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	<title>Comentários em: Aposta</title>
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	<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 07:24:24 +0000</pubDate>
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		<title>Por: sininho</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37532</link>
		<dc:creator>sininho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 14:03:31 +0000</pubDate>
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		<description>Somos sempre livres de amar o outro. É com esse amor que descobrimos o outro. E o amor que o outro sente por nós.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Somos sempre livres de amar o outro. É com esse amor que descobrimos o outro. E o amor que o outro sente por nós.</p>
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		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37530</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 20:04:58 +0000</pubDate>
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		<description>e uma razão profunda :))))))))))))))</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>e uma razão profunda :))))))))))))))</p>
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		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37529</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 20:04:23 +0000</pubDate>
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		<description>um bom texto para debate,

http://clix.expresso.pt/gen.pl?p=stories&#38;op=view&#38;fokey=ex.stories/365196</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>um bom texto para debate,</p>
<p><a href="http://clix.expresso.pt/gen.pl?p=stories&amp;op=view&amp;fokey=ex.stories/365196" rel="nofollow">http://clix.expresso.pt/gen.pl?p=stories&amp;op=view&amp;fokey=ex.stories/365196</a></p>
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	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37521</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 08:45:09 +0000</pubDate>
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		<description>grunf,

&lt;a href="http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000181-0000-0000-0000-000000000181&#038;contentid=04574A4F-38A3-4E3F-9E08-B6EBCB623D75" rel="nofollow"&gt;&lt;strong&gt;notícia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>grunf,</p>
<p><a href="http://www.correiomanha.pt/Noticia.aspx?channelid=00000181-0000-0000-0000-000000000181&#038;contentid=04574A4F-38A3-4E3F-9E08-B6EBCB623D75" rel="nofollow"><strong>notícia</strong></a></p>
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	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37518</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 13:31:03 +0000</pubDate>
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		<description>porra, nunca mais ponho o Publico pdf, não vai parar ao que quero - era uma notícia a dizer que um líder da Al Qaeda tinha renunciado ao terrorismo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>porra, nunca mais ponho o Publico pdf, não vai parar ao que quero - era uma notícia a dizer que um líder da Al Qaeda tinha renunciado ao terrorismo</p>
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	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37517</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 13:29:32 +0000</pubDate>
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		<description>uma boa notícia?

http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=/main2.asp?dt=20080711&#38;page=4&#38;c=C</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>uma boa notícia?</p>
<p><a href="http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=/main2.asp?dt=20080711&amp;page=4&amp;c=C" rel="nofollow">http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=/main2.asp?dt=20080711&amp;page=4&amp;c=C</a></p>
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	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37516</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 13:24:02 +0000</pubDate>
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		<description>o Valupi por dentro apostou que sim quando escreveu que não, e anda lá com um sorriso ganhador. Eu não me importo nada de te amar mas ficas já a saber que vou ladrar sempre contra as taxas de juro, nem é em mim que penso mas numa geração agrilhoada numa promessa por cumprir: enredaram-se naquilo porque lhes disseram que a prazo os juros iriam baixar, e depois trairam-nos

eu estou fora, com isso não me enganaram, enganaram-me de outra maneira

mesmo bom é dormir juntos dois em um, uma só respiração, um sopro síncrono do universo

