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	<title>Comentários em: Esta pergunta, e não outra (II)</title>
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	<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 11:36:48 +0000</pubDate>
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		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14882</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 01:28:53 +0000</pubDate>
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		<description>ó rapariga, eu não te estou a explicar a minha convicção! então se eu termino dizendo que todos têm razão, nem sequer estou a defender alguma coisa em particular, mas a possibilidade de acerto de pontos de vista antagónicos...! estou a explicar-te a de alguns do «não» que não pela via religiosa! e não, minha cara, a filosofia é anterior à religião católica. já que dizes que te julguei, podias ter passado a negrito o excerto em que leste esse julgamento, em vez de teres passado todo o meu comentário, num propósito que eu, francamente, não atinjo. é pra quê, para se ler melhor?
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		<content:encoded><![CDATA[<p>ó rapariga, eu não te estou a explicar a minha convicção! então se eu termino dizendo que todos têm razão, nem sequer estou a defender alguma coisa em particular, mas a possibilidade de acerto de pontos de vista antagónicos&#8230;! estou a explicar-te a de alguns do «não» que não pela via religiosa! e não, minha cara, a filosofia é anterior à religião católica. já que dizes que te julguei, podias ter passado a negrito o excerto em que leste esse julgamento, em vez de teres passado todo o meu comentário, num propósito que eu, francamente, não atinjo. é pra quê, para se ler melhor?</p>
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		<title>Por: amok</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14881</link>
		<dc:creator>amok</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 01:17:14 +0000</pubDate>
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		<description>Então, de acordo com o q abaixo transcrevo, na integra, do q dizes só posso concluir q és uma hipócrita se votaste pela despenalização! Eu, com uma convicção destas nunca aceitaria um aborto...&lt;b&gt;fosse em q circunstâncias fosse...inclusive em caso de violação, por ex.!&lt;/b&gt;

Mas eu não tenho a tua convicção e nem te admito q julgues as minhas motivações para ter feito um aborto!

Além de tudo pareces esquecer q se &lt;b&gt;votou maioritariamente a despenalização do aborto até às 10 semanas&lt;/b&gt;, pelo q esta discussão está a ser ainda mais estúpida do q foi antes da votação!

E o q tu parece esqueceres é q o Homem antes de definir a Ética começou por criar mitos e religiões...e são ainda esses mitos religiosos q fundamentam aquilo q tu chamas de Ética...deixa-te de baralhar para tornar a dar, minha cara...a despenalização já está votada e APROVADA!. só falta q os hipócritas não dominem o poder político e se cumpra o resultado do voto...

Como disse atrás...dou por finda a minha participação neste tema/discussão.

***
&lt;b&gt;«o que tu não estás a compreender é que essa noção, antes de ser religiosa, é ética. está comprovado que a vida começa na concepção (ou seria ridículo falarmos de morte do embrião, certo?), aquilo em que não se chega a acordo é o que define o ser pessoa. os cientistas podem estar de acordo com o que aí citas, não estão de acordo é no que respeita às suas implicações. ou seja: uns dizem que o facto de ainda não ter actividade cerebral (diferente de término), de ainda não sentir dor, apenas implica que não sofre com a morte. mas do ponto de vista filosófico a vida humana é o valor mais alto a preservar, e nunca deve ser preterido a favor da comodidade (material, económica, etc). ora se o embrião está vivo e não é senão humano, podemos falar de vida humana, mesmo que o estatuto de pessoa seja menos preciso. não quer isto dizer que uns ou outros tenham razão, provavelmente - e aqui é que está o busílis - todos têm. depende sempre do ponto de vista em que se analisa o problema.»
Comentário de: susana&lt;/b&gt;
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Então, de acordo com o q abaixo transcrevo, na integra, do q dizes só posso concluir q és uma hipócrita se votaste pela despenalização! Eu, com uma convicção destas nunca aceitaria um aborto&#8230;<b>fosse em q circunstâncias fosse&#8230;inclusive em caso de violação, por ex.!</b></p>
<p>Mas eu não tenho a tua convicção e nem te admito q julgues as minhas motivações para ter feito um aborto!</p>
<p>Além de tudo pareces esquecer q se <b>votou maioritariamente a despenalização do aborto até às 10 semanas</b>, pelo q esta discussão está a ser ainda mais estúpida do q foi antes da votação!</p>
<p>E o q tu parece esqueceres é q o Homem antes de definir a Ética começou por criar mitos e religiões&#8230;e são ainda esses mitos religiosos q fundamentam aquilo q tu chamas de Ética&#8230;deixa-te de baralhar para tornar a dar, minha cara&#8230;a despenalização já está votada e APROVADA!. só falta q os hipócritas não dominem o poder político e se cumpra o resultado do voto&#8230;</p>
<p>Como disse atrás&#8230;dou por finda a minha participação neste tema/discussão.</p>
<p>***<br />
<b>«o que tu não estás a compreender é que essa noção, antes de ser religiosa, é ética. está comprovado que a vida começa na concepção (ou seria ridículo falarmos de morte do embrião, certo?), aquilo em que não se chega a acordo é o que define o ser pessoa. os cientistas podem estar de acordo com o que aí citas, não estão de acordo é no que respeita às suas implicações. ou seja: uns dizem que o facto de ainda não ter actividade cerebral (diferente de término), de ainda não sentir dor, apenas implica que não sofre com a morte. mas do ponto de vista filosófico a vida humana é o valor mais alto a preservar, e nunca deve ser preterido a favor da comodidade (material, económica, etc). ora se o embrião está vivo e não é senão humano, podemos falar de vida humana, mesmo que o estatuto de pessoa seja menos preciso. não quer isto dizer que uns ou outros tenham razão, provavelmente - e aqui é que está o busílis - todos têm. depende sempre do ponto de vista em que se analisa o problema.»<br />
Comentário de: susana</b></p>
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		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14880</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 01:03:16 +0000</pubDate>
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		<description>o que tu não estás a compreender é que essa noção, antes de ser religiosa, é ética. está comprovado que a vida começa na concepção (ou seria ridículo falarmos de morte do embrião, certo?), aquilo em que não se chega a acordo é o que define o ser pessoa. os cientistas podem estar de acordo com o que aí citas, não estão de acordo é no que respeita às suas implicações. ou seja: uns dizem que o facto de ainda  não ter actividade cerebral (diferente de término), de ainda não sentir dor, apenas implica que não sofre com a morte. mas do ponto de vista filosófico a vida humana é o valor mais alto a preservar, e nunca deve ser preterido a favor da comodidade (material, económica, etc). ora se o embrião está vivo e não é senão humano, podemos falar de vida humana, mesmo que o estatuto de pessoa seja menos preciso. não quer isto dizer que uns ou outros tenham razão, provavelmente - e aqui é que está o busílis - todos têm. depende sempre do ponto de vista em que se analisa o problema.

