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	<title>Comentários em: A avaliação dos professores já começou</title>
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	<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 15:54:42 +0000</pubDate>
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		<title>Por: A. Castanho</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33436</link>
		<dc:creator>A. Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 17:11:48 +0000</pubDate>
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		<description>Ele "caiu"? Ela "traiu"? Ele "fruiu"? Ela "saiu" e ele "distraiu"?...



     Mas eu não caio, não traio, não "fruio", não saio nem distraio...



      E não vou mais esperar pelo Godot, nem pelo Dodot...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ele &#8220;caiu&#8221;? Ela &#8220;traiu&#8221;? Ele &#8220;fruiu&#8221;? Ela &#8220;saiu&#8221; e ele &#8220;distraiu&#8221;?&#8230;</p>
<p>     Mas eu não caio, não traio, não &#8220;fruio&#8221;, não saio nem distraio&#8230;</p>
<p>      E não vou mais esperar pelo Godot, nem pelo Dodot&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33371</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 21:02:20 +0000</pubDate>
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		<description>:-)))</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>:-)))</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Godot</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33370</link>
		<dc:creator>Godot</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 20:21:09 +0000</pubDate>
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		<description>Todos podemos cair. Depende do dia, da hora e do grau de alcoolemia. A menos que nos chamemos Edite Estrela, porque, nesse caso, jamais cairemos (?).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Todos podemos cair. Depende do dia, da hora e do grau de alcoolemia. A menos que nos chamemos Edite Estrela, porque, nesse caso, jamais cairemos (?).</p>
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		<title>Por: A. Castanho</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33366</link>
		<dc:creator>A. Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 17:36:28 +0000</pubDate>
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		<description>Nós... caíramos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nós&#8230; caíramos?</p>
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		<title>Por: A. Castanho</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33365</link>
		<dc:creator>A. Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 17:35:36 +0000</pubDate>
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		<description>Godot:


            eu cai? ou caí?


            E tu, caiste, ou caís-te?


    Fico à espera de respostas, Godot. Essenciais e muito básicas...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Godot:</p>
<p>            eu cai? ou caí?</p>
<p>            E tu, caiste, ou caís-te?</p>
<p>    Fico à espera de respostas, Godot. Essenciais e muito básicas&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A. Castanho</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33364</link>
		<dc:creator>A. Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 17:33:50 +0000</pubDate>
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		<description>.











        PUM!...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>.</p>
<p>        PUM!&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: A. Castanho</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33363</link>
		<dc:creator>A. Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 17:33:02 +0000</pubDate>
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		<description>Pam?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pam?</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33352</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 00:43:15 +0000</pubDate>
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		<description>pim</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>pim</p>
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	<item>
		<title>Por: Godot</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33345</link>
		<dc:creator>Godot</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 21:41:17 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado, A. Castanho. Mas não se trata, talvez, de "sabedoria", mas apenas de um conhecimento básico e essencial.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado, A. Castanho. Mas não se trata, talvez, de &#8220;sabedoria&#8221;, mas apenas de um conhecimento básico e essencial.</p>
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	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33341</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 18:37:47 +0000</pubDate>
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		<description>já agora, creio que a inflacção sobe porque o BCE diz que sobe, e empurra a subida, porque senão qual é a lógica de que quando as pessoas têm menos dinheiro e consomem menos e a procura desce, os preços subam?

http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=/main.asp?dt=20080401&#38;sid=12965136&#38;id=12965136</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>já agora, creio que a inflacção sobe porque o BCE diz que sobe, e empurra a subida, porque senão qual é a lógica de que quando as pessoas têm menos dinheiro e consomem menos e a procura desce, os preços subam?</p>
<p><a href="http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=/main.asp?dt=20080401&amp;sid=12965136&amp;id=12965136" rel="nofollow">http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=/main.asp?dt=20080401&amp;sid=12965136&amp;id=12965136</a></p>
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		<title>Por: A. Castanho</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33340</link>
		<dc:creator>A. Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 18:37:01 +0000</pubDate>
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		<description>Bravo, Godot, estávamos mesmo à tua espera, e à espera da tua sabedoria, para passarmos todos a escrever "caiu" em vez de "CAÍU"...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bravo, Godot, estávamos mesmo à tua espera, e à espera da tua sabedoria, para passarmos todos a escrever &#8220;caiu&#8221; em vez de &#8220;CAÍU&#8221;&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: A. Castanho</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33339</link>
		<dc:creator>A. Castanho</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 18:34:26 +0000</pubDate>
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		<description>Quando Sua Excelência o Senhor Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas portuguesas publicamente se declara "chocado" com as cenas filmadas no Carolina, é caso para dizer mas como se sentirão então, todos os dias, os nossos polícias, os guardas-prisionais, os bombeiros, os médicos, os enfermeiros, os próprios professores deste País...


