36 comentários a “A nossa notícia do dia”

  1. “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, portanto.

    Valupi, a geringonça avant la lettre que inventaste no Aspirina B tem a vantagem de viajarmos nessa espécie de máquina do tempo. Fi-lo, claro, e por ali andou a Maria de Sempre, a adorável Olinda com o seu smile, o voyeur, o reis da Galiza e faziam-se ouvir, ou então não, os gritinhos e as expressões “mudas” do Lucas Galuxo (faltou o jpferra, estranho…). _Mas em especial, e a grande altura, por ali planava a Jasmim quase sempre a levar nas orelhas e, quase sempre também, contando com o apoio do superior intelecto de que é proprietário o primaveraverão mais uma vez a dizer não se percebe exactamente com o quê.

    Gostei a sério, por mim.

  2. aeiou:

    Gostei. ” o reis da Galiza”. Que nobre nome para un rótulo ou título dum romance. Ainda que gostaría mais dum herói dos personagens de Jogo de Tronos.

  3. Dizem que os ingénuos tudo nos sorprende, e estamos sempre a descobrir novidades e que esa é a única compensação que temos se nos compararem dos cínicos.
    Hoje aprendi que é o día das mentiras. A minha mãe que tem oitenta e nove anos e uma mente lúcida, sempre tira palavras que tal vez non recordo ouvir e que ninguém usa, mas todas estão no português. Hoje dixo-me , que era o día das mentiras. Ninguém ou pouca gente na Galiza , sabe ou pode dizer que hoje é o día das mentiras, que eu saiba. Mas relendo os comentarios dos enlaces do 1 de abril no aspirina encontrei um do caro Manuel Pacheco de faz anos e hoje outro de Olinda , no que faze menção a este día como o das mentiras. Tirei de Wikipedia e encontrei que é assim, e que culturalmente só passa na Galiza e em Portugal.

    Só por estas coisinhas eu gosto de olhadas e fazer descobertas para além do Minho e do Larouco e do Douro e até Além do Tejo. E choro por os feixes de coisas que nós, os da margem daquí, ja perdimos e andamos a perder.

  4. Claro, o bafo do Rey de Castela, ou o do Imperador maldito como é referido numa crónica ou num poema sarcástico (?) não tenho agora a certeza mas é seguramente uma peça coeva, chegou sempre para nós do mesmo lado… nisso somos povos-irmãos.

    Nada de excessos, mas cada macacão deve passear-se pelos domínios do seu habitat.

  5. como o Rey Pasmado das terras de Ballester galego não há nenhum :)

    non andas a perder nada, Reis. case pareces portugués a ollar para o xardín do veciño como se fose mellor co teu. tira de aí a idea, home. . vai ler “os comedores de patacas” ou ” un millon de vacas” .do Rivas y pasmate en casa , que hay moito con que pasmarse.

  6. A Maria de Sempre nunca deixou de vir, grata aeiou, pela lembrança, desconhecia ter deixado assim uma marca na memória.

    Saúde aos montes, Valupi

  7. Senhor vogalista. aeiou.
    Tens medo da invasão, ou da mistura? Achas que D. Sebastião ainda pode vir? Vimos todos duns macacos galegos que a historia levou por montes diferentes, embora os rios sempre vão verter o mesmo mar.
    Tal vez vai tudo um bocado trocadilheiro, mas há que andar com pés de veludo e ser políticamente correcto.

  8. eu percebi . tu é que não. o dia das mentiras ou dias das partidas ( bromas ) existe em inglaterra ( april fools day ) em frança ( poisson d avril , chama-se peixe ao que caiu nas partida ) alemanha itália jhapão finlamdia etc etc , não é exclusivo disso que queres unir à força. vai ao Porto , domingo ao meio dia e vê o que têm nas mesas dos cafés…. café , leite , água , sumo ; vai a Vigo e olha prás mesas… cañas , vermuts , tapas :) muito diferentes .

  9. como um retângulo se tornou tão quadrado…desde que a esquerdalha tomou conta, este país tornou-se num beco do mundo…

  10. e quando, de facto, ficar entregue a catarinos e mortáguas “fixes”, o pedaço´desaparece…eventualmente é entregue aos tipos dos califados que andaram por cá sete séculos e meio e estão outra vez na berra…com as coisas da discriminação.