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		<content:encoded><![CDATA[<p>o que tu não estás a compreender é que essa noção, antes de ser religiosa, é ética. está comprovado que a vida começa na concepção (ou seria ridículo falarmos de morte do embrião, certo?), aquilo em que não se chega a acordo é o que define o ser pessoa. os cientistas podem estar de acordo com o que aí citas, não estão de acordo é no que respeita às suas implicações. ou seja: uns dizem que o facto de ainda  não ter actividade cerebral (diferente de término), de ainda não sentir dor, apenas implica que não sofre com a morte. mas do ponto de vista filosófico a vida humana é o valor mais alto a preservar, e nunca deve ser preterido a favor da comodidade (material, económica, etc). ora se o embrião está vivo e não é senão humano, podemos falar de vida humana, mesmo que o estatuto de pessoa seja menos preciso. não quer isto dizer que uns ou outros tenham razão, provavelmente - e aqui é que está o busílis - todos têm. depende sempre do ponto de vista em que se analisa o problema.</p>
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		<title>Por: amok</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14879</link>
		<dc:creator>amok</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 00:38:30 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;(...)ora, como é que tu, não sendo especialista, podes estar certa? era só isso.
Comentário de: susana &lt;/b&gt;


&lt;b&gt;«A evidência científica actual é a de que a dor implica percepção e consciência do estímulo doloroso. A dor é uma experiência emocional e psicológica, resultado de activação cortical. A reacção a estímulos externos, às 8 semanas, é um reflexo primitivo, que pode existir com estímulos não dolorosos. Como a nossa perna salta quando o martelo bate no joelho. É resultado de um curto-circuito entre receptores e músculos, através da medula espinal, sem passar pelo cérebro. Sem vontade e sem consciência. Sem dor.
O feto de 10 semanas não tem dor, não tem vontade, não tem vigília, não tem consciência. As primeiras ligações ao córtex cerebral em formação, acontecem entre as 23 e as 30 semanas. Mas anatomia é diferente de função. A evidência mais precoce de actividade cortical é entre as 29 e as 30 semanas.
Numa área cientificamente controversa, em pleno calor de uma campanha, afirmações não comprovadas (pseudo-científicas) são tudo menos honestas e responsáveis. Não há argumentos científicos neutrais. O que há são dados científicas, que passam o rigor da comprovação, da revisão por pares antes da aceitação por revistas internacionais. E mesmo estes estão sujeitos a um escrutínio permanente por parte de novos estudos.
(...)
Aos dogmas o "não" acrescentou a fraude e a argumentação pseudo-científica. O papel da ciência é fazer perguntas e pôr dogmas em causa, desconstruir mitos e crenças e fortalecer as nossas convicções.
Pela minha parte, estou cada vez mais convicto. Por isso só poderei votar SIM.
&lt;i&gt;Jorge Sequeiros
Médico Geneticista, Presidente do Colégio de Genética Médica e Membro do Conselho Nacional de Ética e ciências da Vida.»&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;



</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>(&#8230;)ora, como é que tu, não sendo especialista, podes estar certa? era só isso.<br />
Comentário de: susana </b></p>
<p><b>«A evidência científica actual é a de que a dor implica percepção e consciência do estímulo doloroso. A dor é uma experiência emocional e psicológica, resultado de activação cortical. A reacção a estímulos externos, às 8 semanas, é um reflexo primitivo, que pode existir com estímulos não dolorosos. Como a nossa perna salta quando o martelo bate no joelho. É resultado de um curto-circuito entre receptores e músculos, através da medula espinal, sem passar pelo cérebro. Sem vontade e sem consciência. Sem dor.<br />
O feto de 10 semanas não tem dor, não tem vontade, não tem vigília, não tem consciência. As primeiras ligações ao córtex cerebral em formação, acontecem entre as 23 e as 30 semanas. Mas anatomia é diferente de função. A evidência mais precoce de actividade cortical é entre as 29 e as 30 semanas.<br />
Numa área cientificamente controversa, em pleno calor de uma campanha, afirmações não comprovadas (pseudo-científicas) são tudo menos honestas e responsáveis. Não há argumentos científicos neutrais. O que há são dados científicas, que passam o rigor da comprovação, da revisão por pares antes da aceitação por revistas internacionais. E mesmo estes estão sujeitos a um escrutínio permanente por parte de novos estudos.<br />
(&#8230;)<br />
Aos dogmas o &#8220;não&#8221; acrescentou a fraude e a argumentação pseudo-científica. O papel da ciência é fazer perguntas e pôr dogmas em causa, desconstruir mitos e crenças e fortalecer as nossas convicções.<br />
Pela minha parte, estou cada vez mais convicto. Por isso só poderei votar SIM.<br />
<i>Jorge Sequeiros<br />
Médico Geneticista, Presidente do Colégio de Genética Médica e Membro do Conselho Nacional de Ética e ciências da Vida.»</i></b></p>
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		<title>Por: amok</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14878</link>
		<dc:creator>amok</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2007 00:31:55 +0000</pubDate>
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		<description>Vamos lá a ver se me organizo para nos entendermos e para não me alongar...

1) falhou o metodo q estava a usar em substituição da pílula q tinha deixado há pouco por razões médicas;

2) leste à pressa!, eu disse: &lt;b&gt;&lt;i&gt;«escolhi o mal menor para a maior parte das pessoas envolvidas a começar pelo projecto de filho(...)&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;...aqui só devo corrigir uma coisa: não devia ter escrito 'a maior parte das pessoas' pq o q queria dizer era mesmo 'todas as pessoas envolvidas'...o tal núcleo familiar composto por mim, pelo pai e por um filho q já tinha...eram essas a pessoas q ficariam, inevitavelmente, afectadas...

3) eu disse &lt;b&gt;'um projecto de filho'&lt;/b&gt;!...é o q considero um feto...às 4 ou 5 semanas...altura precisa em q decidi!, ou seja demorei perto de 15 dias a tentar &lt;b&gt;não ver&lt;/b&gt; o inevitável...q naquele momento não tinha condições de ter mais um filho, sendo q para mim um filho merece - sempre! - o melhor do mundo...e o melhor do mundo não pode ser...'o seja o q deus quiser!', deixando ao acaso o futuro do q melhor temos na vida...qd estão cá pq nós assim o entendemos!, planeado ou não...

