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	<title>Comentários em: O caso José Manuel Fernandes - II</title>
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	<pubDate>Fri, 29 Aug 2008 05:14:39 +0000</pubDate>
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		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28295</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 20:29:44 +0000</pubDate>
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		<description>aqui, outra vez, um hum abusivo? Pois então, e voltando ao tema do post, eu tinha decidido fazer greve ao Público, mas hoje saia o caderno do Vieira e furei logo a greve. Vã lá que o resto despacha-se em 2 minutos e papeleira no combóio (quando estou bonzinho deixo entalado entre dois bancos).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>aqui, outra vez, um hum abusivo? Pois então, e voltando ao tema do post, eu tinha decidido fazer greve ao Público, mas hoje saia o caderno do Vieira e furei logo a greve. Vã lá que o resto despacha-se em 2 minutos e papeleira no combóio (quando estou bonzinho deixo entalado entre dois bancos).</p>
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		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28241</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 03:14:50 +0000</pubDate>
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		<description>(citando z)
hummmm....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>(citando z)<br />
hummmm&#8230;.</p>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28240</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 00:48:57 +0000</pubDate>
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		<description>Pois estamos, jdias.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois estamos, jdias.</p>
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	<item>
		<title>Por: jdias</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28239</link>
		<dc:creator>jdias</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 00:47:34 +0000</pubDate>
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		<description>Moralista, aparentemente aqui só há um e és tu. Embora seja uma moral estranha: aplica-se a José Manuel Fernandes mas não se aplica a Sócrates.

Esta tua frase diz tudo sobre questões morais: "O cargo de primeiro-ministro não exige especiais condições de credibilidade e consistência ética".

Concluo que defendes portanto politica sem moral (julgo que queres dizer ética, mas tu lá sabes que diccionários usas). Acho bem, estás de acordo com o Sócrates que tanto defendes, é coerente. 

Já no jornalismo, exiges o maior rigor ético, confundindo aliás ética com competência o que é enecessário na politica.... 

Deve ser a chamada subjectividade dos valores.

Enfim, Valupi, acho que estamos esclarecidos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Moralista, aparentemente aqui só há um e és tu. Embora seja uma moral estranha: aplica-se a José Manuel Fernandes mas não se aplica a Sócrates.</p>
<p>Esta tua frase diz tudo sobre questões morais: &#8220;O cargo de primeiro-ministro não exige especiais condições de credibilidade e consistência ética&#8221;.</p>
<p>Concluo que defendes portanto politica sem moral (julgo que queres dizer ética, mas tu lá sabes que diccionários usas). Acho bem, estás de acordo com o Sócrates que tanto defendes, é coerente. </p>
<p>Já no jornalismo, exiges o maior rigor ético, confundindo aliás ética com competência o que é enecessário na politica&#8230;. </p>
<p>Deve ser a chamada subjectividade dos valores.</p>
<p>Enfim, Valupi, acho que estamos esclarecidos.</p>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28237</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 00:29:52 +0000</pubDate>
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		<description>Não, rever o meu Código jamais. 

Já tu terias vantagem em conseguir ler o 1º parágrafo. Nele se começa por dizer que a notícia é relevante, que o jornal fez bem em ter feito o que fez. O facto de tu insistires em que eu estou contra a notícia, contra isso de o Público ter feito a sua investigação e ter publicado os resultados, começa a ser preocupante - para ti, entenda-se.

A ambiguidade é aquela que resulta de haver duas versões sobre os factos relatados. Sócrates não concordou com a interpretação que se fez deles. Tu podes optar por preferir a versão do jornal. É privilégio, e problema, teu. 

O cargo de primeiro-ministro não exige especiais condições de credibilidade e consistência ética, isso é ilusão tua. O Santana foi primeiro-ministro, lembras-te? O que se exige é só uma coisa: votos, nas urnas ou no Parlamento. Casos não gostes da receita, muda-te para um país onde não vigore o regime democrático.

Eu quero que o Público não se substitua ao jornalismo. Já me chega. Ter um jornal e estar preocupado com a vida privada de Sócrates nos anos 80 é legítimo, mas não chega para se cumprir um ideal de defesa da verdade. Pois os casos que nos afectam a todos gravemente não são investigados de nenhuma forma, e não creio que nos levem para a estética arquitectónica da Guarda há 20 anos.