         Lamentável...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando Sua Excelência o Senhor Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas portuguesas publicamente se declara &#8220;chocado&#8221; com as cenas filmadas no Carolina, é caso para dizer mas como se sentirão então, todos os dias, os nossos polícias, os guardas-prisionais, os bombeiros, os médicos, os enfermeiros, os próprios professores deste País&#8230;</p>
<p>         Lamentável&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33326</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 16:49:11 +0000</pubDate>
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		<description>já agora um grafitti: não está mau para todos,

http://dn.sapo.pt/2008/04/01/economia/bancos_pagaram_apenas_136_irc_ano_pa.html</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>já agora um grafitti: não está mau para todos,</p>
<p><a href="http://dn.sapo.pt/2008/04/01/economia/bancos_pagaram_apenas_136_irc_ano_pa.html" rel="nofollow">http://dn.sapo.pt/2008/04/01/economia/bancos_pagaram_apenas_136_irc_ano_pa.html</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33305</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 12:03:39 +0000</pubDate>
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		<description>aquilo ali em cima está bem rematado pelo Valupi, não mexo

então e a paisagem Susana?

essa é uma conversa bem mais bonita, eu descobri aqui que a grande força oculta que contrariava o óbvio do sagrado da paisagem pagã era a igreja católica - junto com os interesses imobiliários, mas esses já se sabia -  como faz todo o sentido, aliás, Varreram tudo com topónimos católicos para tentar apagar a marca pagã, apropriação de território físico e mental</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>aquilo ali em cima está bem rematado pelo Valupi, não mexo</p>
<p>então e a paisagem Susana?</p>
<p>essa é uma conversa bem mais bonita, eu descobri aqui que a grande força oculta que contrariava o óbvio do sagrado da paisagem pagã era a igreja católica - junto com os interesses imobiliários, mas esses já se sabia -  como faz todo o sentido, aliás, Varreram tudo com topónimos católicos para tentar apagar a marca pagã, apropriação de território físico e mental</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33290</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 01:10:09 +0000</pubDate>
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		<description>sim, autoridade não é empatia. mas a empatia permite a comunicação e a comunicação é um veículo que permite a compreensão das regras e o respeito pelo outro. não impede, é claro, os casos maiores de indisciplina e para esses deve haver as tais medidas: expulsão da aula e outras que se invente.

dos prazos, etc, o que sei é apenas o que me tem sido relatado por amigos professores. será incompleto, admito. baseei-me no que me disseram: que estava previsto desde o início do ano e que se podia ter começado a trabalhar sobre o modelo, enquanto se esperava pela legislação. a percepção é parcial, óbvio, mas o que tem parecido é que não se avançou por desacordo com a avaliação (ou o modelo, noutros casos) e não porque a legislação estava incompleta.

do ME digo o que já tenho dito. a responsabilidade dos professores não é maior que a do ministério. o facto de se criticar situações entre os primeiros não iliba o segundo das suas irresponsabilidades.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>sim, autoridade não é empatia. mas a empatia permite a comunicação e a comunicação é um veículo que permite a compreensão das regras e o respeito pelo outro. não impede, é claro, os casos maiores de indisciplina e para esses deve haver as tais medidas: expulsão da aula e outras que se invente.</p>
<p>dos prazos, etc, o que sei é apenas o que me tem sido relatado por amigos professores. será incompleto, admito. baseei-me no que me disseram: que estava previsto desde o início do ano e que se podia ter começado a trabalhar sobre o modelo, enquanto se esperava pela legislação. a percepção é parcial, óbvio, mas o que tem parecido é que não se avançou por desacordo com a avaliação (ou o modelo, noutros casos) e não porque a legislação estava incompleta.</p>
<p>do ME digo o que já tenho dito. a responsabilidade dos professores não é maior que a do ministério. o facto de se criticar situações entre os primeiros não iliba o segundo das suas irresponsabilidades.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: M</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33286</link>
		<dc:creator>M</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 00:06:33 +0000</pubDate>
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		<description>Duas questões apenas muito rápidas.


&lt;i&gt;as personalidades brandas não são impeditivas de uma afirmação da autoridade. pode-se sempre investir na empatia.&lt;/i&gt;

Não chega. Pode haver empatia, mas autoridade é outra coisa. 