4) como as minhas motivações não se fundamentam em convicções religiosas tenho de ter como boas as posições de cientístas - &lt;i&gt;q é um bocadinho diferente de 'verdades científicas' e aqui acho q no tal texto q referes me esqueci de meter as aspas &lt;/i&gt; - q não apoiam o NÂO...pq, não estando provado onde começa, exactamente, a vida e estando aceite q a morte ocorre com o términos cerebral, concordas, não?...pq devo aceitar q estou a terminar uma vida (humana!) qd ainda ñ existe actividade cerebral?
[um exemplo:http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&#038;task=
view&#038;id=1870&#038;Itemid=89 ]

...se quiseres ser mais racional q emotiva verás q as razões do NÂO são, quase em absoluto, fundamentadas em dogmas religiosos, em mitos e até em dados científicos - dados, não verdades científicas - manipulados para corresponderem ao q eles nos querem 'vender'...a questão é q eu não tendo como certo q Deus existe e diz q a vida começa na concepção, não sou obrigada a acreditar nisso só pq 'meia dúzia' de dogmaticos querem q assim seja...é q esta 'meia dúzia' já foi quase 'uma dúzia', mas...&lt;b&gt;já não é, felizmente!&lt;/b&gt;...é assim a vida, minha cara, no início andavamos de gatas, agora já não...ou acreditas q nós, fêmeas, nascemos do sopro divino da costela dum adão qq???

[afinal alonguei-me na mesma, grrr]
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos lá a ver se me organizo para nos entendermos e para não me alongar&#8230;</p>
<p>1) falhou o metodo q estava a usar em substituição da pílula q tinha deixado há pouco por razões médicas;</p>
<p>2) leste à pressa!, eu disse: <b><i>«escolhi o mal menor para a maior parte das pessoas envolvidas a começar pelo projecto de filho(&#8230;)</i></b>&#8230;aqui só devo corrigir uma coisa: não devia ter escrito &#8216;a maior parte das pessoas&#8217; pq o q queria dizer era mesmo &#8216;todas as pessoas envolvidas&#8217;&#8230;o tal núcleo familiar composto por mim, pelo pai e por um filho q já tinha&#8230;eram essas a pessoas q ficariam, inevitavelmente, afectadas&#8230;</p>
<p>3) eu disse <b>&#8216;um projecto de filho&#8217;</b>!&#8230;é o q considero um feto&#8230;às 4 ou 5 semanas&#8230;altura precisa em q decidi!, ou seja demorei perto de 15 dias a tentar <b>não ver</b> o inevitável&#8230;q naquele momento não tinha condições de ter mais um filho, sendo q para mim um filho merece - sempre! - o melhor do mundo&#8230;e o melhor do mundo não pode ser&#8230;&#8217;o seja o q deus quiser!&#8217;, deixando ao acaso o futuro do q melhor temos na vida&#8230;qd estão cá pq nós assim o entendemos!, planeado ou não&#8230;</p>
<p>4) como as minhas motivações não se fundamentam em convicções religiosas tenho de ter como boas as posições de cientístas - <i>q é um bocadinho diferente de &#8216;verdades científicas&#8217; e aqui acho q no tal texto q referes me esqueci de meter as aspas </i> - q não apoiam o NÂO&#8230;pq, não estando provado onde começa, exactamente, a vida e estando aceite q a morte ocorre com o términos cerebral, concordas, não?&#8230;pq devo aceitar q estou a terminar uma vida (humana!) qd ainda ñ existe actividade cerebral?<br />
[um exemplo:http://www.esquerda.net/index.php?option=com_content&#038;task=<br />
view&#038;id=1870&#038;Itemid=89 ]</p>
<p>&#8230;se quiseres ser mais racional q emotiva verás q as razões do NÂO são, quase em absoluto, fundamentadas em dogmas religiosos, em mitos e até em dados científicos - dados, não verdades científicas - manipulados para corresponderem ao q eles nos querem &#8216;vender&#8217;&#8230;a questão é q eu não tendo como certo q Deus existe e diz q a vida começa na concepção, não sou obrigada a acreditar nisso só pq &#8216;meia dúzia&#8217; de dogmaticos querem q assim seja&#8230;é q esta &#8216;meia dúzia&#8217; já foi quase &#8216;uma dúzia&#8217;, mas&#8230;<b>já não é, felizmente!</b>&#8230;é assim a vida, minha cara, no início andavamos de gatas, agora já não&#8230;ou acreditas q nós, fêmeas, nascemos do sopro divino da costela dum adão qq???</p>
<p>[afinal alonguei-me na mesma, grrr]</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14877</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2007 23:25:47 +0000</pubDate>
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		<description>só mais uma coisa: as história das questões científicas veio a propósito de uma frase tua, «...em verdades científicas que já foram desmontadas,...». dizeres que as verdades científicas foram desmontadas, pressupõe que estejas certa de que essas supostas «verdades científicas» são afinal mentira. ora, como é que tu, não sendo especialista, podes estar certa? era só isso.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>só mais uma coisa: as história das questões científicas veio a propósito de uma frase tua, «&#8230;em verdades científicas que já foram desmontadas,&#8230;». dizeres que as verdades científicas foram desmontadas, pressupõe que estejas certa de que essas supostas «verdades científicas» são afinal mentira. ora, como é que tu, não sendo especialista, podes estar certa? era só isso.</p>
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	<item>
		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14876</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2007 23:14:07 +0000</pubDate>
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		<description>amok, eu vou apenas fazer-te duas pergunta. não quero invadir a tua privacidade, por isso percebo pperfeitamente se não quiseres responder-me. o que falhou para te acontecer uma gravidez indesejada? e quando dizes que fizeste o que era melhor para todos estás a incluir nesse «todos» o filho que estava no útero? sem qualquer censura, é apenas uma curiosidade minha, que tento compreender as motivações das pessoas. e gostava de perceber o que se sente por um filho indesejado, se alguma coisa. e também se, como penso, muitas mulheres abortam porque crêem que essa morte é melhor para o filho do que poderá vir a ser a sua vida.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>amok, eu vou apenas fazer-te duas pergunta. não quero invadir a tua privacidade, por isso percebo pperfeitamente se não quiseres responder-me. o que falhou para te acontecer uma gravidez indesejada? e quando dizes que fizeste o que era melhor para todos estás a incluir nesse «todos» o filho que estava no útero? sem qualquer censura, é apenas uma curiosidade minha, que tento compreender as motivações das pessoas. e gostava de perceber o que se sente por um filho indesejado, se alguma coisa. e também se, como penso, muitas mulheres abortam porque crêem que essa morte é melhor para o filho do que poderá vir a ser a sua vida.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: amok</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14875</link>
		<dc:creator>amok</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2007 22:00:11 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;«(...)pena é que tivesses que ter descoberto isso da pior maneira.»&lt;/b&gt;

...Estás enganada!
Eu não descobri nada &lt;b&gt;'depois de'&lt;/b&gt;...continuo a pensar, sobre o aborto, exactamente como pensava antes...Não me arrependo de ter feito, voltaria a fazer...se pelas mesmas razões!, apenas me auto-penalizo por 'as coisas terem falhado'...mas, tendo falhado, escolhi o mal menor para a maior parte das pessoas envolvidas a começar pelo projecto de filho, passando por mim e pelo pai, pelo filho q já tinha e...ponto final! Foi uma decisão e um assumir as consequências - físicas, minhas - e emocionais e psiquicas, minhas e do pai -  deste núcleo familiar e...&lt;b&gt;ponto final!&lt;/b&gt;...assim como nunca ninguém - família e/ou Estado - me deu nada para ajudar a criar os meus filhos - e este nada é mesmo nada!, material (pois nunca reclamei abonos para os meus filhos) ou outro - também não aceito que seja o Estado, a Igreja, ou uma qualquer comunidade de hipócritas e moralistas bacocos, a virem dizer-me quantos filhos devo ter, quando os devo ter e como os devo ter...