mas eu agora é Chronos com uns gatos de permeio e uma almofada redentora

tipo/tupos/topos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>o Valupi por dentro apostou que sim quando escreveu que não, e anda lá com um sorriso ganhador. Eu não me importo nada de te amar mas ficas já a saber que vou ladrar sempre contra as taxas de juro, nem é em mim que penso mas numa geração agrilhoada numa promessa por cumprir: enredaram-se naquilo porque lhes disseram que a prazo os juros iriam baixar, e depois trairam-nos</p>
<p>eu estou fora, com isso não me enganaram, enganaram-me de outra maneira</p>
<p>mesmo bom é dormir juntos dois em um, uma só respiração, um sopro síncrono do universo</p>
<p>mas eu agora é Chronos com uns gatos de permeio e uma almofada redentora</p>
<p>tipo/tupos/topos</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37515</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 12:56:35 +0000</pubDate>
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		<description>quanto a isso que dizes, nik, a nossa força é precisamente essa que se relaciona com a nossa fraqueza. não por sobreposição, mas por resolução. falas em «postos à prova», é aí que as fraquezas e as forças se unem. e no amor a força de dois é muito mais possante que a fraqueza de cada um, porque a fraqueza de cada um é assunto dos dois. a fraqueza tem ainda a virtude de atestar a imperfeição. a perfeição é incómoda, excessiva responsabilidade. perfeita pode ser a relação entre dois seres imperfeitos.
agora voltando ao princípio, ao que comecei por dizer, não há amor sem reciprocidade e sem abertura ao outro. não pode. por isso as frases citadas no post têm um quê de absurdo. porque estão a dizer que o outro só pode saber que não é amado e está impedido de amar. é o que acontece quando alguém não confia e fecha os portões.

não que isto seja alguma novidade, mas gosto muito de apostas que sei ganhas à partida, valupi. :p

p.s. grilo falante, para mim esse é um critério importante, a comunicação no silêncio. falo nisso amiúde, como factor determinante, mas agora que penso, e retrospectivamente, creio que é mesmo um dos sinais a confiar - pressupondo que a comunicação verbal seja funcional, claro. mas porque ela não é suficiente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>quanto a isso que dizes, nik, a nossa força é precisamente essa que se relaciona com a nossa fraqueza. não por sobreposição, mas por resolução. falas em «postos à prova», é aí que as fraquezas e as forças se unem. e no amor a força de dois é muito mais possante que a fraqueza de cada um, porque a fraqueza de cada um é assunto dos dois. a fraqueza tem ainda a virtude de atestar a imperfeição. a perfeição é incómoda, excessiva responsabilidade. perfeita pode ser a relação entre dois seres imperfeitos.<br />
agora voltando ao princípio, ao que comecei por dizer, não há amor sem reciprocidade e sem abertura ao outro. não pode. por isso as frases citadas no post têm um quê de absurdo. porque estão a dizer que o outro só pode saber que não é amado e está impedido de amar. é o que acontece quando alguém não confia e fecha os portões.</p>
<p>não que isto seja alguma novidade, mas gosto muito de apostas que sei ganhas à partida, valupi. :p</p>
<p>p.s. grilo falante, para mim esse é um critério importante, a comunicação no silêncio. falo nisso amiúde, como factor determinante, mas agora que penso, e retrospectivamente, creio que é mesmo um dos sinais a confiar - pressupondo que a comunicação verbal seja funcional, claro. mas porque ela não é suficiente.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37514</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 12:04:49 +0000</pubDate>
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		<description>Val, eu não disse o que me atribuis. Nem se infere do que eu disse o que tu achas nele implicado.

Não aceito é a tua definição do que seja "a nossa verdade": fragilidades, "aquilo em que formos ou nos soubermos mais frágeis". Também não aceito a tua definição "fragilidades como verdades". No mínimo, muito incompleta e parcial.  Focada no "menos interessante" da nossa verdade, foi o que eu disse. Também não me agrada a filosofia implícita em "o sentido da sua vida só se compreende na relação directa com a sua fraqueza".

Desculpa, mas contigo tem de ser tudo com citações em aspas, se não deturpas o que um gajo diz. Ou negas ter falado de "fraqueza", apesar de teres falado.

Eu disse: a nossa verdade mais interessante SERIA MAIS a nossa força, aquela que temos dentro de nós e por vezes só revelamos quando somos postos à prova.  

O lado frágil do humano pode tocar-me e comover-me. Sei perdoar e perdoar-me, pois estou bem certo das fraquezas próprias e alheias. 