&lt;i&gt;mas se são três meses foi porque nada se fez nos precedentes, a não ser «não fazemos»&lt;/i&gt;

Bom, Susana, não sei a quem estás a apontar o dedo. 

Em Janeiro foi publicado o 2/2008 com o pressuposto de que os parâmetros de avaliação teriam que estar prontos em finais de Fevereiro, aguardando-se legislação que permitisse avançar com o processo. Processo esse que foi adiado porque a legislação adicional não aparecia e o prazo tornou-se inviável. A de 7 de Março ainda estavam a ser publicados mais normativos clarificadores do despacho, não estando cá fora nesta altura toda alegislação prevista. 

Quando dizes que não foi feito o devido nos meses precedentes talvez te refiras ao ME, porque não acredito que não te tenhas apercebido deste vai-vem já que tens uma opinião formada sore o assunto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Duas questões apenas muito rápidas.</p>
<p><i>as personalidades brandas não são impeditivas de uma afirmação da autoridade. pode-se sempre investir na empatia.</i></p>
<p>Não chega. Pode haver empatia, mas autoridade é outra coisa. </p>
<p><i>mas se são três meses foi porque nada se fez nos precedentes, a não ser «não fazemos»</i></p>
<p>Bom, Susana, não sei a quem estás a apontar o dedo. </p>
<p>Em Janeiro foi publicado o 2/2008 com o pressuposto de que os parâmetros de avaliação teriam que estar prontos em finais de Fevereiro, aguardando-se legislação que permitisse avançar com o processo. Processo esse que foi adiado porque a legislação adicional não aparecia e o prazo tornou-se inviável. A de 7 de Março ainda estavam a ser publicados mais normativos clarificadores do despacho, não estando cá fora nesta altura toda alegislação prevista. </p>
<p>Quando dizes que não foi feito o devido nos meses precedentes talvez te refiras ao ME, porque não acredito que não te tenhas apercebido deste vai-vem já que tens uma opinião formada sore o assunto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33284</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 23:21:56 +0000</pubDate>
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		<description>desresponsabilizar os jovens nem pensar. o que falta, precisamente, é uma cultura de responsabilidade. mas desresponsabilizar os adultos menos ainda. desde o princípio desta discussão (e ainda antes, claro, a minha opinião não é de agora) tenho defendido a necessidade de se criarem medidas de sanção. não porque defenda o castigo, mas do mesmo modo que o sistema penal tem um objectivo de dissuasão.
a avaliação correcta dos alunos é outro tópico. e, aqui, se entendo que há directivas do ministério que limitam a percentagem de alunos que pode reprovar, por outro lado aquilo que muitos professores vêm dizer, que os EE protestam quando o seu rebento reprova, não é corroborado pela minha experiência como representante dos EE (bem entendido que esta será muito limitada): pais que consideram mais proveitoso que o seu educando reprove um ano, para recuperar sem planos que as suas dificuldades irão obviar, com a frustração acrescida de estar sempre, e cada vez mais, aquém.

as personalidades brandas não são impeditivas de uma afirmação da autoridade. pode-se sempre investir na empatia.

sobre a avaliação não sei como se pode fazer. mas se são três meses foi porque nada se fez nos precedentes, a não ser «não fazemos». isso dos professores titulares não me surpreende. em qualquer profissão ou percepção há sempre verdadeiras perversões e críticas subjectivas ou até injustas.  na tua, como na minha, como na de toda a gente. não há nenhum cargo, de nenhuma sociedade, que não calhe levar com um erro de casting. claro que um gajo refila, mas nada a fazer. não significa que a figura esteja incorrecta, apenas que há alguma corrupção nos processos e necessidade de ajustes nos critérios. e a injustiça estará sempre aí, para nos lembrar o que é justo. de perto só conheço uma escola secundária e nesta, felizmente, o topo da hierarquia está bem entregue.