Questões morais são aquelas que remetem exclusivamente para as hierarquias de valores. Os valores são construções subjectivas. Assim, estar a discutir uma questão moral não se confunde com a discussão da política. Por exemplo, para ti os militares que fizeram o 25 de Abril eram todos à prova de investigações de carácter moral? E, caso se descobrisse que tinham roubado, ou encornado os amigos, ou mentido às finanças, deveriam - na tua opinião - ser convidados a abandonar o Movimento de Capitães? Aguardo a tua moralista resposta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não, rever o meu Código jamais. </p>
<p>Já tu terias vantagem em conseguir ler o 1º parágrafo. Nele se começa por dizer que a notícia é relevante, que o jornal fez bem em ter feito o que fez. O facto de tu insistires em que eu estou contra a notícia, contra isso de o Público ter feito a sua investigação e ter publicado os resultados, começa a ser preocupante - para ti, entenda-se.</p>
<p>A ambiguidade é aquela que resulta de haver duas versões sobre os factos relatados. Sócrates não concordou com a interpretação que se fez deles. Tu podes optar por preferir a versão do jornal. É privilégio, e problema, teu. </p>
<p>O cargo de primeiro-ministro não exige especiais condições de credibilidade e consistência ética, isso é ilusão tua. O Santana foi primeiro-ministro, lembras-te? O que se exige é só uma coisa: votos, nas urnas ou no Parlamento. Casos não gostes da receita, muda-te para um país onde não vigore o regime democrático.</p>
<p>Eu quero que o Público não se substitua ao jornalismo. Já me chega. Ter um jornal e estar preocupado com a vida privada de Sócrates nos anos 80 é legítimo, mas não chega para se cumprir um ideal de defesa da verdade. Pois os casos que nos afectam a todos gravemente não são investigados de nenhuma forma, e não creio que nos levem para a estética arquitectónica da Guarda há 20 anos.</p>
<p>Questões morais são aquelas que remetem exclusivamente para as hierarquias de valores. Os valores são construções subjectivas. Assim, estar a discutir uma questão moral não se confunde com a discussão da política. Por exemplo, para ti os militares que fizeram o 25 de Abril eram todos à prova de investigações de carácter moral? E, caso se descobrisse que tinham roubado, ou encornado os amigos, ou mentido às finanças, deveriam - na tua opinião - ser convidados a abandonar o Movimento de Capitães? Aguardo a tua moralista resposta.</p>
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	<item>
		<title>Por: jdias</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28236</link>
		<dc:creator>jdias</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Feb 2008 00:11:34 +0000</pubDate>
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		<description>Mas onde é que estão as "ambiguidades de caracter moral"? O que é que é ambíguo?

É ambígua toda a evidência factual apresentada, quer no caso do diploma quer neste caso agora?

Eu acho natural que se investigue o Primeiro Ministro, principalmente se houver dúvidas fundadas sobre a correcção ética do seu percurso profissional/académico. 

Acresce que o Público,comecou por seguir uma pista que outrém levantou, lembras-te? (por acso esse outro até foi ilibado no processo que Sócrates pôs contra ele..)

E Sócrates é Primeiro Ministro, lembras-te? Um cargo que exige especiais condições de credibilidade e consistência ética. No passado como no presente.Logo, é natural que esteja sujeito a um escrutínio especial.

Não percebo se queres que o Público substitua a Judiciària no combate à corrupção, só para poder apresentar pergaminhos quando apresente provas concretas e incontroversas sobre um caso concreto. 

E, uma última nota: o que são questões morais? E, sejam elas o que forem no teu diccionário: não servem para "crucificar" ninguém?

