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	<title>Comentários em: Gente como Nós</title>
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		<title>Por: Val</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/gente-como-nos/#comment-61419</link>
		<dc:creator>Val</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 14:27:32 +0000</pubDate>
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		<description>z, e que me dizes da inversa, o facto de ao falarmos uma língua estrangeira nos darmos conta de que o nosso mundo ficou muito maior, que é quase como se estivéssemos livres de um lastro que nos impedia de voar? Também pode ser visto como usar uma máscara mágica e, súbito, descobrirmos poderes mágicos.

__

jcfrancisco, essas cartas prometem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>z, e que me dizes da inversa, o facto de ao falarmos uma língua estrangeira nos darmos conta de que o nosso mundo ficou muito maior, que é quase como se estivéssemos livres de um lastro que nos impedia de voar? Também pode ser visto como usar uma máscara mágica e, súbito, descobrirmos poderes mágicos.</p>
<p>__</p>
<p>jcfrancisco, essas cartas prometem.</p>
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		<title>Por: jcfrancisco</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/gente-como-nos/#comment-61415</link>
		<dc:creator>jcfrancisco</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 10:34:05 +0000</pubDate>
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		<description>Já agora vejam a revista «Ler» deste mês que traz duas cartas de Vinicius de Moraes - uma sobre Oxford outra sobre Portugal. Vale a pena ler porque dá lições a todos nós e até fala no «acordo» ortográfico. Mas atenção, as cartas são antigas só que ele já tinha razão há muito tempo... A de Oxford é de 1938 a de Portugal é de 1969.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já agora vejam a revista «Ler» deste mês que traz duas cartas de Vinicius de Moraes &#8211; uma sobre Oxford outra sobre Portugal. Vale a pena ler porque dá lições a todos nós e até fala no «acordo» ortográfico. Mas atenção, as cartas são antigas só que ele já tinha razão há muito tempo&#8230; A de Oxford é de 1938 a de Portugal é de 1969.</p>
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		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/gente-como-nos/#comment-61406</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 09:29:42 +0000</pubDate>
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		<description>só tu meu querido irmão - também te derretes todo com as cambiantes da lusofonia por aí ao fora, e seus actores. Uma vez um negro de Moçambique perguntou-me: veio cá aprender a falar português? Os negros de Moçambique são bem bonitos. Não é só Jesus que trata Deus por tu, todos podemos fazê-lo, acho que ele gosta, e aliás se Ele é essa transcendência absoluta que tudo abrange então também nos abrange a nós, somos parte, e vai junto...

(Oh Pá, olha lá o solzinho para secar a minha roupa!)

estou de partida para a semana Val, mas é só uma semana e pouco, mata atlântica, quero falar com tupis,

e tenho que ir ver o Birdwatchers e vou sair desfeito mas paciência.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>só tu meu querido irmão &#8211; também te derretes todo com as cambiantes da lusofonia por aí ao fora, e seus actores. Uma vez um negro de Moçambique perguntou-me: veio cá aprender a falar português? Os negros de Moçambique são bem bonitos. Não é só Jesus que trata Deus por tu, todos podemos fazê-lo, acho que ele gosta, e aliás se Ele é essa transcendência absoluta que tudo abrange então também nos abrange a nós, somos parte, e vai junto&#8230;</p>
<p>(Oh Pá, olha lá o solzinho para secar a minha roupa!)</p>
<p>estou de partida para a semana Val, mas é só uma semana e pouco, mata atlântica, quero falar com tupis,</p>
<p>e tenho que ir ver o Birdwatchers e vou sair desfeito mas paciência.</p>
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		<title>Por: Val</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/gente-como-nos/#comment-61392</link>
		<dc:creator>Val</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 02:44:22 +0000</pubDate>
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		<description>antónio manso, muito obrigado por essa memória tão rica de significados. 