É claro q as 'falhas' tiveram os seus 'custos' para a vida toda...muito mais tempo do q seria a pena de prisão!, por isso e por muitas outras razões já discutidas é q sou pela despenalização...não sendo pelo aborto!, como duvido q alguma mulher o seja!

Qt, ainda, às questões científicas acho q te precipitaste um pouco na leitura: eu referi as várias existentes e referi mesmo q algumas eram até contraditórias, opostas...por isso mesmo nenhuma delas poderia ser usada como base inquestionável para qq dos lados, mas...era o NÂO q as invocava como argumento fundamental...o SIM apenas as usava para contrapor ao NÂO...só q as pessoas usam estas coisas como se estivessemos a jogar futebol...a ver quem mais marca golos, bahhhhh...por isso mesmo referi não serem as razões científicas as q motivavam as minhas posições...
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>«(&#8230;)pena é que tivesses que ter descoberto isso da pior maneira.»</b></p>
<p>&#8230;Estás enganada!<br />
Eu não descobri nada <b>&#8216;depois de&#8217;</b>&#8230;continuo a pensar, sobre o aborto, exactamente como pensava antes&#8230;Não me arrependo de ter feito, voltaria a fazer&#8230;se pelas mesmas razões!, apenas me auto-penalizo por &#8216;as coisas terem falhado&#8217;&#8230;mas, tendo falhado, escolhi o mal menor para a maior parte das pessoas envolvidas a começar pelo projecto de filho, passando por mim e pelo pai, pelo filho q já tinha e&#8230;ponto final! Foi uma decisão e um assumir as consequências - físicas, minhas - e emocionais e psiquicas, minhas e do pai -  deste núcleo familiar e&#8230;<b>ponto final!</b>&#8230;assim como nunca ninguém - família e/ou Estado - me deu nada para ajudar a criar os meus filhos - e este nada é mesmo nada!, material (pois nunca reclamei abonos para os meus filhos) ou outro - também não aceito que seja o Estado, a Igreja, ou uma qualquer comunidade de hipócritas e moralistas bacocos, a virem dizer-me quantos filhos devo ter, quando os devo ter e como os devo ter&#8230;</p>
<p>É claro q as &#8216;falhas&#8217; tiveram os seus &#8216;custos&#8217; para a vida toda&#8230;muito mais tempo do q seria a pena de prisão!, por isso e por muitas outras razões já discutidas é q sou pela despenalização&#8230;não sendo pelo aborto!, como duvido q alguma mulher o seja!</p>
<p>Qt, ainda, às questões científicas acho q te precipitaste um pouco na leitura: eu referi as várias existentes e referi mesmo q algumas eram até contraditórias, opostas&#8230;por isso mesmo nenhuma delas poderia ser usada como base inquestionável para qq dos lados, mas&#8230;era o NÂO q as invocava como argumento fundamental&#8230;o SIM apenas as usava para contrapor ao NÂO&#8230;só q as pessoas usam estas coisas como se estivessemos a jogar futebol&#8230;a ver quem mais marca golos, bahhhhh&#8230;por isso mesmo referi não serem as razões científicas as q motivavam as minhas posições&#8230;</p>
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		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14874</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Feb 2007 02:03:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14874</guid>
		<description>exactamente, amok, era esse o meu ponto: os leigos não devem presumir estarem certos quando invocam essas "provas" científicas.
eu não disse que as outras devem ser penalizadas porque algumas são levianas, estava apenas a rebater que temos que ser todos mais responsáveis pela nossa sexualidade e suas consequências. prevenir e não remediar. e que, havendo outra vítima além da mãe, temos mesmo que nos empenhar nisso. mas pela tua experiência prévia, só posso ter a certeza de que a ti não é necessário dizer-te isto porque não deixarás a sorte ao acaso. pena é que tivesses que ter descoberto isso da pior maneira.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>exactamente, amok, era esse o meu ponto: os leigos não devem presumir estarem certos quando invocam essas &#8220;provas&#8221; científicas.<br />
eu não disse que as outras devem ser penalizadas porque algumas são levianas, estava apenas a rebater que temos que ser todos mais responsáveis pela nossa sexualidade e suas consequências. prevenir e não remediar. e que, havendo outra vítima além da mãe, temos mesmo que nos empenhar nisso. mas pela tua experiência prévia, só posso ter a certeza de que a ti não é necessário dizer-te isto porque não deixarás a sorte ao acaso. pena é que tivesses que ter descoberto isso da pior maneira.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: amok</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14873</link>
		<dc:creator>amok</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Feb 2007 00:56:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14873</guid>
		<description>&lt;b&gt;«que confusão, num parágrafo trato-te por tu, no outro com cerimónia... »:)Comentário de: susana &lt;/b&gt;

...ñ te preocupes com isso, tb tenho dessas coisas...

&lt;b&gt;«então e não tens medo de engravidar?! - era preciso ter azar, e eu faço as minhas continhas... epá se acontecer, aborta-se!»&lt;/b&gt;

...minha cara, tu sabes mt bem, aposto! q em conversas de "gajas" se diz muitas patetices!, não duvidando q existem tontas q digam isto, já duvido q tenham consciência do q é fazer um aborto e tb quase apostaria q quem diz estas patetices seja mais capaz de deixar vir um filho pq...aconteceu, teve-se azar...

Em todo o caso, pq diabo é q as outras mulheres teriam de ser penalizadas pela inconsciência duma quota parte??? A lei não se faz pensando em particulares e sim na generalidade...ora, admitir-se q se devia penalizar pq se corria o risco de o aborto ser usado como método era o mesmo q pretender-se dizer q a maior parte das mulheres em idade fértil são umas inconscientes e umas irresponsáveis q nem por elas são capazes de tomar as medidas mais adequadas...