Devias rever o teu Código.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Mas onde é que estão as &#8220;ambiguidades de caracter moral&#8221;? O que é que é ambíguo?</p>
<p>É ambígua toda a evidência factual apresentada, quer no caso do diploma quer neste caso agora?</p>
<p>Eu acho natural que se investigue o Primeiro Ministro, principalmente se houver dúvidas fundadas sobre a correcção ética do seu percurso profissional/académico. </p>
<p>Acresce que o Público,comecou por seguir uma pista que outrém levantou, lembras-te? (por acso esse outro até foi ilibado no processo que Sócrates pôs contra ele..)</p>
<p>E Sócrates é Primeiro Ministro, lembras-te? Um cargo que exige especiais condições de credibilidade e consistência ética. No passado como no presente.Logo, é natural que esteja sujeito a um escrutínio especial.</p>
<p>Não percebo se queres que o Público substitua a Judiciària no combate à corrupção, só para poder apresentar pergaminhos quando apresente provas concretas e incontroversas sobre um caso concreto. </p>
<p>E, uma última nota: o que são questões morais? E, sejam elas o que forem no teu diccionário: não servem para &#8220;crucificar&#8221; ninguém?</p>
<p>Devias rever o teu Código.</p>
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	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28234</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 23:49:10 +0000</pubDate>
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		<description>Sim, é a partir daqui: visar Sócrates em questões que se esgotam em ambiguidades de carácter moral, é mau jornalismo quando não se aplicam os recursos do jornal para se ser coerente (com mais nenhum político o Público aplicou semelhantes critérios). E ser director de um jornal com a responsabilidade do Publico e não investigar a corrupção em Portugal, é péssimo para a sociedade.

O que coloco em causa é a linha editorial do Zé Manel, ao longo do tempo e não só neste caso. Já agora, volta dar-te um conselho: relê o 1 º parágrafo. 

O Código que me rege é o da minha consciência. Se para o Público é indiferente que haja corrupção em Portugal, mas já não é indiferente crucificar o Sócrates por causa de questões morais, então eu suspeito que as intenções do Zé Manel não sejam boas, sequer jornalísticas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, é a partir daqui: visar Sócrates em questões que se esgotam em ambiguidades de carácter moral, é mau jornalismo quando não se aplicam os recursos do jornal para se ser coerente (com mais nenhum político o Público aplicou semelhantes critérios). E ser director de um jornal com a responsabilidade do Publico e não investigar a corrupção em Portugal, é péssimo para a sociedade.</p>
<p>O que coloco em causa é a linha editorial do Zé Manel, ao longo do tempo e não só neste caso. Já agora, volta dar-te um conselho: relê o 1 º parágrafo. </p>
<p>O Código que me rege é o da minha consciência. Se para o Público é indiferente que haja corrupção em Portugal, mas já não é indiferente crucificar o Sócrates por causa de questões morais, então eu suspeito que as intenções do Zé Manel não sejam boas, sequer jornalísticas.</p>
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	<item>
		<title>Por: jdias</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28232</link>
		<dc:creator>jdias</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 23:21:01 +0000</pubDate>
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		<description>Porque é que são cobardes ou imbecis?


E, já agora, se não colocas a credibilidade da reportagem em causa, o que é que colocas em causa? O interesse? 

E, finalmente: se os factos que o Público revela são verdadeiros e as reportagens credíveis, porque é que só os aceitas se se investigar pelo menos dois politicos? Em que Código é que esse aferidor de pureza e independência está escrito?

É a partir daí que concluis pela incompetência de JMF?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Porque é que são cobardes ou imbecis?</p>
<p>E, já agora, se não colocas a credibilidade da reportagem em causa, o que é que colocas em causa? O interesse? </p>
<p>E, finalmente: se os factos que o Público revela são verdadeiros e as reportagens credíveis, porque é que só os aceitas se se investigar pelo menos dois politicos? Em que Código é que esse aferidor de pureza e independência está escrito?</p>
<p>É a partir daí que concluis pela incompetência de JMF?</p>
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	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28231</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 23:09:50 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que o Público tem a obrigação de escrutinar a vida de, pelo menos, dois políticos. Até agora, só o fez em relação ao Sócrates. Aguardo, ansiosamente, pelo próximo alvo. 

Quanto à credibilidade da reportagem, em lado algum a viste posta em causa. Aliás, aconselho a releitura do 1º parágrafo. Já as conclusões que o jornal tirou, e as quais colidem com as afirmações do visado, deixam de estar no campo do noticioso. Fica para cada um a avaliação da deontologia e ética do jornal. 

