10 thoughts on “A nossa notícia do dia”

  1. Deveria comentar nos posts ali ao lado, mas esta dita também tem várias siglas (RPA ou será RA? e PCP) e escreve-se assim Avante! por extenso. Não é a notícia de hoje mas é a do dia de ontem, e é completamente brilhante!

    Tribunal angolano dita sentença

    […]
    «Face à instrumentalização deste processo em Portugal, o PCP, reafirmando a defesa do direito de opinião e manifestação e dos direitos políticos, económicos e sociais em geral, tem sublinhado a importância do respeito pelasoberania da República de Angola, do direito do seu povo a decidir – livre de pressões e ingerências externas – o seu presente e futuro, incluindo da escolha do caminho para a superação dos reais problemas de Angola e a realização dos seus legítimos anseios.

    Reiterando a defesa dos direitos e garantias dos cidadãos angolanos – e não se pronunciando sobre as motivações dos cidadãos angolanos envolvidos neste processo, nem sobre a forma como as autoridades angolanas intervieram no decurso deste –, o PCP tem igualmente reiterado que cabe às autoridades judiciais angolanas o tratamento deste ou de outros processos que recaiam no seu âmbito, no quadro do normal funcionamento das suas instituições e de acordo com a sua ordem jurídico-constitucional.

    Neste sentido, e não esquecendo a longa guerra de subversão e agressão externa que foi imposta ao povo angolano e que tantos sofrimentos e destruição causou, o PCP tem sublinhado que não acompanha campanhas que, procurando envolver cidadãos angolanos em nome de uma legítima intervenção cívica e política, visam efectivamente pôr em causa o normal funcionamento das instituições angolanas e desestabilizar de novo a República de Angola, com a invocação de argumentos e pretextos já utilizados para justificar a ingerência externa exercida sobre outros países, nomeadamente no continente africano.

    Aqui, escrito por alguém que vive numa cave mal iluminada:
    http://www.avante.pt/pt/2209/internacional/139764/

  2. Eric

    Se calhar o PCP tem razão.
    Quem tem de lutar pela Democracia em Angola é o Povo angolano. Ninguém o poderá fazer na vez deles e em nome deles. As ingerências externas costumam dar merda.

    Se há tantos e tão corajosos activistas portugueses a militar na causa dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos podem sempre dedicar-se a essa nobre luta no SEU PRÓPRIO PAÍS que é coisa que NÂO FAZEM. Preferem enfiar a cabeça na areia como as avestruzes e ficam assim sem qualquer moral para andar a pregar aos outros.

    PS: O Iraque estava melhor com o Saddam e a Líbia com o Kadaffi do que agora com as “Democracias” que a Europa tão nobremente lutou para lhes impingir.
    Pode ser que seja nisso que está a pensar quem escreveu esse texto do Avante.

  3. Só que, Jasmin das 18:18:
    O que dizes tu é acertado. Mas o PCP, no texto acima, não diz aquilo que tu dizes. Diz outra coisa diferente.
    Donde, não podes dizer, nem sugerir, que “se calhar o PCP tem razão”. Porque a não tem. O que o PCP pretende é passar pelos pingos da chuva sem se molhar. Em casos, pega!
    Sobre o post de Valupi:
    “arte no tempo”? persistência? resistência? resiliência? dever de cidadania? todas juntas? É!

  4. Jasmim, que sabes tu sobre o que os defensores dos direitos humanos com bilhete de identidade e/ou passaporte portugueses fazem ou deixam de fazer?

    Olhando para ti, no Aspirina B. O que é que se valoriza mais: os teus obsessivos comentários sobre o “caso” José Sócrates/CM ou PGR ou super-TIC ou o PS de António Costa ou o PCP ou ou ou e ou ou ou e, agora, sobre o Brasil de não se sabe muito bem de quem, ou este singelo comentário sobre o julgamento do caso dos 15+2 em Angola? Em que, mais uma vez, pretendes levantar a poeira (tu que fazes parte das/os corajosas/os que aqui há dias eu apontei no Aspirina B como jogando uma batalha naval que nem se consegue perceber muito bem sobre o que é e que, pelo menos para ti, possui qualquer coisa de juvenil) para ninguém que vier a seguir entender sobre o que está a falar?

    Resposta, rápida: o caso dos 15+2 em Angola, porque para ti os direitos humanos não fazem parte da nossa “essência” mas são uma coisa geograficamente próxima ou distante consoante as tuas paixões e os teus interesses (distantes no caso de Angola, que a partir do Cabo da Roca são milhões de hectolitros de água salgada ou de grãos de areia para se chegar a Luanda).

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