Qt às questões científicas, tomei como base diversas posições q li, algumas opostas... logo, se não há consenso entre a classe científica com que direito os leigos (oportunistas) usam essas posições, à vez, para fazer valer as suas ideias/convicções??
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>«que confusão, num parágrafo trato-te por tu, no outro com cerimónia&#8230; »:)Comentário de: susana </b></p>
<p>&#8230;ñ te preocupes com isso, tb tenho dessas coisas&#8230;</p>
<p><b>«então e não tens medo de engravidar?! - era preciso ter azar, e eu faço as minhas continhas&#8230; epá se acontecer, aborta-se!»</b></p>
<p>&#8230;minha cara, tu sabes mt bem, aposto! q em conversas de &#8220;gajas&#8221; se diz muitas patetices!, não duvidando q existem tontas q digam isto, já duvido q tenham consciência do q é fazer um aborto e tb quase apostaria q quem diz estas patetices seja mais capaz de deixar vir um filho pq&#8230;aconteceu, teve-se azar&#8230;</p>
<p>Em todo o caso, pq diabo é q as outras mulheres teriam de ser penalizadas pela inconsciência duma quota parte??? A lei não se faz pensando em particulares e sim na generalidade&#8230;ora, admitir-se q se devia penalizar pq se corria o risco de o aborto ser usado como método era o mesmo q pretender-se dizer q a maior parte das mulheres em idade fértil são umas inconscientes e umas irresponsáveis q nem por elas são capazes de tomar as medidas mais adequadas&#8230;</p>
<p>Qt às questões científicas, tomei como base diversas posições q li, algumas opostas&#8230; logo, se não há consenso entre a classe científica com que direito os leigos (oportunistas) usam essas posições, à vez, para fazer valer as suas ideias/convicções??</p>
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	<item>
		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14872</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2007 23:39:41 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14872</guid>
		<description>que confusão, num parágrafo trato-te por tu, no outro com cerimónia... :)
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>que confusão, num parágrafo trato-te por tu, no outro com cerimónia&#8230; :)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14871</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2007 23:33:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14871</guid>
		<description>digo-te apenas que quanto a isso estás enganada e não to digo com qualquer prazer, bem pelo contrário. existe muita gente pouco responsável, com pouca consciência, leviana, mesmo. acredito, como já te disse, que esta atitude só anteceda o primeiro aborto, se lá chegarem, porque é improvável alguém passar por isso e ficar imune.  repito-te uma conversa, entre algumas do género: &lt;em&gt; - não tenho cuidados nenhuns, porque a pílula faz-me engordar, o diu provoca-me hemorragias dolorosas e ele não gosta do preservativo. - então e não tens medo de engravidar?! - era preciso ter azar, e eu faço as minhas continhas... epá se acontecer, aborta-se!&lt;/em&gt;
a questão científica deveu-se a estas suas frases: «em verdades científicas que já foram desmontadas; em opiniões de especialistas q já foram contraditadas por outros tantos, tão ou mais credenciados», talvez precipitadas, pelo que agora admite. o resto, o valupi que lhe responda, se ele quiser.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>digo-te apenas que quanto a isso estás enganada e não to digo com qualquer prazer, bem pelo contrário. existe muita gente pouco responsável, com pouca consciência, leviana, mesmo. acredito, como já te disse, que esta atitude só anteceda o primeiro aborto, se lá chegarem, porque é improvável alguém passar por isso e ficar imune.  repito-te uma conversa, entre algumas do género: <em> - não tenho cuidados nenhuns, porque a pílula faz-me engordar, o diu provoca-me hemorragias dolorosas e ele não gosta do preservativo. - então e não tens medo de engravidar?! - era preciso ter azar, e eu faço as minhas continhas&#8230; epá se acontecer, aborta-se!</em><br />
a questão científica deveu-se a estas suas frases: «em verdades científicas que já foram desmontadas; em opiniões de especialistas q já foram contraditadas por outros tantos, tão ou mais credenciados», talvez precipitadas, pelo que agora admite. o resto, o valupi que lhe responda, se ele quiser.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: amok</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14870</link>
		<dc:creator>amok</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2007 23:08:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14870</guid>
		<description>Minha cara susana, o q me parece q ñ entendeste é q nós duas não parece estarmos em campos opostos...pelo q não pretendi entrar em discussão contigo...até pq as mulheres não são menos imperfeitas q os homens, só q neste caso...pagam mais caro!

Qt aos argumentos do Valupi, não como pessoa, mas como defensor do NÂO dentro da toada geral...não lhe reconheci qualidades intelectuais honestas para tentar entender as razões dele...aquelas q porventura pudessem ter mais valor e  q diriam respeito a convicções, convicções essas q ñ me passaria pela cabeça discutir, menos ainda afrontar...essas, não as vi nc expressas!, pelo q deduzo não existirem e esta questão, para ele, não deverá ser mais q um mero exercício de propaganda, pessoal ou outra...não sei, nem me interessa!

Assim, as questões científicas (parece q ñ me entendeste) não estão de todo claras, existindo apenas e ainda diversas posições, nenhuma delas validada insufismavelmente...de qq modo, não foi por aí q fundamentei a minha opção...

