Famoso caça-socráticos queixa-se de ex-ama

Temos um Estado máximo a prestar serviços mínimos. Os portugueses andam há ano e meio a fechar os olhos a tudo isto, encandeados pelo sorriso do primeiro-ministro. Já vai sendo hora de começarem a abrir a pestana e exigirem responsabilidades pelas manifestações contínuas de absoluto desleixo por parte de quem dirige o país.


Cliente do serviço de amas do Palácio de São Bento

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João Miguel Tavares, talvez o melhor jornalista português na área da investigação (e não só), tem prestado serviços inestimáveis à Grei. Fruto da sua coragem, a corrupção socialista de casta socrática está a ser perseguida, julgada e condenada sem dó nem piedade; e também sem tribunais, pois, para quê gastar dinheiro nessas chatices se basta dar razão a umas certas pessoas da nossa preferência? Quando terminar a sua caça aos bandidos, que topa à légua nas capas dos esgotos a céu aberto, o País vai finalmente recuperar a decência. Há que esperar só mais um pouquinho na certeza de que não irá vacilar, é o combate da sua vida.

Entretanto, este farol ambulante da nossa moralidade colectiva deixou-nos um aviso sobre António Costa – fulano que conhece de ginjeira ao ponto de, no passado recente, lhe ter confiado a guarda dos filhos. Ora, parece que esse tal Costa anda a fazer merda da grossa. Como se pode ler no último edital do sr. Tavares, temos um primeiro-ministro que revela “absoluto desleixo” na governação. Se fosse apenas “desleixo” já seria gravíssimo. Com o adjectivo, é crime. Ou coisa absolutamente pior.

O alerta não vem de um raivoso qualquer, apenas interessado em despachar mais uns caracteres para sacar o seu. Muito pelo contrário. Trata-se de uma vedeta da fina flor do jornalismo nacional, uma inteligência superior, alguém especializado em socialistas e seus vícios congénitos, endémicos e sistémicos. E nós só podemos imaginar como este extremoso pai estará agora tão arrependido de ter ido meter os próprios filhos nesse antro onde reina o “absoluto desleixo”. Foi uma sorte as crianças terem conseguido voltar para o regaço paterno sem mazelas ou traumas.

19 comentários a “Famoso caça-socráticos queixa-se de ex-ama”

  1. Não é Pulido quem quer. Esse, pelo menos, sabia escrever, e, por vezes, sóbrio, até tinha graça. Este bem se esforça, ansioso que o diabo venha e lhe traga alguma prenda.

  2. Não passa de um fracassado, alarve e sem ponta de graça que, consegue ganhar a
    vida dizendo mal de tudo e todos que, possam conviver com a esquerda!
    Pelo paleio, vê-se ser um aprendiz de fascista que não hesita servir-se dos filhos
    para arranjar argumentos para os ataques de diarreia cerebral de que sofre, no
    pior estilo do antigo Diário da Manhã dos tempos da ditadura … um nojo!!!

  3. Um digno sucessor do finado Medina Carreira. Só lhe falta o olho pisco.
    Seria um “jornaleiro” desempregado, se em Portugal não existisse a esquerda, para ele ,contra ele, se assanhar.

  4. Valupi, larga o vinho e deixa o homem (como habitualmente, das bacoradas supra nem uma bolota se aproveita).

  5. Este tavares oportunista profissional reza todas as semanas no blog do belmiro e na tvi, com mais uns amigos engraçadistas profissionais do fedorentismo político, para que seja a sua vaca vacalhona a voar.
    É o protótipo do parasita político profissional. A resposta de Costa ao “grave” problema dos filhos não lhe agradou. Agora ataca de novo e sobe a parada à espera de uma resposta “socrática”. E o fito em mente é, precisamente, criar um caso que lhe possa, de vez, relançar a ligação Costa-Sócrates e estabelecer o bom entendimento e “colaboração” entre ambos.
    Uma vez convencidos que o pagode aceita o caso Sócrates como algo já esclarecido, decidido, e julgado pelos tavares como se aquele fora o deus Hermes que mal acabara de nascer já se dedicava a roubar as vacas a Apolo, para o resto basta um ditado popular que um qualquer magistrado pode citar numa entrevista-esgoto a propósito como, “diz-me com quem andas…”
    Como os diabos “eurogrupo”, “crise económica”, “agências de notação” não ajudaram à vinda, de novo, do tão desejado diabo “troika” é preciso recrutar os agentes servis para engendrar diabolicamente a vinda de um outro qualquer diabo que sirva os donos e garanta a boa vida aos escribas tavarescos.