  11. E o que interessará isso?Olivença “anda por lá”, Timor foi esquecido…Macau devolvido…A Isabel tomou conta de África…e a ex primeira dama vestia mal como as urtigas sem diamante…

  12. 2/3

    éstrampa, larga as ervas e deixa os senhores sossegados.

    Um queijinho e vinho da talha, baleizoa e mortagua um bocado.

  13. 3/3

    éstrampa, larga as ervas e deixa os senhores sossegados.

    Tem calma e deixa de sintonizar a Al Jazeera, easy.

  14. reis da Galiza, olha para D. Sebastião mas olha também para a geografia senhor!

    Imaginemos, por um momento, que el Rey-o-nosso chegou a Alcácer-Quibir para a معركة الملوك الثلاث a pé que-o-mesmo-é-dizer-a-braços-ensaiando-o-crawl-ou-a-bruços-ou-a-mariposa. Ou então, imaginemos ainda, que ele e os seus exércitos chegaram lá montados numa bela cavalaria de cavalos-alados imponentes e brancos, ruços e castanhos todos de raça Puro Sangue Lusitano criados na Coudelaria de Alter. Imaginemos, em ambos os casos, que El Rey-o-nosso partiu de Lisboa, ou de Sagres ou algo assim, e que ele conseguiu mesmo atravessar o estreito.

    Ora, como eu presumo que a geografia ainda é a mesma, presumo também que ele não voltaria através de Vigo nem que, presumo ainda mais, apanharia o comboio Celta com destino ao Porto e depois o Alfa Pendular ou a Ponte Aérea da TAP com os aviões a hélice nem mesmo, presumo mais ainda mais, o Sud Expresso com chegada a Santa Apolónia (e passagem pela bela estação lisboeta nomeada como Oriente e desenhada pelo arquitecto Santiago Calatrava, um valenciano ainda por cima!).

    E porquê, perguntarás? Parece simples, né?

    A verdade é que as coisas mudaram um bocado desde 1578, reis, a dinastia Filipina já era, a União Ibérica também, os Bourbons usurparem por aí a coroa aos carlistas, a América Espanhola já era e estilhaçou-se, os States paparam as Filipinas e a ilha de Cuba, o Johan Cruijff morreu, as lindinhas holandesas que antigamente rivali e liberalizavam com as suecas agora fazem parte dos manuais ilustrados da série Mundo de Aventuras Desde Que Politicamente Correctas e são brandidas pelas espadas empunhadas pelo mulherio que quer criminalizar essa instituição ibérica chamada piropo (coisas do BE, por aqui) e, portanto, percebe-se assim que o melhorzinho que os holandeses têm para rifar nesta cena que é a União Europeia é um bronco impronunciável de nome Jeroen Dijsselbloem. Mais, e vê lá como as coisas mudaram: depois dos Bascos, chegaram os nacionalistas Galegos que querem ser independentes depois de produzirem uma série de gajos notáveis em España ao longo do século XX (desde o Francisco Franco ao Mariano Rajoy foi vingança ou vocês estão embruxados, ou quê?!) e parece quererem espiar os seus pecados (certo?) e, até, os referendados bacanos da Catalunya querem deixar o Reino de España e os tipos de Aragão e Castela sei lá se para imitarem o Josep Guardiola…

    _____

    Voltando à geografia do Desejado, saía através do aeroporto de Rabat em classe executiva da Royal Air Maroc e desembarcaria morenaço (ops, azar o dele ter-se bronzeado e lembrado de querer viajar incógnito no pós-11 de Setembro!), porque, presumo-presumo-presumo-presumo, não escaparia ao olhar atento dos tipos do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras no controle dos passaportes do aeroporto da Portela.

    No pior dos casos, voltaria para o Reino dos berberes onde tribalizava ou nomadizava; no melhor, passaria outros 439 anos a ouvir as ondas do mar do Atlântico ou assim numa qualquer prisão da Baía de Guantánamo (ah, o Fidel que morreu há umas semanas mandou os yankees darem uma volta e ficou-lhes com grande parte daquela “vossa” ilha caribenha!).

