10 comentários a “Exactissimamente”

  1. Às tantas, é mais fácil aprovar um investimento de 300 000 euros para concertar as redes do que ir ao supermercado comprar umas câmaras de vigilancia por 300.

  2. Não é essa a questão, Lucas. Algo vai muito mal num regimento de “tropas especiais” que consente o roubo do seu paiol sem disparar um único tiro. E deixem-se de tangas com vedações e electrónicas.

  3. Enxovalho Nacional.
    Poupem em paradas e zelem pelos bens à sua guarda.
    Trump vende. Nós oferecemos!

  4. de tudólogo em tudólogo todos cagam opiniões e ninguém pergunta a data, hora e peso do material roubado,
    quando confirmarem estas informações vão descobrir o mesmo que no incêndio do perdigão, a merda foi feita durante o governo do passólas e a bronca estoirou nas mãos do costa. se não fosse o buraco na rede ainda ninguém sabia que faltava material e nunca se chegaria a saber porque os sucessivos inventários seriam todos martelados, para não por em causa a instituição.

  5. as pessoas que têm partido são muito curiosas : tudo o que acontece de mau tem raizes nos governos anteriores ; costa no país das maravilhas ? tudo mérito dele :) :)

  6. «Eu pensava que aceder a um paio», ora nem mais!
    Ontem foi servida uma chouriçada no Aspirina B, para manter o nível baixinho-baixinho.

    ______

    Valupi, larga o vinho e abre mas é os olhos (para teres algum tino com o que digamos que andas a ler e porque aqui ninguém te liga, reduzes-te a 2 ou 3 ou 4 gatos mortos).

  7. “No antes”, “no meu tempo”, quem fizesse um assalto destes a um quartel, ou paiol, ou assaltasse um banco, era um revolucionário, um herói.

  8. I am remembered que, quando explodiu o paiol da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém, antes do 25 de Abril, o meu irmão era então instruendo do curso de sargentos milicianos de Cavalaria ( especialidade de tanques Patton M47 ) .
    O pessoal que não era do quadro permanente, foi todo confinado às casernas do quartel, aí permanecendo sob clima de grande intimidação, ameaças, enfim, tutti-quanti .
    Já não me recordo se as licenças de fim-de-semana, foram até canceladas .
    E na altura não havia falta de o pessoal !
    O paiol estava podre, e pronto, aconteceu . Incúria e desleixo, claro, por parte dos oficiais de carreira, que eram os profissionais que deviam cuidar daquilo . E obviamente, retirar as ogivas que estavam instáveis.
    Na altura, havia pessoal a mais . Agora, há a menos .
    Naquele tempo, havia a ARA, e a LUAR . Agora, há o ” crime organizado” e os jiadhistas .
    Há sempre desculpa .
    Sobretudo, há é falta de vergonha !

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