3 comentários a “Exactissimamente”

  1. muito bem. os descendentes dos monopolistas judeus negreiros podem começar a pagar indenminizações às famílias dos negros que traficaram . às mulheres a indenminização a pagar será ponderada pelo factor sexo discriminado.

    (a filha duma amiga , coitada , ingénua , escolheu “estudos africanos” para se licenciar : os negros fazem apartheid , não falam com ela nem com os outros branquelas… e esta , ein? )

  2. Aos 63 anos, de boa vida e parafraseando o mestre da literatura a quem se deve a frase “confesso que vivi”
    tenho dificuldade em compreender este “pseudo-conceito” de racismo.
    O dia da raça teve o seu tempo na evolução antropológica, social e política neste país a que chamamos de Portugal.
    Para os que estiverem dispostos (“interessados”) em ler a obra de Andrew Marr (propositadamente não a menciono para aguçar a curiosididade, e não por pseudo-didactismo, irão verificar que antes dos portugueses e outros povos que chegaram às costas de África, já existiam escravos, racismos e “situações afins”.
    A quem me pergunta de que “quando falamos de raças, falamos de quê?” não tenho dúvidas em responder que se forem canídeos temos: os Rafeiros do Alentejo, os Serra da Estrela, os Cães de Água que fizeram as delícias da família Obama (USA), os nossos Castro Laboreiro, isto sem querer ser exaustivo das raças autóctenes PORTUGUESAS de canídeos.
    Excepção feita só consigo falar de outro(a)s que diferem de mim pela cor da pele (cheirem a sovaco, a aramijo, ou catinga).
    Dispersei-me um pouco, aceito a crítica.
    Retomando. Ser racista é: “mandar uns bitaites” sobre a cor da pele?! Sobre “o guito” que o camarada ganhou honestamente? Sobre a forma de estar na vida?! Sobre o trabalhar nas casas “à maneira” que nunca conseguirá habitar?! etc…. etc…etc…
    A finalizar fica uma frase, que é (para alguns poderá ser) provocatória, não sendo da minha autoria e que ouvi num país africano, “quando tivermos esgotado a capacidade de acolhimento de “criminosos” nas nossas prisões, porque não experimentamos os cemitérios?”. E não falamos de racismo mas de “banditismo”, será que bandidos têm cor da pele!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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