreditem: chorei a rir.)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35347</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 12:57:50 +0000</pubDate>
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		<description>claro, deixa ao acaso, só assim é que tem graça

tristes? não são nada pá, até dão uma lambida no pescoço de um gajo, mas pronto são gostos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>claro, deixa ao acaso, só assim é que tem graça</p>
<p>tristes? não são nada pá, até dão uma lambida no pescoço de um gajo, mas pronto são gostos</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35340</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 11:16:19 +0000</pubDate>
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		<description>Lia, repito que o raio do mu foi rigorosamente obra do acaso. Por isso achei graça.
Z, a praia dos Moinhos ainda tem gatos. E patos e porquinhos-da-índia. Claro, e gaivotas a garajaus (andorinhas-do-mar.) Gostaria de descobrir-te online, mas não vou andar à procura. Só se for por acaso, como o resultado da "patada" no teclado. Quanto às vacas da Índia, são demasiado tristes. Prefiro arriscar-me a mais uma cornada do que andar por meio de animais sagrados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lia, repito que o raio do mu foi rigorosamente obra do acaso. Por isso achei graça.<br />
Z, a praia dos Moinhos ainda tem gatos. E patos e porquinhos-da-índia. Claro, e gaivotas a garajaus (andorinhas-do-mar.) Gostaria de descobrir-te online, mas não vou andar à procura. Só se for por acaso, como o resultado da &#8220;patada&#8221; no teclado. Quanto às vacas da Índia, são demasiado tristes. Prefiro arriscar-me a mais uma cornada do que andar por meio de animais sagrados.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35335</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 09:28:54 +0000</pubDate>
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		<description>a praia dos moinhos tem gatos, que eu lembro e bem

mas as carreirinhas do Populo são mais gostosas, quando não vou de focinho ao chão

por falar em focinho peludo podes descobrir-me aí online, mas tens de lá chegar por ti

