Barbaridades germânicas

Em declarações aos jornalistas, à margem da inauguração de um “mercado criativo” em Abrantes, António Serrano desvalorizou as suspeitas alemãs por causa da bactéria E.coli descobertas em folhas de alface de um produtor hortícola na Baviera, tendo observado que as mesmas “não se fundamentam em qualquer evidência científica”.

O ministro criticou as autoridades alemãs, tendo afirmado que “continua a haver uma irresponsabilidade muito grande” da sua parte, “avançando, de suspeição em suspeição, sem provas” concretas. “Até parece que o problema não está lá, na Alemanha, mas sim em outro país qualquer”, observou.

“É lamentável é que a Alemanha continue a deixar passar informação que não está devidamente validada do ponto de vista científico, que continue a provocar estragos na nossa agricultura, quando precisamos é de restabelecer a confiança, sobretudo nos países onde não há nada a temer, como é o nosso caso”, continuou António Serrano, acrescentando que as “suspeições” têm originado “consequências económicas profundas”, em termos de prejuízos, aos agricultores portugueses.

Fonte

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De facto, está a ser inacreditável o grau de desorientação das autoridades alemãs perante a crise da bactéria E.coli. E que isto aconteça num país com as competências e capacidades científicas da Alemanha, a que acresce a sua tradição de rigor na gestão, é de deixar qualquer um assarapantado.

Mas não admirará, então, que os alemães ainda se vejam mais à nora para lidar com as infecções e viroses financeiras da Zona Euro.

8 thoughts on “Barbaridades germânicas”

  1. Se na na higiene pintelhesca, os alemães usassem o nosso sabão macaco, aquele azul da FNS de Xabregas e não aquela coisa do Patchouli, outro galo cantaria. Assim canta a bactéria no e.cu desta, e no e.cu daquela.

  2. fogo, ele há bombas que não são atomizadas, pá, eu não sabia. ó sinhã pá, tu lavas roupa, pa?

  3. Este triste episodio (morreram mais de 30 pessoas) merece uma analise mais aprofundada. Permito-me realçar aqui alguns pontos:
    – a atitude das autoridades alemãs nesta materia e’ demonstrativa do estado a que chegou este pais e da atitude de xenofobia larvar que começa a germinar alimentada pelo populismo da Sra Merkel e da nova geração de politicos alemães
    – face a uma crise de saude publica que estava claramente centrada numa região da Alemanha nem sequer lhes ocorreu que algo podia estar mal no circuito de distribuição dos famosos pepinos;
    – seria util lembrar que este é apenas mais uma crise do sector alimentar na Alemanha demonstrativas da falencia da regulamentacao do sector neste pais – a ultima envolveu a reciclagem de gorduras que acabaram por contaminar ovos
    – a Alemanha passou por tudo isto como cão por vinha vindimidada e as autoridades europeias fazem neste processo uma triste figura – nem sequer um modico de analise dos factos como “se os alemães dizem deve ser verdade”
    – uma pequena nota ainda para referir que a putativa fonte da bactéria é uma “quinta biologica”, o tal tipo de agricultura “sã” sem aditivos nem insecticidas
    – mais surpreendente é o facto de a proposito destas noticia vermos as caixas de comentarios cheias de da prosa habitual contra a “comida industrial”

    Esta historia e a ausência de auto-critica por parte dos intervenientes faltosos não prefiguram nada de bom …

  4. ó sinhá (batatas não), mete as línguas de perguntador no olho cego, pa, mas não te preocupes pazinha, que os gajos andam de lado e não se atropelam, pá, é só gestão de espaço minha.agora volta lá pro teu bordel unisexo pá, que daqui não levas nada. ora, ora, trambolha.

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