4 comentários a “Isto explica tanta coisa”

  1. “os cientistas não vislumbraram qualquer evidência de ânus na ‘olinda’, que tem a forma de um ovo, o que indicia que os dejetos eram libertados pela boca.”

  2. Não é preciso publicar todos os disfarces e buracos do IGNARÀCIO. Já se viu que usa rede e depila as canetas, agora pôr preguinhos à volta da porta de entrada do residente …é uma novidade.

  3. https://questoesdefisiocomentadas.files.wordpress.com/2014/03/babyssauro.jpg

    Valupi, deixei passar umas longas horas para tentar estabelecer um padrão provisório sobre o tipo de reacção neurológica de que a troupe do Aspirina B enferma depois de um singelo post especialmente dedicado a si que fizeste o favor de lhes dedicares numa prova de grande humildade. Bem-hajas, rapaz!

    E as conclusões são estas, várias:

    – Para além do pateta orgânico de que continua a dar inegáveis provas o Ignatz que bolsou mais uma ordinarice abaixo do nível do que se pode ler à borla na edição em papel do CM (e o local será o WC da sua tasca, claro até porque a sua prosa trôpega é a que os seus cornichos alcançam), nota-se que parvalhadamente não entendeu mais uma vez que uma parte substancial do post era… obviamente para si.

    – Da outra troupe circense os tipos ficaram na mesma, presumivelmente porque não entenderam (JRodrigues, Camacho, Madeira e claro a Maria de Sempre etc.) ou, os restantes, ficaram engasgados com a amável definição de bufos de há dias (jpferra, Lucas Galuxo e a Jasmim que anda preocupada com a clientela saiba-se lá do quê, que bem que ficam os três passarinhos no pódio!) e que pretendem passar de mansinho por aqui o mais possível para não se comprometerem. Atinem, pá que o BB está em todo o lado.

    – Finalmente, temos o caso mais evidente até porque o comportamento omisso do José Neves merece uma atenção especial: pergunto-te se não será ele próprio um dos descendentes do Saccorhytus? Repara ou observem cuidadosamente as características do tipo, senhores: nasceu ou não nasceu há muito muito tempo? Sim, e para além disso permanece acordado durante as madrugadas não dando sinais de que distingue a luz do dia e a noite pois habita nas profundezas e, incriminando-o decisivamemente como as impressões digitais para os humanos, temos os seus relambórios sem fim e, como o último no comboio dos fracos, insere-se numa tradição esotérica antiga na forma como observa o fenómeno da política à portuguesa do século XXI.

    Disse quase tudo o que me apraz, e assino.

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *