17 comentários a “E esta, hein?”

  1. Topem só este sinal de que até a mais radical direita neoliberal já se sente incomodada com a prática descaradamente tendenciosa da “justiça” à portuguesa.
    Este inesperado remoque à nossa justiça vindo do ultra conservador barreto significa que tal caminhar por trillo justiceiro do ministério público já é tão notório e tido como contraproducente para a própria direita que esta já não hesita em chamar a atenção para o facto.
    A extrema direita é medrosa até ao tutano por medo de perder bens e poder inerente e se, de repente, aparece a pedir mais verdade na “justiça” que há e se tenta instalar como normal é porque sente que o pagode já não vai facilmente no engodo de permanente injustiça disfarçada de “justiça” auto-justificada por meio de retórica plena de confuso palavreado técnico-jurídico e interpretações por medida e convenientes.
    A extrema direita pensa que tais métodos já destapam mais que tapam e portanto é hora de mudar antes que uma tomada de consciência geral desmascare o engano e obrigue a mudanças drásticas.
    Para ela, a extrema direita, está na altura de iniciar um programa de mudança de estilo mas, como sempre, ao tom adequado do faz-que-faz para que tudo fique na mesma.

  2. Em traços largos : “Os Portugueses são broncos demais para terem uma justiça independente. Tratemos de pôr cobro a isso”.

    Bonito. Inteligente, também.

    Boas

  3. Já é tão demais o cheiro nauseabundo e tanta pulhice que obriga os que prezam suas valiosas imagens a tirarem, enquanto é tempo, seus cavalinhos do dilúvio.

    A esperança de termos um país decente com direitos, garantias e instituições agido dentro do que lhes compete e, a que estão obrigadas, :
    – está morta.

    Um susto para qualquer cidadão uma gigante vergonha Nacional.
    Seu mais alto magistrado ( vocábulo sem sentido) anda em feiras, romarias, cantinas ruas e ruelas a beijocar e a rir como tonto e não tem coragem de chamar ao seu palácio onde festeja taças e baila com ranchos folclóricos a rapaziada que se compraz em torturar e assassinar um Ex. Primeiro Ministro atirando consequentemente lama e mal dizer sobre todos os que exercem cargos públicos.
    Ninguém se salvará.
    O sonho da república de juízes vai virando pesadelo.
    Veremos se alguns de entre eles se salvarão para castigar os abusadores e salvarem o País desta gente.

  4. João Viegas,
    Se os portugueses são broncos demais para quererem ter uma justiça independente como é que ‘vamos’ pôr cobro a isso? Quem vai tentar pôr cobro a isso são os próprios broncos?
    Na frase que suporta a tua opinião há uma contradição nos termos; os demasiado broncos para querer ter uma justiça independente são os mesmo broncos capazes de tratar do assunto e querer impôr uma justiça independente.
    Ao contrário de outras opiniões não me parece nada concisa nem clara.

  5. João Viegas,
    Se os portugueses são broncos demais para quererem ter uma justiça independente como é que ‘vamos’ pôr cobro a isso? Ou são os próprios broncos o que é uma total contradição ou então os portugueses não são todos broncos demais.
    Na frase que suporta a tua opinião há uma contradição nos termos. Ao contrário de outras opiniões não me parece nada concisa nem clara.

  6. Como sociólogo que é, António Barreto, devia saber – e eu creio que sabe bem – que os atrasos da Justiça Portuguesa, se devem, sobretudo à falta de vergonha que se instalou na sociedade portuguesa, um pouco a todos os níveis e extractos sociais .
    Não é preciso esmiuçar muito quanto ao número de processos que entopem os tribunais: desde os pequenos e médios calotes relativos a incumprimentos de dividas de consumo por parte de particulares, até aos crimes económicos de alto coturno, praticados por extractos mais elevados .
    Aliás, Filomena Mónica, em entrevista a um canal televisivo, referiu, e acertadamente, que o português, aldraba sempre que pode .
    Por isso, deveria antes AB, explicar os motivos sociológicos que conduziram o Povo português a este comportamento, e que no meu entender, passam desde logo pela constatação generalizada e interiorizada, de que, desde sempre, as leis não são iguais para todos, e que se, portanto, uns estão fora da alçada da justiça e escapam sempre impunes, então esse “direito ao incumprimento”, chamemos-lhe assim, é para todos ( e isto revela uma falha do actual regime de democracia ) até à ” ciganização ” da sociedade, em especial por via da introdução na população continental europeia portuguesa, de refugiados oriundos das antigas colónias, em particular Angola, que com os seus ressentimentos e ânsia de recuperar o perdido, não olharam a meios, passando pela constatação de que ninguém pode ser preso por dívidas.
    E aliás, não fosse a acção restritiva e moderadora da taxa de justiça, e baias afim, caso por exemplo dos custos da abertura de uma queixa contra peritos “independentes” contratados por seguradoras, que inibe muitos de recorrerem aos tribunais, a litigância seria até muito maior.
    Seria interessante, até por isso, saber o número de queixas nos portais públicos, existentes para o efeito, a quantidade de queixas endereçadas à Provedoria de Justiça, e o número de processos abertos pelos Tribunais Arbitrais de Consumo .

  7. E esqueci-me de referir, também, falta de legislação, porque, por exemplo, se o meu comentário anterior, e este, não aparecem logo visíveis ao público em geral, recolhendo antes, directamente, para os calabouços da sujeição aos desígnios da moderação, uma espécie de visto da censura prévia, eu não tenho nenhum bastonário da blogosfera, a quem me queixar ;-)

  8. Pimpampum,
    Esquece o sociólogo. O reclamante tem motivações políticas.
    Daqui a alguns dias teremos o PR a seguir a sugestão de AB, pedindo um livro branco para a Justiça. Outros, os “broncos”, vão continuar a pedir o livro de reclamações.

  9. A liberdade de expressão ? Há liberdade de expressão? Claro que não. Ainda bem, pois assim só reiteram a hipocrisia que os rege. yawn.

  10. Então, como me devo rir? Sei rir de várias maneiras…mas à esquerdalha é que não…esta não sabe rir…

  11. Então Valupi, esses ossos?
    Estiveste aí a dormitar, sempre atento e a rosnar aos viadantes nessa tarefa de merda de guardares a propriedade enquanto os gajos foram de fim-de-semana prolongado?

    [Salut!]

  12. Ó Valupi, quando eu te perguntei sobre «esses ossos» é porque continuo sinceramente preocupado com a lesão no teu pescoço aquando das últimas cambalhotas (é verdade que, depois dos decadentes posts sobre a graça do Manuel Dias Loureiro, continuas em grande no Aspirina B agora com as marretadas pós-biográficas inspiradas na era do Trump sobre a tese hilariante da candidatura do ex-PM à presidência da República).

    É sobre isto que nada dizes, repara, pelo menos para mim que sou um simples via[n]dante peregrino a caminho da… Champions.

  13. Grandessíssimo sacana…

    Mas quem é que precisa AGORA da opinião deste miserável CRETINO?

    “A atual Ministra da Justiça é séria e competente”… Pois é. Mas O QUE É QUE TU DIZIAS NO TEMPO DA OUTRA, PÁ? NADA!

    “O Presidente da República é um Jurista experiente”… Achas tu. MAS O QUE É QUE ESCREVIAS NOS TEMPOS DO OUTRO, PALERMA? NICLES!

    Agora vai-te catar, SAFARDANA DE MERDA!…

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