Errar é humano. O problema está em que o inverso já não é verdade. Não aceito: "Humano é errar". Prefiro o lado forte do Homem, vencedor sobre o caos, a ignorância, o infortúnio e a inércia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Val, eu não disse o que me atribuis. Nem se infere do que eu disse o que tu achas nele implicado.</p>
<p>Não aceito é a tua definição do que seja &#8220;a nossa verdade&#8221;: fragilidades, &#8220;aquilo em que formos ou nos soubermos mais frágeis&#8221;. Também não aceito a tua definição &#8220;fragilidades como verdades&#8221;. No mínimo, muito incompleta e parcial.  Focada no &#8220;menos interessante&#8221; da nossa verdade, foi o que eu disse. Também não me agrada a filosofia implícita em &#8220;o sentido da sua vida só se compreende na relação directa com a sua fraqueza&#8221;.</p>
<p>Desculpa, mas contigo tem de ser tudo com citações em aspas, se não deturpas o que um gajo diz. Ou negas ter falado de &#8220;fraqueza&#8221;, apesar de teres falado.</p>
<p>Eu disse: a nossa verdade mais interessante SERIA MAIS a nossa força, aquela que temos dentro de nós e por vezes só revelamos quando somos postos à prova.  </p>
<p>O lado frágil do humano pode tocar-me e comover-me. Sei perdoar e perdoar-me, pois estou bem certo das fraquezas próprias e alheias. </p>
<p>Errar é humano. O problema está em que o inverso já não é verdade. Não aceito: &#8220;Humano é errar&#8221;. Prefiro o lado forte do Homem, vencedor sobre o caos, a ignorância, o infortúnio e a inércia.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Grilo Falante</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37513</link>
		<dc:creator>Grilo Falante</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2008 09:17:40 +0000</pubDate>
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		<description>malditas palavras. nunca estamos certos do efeito que produzem.
talvez por isso, alguém tenha escrito um dia (e como se trata da citação de uma citação, é melhor duplicar as aspas): " " a perfeição do amor consiste em estar juntos em silêncio " ". quem guarda a palavra final?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>malditas palavras. nunca estamos certos do efeito que produzem.<br />
talvez por isso, alguém tenha escrito um dia (e como se trata da citação de uma citação, é melhor duplicar as aspas): &#8221; &#8221; a perfeição do amor consiste em estar juntos em silêncio &#8221; &#8220;. quem guarda a palavra final?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37491</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 09:32:17 +0000</pubDate>
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		<description>gosto mais do kairos, Valupi. Aliás quando se vive uma história de amor anda-se no Kairos, o Chronos fica uma referência externa,

Rui, então somos compinchas pá, eu não bebo, mas podemos rir juntos. Saber que a minha vida não é minha ao princípio deixa-nos desnorteados, mas afinal é uma enorme libertação</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>gosto mais do kairos, Valupi. Aliás quando se vive uma história de amor anda-se no Kairos, o Chronos fica uma referência externa,</p>
<p>Rui, então somos compinchas pá, eu não bebo, mas podemos rir juntos. Saber que a minha vida não é minha ao princípio deixa-nos desnorteados, mas afinal é uma enorme libertação</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: julio</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37490</link>
		<dc:creator>julio</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 05:01:12 +0000</pubDate>
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		<description>O amor...
comenta-se com cor
sem cor ninguém vê
sem língua ninguém mente
com dor...
toda a alma é crente
sem alma ninguém se acalma
com ela se vive o torpor
de amar por desamor</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O amor&#8230;<br />
comenta-se com cor<br />
sem cor ninguém vê<br />
sem língua ninguém mente<br />
com dor&#8230;<br />
toda a alma é crente<br />
sem alma ninguém se acalma<br />
com ela se vive o torpor<br />
de amar por desamor</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37485</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Jul 2008 00:07:30 +0000</pubDate>
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		<description>é disso que estou a falar, de reciprocidade. concedo que a palavra foi mal escolhida, porque se pensa em afinidades, em empatias intelectuais, em gostos comuns, etc., até em semelhanças. mas sim, era de reciprocidade que falava. por só haver amor se forem dois a caminho um do outro. essa é outra lapalissada...