Ali para baixo, trataste-me por tu. É isso mesmo que deves fazer, se tal te apetecer. É o que eu faço com todos, sempre. Jesus também falava com Deus por tu, portanto...
__

 Manuel Pacheco, exactamente. A língua está muito bem tratada nos PALOP, até nos podem dar lições.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>antónio manso, muito obrigado por essa memória tão rica de significados. </p>
<p>Ali para baixo, trataste-me por tu. É isso mesmo que deves fazer, se tal te apetecer. É o que eu faço com todos, sempre. Jesus também falava com Deus por tu, portanto&#8230;<br />
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<p> Manuel Pacheco, exactamente. A língua está muito bem tratada nos PALOP, até nos podem dar lições.</p>
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	<item>
		<title>Por: manutor</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/gente-como-nos/#comment-61391</link>
		<dc:creator>manutor</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 00:30:54 +0000</pubDate>
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		<description>Já agora António Manso, não leve a mal, perdoe-me, mas as suas frases seguintes estão certas ortograficamente como eu vou transcrever: &quot;... aqui há 45 anos...&quot; e &quot;Com humildade&quot;. Estou certo que foram lapsos ortográficos. Contudo, deixe-me dizer-lhe que, para mim, quase da sua idade, as línguas têm de ser flexíveis, pisar o risco até para lá dos acordos ortográficos, o que é preciso é comunicar e lembre-se que há dialectos de certas franjas sociais, que usam o calão próprio que é preciso respeitar. Eu até gosto da musicalidade do linguarejar dos emigrantes, cheio de de vocábulos, como você diz, estrangeirados e abreviados e não se esqueça que alguns vocábulos estrangeirados têm tanto valor na nossa língua como os outros, as línguas devem ser feitas disso mesmo, estão em evolução constante ao sabor da necessidade dos povos se entenderem o melhor possível e sabe também que a nossa língua de hoje nada tem a ver com a &quot;pátria&quot; lusa de há séculos atrás, nada mesmo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já agora António Manso, não leve a mal, perdoe-me, mas as suas frases seguintes estão certas ortograficamente como eu vou transcrever: &#8220;&#8230; aqui há 45 anos&#8230;&#8221; e &#8220;Com humildade&#8221;. Estou certo que foram lapsos ortográficos. Contudo, deixe-me dizer-lhe que, para mim, quase da sua idade, as línguas têm de ser flexíveis, pisar o risco até para lá dos acordos ortográficos, o que é preciso é comunicar e lembre-se que há dialectos de certas franjas sociais, que usam o calão próprio que é preciso respeitar. Eu até gosto da musicalidade do linguarejar dos emigrantes, cheio de de vocábulos, como você diz, estrangeirados e abreviados e não se esqueça que alguns vocábulos estrangeirados têm tanto valor na nossa língua como os outros, as línguas devem ser feitas disso mesmo, estão em evolução constante ao sabor da necessidade dos povos se entenderem o melhor possível e sabe também que a nossa língua de hoje nada tem a ver com a &#8220;pátria&#8221; lusa de há séculos atrás, nada mesmo!</p>
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		<title>Por: Manuel Pacheco</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/gente-como-nos/#comment-61389</link>
		<dc:creator>Manuel Pacheco</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:33:35 +0000</pubDate>
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		<description>Um saudoso
Sou frequentador assíduo da TPA, julgo querer dizer, Televisão Popular Angolana, no canal MEO, e delicio-me a ver os seus programas, Janela Aberta, Noticias em directo, Grande Entrevista e fico delirado como se fala tão bem o português, quer os entrevistadores assim como os entrevistados ou nos directos na rua. A maioria das vezes prefiro ver este canal do que certos canais nacionais sei que tenho um certo fraquinho por este país, deixei lá dois anos dos melhores anos da minha vida, que foi no serviço militar. Sinto bastante alegria pelo desenvolvimento que se tem operado e que saudades tenho de Luanda. Se tivesse possibilidades a primeira coisa que fazia era uma visita e tentar encontrar certos colegas, antigos militares africanos, que como eu serviram o exército Português. Mais uma vez refiro que fico surpreendido com a maneira como falam bem o Português, melhor que em certos distritos e ilhas portuguesas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Um saudoso<br />