---------

sou gamado em vacas e bezerros, tão possantes e tão meiguinhos, volto à Índia em Outubro que estou a morrer de saudades, veículos de Shiva</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a praia dos moinhos tem gatos, que eu lembro e bem</p>
<p>mas as carreirinhas do Populo são mais gostosas, quando não vou de focinho ao chão</p>
<p>por falar em focinho peludo podes descobrir-me aí online, mas tens de lá chegar por ti</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>sou gamado em vacas e bezerros, tão possantes e tão meiguinhos, volto à Índia em Outubro que estou a morrer de saudades, veículos de Shiva</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: LIA</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35330</link>
		<dc:creator>LIA</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 07:38:42 +0000</pubDate>
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		<description>Ó Daniel,até o teu mu é literário, homem!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ó Daniel,até o teu mu é literário, homem!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35323</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 01:49:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35323</guid>
		<description>Valupi
Meteste-te aqui pelo meio enquanto a vaca, perdão, enquanto eu punha a mão sobre o teclado a fingir que era a pata de uma vaca, e saiu aquele inesperadíssimo mu.
Já podias ter dito que isto é tudo a brincar. Eu escusava de perder tempo a tentar dizer o que sinto. Por isso, vai-te lixar. 
Ah, e obrigado por me recordares que o Tomás de Aquino repetiu muito do que Aristóteles disse. E, já agora, poderias ter trazido o Averróis para a conversa. Que por hoje já basta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Valupi<br />
Meteste-te aqui pelo meio enquanto a vaca, perdão, enquanto eu punha a mão sobre o teclado a fingir que era a pata de uma vaca, e saiu aquele inesperadíssimo mu.<br />
Já podias ter dito que isto é tudo a brincar. Eu escusava de perder tempo a tentar dizer o que sinto. Por isso, vai-te lixar.<br />
Ah, e obrigado por me recordares que o Tomás de Aquino repetiu muito do que Aristóteles disse. E, já agora, poderias ter trazido o Averróis para a conversa. Que por hoje já basta.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35322</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 01:36:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35322</guid>
		<description>Lia
Se fosse uma birra, passava. Mas não é nada disso. Prefiro estar aqui deste lado somente, a dar e a levar umas bordoadas, desde que não sejam para ferir os outros... nem a mim.
Nik
Ouve lá, ó Nik, obrigado pela comparação. São animais muito estimáveis, as vacas. Sempre convivi bem com elas, portuguesas e espanholas, excepto uma vez em que uma, em Santa Maria, e à noite, me deu uma cornada que me mandou pelos ares fora. Mas fê-lo com muito jeito: pegou em mim pelos sovacos e fez um movimento de baixo para cima rigorosamente na vertical. Caí no mesmo lugar. No entanto nunca ouvi nenhuma falar inglês, mas é possível que o consigam, e melhor até do que eu. Mas concede-me pelo menos que escrevo melhor do que elas, pois creio que nenhuma consegue escrever em língua nenhuma. Antes, porque não tinham dedos para pegar nas canetas, agora porque a pata é demasiado grande para tocar numa tecla somente. E isto é razão suficiente para eu ter a certeza de que tu podes ser tudo, mas vaca não. Ora vê lá o que é que uma vaca escreveria, por exemplo, se pusesse a pata aqui onde vou pôr a minha mão: erjhnmumumumumumumumu, (Palavra de honra que isto foi puro acaso! Eu mesmo sorri sozinho com o resultado inesperado.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Lia<br />
Se fosse uma birra, passava. Mas não é nada disso. Prefiro estar aqui deste lado somente, a dar e a levar umas bordoadas, desde que não sejam para ferir os outros&#8230; nem a mim.<br />
Nik<br />
Ouve lá, ó Nik, obrigado pela comparação. São animais muito estimáveis, as vacas. Sempre convivi bem com elas, portuguesas e espanholas, excepto uma vez em que uma, em Santa Maria, e à noite, me deu uma cornada que me mandou pelos ares fora. Mas fê-lo com muito jeito: pegou em mim pelos sovacos e fez um movimento de baixo para cima rigorosamente na vertical. Caí no mesmo lugar. No entanto nunca ouvi nenhuma falar inglês, mas é possível que o consigam, e melhor até do que eu. Mas concede-me pelo menos que escrevo melhor do que elas, pois creio que nenhuma consegue escrever em língua nenhuma. Antes, porque não tinham dedos para pegar nas canetas, agora porque a pata é demasiado grande para tocar numa tecla somente. E isto é razão suficiente para eu ter a certeza de que tu podes ser tudo, mas vaca não. Ora vê lá o que é que uma vaca escreveria, por exemplo, se pusesse a pata aqui onde vou pôr a minha mão: erjhnmumumumumumumumu, (Palavra de honra que isto foi puro acaso! Eu mesmo sorri sozinho com o resultado inesperado.)</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35320</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 01:28:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35320</guid>
		<description>LUSANGLO, sou duplamente suspeito, por ser teu indefectível admirador e por ser o alvo do texto, mas estou capaz de eleger esta rábula como o teu melhor exercício de sempre. Creio que o shakespeare também ajuda, criando um distanciamento que aproxima, mas é no desfecho que atinges o sublime: finalmente, revelas o nome e a localização da entidade que governa a Grande Conspiração. Fosga-se, desde 2005 que esperava por esse segredo!

Quanto ao que dizes de mim, creio entender a tua angústia. Gostarias de dormir comigo só para me veres ao acordar, sem maquilhagem e despenteado. Continuaria encantador, daria vontade de beijar? Ou não conseguiria esconder a miséria humana e demasiado humana, repelente? No fundo, o teu problema é teológico, discutes a existência de Deus. Se não existir, como preferes, o anjo não passará de um transformista, mais um inevitável pantomineiro. Mas a existir... ficarás cheio de medo, né?
__

Daniel, confirmo que só leio autores actuais, mas não te deixes entontecer pela roda do tempo: alguns dos autores mais actuais que leio, e com regularidade, nasceram 1.500 anos (e mais, e mais...) antes do Aquinatense. Certamente concordarás com este adagio: original é o que está perto da origem. De resto, sem Aristóteles não teríamos São Tomás, o que te devia refrear o entusiasmo quanto às "verdades que não mudam".