Quanto à tese de que ataco os que atacam Sócrates, tens razão. Mas só ataco quando as acusações são cobardes ou imbecis. Neste texto, concederás, o tema transcende o primeiro-ministro e centra-se na política editorial do Zé Manel.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que o Público tem a obrigação de escrutinar a vida de, pelo menos, dois políticos. Até agora, só o fez em relação ao Sócrates. Aguardo, ansiosamente, pelo próximo alvo. </p>
<p>Quanto à credibilidade da reportagem, em lado algum a viste posta em causa. Aliás, aconselho a releitura do 1º parágrafo. Já as conclusões que o jornal tirou, e as quais colidem com as afirmações do visado, deixam de estar no campo do noticioso. Fica para cada um a avaliação da deontologia e ética do jornal. </p>
<p>Quanto à tese de que ataco os que atacam Sócrates, tens razão. Mas só ataco quando as acusações são cobardes ou imbecis. Neste texto, concederás, o tema transcende o primeiro-ministro e centra-se na política editorial do Zé Manel.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: jdias</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28229</link>
		<dc:creator>jdias</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 22:13:10 +0000</pubDate>
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		<description>Achas então que o Público tem a obrigação de escritunar a vida de todos os políticos e não apenas aquelas que escolhe por achar que são mais relevantes?

E achas que se não o fizer, as reportagens e investigações que faz não são credíveis?

(Penso que estamos de acordo em que a vida pública (incluido carreira profissional e académica)do Primeiro Ministro é relevante.

Penso ainda que estamos de acordo que cada meio de comunicação social tem liberdade de escolha dos temas a que se dedica.)

Diria que é fraco argumento contra a evidência dos factos.

Posso-te dizer o que eu acho: é que não gostas que os favores e negócios menos claros que Sócrates fez e através dos quais chegou a Primeiro Ministro (e penso que quer o caso da Universidade quer este em que o próprio não desmente que assinou projectos que não fez são exemplos bem claros de como se sobe na vida, sempre de forma "legal")sejam postos à luz do dia.

E então, tentas atacar todos os que de forma clara e séria o atacam.

Foi António Barreto há uns dias, é José Manuel Fernandes agora. A seguir quem virá?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Achas então que o Público tem a obrigação de escritunar a vida de todos os políticos e não apenas aquelas que escolhe por achar que são mais relevantes?</p>
<p>E achas que se não o fizer, as reportagens e investigações que faz não são credíveis?</p>
<p>(Penso que estamos de acordo em que a vida pública (incluido carreira profissional e académica)do Primeiro Ministro é relevante.</p>
<p>Penso ainda que estamos de acordo que cada meio de comunicação social tem liberdade de escolha dos temas a que se dedica.)</p>
<p>Diria que é fraco argumento contra a evidência dos factos.</p>
<p>Posso-te dizer o que eu acho: é que não gostas que os favores e negócios menos claros que Sócrates fez e através dos quais chegou a Primeiro Ministro (e penso que quer o caso da Universidade quer este em que o próprio não desmente que assinou projectos que não fez são exemplos bem claros de como se sobe na vida, sempre de forma &#8220;legal&#8221;)sejam postos à luz do dia.</p>
<p>E então, tentas atacar todos os que de forma clara e séria o atacam.</p>
<p>Foi António Barreto há uns dias, é José Manuel Fernandes agora. A seguir quem virá?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28227</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 21:48:39 +0000</pubDate>
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		<description>Agora estás a não perceber outras coisas. Por exemplo, é um facto que o Zé Manel não pediu a demissão de Sócrates. Isso posso afiançar-to. E as situações são aquelas noticiadas. São ambíguas porque dependem da confissão do próprio para se dilucidarem, à falta de outras provas que o jornal não apresentou. Então, ficam na ambivalência de estarmos perante duas versões, a de Sócrates e a do jornal. E é isto que é ridículo: posto que não está em causa nenhuma ilegalidade (mesmo o caso da exclusividade remete para pormenores interpretativos sujeitos a pareceres que ilibam Sócrates), o destaque dado a estas matérias - num contexto onde o jornal não investiga sistematicamente o passado de outros políticos ou casos de corrupção, seja de que ordem for - é prova de uma concepção pífia (estou a ser eufemístico) do jornalismo considerado de referência (ou mesmo sem se ambicionar a tal, também ambíguo, estatuto).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Agora estás a não perceber outras coisas. Por exemplo, é um facto que o Zé Manel não pediu a demissão de Sócrates. Isso posso afiançar-to. E as situações são aquelas noticiadas. São ambíguas porque dependem da confissão do próprio para se dilucidarem, à falta de outras provas que o jornal não apresentou. Então, ficam na ambivalência de estarmos perante duas versões, a de Sócrates e a do jornal. E é isto que é ridículo: posto que não está em causa nenhuma ilegalidade (mesmo o caso da exclusividade remete para pormenores interpretativos sujeitos a pareceres que ilibam Sócrates), o destaque dado a estas matérias - num contexto onde o jornal não investiga sistematicamente o passado de outros políticos ou casos de corrupção, seja de que ordem for - é prova de uma concepção pífia (estou a ser eufemístico) do jornalismo considerado de referência (ou mesmo sem se ambicionar a tal, também ambíguo, estatuto).</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: jdias</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28226</link>
		<dc:creator>jdias</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 21:29:59 +0000</pubDate>
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		<description>Continuo sem perceber:

O José Manuel Fernandes pediu a demissão de Sócrates?


O que é que queres dizer com: "lançar suspeitas sobre situações simultaneamente ambíguas e ridículas."?

Que situações são essas?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Continuo sem perceber:</p>
<p>O José Manuel Fernandes pediu a demissão de Sócrates?</p>
<p>O que é que queres dizer com: &#8220;lançar suspeitas sobre situações simultaneamente ambíguas e ridículas.&#8221;?</p>
<p>Que situações são essas?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28220</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 20:35:33 +0000</pubDate>
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		<description>jdias, essa parte que não percebes não está neste texto. Neste texto está outra ideia: a de que José Manuel Fernandes não tem competência para director do Público, com ou sem embustes seja de quem for.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>jdias, essa parte que não percebes não está neste texto. Neste texto está outra ideia: a de que José Manuel Fernandes não tem competência para director do Público, com ou sem embustes seja de quem for.</p>
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	<item>
		<title>Por: jdias</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28217</link>
		<dc:creator>jdias</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2008 19:26:46 +0000</pubDate>
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		<description>Só há uma coisa que não percebo neste texto: em que é que o facto de Sócrates ser um embusteiro profissional afecta a competência de José Manuel Fernandes?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Só há uma coisa que não percebo neste texto: em que é que o facto de Sócrates ser um embusteiro profissional afecta a competência de José Manuel Fernandes?</p>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28024</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Feb 2008 01:08:15 +0000</pubDate>
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		<description>Também gostei das Amoreiras, ao tempo. Porque, precisamente, rompia com a estagnação. Era uma afirmação de modernidade, mesmo que muito questionável, ou até chocante, para gostos educados (que não eram, nem são, os meus). Também não conheço a qualidade do espaço interior, apesar de ter visto várias vezes os filmes do Taveira [pun intended].

Lembro-me de ouvir alguém dizer que ele copiou a sua estética do que se fazia, bons anos antes, na Califórnia. Para mim, como habitante de Lisboa, é indiferente. Para um arquitecto, talvez seja causa de vergonha. Acima de tudo, tenho a certeza que aquela espaço poderia ter sido ocupado com outros projectos igualmente vistosos, e eventualmente muito mais belos. Mas, isso, podemos dizer de tudo e mais alguma coisa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também gostei das Amoreiras, ao tempo. Porque, precisamente, rompia com a estagnação. Era uma afirmação de modernidade, mesmo que muito questionável, ou até chocante, para gostos educados (que não eram, nem são, os meus). Também não conheço a qualidade do espaço interior, apesar de ter visto várias vezes os filmes do Taveira [pun intended].</p>
<p>Lembro-me de ouvir alguém dizer que ele copiou a sua estética do que se fazia, bons anos antes, na Califórnia. Para mim, como habitante de Lisboa, é indiferente. Para um arquitecto, talvez seja causa de vergonha. Acima de tudo, tenho a certeza que aquela espaço poderia ter sido ocupado com outros projectos igualmente vistosos, e eventualmente muito mais belos. Mas, isso, podemos dizer de tudo e mais alguma coisa.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Ernesta</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28015</link>
		<dc:creator>Ernesta</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Feb 2008 20:38:20 +0000</pubDate>
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		<description>http://cabradeservico.blogspot.com/2008/02/sonhos-molhados.html