Sou frequentador assíduo da TPA, julgo querer dizer, Televisão Popular Angolana, no canal MEO, e delicio-me a ver os seus programas, Janela Aberta, Noticias em directo, Grande Entrevista e fico delirado como se fala tão bem o português, quer os entrevistadores assim como os entrevistados ou nos directos na rua. A maioria das vezes prefiro ver este canal do que certos canais nacionais sei que tenho um certo fraquinho por este país, deixei lá dois anos dos melhores anos da minha vida, que foi no serviço militar. Sinto bastante alegria pelo desenvolvimento que se tem operado e que saudades tenho de Luanda. Se tivesse possibilidades a primeira coisa que fazia era uma visita e tentar encontrar certos colegas, antigos militares africanos, que como eu serviram o exército Português. Mais uma vez refiro que fico surpreendido com a maneira como falam bem o Português, melhor que em certos distritos e ilhas portuguesas.</p>
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		<title>Por: antonio manso</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/gente-como-nos/#comment-61383</link>
		<dc:creator>antonio manso</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 21:38:44 +0000</pubDate>
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		<description>Depois de ler o artigo do dr.Mário Soares de ontem no D.N.,como conpreendo o que você diz nesta sua introdução à Portugalidade. Nos meus 67 anos sempre tive a preocupação de ser o mais português possível ,e sempre que viajei lá fora,na cabeça estava sempre o Fernando Pessoa &quot;a minha pátria é a lingua portuguesa&quot;.Não compreendo como se pode abandalhar a nossa lingua, com vocábulos estrangeirados no pior sentido, matando o português e falando um linguajar abreviado que nada é. Não me esqueço, aqui à 45 anos,na Guiné Equatorial(antiga ilha de Fernando Pó), fui encontrar um refugiado do Biafra,trabalhador numa roça de cacau,estudante liceal na sua terra.No meu orgulho de falar,além do portugues ,do castelhano ,e do francês ,falei com ele em inglês, que era a lingua oficial da Nigéria.Com umildade,mas com orgulho, respondeu-me em Português , e disse-me que falava tambem francês, castelhano,e alemão, mas que a lingua de eleição para ele era o Português, pois o avô materno era Angolano, e tina muito orgulho na lingua de Camões, (e citou-me vários versos dos Lusíadas .Sabia mais do que eu:posso dizer que me deu uma lição de portuguesismo.Aprendi muito naqueles dias e nunca me esquecerei do &quot;Portugues&quot; natural do Biafra que encontrei em Fernando Pó.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ler o artigo do dr.Mário Soares de ontem no D.N.,como conpreendo o que você diz nesta sua introdução à Portugalidade. Nos meus 67 anos sempre tive a preocupação de ser o mais português possível ,e sempre que viajei lá fora,na cabeça estava sempre o Fernando Pessoa &#8220;a minha pátria é a lingua portuguesa&#8221;.Não compreendo como se pode abandalhar a nossa lingua, com vocábulos estrangeirados no pior sentido, matando o português e falando um linguajar abreviado que nada é. Não me esqueço, aqui à 45 anos,na Guiné Equatorial(antiga ilha de Fernando Pó), fui encontrar um refugiado do Biafra,trabalhador numa roça de cacau,estudante liceal na sua terra.No meu orgulho de falar,além do portugues ,do castelhano ,e do francês ,falei com ele em inglês, que era a lingua oficial da Nigéria.Com umildade,mas com orgulho, respondeu-me em Português , e disse-me que falava tambem francês, castelhano,e alemão, mas que a lingua de eleição para ele era o Português, pois o avô materno era Angolano, e tina muito orgulho na lingua de Camões, (e citou-me vários versos dos Lusíadas .Sabia mais do que eu:posso dizer que me deu uma lição de portuguesismo.Aprendi muito naqueles dias e nunca me esquecerei do &#8220;Portugues&#8221; natural do Biafra que encontrei em Fernando Pó.</p>
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