Acredito q exista muita irresponsabilidade (e não só), ou não existiria tanta maldada aplicada sobre crianças...já nascidas!, mas...q uma mulher descuide os cuidados contraceptivos porque...tem o aborto como opção, desculpa lá mas isso é julgamento preconcebido acerca 'das outras mulheres'...ñ é em vão q as gajas são as piores inimigas das próprias gajas, raios!
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Minha cara susana, o q me parece q ñ entendeste é q nós duas não parece estarmos em campos opostos&#8230;pelo q não pretendi entrar em discussão contigo&#8230;até pq as mulheres não são menos imperfeitas q os homens, só q neste caso&#8230;pagam mais caro!</p>
<p>Qt aos argumentos do Valupi, não como pessoa, mas como defensor do NÂO dentro da toada geral&#8230;não lhe reconheci qualidades intelectuais honestas para tentar entender as razões dele&#8230;aquelas q porventura pudessem ter mais valor e  q diriam respeito a convicções, convicções essas q ñ me passaria pela cabeça discutir, menos ainda afrontar&#8230;essas, não as vi nc expressas!, pelo q deduzo não existirem e esta questão, para ele, não deverá ser mais q um mero exercício de propaganda, pessoal ou outra&#8230;não sei, nem me interessa!</p>
<p>Assim, as questões científicas (parece q ñ me entendeste) não estão de todo claras, existindo apenas e ainda diversas posições, nenhuma delas validada insufismavelmente&#8230;de qq modo, não foi por aí q fundamentei a minha opção&#8230;</p>
<p>Acredito q exista muita irresponsabilidade (e não só), ou não existiria tanta maldada aplicada sobre crianças&#8230;já nascidas!, mas&#8230;q uma mulher descuide os cuidados contraceptivos porque&#8230;tem o aborto como opção, desculpa lá mas isso é julgamento preconcebido acerca &#8216;das outras mulheres&#8217;&#8230;ñ é em vão q as gajas são as piores inimigas das próprias gajas, raios!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14869</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2007 22:41:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14869</guid>
		<description>amok, não é preciso ter feito um aborto para reconhecer a desgraça envolvida. tive três abortos espontâneos, tenho dois filhos, nunca fiz uma IVG. não obsta a que eu compreenda a situação aviltante que se vive, ou estarias a desmerecer a opinião dos homens que votaram, quer sim, quer não, pois eles também não podem ter sido vítimas de aborto. considero que há duas vítimas fundamentais: mãe e filho. votei sim, sobretudo por me parecer a melhor de duas más soluções, mas também porque o aborto clandestino é a pior das penalizações, ainda por cima discriminatória.
os factos científicos que advogas: pergunto-te se és cientista para poderes tão bem aferir da certeza dos pareceres, pois como dizem os próprios, só há avaliação credível das suas teorias pelos seus pares, como é lógico que suceda em qualquer área do conhecimento. de facto há imensas teorias contraditórias e nem os cientistas se entendem; o que acontece é que as pessoas aderem a umas ou outras de acordo com aquilo que melhor serve as suas convicções. exemplo: para quem defende o sim é conveniente validar aquelas que estipulam o princípio da vida humana - ou da pessoa humana, ou da consciência, ou do sofrimento, ou do pensamento - algures entre a fecundação e o nascimento. isto porque é difícil votar sim reconhecendo que se está a aceitar que o sacrifício de uma pessoa in útero pode justificar-se em determinadas condições. já para os do não uma pessoa começa no momento da concepção e, para estes, o carácter único e irrepetível de uma combinação genética particular é uma perda lamentável.
quando falei em aborto como método contraceptivo, refiro-me aos casos - e tanto existem que já me encontrei com alguns - em que se recorre a métodos pouco fiáveis de contracepção, ou se arrisca uma relação ocasional em que não há preservativos à mão (ou vontade de os usar) e não se toma a pílula do dia seguinte, com aquela premissa de que se o diabo as tecer e ele até tem sido simpático, há sempre o aborto como recurso. claro que não falo do recurso sistemático ao aborto, até porque estas atitudes displicentes antecedem geralmente o primeiro aborto e, felizmente, a aventura nem sempre se repete. porque, como tu mesma dizes, fazer um aborto é um acontecimento trágico na vida de qualquer mulher. claro. e eu conheço tantas. algumas que estiveram à beira da morte, outras que os fizeram «em condições» mas todos os dias, ou quase, se mortificam com isso.
quanto ao valupi, uma das ideias interessantes, a meu ver, é que tornar o aborto um «assunto das mulheres» demite os homens das suas responsabilidades, o que bem serve muitos deles. serve-lhes para se esquecerem de andar com preservativos, para se afastarem da vida familiar deixando ás mulheres a carga dos filhos (sim, conheço também quem tenha abortado por causa disso, por saber que iria ficar mais sozinha do que antes - e, no entanto, amavam-se), para não querendo mesmo ter filhos não se sujeitarem a uma vasectomia (intervenção reversível), pois que isso tudo da maternidade lhes diz respeito a elas. e, sobretudo, para que o ónus de uma decisão que felizmente, não é tomada de ânimo leve recaia quase inteiramente sobre elas.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>amok, não é preciso ter feito um aborto para reconhecer a desgraça envolvida. tive três abortos espontâneos, tenho dois filhos, nunca fiz uma IVG. não obsta a que eu compreenda a situação aviltante que se vive, ou estarias a desmerecer a opinião dos homens que votaram, quer sim, quer não, pois eles também não podem ter sido vítimas de aborto. considero que há duas vítimas fundamentais: mãe e filho. votei sim, sobretudo por me parecer a melhor de duas más soluções, mas também porque o aborto clandestino é a pior das penalizações, ainda por cima discriminatória.<br />
os factos científicos que advogas: pergunto-te se és cientista para poderes tão bem aferir da certeza dos pareceres, pois como dizem os próprios, só há avaliação credível das suas teorias pelos seus pares, como é lógico que suceda em qualquer área do conhecimento. de facto há imensas teorias contraditórias e nem os cientistas se entendem; o que acontece é que as pessoas aderem a umas ou outras de acordo com aquilo que melhor serve as suas convicções. exemplo: para quem defende o sim é conveniente validar aquelas que estipulam o princípio da vida humana - ou da pessoa humana, ou da consciência, ou do sofrimento, ou do pensamento - algures entre a fecundação e o nascimento. isto porque é difícil votar sim reconhecendo que se está a aceitar que o sacrifício de uma pessoa in útero pode justificar-se em determinadas condições. já para os do não uma pessoa começa no momento da concepção e, para estes, o carácter único e irrepetível de uma combinação genética particular é uma perda lamentável.<br />
quando falei em aborto como método contraceptivo, refiro-me aos casos - e tanto existem que já me encontrei com alguns - em que se recorre a métodos pouco fiáveis de contracepção, ou se arrisca uma relação ocasional em que não há preservativos à mão (ou vontade de os usar) e não se toma a pílula do dia seguinte, com aquela premissa de que se o diabo as tecer e ele até tem sido simpático, há sempre o aborto como recurso. claro que não falo do recurso sistemático ao aborto, até porque estas atitudes displicentes antecedem geralmente o primeiro aborto e, felizmente, a aventura nem sempre se repete. porque, como tu mesma dizes, fazer um aborto é um acontecimento trágico na vida de qualquer mulher. claro. e eu conheço tantas. algumas que estiveram à beira da morte, outras que os fizeram «em condições» mas todos os dias, ou quase, se mortificam com isso.<br />
quanto ao valupi, uma das ideias interessantes, a meu ver, é que tornar o aborto um «assunto das mulheres» demite os homens das suas responsabilidades, o que bem serve muitos deles. serve-lhes para se esquecerem de andar com preservativos, para se afastarem da vida familiar deixando ás mulheres a carga dos filhos (sim, conheço também quem tenha abortado por causa disso, por saber que iria ficar mais sozinha do que antes - e, no entanto, amavam-se), para não querendo mesmo ter filhos não se sujeitarem a uma vasectomia (intervenção reversível), pois que isso tudo da maternidade lhes diz respeito a elas. e, sobretudo, para que o ónus de uma decisão que felizmente, não é tomada de ânimo leve recaia quase inteiramente sobre elas.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: amok</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14868</link>
		<dc:creator>amok</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2007 21:53:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14868</guid>
		<description>Bem, para não arrastar mais a coisa...embora eu não entenda que a discussão acabou pq ainda há mt, mas mesmo mt, por fazer...só gostaria de (te) dizer 'uma ou duas coisas':

- é mt fácil andar-se a propagandear ideias, opiniões, teses, pontos de vista, etc, etc,...qd são os outros a sofrer na pele os efeitos da possível influência q essas ideias possam ter...ou seja: expôr-se as razões pelas quais se é pelo NÂO e discuti-las, em termos mais ou menos filosóficos, com  os defensores do SIM até pode ser um exercício intelectual mt interessante, mas...não neste caso em q a decisão iria marcar significativamente a vida de muitas mulheres!