bom, e também não pressupunha “procura”, mas um acontecer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>é disso que estou a falar, de reciprocidade. concedo que a palavra foi mal escolhida, porque se pensa em afinidades, em empatias intelectuais, em gostos comuns, etc., até em semelhanças. mas sim, era de reciprocidade que falava. por só haver amor se forem dois a caminho um do outro. essa é outra lapalissada&#8230;</p>
<p>bom, e também não pressupunha “procura”, mas um acontecer.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37484</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 23:21:48 +0000</pubDate>
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		<description>Nik, esqueci-me de ti. Dizes que a nossa verdade não é a nossa fraqueza, antes a nossa força. O que implica teres de excluir da tua verdade tudo aquilo que não consegues transformar em força. Isso vai diminuir muito aquilo a que poderás chamar verdade. E, já sabes, uma verdade diminuida pode dar azo às maiores mentiras. 
__

susana, a troca de chaves não pede sintonia, mas reciprocidade. A procura da sintonia é tarefa vã, porque não significa. Há sintonias em todo o lado, a toda a hora.
__

z, Chronos é um bom companheiro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nik, esqueci-me de ti. Dizes que a nossa verdade não é a nossa fraqueza, antes a nossa força. O que implica teres de excluir da tua verdade tudo aquilo que não consegues transformar em força. Isso vai diminuir muito aquilo a que poderás chamar verdade. E, já sabes, uma verdade diminuida pode dar azo às maiores mentiras.<br />
__</p>
<p>susana, a troca de chaves não pede sintonia, mas reciprocidade. A procura da sintonia é tarefa vã, porque não significa. Há sintonias em todo o lado, a toda a hora.<br />
__</p>
<p>z, Chronos é um bom companheiro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37481</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 22:18:22 +0000</pubDate>
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		<description>z,
«a lição que aprendi nestes anos de tombo, será trivial para uns tantos, mas não foi para mim: a minha vida não é minha»

assino por baixo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>z,<br />
«a lição que aprendi nestes anos de tombo, será trivial para uns tantos, mas não foi para mim: a minha vida não é minha»</p>
<p>assino por baixo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37478</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 21:28:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=3185#comment-37478</guid>
		<description>a lição que aprendi nestes anos de tombo, será trivial para uns tantos, mas não foi para mim: a minha vida não é minha</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a lição que aprendi nestes anos de tombo, será trivial para uns tantos, mas não foi para mim: a minha vida não é minha</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37476</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 20:04:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=3185#comment-37476</guid>
		<description>olha: bagauda, não conhecia

hoje fui ali a um cerro que deve ter sido um santuário e necrópole, amanhã faço o report para as autoridades supervenientes

gosto mais de matemática do que de pedras, as formas puras não erodem nem enganam

espero que não te refiras à 'boa companhia' do Chronos que ele vai puxar da factura, deve ser para eu pedir chuva</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>olha: bagauda, não conhecia</p>
<p>hoje fui ali a um cerro que deve ter sido um santuário e necrópole, amanhã faço o report para as autoridades supervenientes</p>
<p>gosto mais de matemática do que de pedras, as formas puras não erodem nem enganam</p>
<p>espero que não te refiras à &#8216;boa companhia&#8217; do Chronos que ele vai puxar da factura, deve ser para eu pedir chuva</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37474</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 19:27:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/?p=3185#comment-37474</guid>
		<description>mas, valupi, precisamente: falo do amor unitivo, e portanto pós-electivo. como acontece a eleição, o que pergunto; não será esse passo o primeiro gesto do amor? e se cada um dá a chave ao outro, evidencias o requisito de sintonia.
o amor de que falo não é o que descreves, não tem fome, nem sede. tem paz. espera porque tem tempo, é sem urgência. é como flutuar na água sem precisar de a beber.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>mas, valupi, precisamente: falo do amor unitivo, e portanto pós-electivo. como acontece a eleição, o que pergunto; não será esse passo o primeiro gesto do amor? e se cada um dá a chave ao outro, evidencias o requisito de sintonia.<br />
o amor de que falo não é o que descreves, não tem fome, nem sede. tem paz. espera porque tem tempo, é sem urgência. é como flutuar na água sem precisar de a beber.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37472</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 17:29:10 +0000</pubDate>
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		<description>jcfrancisco, amor que continua apenas no coração de um, é desejo ou compaixão. Prefiro o amor como vontade, pois se liga ao outro, faz acontecer.
__

