6 comentários a “Exactissimamente”

  1. Ai que bom, graças -a-deus que só houve 64 vítimas e não 65!!!!!
    Mas que geringonça tão estranha!!!!!

  2. Valupi, reconheço que é preciso ter coragem para misturares o excelente artigo assinado pelo José Soeiro com aquela coisinha colorida do diário juvenil que a Isabel Moreira possui. Mas enfim: ou porque te julgas o Francisco Pinto Balsemão, ou a um lugar de patrão-mas-a-sério ambicionas, julgo ter percebido que, eventualmente, insistes em contrariar o Bruno de Carvalho quando um/a Octávio Machado te sai ao caminho.

  3. gente como nós , gente como nós , gente como nós… é isso e pessoas humanas . sim ,pq os golfinhos e os ets também são pessoas ( só que não humanas) e gente como eles , eles , os golfinhos e os ets. e pronto , uma variante da onda jornalística aproveitadora de cadáveres , esta cena pseudo poética ? mas apanhou a onda na mesma .

  4. Claramente, esta gente que dirige as direitas abriria garrafas de champagne por cada morte extra.
    É uma gentalha que me mete nojo. Verdadeiro asco.
    Quem os apoiou até ao poder, quem lhes abriu as portas, das duas uma: ou foi ao engano, ou tinha muito a ganhar.

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