  6. Baba-se, não tem graça por ser alarve e, está a ficar com uma careca muito ridícula.
    Não merece dois dedos de conversa.

  7. Trata-se duma “vedeta da fina flor do Jornalismo”, ou de um DEJETO DA FINA FLOR DO ENTULHO nacional?

    Ba(r)dameco…

  8. Valupi

    Então e o caso do ex-Ministro Manuel Pinho, ex-ministro daquele governo presidido pelo “diabo”, e que foi constituído arguido para que não prescreva e possam “investigar” lá mais para diante … não merece discussão do público ? isto agora já é tudo normal ?

    ARGUIDO POR PREVENÇÃO
    As nossas autoridades decidiram constituir o Prof. Manuel Pinho arguido num processo penal relacionado com a EDP. Ao que é referido pelo seu advogado, fizeram-no sem o interrogar, sem dizer em concreto por que razão o fizeram, quais as imputações que produziram ou os indícios em que as fundamentam. Em síntese, lançaram a suspeita gravíssima de corrupção sobre um cidadão sem lhe dizer porquê, quando e por quem. E sem lhe dar oportunidade de se defender.
    O Ministério Público seguiu o guião que a sua Direção criou para estas operações. Primeiro, torna públicas as buscas que efetuou e os arguidos que constituiu. Depois, expõe a narrativa que durante anos a direita política invocou. Finalmente, divulga os relatos em que se fundamenta – denúncias anónimas alimentadas por depoimentos de adversários políticos do visado. Lançadas as suspeitas públicas, já nada mais interessa. Indícios, factos ou provas, nada vem ao caso. O trabalho está feito: a suspeita alimenta a festança mediática.
    Neste caso, há um pormenor a mais. Segundo os relatos da imprensa, o próprio Ministério Público invoca como propósito para a constituição de arguido a interrupção do prazo de prescrição. Acontece que esta razão não consta no Código de Processo Penal como razão pela qual um cidadão possa ser constituído arguido – isto é, formalmente suspeito. Fazê-lo com esse objetivo é como se a constituição de arguido pudesse servir não para investigar suspeitas atuais, mas para investigar eventuais suspeitas futuras: arguido por prevenção.
    Este comportamento ilícito nada tem de pontual – é uma cultura. A ideia parece ser a de que se violarmos continuadamente e durante muito tempo a lei penal, os cidadãos habituam-se. É como se o direito penal progredisse por violações. Por medo, por indiferença, por conveniência, o país acaba por aceitar. A malícia jurídica destes comportamentos é conhecida por quem sabe que há outro tipo de assassinato para além do punhal e do golpe de mão. A acusação tem que ser provada e pode ser derrubada; a suspeita perdura – justamente porque é vaga, indeterminada e, não raro, sequer conhecida. Afinal, quem se pode defender de uma suspeita que não conhece? Eis, portanto, o Ministério Público no local que mais lhe agrada – lançar a suspeita e nada mais fazer, a não se prorrogar prazos indefinidamente.
    Pela minha parte, o que tenho a dizer é que isto me diz respeito. Diz-me respeito porque Manuel Pinho é um homem honesto, que foi meu Ministro e fez parte de um Governo que mudou para sempre o paradigma dependência externa energética do País, com a aposta que fizemos nas energias renováveis. Diz-me respeito porque está a ser vítima de uma suspeita ilegítima e não fundamentada. Mas diz-me principalmente respeito como cidadão. Esta atuação do Ministério Publico é exatamente aquilo que aparenta: um abuso de autoridade.
    (A Opinião de José Sócrates – publicada numa rede social)

  9. valupi escarafuncha no tavares como mosca na merda. tavares não lhe liga, mas simbolicamente são uma parelha inseparável. metem ambos nojo e asco radical.

  10. O texto de José Sócrates sobre Manuel Pinho é excelente. O actual nível de degradação da opinião jornalística assalariada mede-se, entre outras coisas, por nesta não se vislumbrar quem tenha lucidez e independencia para escrever letras tão óbvias e necessárias.

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