teresa, talvez desse um poste muito ofegante e a escorrer comentários, claro. Mas, e concordando contigo, o que mais importa é descobrir a nossa "verdade". Onde vês falta de virtude, no possessivo, eu vejo a realidade. A verdade ou é nossa ou nada é. Que seria isso de uma verdade fora de nós, inacessível, estranha? A tua verdade é preciosa por ser única, e é única por ser tua. 

Quem falou em fragilidades como fraquezas foi o Nik. Eu falo em fragilidades como verdades. E, por isso, como forças, pois é delas que vem o amor. 

Aquiles não teria sido forte e bravo sem o seu tão frágil calcanhar exposto. Quem quererá um destino por cumprir?
__

z, andas sempre bem acompanhado.
__

susana, falas de um amor material, físico, natural. Um amor de volumes e densidades, os quais se dobram ou multiplicam juntos, quais fios de água procurando ser rio. Daí a sincronia, a entrega; isto é, a reunião, a soma, a energia. 

O amor é primeiro, seja, mas não o amor que ainda não escolheu. Porque esse, pré-electivo, não tem sentido, é magma anónimo ou miniatura egóica. Não será, pois, amoroso. Como poderia ser se ele começa por não ser de ninguém? É apenas amor plástico, que tanto se pode dar a um como a outro, bastando as tais sincronias; isto é, acontecendo no fortuito. Este tipo de amor não pode esperar, pois é fome. Não pode falar, porque é sede. Não pode tocar, apenas sonha.
__

Rui, estragas-me com mimos, ó pá.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>jcfrancisco, amor que continua apenas no coração de um, é desejo ou compaixão. Prefiro o amor como vontade, pois se liga ao outro, faz acontecer.<br />
__</p>
<p>teresa, talvez desse um poste muito ofegante e a escorrer comentários, claro. Mas, e concordando contigo, o que mais importa é descobrir a nossa &#8220;verdade&#8221;. Onde vês falta de virtude, no possessivo, eu vejo a realidade. A verdade ou é nossa ou nada é. Que seria isso de uma verdade fora de nós, inacessível, estranha? A tua verdade é preciosa por ser única, e é única por ser tua. </p>
<p>Quem falou em fragilidades como fraquezas foi o Nik. Eu falo em fragilidades como verdades. E, por isso, como forças, pois é delas que vem o amor. </p>
<p>Aquiles não teria sido forte e bravo sem o seu tão frágil calcanhar exposto. Quem quererá um destino por cumprir?<br />
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<p>z, andas sempre bem acompanhado.<br />
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<p>susana, falas de um amor material, físico, natural. Um amor de volumes e densidades, os quais se dobram ou multiplicam juntos, quais fios de água procurando ser rio. Daí a sincronia, a entrega; isto é, a reunião, a soma, a energia. </p>
<p>O amor é primeiro, seja, mas não o amor que ainda não escolheu. Porque esse, pré-electivo, não tem sentido, é magma anónimo ou miniatura egóica. Não será, pois, amoroso. Como poderia ser se ele começa por não ser de ninguém? É apenas amor plástico, que tanto se pode dar a um como a outro, bastando as tais sincronias; isto é, acontecendo no fortuito. Este tipo de amor não pode esperar, pois é fome. Não pode falar, porque é sede. Não pode tocar, apenas sonha.<br />
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<p>Rui, estragas-me com mimos, ó pá.</p>
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		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/aposta/#comment-37469</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 10:33:53 +0000</pubDate>
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		<description>continuo a dizer que o morceguinho é que é esperto</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>continuo a dizer que o morceguinho é que é esperto</p>
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