- se o Valupi expôs ideias, válidas ou menos válidas, não sei,pois a forma presunçosa como expôs o seu moralismo, para mim, toldou-me desde logo a vontade de lhe entender os pontos de vista; isto agravado com demagogias, deturpação de factos, falseamento dos dados, enfim...uma forma pouco honesta, intelectualmente falando, de discutir a questão...eu entendo muitas das razões de muitas pessoas q são pelo NÂO, só não entendo, &lt;b&gt;nem admito!&lt;/b&gt; que pretendam vazer orientar a vida de milhares de outras pessoas q não se regem pelo mesma moral, segundo os seus princípios fundamentados essencialmente em razões religiosas &lt;b&gt;q não são as minhas&lt;/b&gt;; em verdades científicas &lt;b&gt;que já foram desmontadas&lt;/b&gt;; em opiniões de especialistas &lt;b&gt;q já foram contraditadas por outros tantos, tão ou mais credenciados&lt;/b&gt;, enfim...o respeito duns pelos outros far-se-ia se uns aceitassem a posição dos outros sem imposições, ora não é isso q se tem passado: quem é contra obriga os que não são a não poderem fazer...sem correrem riscos de vida, ou de irem presos... enquanto que defender a despenalização não é defender o aborto, nem para quem o pratica (pq se o faz é pq, por razões várias, a isso se vê obrigada!), mt menos para quem não admite fazê-lo...

- alegar como razão para ser pelo NÂO, ou pelo menos recear votar pelo SIM, que as mulheres passem a usar o aborto como método contraceptivo - esse sempre foi um dos papões falaciosos do NÂO! - é o q eu chamo de desonestidades intelectual no mínimo, pq no máximo chamo-lhe estúpidez pura e simples!...&lt;b&gt;por acaso, susana, já fizeste algum aborto????&lt;/b&gt;...em todo o caso essa é uma das razões q me faz 'empolar a voz', seja na escrita, seja de viva voz, mesmo! ...é essa mania de julgar os outros, essa mania destas gentes se acharem com mais moral q os outros...erros toda a gente os comete, mas...q ñ se cometam erros gerando filhos!, q não se deitem filhos ao mundo por erro, por acidente, por descuido...um filho merece o melhor de nós...desde o momento em q é desejado!...desejado e não f...agora apetecia-me usar aqui um termo algo agreste, mas...enfim, até és capaz de o adivinhar!

- depois, onde é q andaram as ideias/razões/soluções/ acções do NÂO nestes últimos oito anos, entre um referendo e outro??? ...pois, ficamos conversadas!:=&gt;

Quando vivermos numa sociedade ideal em q TODOS! - e não só os privilegiados q se ocupam a tecer considerações sobre a forma como os outros devem viver - tiverem as condições mínimas aceitáveis para se viver com dignidade e, por isso mesmo, com acesso à saúde de qualidade, à educação de qualidade, à formação e informação honesta, à cultura, à &lt;b&gt;liberdade!, então aí sim!, eu serei pela criminalização do aborto para todos os envolvidos&lt;/b&gt; ...incluindo o macho q usou, abusou e deitou fora, há q não esquecer!


Qt à questão das ofensas, se colocar as minhas ideias, criticando as dos outros, sem adjectivar a
(s) pessoa(s)- chama-se a isto discutir ideias em vez de discutir pessoas!- é ofender...então chamar cínicos aos apoiantes do SIM, é o quê????...e criminosos??? e irresponsáveis??? tesss,tesss
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem, para não arrastar mais a coisa&#8230;embora eu não entenda que a discussão acabou pq ainda há mt, mas mesmo mt, por fazer&#8230;só gostaria de (te) dizer &#8216;uma ou duas coisas&#8217;:</p>
<p>- é mt fácil andar-se a propagandear ideias, opiniões, teses, pontos de vista, etc, etc,&#8230;qd são os outros a sofrer na pele os efeitos da possível influência q essas ideias possam ter&#8230;ou seja: expôr-se as razões pelas quais se é pelo NÂO e discuti-las, em termos mais ou menos filosóficos, com  os defensores do SIM até pode ser um exercício intelectual mt interessante, mas&#8230;não neste caso em q a decisão iria marcar significativamente a vida de muitas mulheres!</p>
<p>- se o Valupi expôs ideias, válidas ou menos válidas, não sei,pois a forma presunçosa como expôs o seu moralismo, para mim, toldou-me desde logo a vontade de lhe entender os pontos de vista; isto agravado com demagogias, deturpação de factos, falseamento dos dados, enfim&#8230;uma forma pouco honesta, intelectualmente falando, de discutir a questão&#8230;eu entendo muitas das razões de muitas pessoas q são pelo NÂO, só não entendo, <b>nem admito!</b> que pretendam vazer orientar a vida de milhares de outras pessoas q não se regem pelo mesma moral, segundo os seus princípios fundamentados essencialmente em razões religiosas <b>q não são as minhas</b>; em verdades científicas <b>que já foram desmontadas</b>; em opiniões de especialistas <b>q já foram contraditadas por outros tantos, tão ou mais credenciados</b>, enfim&#8230;o respeito duns pelos outros far-se-ia se uns aceitassem a posição dos outros sem imposições, ora não é isso q se tem passado: quem é contra obriga os que não são a não poderem fazer&#8230;sem correrem riscos de vida, ou de irem presos&#8230; enquanto que defender a despenalização não é defender o aborto, nem para quem o pratica (pq se o faz é pq, por razões várias, a isso se vê obrigada!), mt menos para quem não admite fazê-lo&#8230;</p>
<p>- alegar como razão para ser pelo NÂO, ou pelo menos recear votar pelo SIM, que as mulheres passem a usar o aborto como método contraceptivo - esse sempre foi um dos papões falaciosos do NÂO! - é o q eu chamo de desonestidades intelectual no mínimo, pq no máximo chamo-lhe estúpidez pura e simples!&#8230;<b>por acaso, susana, já fizeste algum aborto????</b>&#8230;em todo o caso essa é uma das razões q me faz &#8216;empolar a voz&#8217;, seja na escrita, seja de viva voz, mesmo! &#8230;é essa mania de julgar os outros, essa mania destas gentes se acharem com mais moral q os outros&#8230;erros toda a gente os comete, mas&#8230;q ñ se cometam erros gerando filhos!, q não se deitem filhos ao mundo por erro, por acidente, por descuido&#8230;um filho merece o melhor de nós&#8230;desde o momento em q é desejado!&#8230;desejado e não f&#8230;agora apetecia-me usar aqui um termo algo agreste, mas&#8230;enfim, até és capaz de o adivinhar!</p>
<p>- depois, onde é q andaram as ideias/razões/soluções/ acções do NÂO nestes últimos oito anos, entre um referendo e outro??? &#8230;pois, ficamos conversadas!:=></p>
<p>Quando vivermos numa sociedade ideal em q TODOS! - e não só os privilegiados q se ocupam a tecer considerações sobre a forma como os outros devem viver - tiverem as condições mínimas aceitáveis para se viver com dignidade e, por isso mesmo, com acesso à saúde de qualidade, à educação de qualidade, à formação e informação honesta, à cultura, à <b>liberdade!, então aí sim!, eu serei pela criminalização do aborto para todos os envolvidos</b> &#8230;incluindo o macho q usou, abusou e deitou fora, há q não esquecer!</p>
<p>Qt à questão das ofensas, se colocar as minhas ideias, criticando as dos outros, sem adjectivar a<br />
(s) pessoa(s)- chama-se a isto discutir ideias em vez de discutir pessoas!- é ofender&#8230;então chamar cínicos aos apoiantes do SIM, é o quê????&#8230;e criminosos??? e irresponsáveis??? tesss,tesss</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14867</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Feb 2007 00:36:19 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/geral/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14867</guid>
		<description>amok, eu ri-me porque achei graça ao teu permante tom histriónico (se bem que em registo escrito, quase se "ouve" o empolamento na tua "voz").

