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George Steiner veio a Lisboa dizer umas banalidades senis sobre epistemologia, inaugurando a conferência A Ciência Terá Limites?, Gulbenkian. No Público, Luís Miguel Queirós faz o servicinho de ocasião, pontuando o relato com encómios ocos, aumentando a banalidade. E disto podemos recolher uma certeza: a banalidade está longe de chegar aos seus limites, sendo muito provável que não os tenha.


  1. 1 jdias

    A banalidade, tal como a estupidez não tem limites. E o seu post é bem sinal disso.

  2. 2 Valupi

    jdias, concordo contigo.

  3. 3 susana

    Pois eu estava a contar assistir a essa conferência, por estar a ler o seu «gramáticas da criação» com muito gosto. só não fui porque soube em cima da hora que era dois dias antes do que me tinham dito e não pude assegurar a logística na retaguarda.

  4. 4 ana r.

    Não estive na conferência. Estive numa outra, organizada pela FLAD, há já uns três anos e picos. Mas lendo Steiner é muito difícil acreditar que diga banalidades. But then again, há autores/ pensadores/ filósofos excelentes de ler e péssimos de conhecer ao vivo e a cores… Diz quem sabe.

  5. 5 Valupi

    susana, ler Steiner só faz é bem. E acabar a leitura com a conclusão de ser o prolixo professor um chato e um tonto, ainda faz melhor. Friso, no entanto, que nem todos os leitores precisam dessa conclusão. Bem pelo contrário.

    ana, para ser banalidade carece de um referente “superior” ou “melhor”. Na sua falta, Steiner não diz banalidades, obviamente. Ele é um divulgador de temáticas eruditas, com sucesso editorial e palestrante. Mas espremido, não releva.

  6. 6 susana

    tiveste o cuidado/sorte de escolher uma fotografia particularmente infeliz.

  7. 7 Zapatairo

    Afinal ninguém ficou a saber por que razão o George é “tonto”. Típico. Na falta de melhor, segue uma citação sua que contraria uma opinião muito corrente de que Hitler nem sequer teria bagagem para ter escrito “Mein Kampf”. Daqui para a frente é sempre a descer.

    “My Hitler is a fantasy, an invention, a fictive figure. The only exact point of resemblance is that the real Hitler did say that the Jews had invented the human conscience. That, I think, is a very brilliant and disturbing insight, which I use on a number of occasions in the novel. The rest is, of course, an invented figure. Now, however, the eloquence of the real Hitler was overwhelming, and most of the critics are either too young to remember or simply very, very ignorant. The man who was a penniless, unemployed hoodlum in 1922, who spoke on the streets of Munich in the driving rain and sleet, was 10 years later master of Germany, 20 years later master of Europe, and, had he for example decided to woo his Jewish atomic scientists, he might well have been master of everything. All that he did by his incomparable command of language, by the almost unimaginable control and power he had over German speech”.

  8. 8 claudia

    Tem uma cara de patareco na foto…

  9. 9 jdias

    O que se passa é que o valupi, quem quer que seja o valupi, obviamente nem lá pôs os pés.

    E obviamente nunca leu Steiner.

    E obviamente é parvo.

    Porque, caso tenha alguma vez lido ou ouvido Steiner, ou não entendeu nada do que leu ou ouviu (a probablidade mais forte), ou resolveu fazer este post para se “armar aos cágados” o que é parvo, no sentido de pequeno, mesmo pequeno.

  10. 10 claudia

    O Valupi não é parvus. Se for como o primo, é alto.

  11. 11 Valupi

    Sim, a foto é mais uma prova da sua tonteira. Patareco, nem mais.

    Zapatairo, se não ficaste a saber, foi porque não quiseste.

    jdias, confirmo: não pus lá os pés. Mas pus a cabeça no artigo do Queirós, e tenho posto os olhos em alguns livros do Steiner (poucos, poucos). Também aceito, porque tenho espírito científico, que se pode dar o caso de eu não ter entendido nada do que li e ouvi (yes, também já o ouvi, na TV e em podcast). E, finalmente, confirmo que sou parvo (por exemplo, sou mais baixo do que o meu primo).

    Agora, essa dos cágados é que não. Porque isso é uma porcaria.

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