Também registo com crescente agrado que saltas olimpicamente por cima das questões que te são colocadas. Ainda mais curiosa é a constante remissão para a tua iminente partida, causada, informas, por desgostos de melindrosa etiologia. É demasiado óbvio que estás insularmente enganado: aqui ninguém te censura o direito a fazer o que te der na gana, até o aplaudimos - o que não admitimos é que nos negues os mesmos predicados. E é disso que temos estado a falar, da insensatez de te sentires ofendido com o que os outros escrevem num blogue. Só uma imaginação sem freio te poderá distorcer a realidade ao ponto de pensares que alguém te conhece como tu te conheces. Como escreveu tão bem a catarina, aqui não passas de um pseudónimo. E vales pelo que mostrares, não pelo que sonhas que és quando contemplas a obra feita. Ora responde lá a esta: pode um pseudónimo ser ofendido? Sim, claro, mas só se ele o quiser. (desculpa, antecipei-me, mas foi por receio de voltar a ficar com perguntas penduradas)

Volto a citar a catarina: tens sido muito bem tratado. Quando entramos em diálogo contigo, estamos a respeitar-te ao máximo. Neste meio, ofender é apenas isto, se isto for: não dialogar. Tudo o resto é brincadeira. Portanto, meu caro, a ideia é continuarmos a brincar contigo durante o tempo em que quiseres brincar connosco.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>LUSANGLO, sou duplamente suspeito, por ser teu indefectível admirador e por ser o alvo do texto, mas estou capaz de eleger esta rábula como o teu melhor exercício de sempre. Creio que o shakespeare também ajuda, criando um distanciamento que aproxima, mas é no desfecho que atinges o sublime: finalmente, revelas o nome e a localização da entidade que governa a Grande Conspiração. Fosga-se, desde 2005 que esperava por esse segredo!</p>
<p>Quanto ao que dizes de mim, creio entender a tua angústia. Gostarias de dormir comigo só para me veres ao acordar, sem maquilhagem e despenteado. Continuaria encantador, daria vontade de beijar? Ou não conseguiria esconder a miséria humana e demasiado humana, repelente? No fundo, o teu problema é teológico, discutes a existência de Deus. Se não existir, como preferes, o anjo não passará de um transformista, mais um inevitável pantomineiro. Mas a existir&#8230; ficarás cheio de medo, né?<br />
__</p>
<p>Daniel, confirmo que só leio autores actuais, mas não te deixes entontecer pela roda do tempo: alguns dos autores mais actuais que leio, e com regularidade, nasceram 1.500 anos (e mais, e mais&#8230;) antes do Aquinatense. Certamente concordarás com este adagio: original é o que está perto da origem. De resto, sem Aristóteles não teríamos São Tomás, o que te devia refrear o entusiasmo quanto às &#8220;verdades que não mudam&#8221;.</p>
<p>Também registo com crescente agrado que saltas olimpicamente por cima das questões que te são colocadas. Ainda mais curiosa é a constante remissão para a tua iminente partida, causada, informas, por desgostos de melindrosa etiologia. É demasiado óbvio que estás insularmente enganado: aqui ninguém te censura o direito a fazer o que te der na gana, até o aplaudimos - o que não admitimos é que nos negues os mesmos predicados. E é disso que temos estado a falar, da insensatez de te sentires ofendido com o que os outros escrevem num blogue. Só uma imaginação sem freio te poderá distorcer a realidade ao ponto de pensares que alguém te conhece como tu te conheces. Como escreveu tão bem a catarina, aqui não passas de um pseudónimo. E vales pelo que mostrares, não pelo que sonhas que és quando contemplas a obra feita. Ora responde lá a esta: pode um pseudónimo ser ofendido? Sim, claro, mas só se ele o quiser. (desculpa, antecipei-me, mas foi por receio de voltar a ficar com perguntas penduradas)</p>
<p>Volto a citar a catarina: tens sido muito bem tratado. Quando entramos em diálogo contigo, estamos a respeitar-te ao máximo. Neste meio, ofender é apenas isto, se isto for: não dialogar. Tudo o resto é brincadeira. Portanto, meu caro, a ideia é continuarmos a brincar contigo durante o tempo em que quiseres brincar connosco.</p>
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	<item>
		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35319</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 23:58:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35319</guid>
		<description>O Daniel fala inglês como uma vaca espanhola.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Daniel fala inglês como uma vaca espanhola.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: LIA</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35314</link>
		<dc:creator>LIA</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 21:50:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35314</guid>
		<description>O blogodrama tem dado pano para variadíssimas dissertações bem sumarentas e desopilantes.Com drama ou sem ele,o Daniel permite sempre que a língua se desenferruge e se anavalhe.Com o Daniel,o aspirina é sempre estimulante e a inteligência rende-se aos seus comentários sábios. Ele impõe respeito e atrai comentadores e leitores.E o diálogo taco a taco tem sido proveitoso e consolador para quem já andava com saudades do mestre,que não precisou que "acudissem porque o matam". Ele sabe bem da arte de esgrima verba, e dificilmente encontra um adversário invencível.Desculpem qualquer coisinha, mas a verdade é para ser escancarada,à boa moda do aspirina. E o DANIEL faz muita falta. Onde estão os textos poderosos de ventos e marés que convidam à aventura? Onde as vozes graciosas dos protagonistas populares? Onde a variedade e versatilidade dos seus textos? Apetece pedir ao Daniel que volte.Mas se a viagem não for de regresso, ao menos venha à janela, que os seus acenos vêem-se de longe e à vista desarmada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O blogodrama tem dado pano para variadíssimas dissertações bem sumarentas e desopilantes.Com drama ou sem ele,o Daniel permite sempre que a língua se desenferruge e se anavalhe.Com o Daniel,o aspirina é sempre estimulante e a inteligência rende-se aos seus comentários sábios. Ele impõe respeito e atrai comentadores e leitores.E o diálogo taco a taco tem sido proveitoso e consolador para quem já andava com saudades do mestre,que não precisou que &#8220;acudissem porque o matam&#8221;. Ele sabe bem da arte de esgrima verba, e dificilmente encontra um adversário invencível.Desculpem qualquer coisinha, mas a verdade é para ser escancarada,à boa moda do aspirina. E o DANIEL faz muita falta. Onde estão os textos poderosos de ventos e marés que convidam à aventura? Onde as vozes graciosas dos protagonistas populares? Onde a variedade e versatilidade dos seus textos? Apetece pedir ao Daniel que volte.Mas se a viagem não for de regresso, ao menos venha à janela, que os seus acenos vêem-se de longe e à vista desarmada.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35294</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 13:01:12 +0000</pubDate>
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		<description>Z 1
Até os que estiveram no Maio de 68 já se esqueceram dele.
Z 2
Sempre será mais fácil de arranjar um jardim suspenso do que 70 virgens. Não percas a esperança.
Z 3 Se estou rezingão, não sei. Mas lá que me falta queijinho de Nisa, isso é verdade. Já não como dele desde a semana passada. Ah, e nunca tentei voar.
Z 4 Foi bom teres prevenido. Pelo tempo que tem feito por cá não se dá por nada. Mas, como hoje está sol, vou sair já a tomar um cafezinho, ou um Famous Grouse, no bar dos Moinhos, no Porto Formoso. Se algum dia vieres a esta ilha gostaria de ver a tua cara através de um bom copo de whisky,lá naquele sítio onde o Ted Smith viveu os últimos anos da sua vida, e onde tivemos longas conversas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Z 1<br />
Até os que estiveram no Maio de 68 já se esqueceram dele.<br />
Z 2<br />
Sempre será mais fácil de arranjar um jardim suspenso do que 70 virgens. Não percas a esperança.<br />
Z 3 Se estou rezingão, não sei. Mas lá que me falta queijinho de Nisa, isso é verdade. Já não como dele desde a semana passada. Ah, e nunca tentei voar.<br />
Z 4 Foi bom teres prevenido. Pelo tempo que tem feito por cá não se dá por nada. Mas, como hoje está sol, vou sair já a tomar um cafezinho, ou um Famous Grouse, no bar dos Moinhos, no Porto Formoso. Se algum dia vieres a esta ilha gostaria de ver a tua cara através de um bom copo de whisky,lá naquele sítio onde o Ted Smith viveu os últimos anos da sua vida, e onde tivemos longas conversas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35284</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 11:22:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/valupi/o-daniel-e-o-blogodrama/#comment-35284</guid>
		<description>já agora:

está a chegar o solstício de Verão e os santos

«O mastro de São João, conhecido em Portugal como o mastro dos Santos Populares, é erguido durante a festa junina para celebrar os três santos ligados a essa festa»</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>já agora:</p>
<p>está a chegar o solstício de Verão e os santos</p>
<p>«O mastro de São João, conhecido em Portugal como o mastro dos Santos Populares, é erguido durante a festa junina para celebrar os três santos ligados a essa festa»</p>
]]></content:encoded>
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