“Não há nada de grave no comportamento de Rui Machete”

Verdade. Se o comportamento de Machete tivesse alguma coisa de grave, em que língua, viva ou morta, existente ou por inventar, conseguiríamos descrever o comportamento de Passos, Portas e Cavaco? Portanto, não, tenham lá a santa paciência, que aquilo que Machete fez, essa auto-humilhação de Portugal para angolano curtir, não tem nada de nada de nadinha de nada de grave. Verdade.

9 thoughts on ““Não há nada de grave no comportamento de Rui Machete””

  1. Mas Suas Excelências,Comportam Lá Algo De Pecaminoso,Errado Ou Criminoso Nas Suas Probo Existências?Falamos De Finíssimos Cavalheiros,Ilustrados Da Mais Pura E Virginal Educação Cívica E Académica.Objetivas Criações Da Mais Pura Porcelana,Qual Vista Alegre Qual Carapuça!Seres Humanos Em Estado Puro,Cuja Pureza Esculpida Por Tão Fino Cinze Que Nem Os Textos Bíblicos Foram Capazes De Igualar.

    Para Eles,Um Oceano De Merda!!!

  2. Foi o chamado “furo”, ver a exaltação do p. ministro, ontem, na RTP a defender o MNE
    da sua última argolada sobre as desculpas a personalidades angolanas, ele só procurou
    “apaziguar” um conflito que não se sabia existir! Nem o presidente sabe defender o País
    nas suas viagens de “promoção” económica, desta vez foi o estónio a dar “bocarras” so-
    bre os países do sul que não sabem gastar à medida do que ganham … amouchou!
    Temos um des-governo que julga estar a dirigir o “Cabaret da Coxa”, onde os princípios
    vão sendo feitos à medida das suas necessidades, não existe uma Constituição, não há
    separação de poderes, pensam que estão acima dos cidadãos e, o “regulador” dos bons
    costumes lava as mãos dizendo que, a responsabilidade é do infractor … será ???

  3. Quando a fasquia da decência é colocada ao nivel de salteadores de bancos, qualquer mentira ou aldrabice não tem mesmo nada de nada de grave. Pois então!

  4. No meu tempo colonial, aquela atitude de Machete, chamava-se «psico-social».

    Dizia-se fazer a «psico», captar a simpatia dos sobas para o nosso lado dos colonos.

    Davam-se rebuçados aos meninos, e coisas assim.

    Este ministro apenas usou esse processo com os actuais governantes, como já com a Unita houve governantes socialistas que também fizeram a sua «psico-social» com Savimbi.

    E convem que se houver uma 3ª facção dominante em Angola, termos nós também uma alternativa congénere.

    Sim porque tal como o Brasil, continuaremos sempre dependentes das novas ex-colónias.

  5. a provavel eleiçao de alberto martins para lider parlamentar,é a demonstraçao cabal da incapacidde do lider para para conseguir para esse lugar,um deputado com outra estaleca.alberto martins,sabe que não tem jeito para a oratoria, mas o seu gigantesco ego retira-lhe descernimento.sr. deputado,olhe à sua volta e veja quantos camaradas seus podem defender melhor o ps no parlamento!

  6. Acabei de ouvir na TVI a Constança dizer do governo que é “um grupo de terroristas a dar uns tirinhos”…. Depois disto, vamos lá ver sea Constança resiste.

    Já agora outra novidade do CDS (ouvi na SIC) que quer acabar com as subvenções vitalícias.
    Mas então entramos no jogo da modificação do significado das palavras. Se são “vitalícias” é para a vida… Se calhar querem matar os subvencionados mas ainda estão a “desenhar” a forma “legitima” para o fazer….
    Faz lembrar o “irrevogável”…. Uma desgraça!

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