  15. Coitado daquele pai… gerou um comuna que deixou o país num estado de miséria incomensurável….ah!

  16. Caro vocálico, ( ainda que gosto de vogalista)
    Nesta cantiga o desafio a o modo do minho ou da “regueifa galega”, eu provoquei-te, e recibi uma boa resposta, de um texto com jeito, brinchalhão , mordaz, inteligênte . Como qualquer bom galego. Obrigado.
    Aliás falta massa. Paresce uma sementeira à solta. Não sei muito bem o que devo contestar, além de fazer os cumprimentos.
    Embora como estamos de celebração de anos, aquí no aspirina, nossa santa casa comúm e barca de navegação, acho devemos evitar o azedume sem proibir a chacota e a mofa entre nós, pois um pouco de humildade ajuda nos caminhinhos da vida. Tal vez por consideração a navegação e o patrão da barca devemos dar un jeitinho.
    Não obstante o sucesso está garantido. Pois é?. Tanto para o provocador como para o provocado.
    E como as comidas pesadas há que digeri-las devagar, vou dar resposta, noutro momento, os seus desabafos cómico- históricos , totum-revolutum. Com a esperança de que algum druida céltico , ou se calhar o desejado, me iluminarem e assim esclarecer o vosso meta-linguagem.

  17. éstrampa, larga as pedrinhas e deixa o homenzarrão que ele é hetero.

    Queijinho e vinho da talhinhaa sugiro, gostas da sopinha no fim é?

  18. éstrampa, larga as pedrinhas e deixa o homenzarrão que ele é hetero.

    Queijinho e vinhinho da talhinha sugiro, gostas da sopinha no fim é?
    E chá ou cafézinho? Com ou sem cheirinho?
    Ou com bolinhos?

  19. yo, o Fidel surgiu-me mesmo no fim por causa de Guantánamo e quase que me lixou o comentário (mas tinha lógica voltar quase à casa de partida). E, em função do que tinha sido dito, teria de ir acabar naquela prisão Bushiana da ilha de Cuba, até porque nem o Obama conseguiu acabar com ela e com o Trumpismo espera-se o pior, além de que Abu Ghraib não deixou de ser um local de tortura “passageiro” para os gajos apanhados na rede do pós-11 de Setembro. Gajos que, quase na sua maioria, conseguiram sair de lá meio-vivos ou meio-mortos. E sim, o pai Ángel Castro y Argiz nasceu na Galiza.

    Mas a ideia de um D. Sebastião bronzeado por 349 anos de banhos de sol detido pelo SEF no aeroporto da Portela tem pernas para andar, tem mesmo.

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    معركة الملوك الثلاث, esmiuçado.

    https://ar-ar.facebook.com/AltarykhWAlhdart/posts/683896308319443 (não pesquei nada, óbvio).

    ou seja, aparentemente, quer dizer:

    https://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Alc%C3%A1cer-Quibir

  20. reis da Galiza, veniando e sublinhando e veniando agradecido novamente.

    ______

    Entretanto, não terá sido aqui que li a suposta crónica ou poema sarcástico (?) sobre o Imperador maldito que bafeja a partir de Castela, porque não navego necessariamente nas águas medievais ou tardo-medievais, mas, como a ideia é recorrente na história da cultura portuguesa, pode ter sido fixada, posteriormente, a partir da literatura de tradição oral ou popular.

    E aqui a teria eu apanhado, eventualmente.

    Da História Compostelana à Primeira Crónica Portuguesa:
    O discurso historiográfico sobre a formação do reino de Portugal

    António Resende de Oliveira
    (Universidade de Coimbra)

    José Carlos Ribeiro Miranda
    (Universidade do Porto)

    https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/76036/2/93362.pdf

    e

    Na Génese da Primeira Crónica Portuguesa

    José Carlos Miranda
    Universidade do Porto / Faculdade de Letras
    mirandajcr@gmail.com

    http://www2.fcsh.unl.pt/iem/medievalista/MEDIEVALISTA6/medievalista-miranda.htm

  21. Tás a precisar de uma coça…tás,tás, apanhaste o jeito ao ignoncio…vá, vai lamber o pratinho da D. penélope e guardas os biscoitinhos para quando vier mais uma bordoada valupina..ficas mais confortadinho ….

  22. Com o trumpismo espera-se o pior?! Caramba, o homem devia mandar essa comunhalhada edificar no deserto…vestidos de vermelho…com os chupilistas a servir de trolhas…

  23. éstrampa, larga o Sóbebo Água Gaseificada que ele também é hetero e ali não te safas.

  24. cházinho de papoilas…hum?Exagerou, hum? è só pedrada…vai uma sopinha de letras gazeada, vai? Hum?

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