eu votei SIM, o valupi sabe que eu votei SIM; nunca lhe vi qualquer censura ou indignação agressiva relativamente a este sentido de voto. assim, suponho que compreendas que eu considere que o mais importante é termos todos o direito a emitir um parecer, um ponto de vista. é esse mesmo o sentido de um referendo. o valupi apresentou o seu e argumentou bem, quanto a mim. posso não estar de acordo com ele, mas até lhe encontro alguma razão. por exemplo: achas que é permissível que um casal passe a utilizar o aborto como complemento de um método contraceptivo especialmente falível? eu votei SIM sabendo que corremos este risco. já há quem o faça, haverá provavelmente muito mais, porque agora será não só legal como patrocinado pelo estado. enfim, aconteça o que acontecer, isto será um cenário possível; agrada-te?
nenhuma solução é perfeita. seria melhor que nos apresentassem soluções mais adequadas, mas parece que estamos sempre condenados a votar em males menores.
quanto às ideias, acho, pelo contrário, que ele apresentou bastantes (até apresentou uma proposta de pergunta, toda explicadinha e justificada!), ainda por cima dele; podemos ou não concordar com todas ou algumas, só acho que o debate deve decorrer sem insultos.
</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>amok, eu ri-me porque achei graça ao teu permante tom histriónico (se bem que em registo escrito, quase se &#8220;ouve&#8221; o empolamento na tua &#8220;voz&#8221;).</p>
<p>eu votei SIM, o valupi sabe que eu votei SIM; nunca lhe vi qualquer censura ou indignação agressiva relativamente a este sentido de voto. assim, suponho que compreendas que eu considere que o mais importante é termos todos o direito a emitir um parecer, um ponto de vista. é esse mesmo o sentido de um referendo. o valupi apresentou o seu e argumentou bem, quanto a mim. posso não estar de acordo com ele, mas até lhe encontro alguma razão. por exemplo: achas que é permissível que um casal passe a utilizar o aborto como complemento de um método contraceptivo especialmente falível? eu votei SIM sabendo que corremos este risco. já há quem o faça, haverá provavelmente muito mais, porque agora será não só legal como patrocinado pelo estado. enfim, aconteça o que acontecer, isto será um cenário possível; agrada-te?<br />
nenhuma solução é perfeita. seria melhor que nos apresentassem soluções mais adequadas, mas parece que estamos sempre condenados a votar em males menores.<br />
quanto às ideias, acho, pelo contrário, que ele apresentou bastantes (até apresentou uma proposta de pergunta, toda explicadinha e justificada!), ainda por cima dele; podemos ou não concordar com todas ou algumas, só acho que o debate deve decorrer sem insultos.</p>
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		<title>Por: amok</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14866</link>
		<dc:creator>amok</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Feb 2007 23:01:59 +0000</pubDate>
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		<description>...já agora...numa coisa tem a menina (susana) razão: '&lt;b&gt;ele não estava a apresentar uma ideia&lt;/b&gt;'...realmente, nc lhe vi apresentar qq ideia...

&lt;i&gt;...e ainda bem q a menina tem um sentido de humor tão...refinado!...&lt;b&gt;lol&lt;/b&gt;, heinnnn!?:=&gt;&lt;/i&gt;
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		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230;já agora&#8230;numa coisa tem a menina (susana) razão: &#8216;<b>ele não estava a apresentar uma ideia</b>&#8216;&#8230;realmente, nc lhe vi apresentar qq ideia&#8230;</p>
<p><i>&#8230;e ainda bem q a menina tem um sentido de humor tão&#8230;refinado!&#8230;<b>lol</b>, heinnnn!?:=></i></p>
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		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14865</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Feb 2007 22:57:18 +0000</pubDate>
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		<description>LOL
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		<title>Por: amok</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14864</link>
		<dc:creator>amok</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Feb 2007 22:47:07 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;(...)acaso não percebeu que o que o valupi escreveu e você transcreveu é apenas a descrição de como as coisas se passam, efectivamente, no nosso sistema penal? que ele não estava a apresentar uma ideia, mas a fazer uma constatação?

Comentário de: susana &lt;/b&gt;

...eu, por acaso, até percebi!, por mais q lhe custe à sua parvoice(palavras da menina, não minhas!), mas...a menina é q parece q &lt;b&gt;não percebeu q, se o NÂO q o Valupi defende ganhasse, a tal constatação não seria APENAS uma constatação e continuaria a ter lugar, correspondendo aos desejos do Valupi&lt;/b&gt;... ora, onde está o preconceito da minha parte???:=&gt;

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		<content:encoded><![CDATA[<p><b>(&#8230;)acaso não percebeu que o que o valupi escreveu e você transcreveu é apenas a descrição de como as coisas se passam, efectivamente, no nosso sistema penal? que ele não estava a apresentar uma ideia, mas a fazer uma constatação?</p>
<p>Comentário de: susana </b></p>
<p>&#8230;eu, por acaso, até percebi!, por mais q lhe custe à sua parvoice(palavras da menina, não minhas!), mas&#8230;a menina é q parece q <b>não percebeu q, se o NÂO q o Valupi defende ganhasse, a tal constatação não seria APENAS uma constatação e continuaria a ter lugar, correspondendo aos desejos do Valupi</b>&#8230; ora, onde está o preconceito da minha parte???:=></p>
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		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/esta-pergunta-e-nao-outra-ii/#comment-14863</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Feb 2007 21:31:16 +0000</pubDate>
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		<description>amok, eu fico parva com o preconceito, seja de um lado, seja do outro. acaso não percebeu que o que o valupi escreveu e você transcreveu é apenas a descrição de como as coisas se passam, efectivamente, no nosso sistema penal? que ele não estava a apresentar uma ideia, mas a fazer uma constatação?
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		<content:encoded><![CDATA[<p>amok, eu fico parva com o preconceito, seja de um lado, seja do outro. acaso não percebeu que o que o valupi escreveu e você transcreveu é apenas a descrição de como as coisas se passam, efectivamente, no nosso sistema penal? que ele não estava a apresentar uma ideia, mas a fazer uma constatação?</p>
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