e mais não digo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cabradeservico.blogspot.com/2008/02/sonhos-molhados.html" rel="nofollow">http://cabradeservico.blogspot.com/2008/02/sonhos-molhados.html</a></p>
<p>e mais não digo&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28011</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Feb 2008 17:39:27 +0000</pubDate>
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		<description>já me está a irritar que o público on-line tenha há dois dias manchete sobre as atrocidades do Socrates, que na maior das hipóteses são coisas minúsculas. O PM está a mexer demasiado com os poderes instituídos e estes não conseguem encontrar melhor que umas dúvidas sobre o subsídio de exclusividade há 19 anos. Parabéns Socrates, passaste. E a guerra no Iraque, jmf? It is also yours, encomendo-te um eixo sagrado, recuerdas?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>já me está a irritar que o público on-line tenha há dois dias manchete sobre as atrocidades do Socrates, que na maior das hipóteses são coisas minúsculas. O PM está a mexer demasiado com os poderes instituídos e estes não conseguem encontrar melhor que umas dúvidas sobre o subsídio de exclusividade há 19 anos. Parabéns Socrates, passaste. E a guerra no Iraque, jmf? It is also yours, encomendo-te um eixo sagrado, recuerdas?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28005</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Feb 2008 11:31:59 +0000</pubDate>
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		<description>O engenheiro Belmiro jurou que ia derrubar o Sócrates e há-de fazê-lo, nem que tenha de mandar fazer análises às cuecas do homem. Tem que haver merda e podres em qualquer lado. O Público trabalha 24 horas/dia para isso e já instruiu o pide Cerejo para não fazer prisioneiros. 

As Torres das Amoreiras são um dos conjuntos arquitectónicos mais bonitos e funcionais de Lisboa, excepto para as cargas e descargas, muito mal localizadas. Adoro as Amoreiras, é o meu local de compras preferido, muito mais simpático do que o Colombo ou qualquer outro em Lxª.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O engenheiro Belmiro jurou que ia derrubar o Sócrates e há-de fazê-lo, nem que tenha de mandar fazer análises às cuecas do homem. Tem que haver merda e podres em qualquer lado. O Público trabalha 24 horas/dia para isso e já instruiu o pide Cerejo para não fazer prisioneiros. </p>
<p>As Torres das Amoreiras são um dos conjuntos arquitectónicos mais bonitos e funcionais de Lisboa, excepto para as cargas e descargas, muito mal localizadas. Adoro as Amoreiras, é o meu local de compras preferido, muito mais simpático do que o Colombo ou qualquer outro em Lxª.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-28004</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Feb 2008 11:19:26 +0000</pubDate>
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		<description>o Público continua a atacar o Socrates, desmedido. Vê lá se a onda vira para trás, ó jmf. Bazar</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o Público continua a atacar o Socrates, desmedido. Vê lá se a onda vira para trás, ó jmf. Bazar</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/o-caso-jose-manuel-fernandes-ii/#comment-27997</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Feb 2008 07:41:52 +0000</pubDate>
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		<description>eu sempre gostei das Torres das Amoreiras, ao contrário de todos os meua 'camaradas' que me achavam um vendido. Em contrapartida não gosto da cara do Taveira, e a mulher parecia uma caveira loura.

pois é verdade, é o que mais me irrita neste país: sempre danados para dizer mal em vez de darem um exemplo de resolver uma coisa, caladinhos, mas às vezes dão, muito envergonhados mas pronto

(os mindinhos venceram como não podia deixar de ser com o apoio do dragão, pudera; já o neocortex, vencido, mas também ficou convencido, e já anda ali com uma vírgula para cima no extremo das comissuras amargas do Agostinho)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu sempre gostei das Torres das Amoreiras, ao contrário de todos os meua &#8216;camaradas&#8217; que me achavam um vendido. Em contrapartida não gosto da cara do Taveira, e a mulher parecia uma caveira loura.</p>
<p>pois é verdade, é o que mais me irrita neste país: sempre danados para dizer mal em vez de darem um exemplo de resolver uma coisa, caladinhos, mas às vezes dão, muito envergonhados mas pronto</p>
<p>(os mindinhos venceram como não podia deixar de ser com o apoio do dragão, pudera; já o neocortex, vencido, mas também ficou convencido, e já anda ali com uma vírgula para cima no extremo das comissuras amargas do Agostinho)</p>
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