tenho achado tudo isto normal, de cada lado. a normalidade, ou o que é de esperar, é que tem altas pontuações no escassómetro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>desresponsabilizar os jovens nem pensar. o que falta, precisamente, é uma cultura de responsabilidade. mas desresponsabilizar os adultos menos ainda. desde o princípio desta discussão (e ainda antes, claro, a minha opinião não é de agora) tenho defendido a necessidade de se criarem medidas de sanção. não porque defenda o castigo, mas do mesmo modo que o sistema penal tem um objectivo de dissuasão.<br />
a avaliação correcta dos alunos é outro tópico. e, aqui, se entendo que há directivas do ministério que limitam a percentagem de alunos que pode reprovar, por outro lado aquilo que muitos professores vêm dizer, que os EE protestam quando o seu rebento reprova, não é corroborado pela minha experiência como representante dos EE (bem entendido que esta será muito limitada): pais que consideram mais proveitoso que o seu educando reprove um ano, para recuperar sem planos que as suas dificuldades irão obviar, com a frustração acrescida de estar sempre, e cada vez mais, aquém.</p>
<p>as personalidades brandas não são impeditivas de uma afirmação da autoridade. pode-se sempre investir na empatia.</p>
<p>sobre a avaliação não sei como se pode fazer. mas se são três meses foi porque nada se fez nos precedentes, a não ser «não fazemos». isso dos professores titulares não me surpreende. em qualquer profissão ou percepção há sempre verdadeiras perversões e críticas subjectivas ou até injustas.  na tua, como na minha, como na de toda a gente. não há nenhum cargo, de nenhuma sociedade, que não calhe levar com um erro de casting. claro que um gajo refila, mas nada a fazer. não significa que a figura esteja incorrecta, apenas que há alguma corrupção nos processos e necessidade de ajustes nos critérios. e a injustiça estará sempre aí, para nos lembrar o que é justo. de perto só conheço uma escola secundária e nesta, felizmente, o topo da hierarquia está bem entregue.</p>
<p>tenho achado tudo isto normal, de cada lado. a normalidade, ou o que é de esperar, é que tem altas pontuações no escassómetro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: M</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33276</link>
		<dc:creator>M</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 22:45:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33276</guid>
		<description>Sim, é verdade, os sindicatos creio que recebem uma percentagem fixa e portanto quanto mais elevado o salário mais os professores pagam. Mesmo assim, não sei se será uma motivação para tanto barulho, pois o que me parece é que à medida que vão subindo na carreira os professores têm tendência a dessindicalizar-se. Logo, não será com os escalões mais elevados que farão negócio. 
Mas ao certo não sei. 

Eu também não faço a mínima ideia de quantos professores não querem ser avaliados. Pelo que tenho ouvido e pelo que os catorze sindicatos afirmam, os professores como classe estão de acordo com a avaliação. Serão muito poucos os que dirão o contrário, quer porque a aceitem como válida, quer porque não considerem oportuno dizer o contrário. Portanto, à falta de dados não me parece razoável utilizar como argumento que um número com algum significado de professores se opõe à avaliação, as adivinhações não fazem ciência. 

Sim, as pessoas transformam-se e a pressão da avaliação pode ajudar a alterar muitas práticas lectivas, mas temperamentos já não me parece. Por muitas técnicas de dinâmica de grupos ou de controle de comportamentos indisciplinados que se aprendam, uma personalidade mais branda, num professor ou em qualquer outra pessoa, não me parece passível de grande alteração. E pode ser um óptimo profissional, com capacidade de agarrar um assunto e o desenvolver na perfeição. Mas é preciso que haja ambiente para isso e parece-me uma inversão de valores to blame on the victim, como diz o Z. Porque uma coisa é ter que se saber lidar com crianças e adolescentes – e ao contrário de ti acho que a maioria sabe, nem que seja pela prática continuada – outra ter que se forçar a ser o que não é porque a outra parte não cumpre aquilo a que está obrigado. 
Há países, como os nórdicos ou os de leste, em que isso nem se questiona. Porque é que aqui se invertem os valores e continuam os eternos paninhos quentes a desresponsabilizar os jovens? Há nesta atitude um baixar de braços e considerar que a educação e os comportamentos assertivos são em Portugal um caso para esquecer. 

Um ano de experimentação e aplicação seria razoável e é o que se pretende. Mas três meses, parece-te viável? E como se faz? Faltam às aulas para assistir às dos colegas? É que nem essa situação básica foi prevista. 

Os professores titulares são quem coordena os departamentos e as disciplinas, mas nem te digo como foram escolhidos para não ficares ainda mais deprimida com a situação da educação. Pode ser que num futuro qualquer o processo venha a corrigir-se, mas parte já tão torto que podes dizer que as escolas não estão nas mãos dos melhores mas sim daqueles a quem calhou ser titular. Foram apanhados na malha os bons e os outros. Todo o discurso da troika é uma treta para sancionar o verdadeiro objectivo. Querem lá saber se foram os altos ou os baixos que acederam a titulares! 

O triunvirato já percebeu há muito que meteu as patas na poça e se atolou. Mas como todos os complexados, são completamente insensatos e incapazes de admitir publicamente que falharam. E assim andam a propor aos sindicatos por debaixo dos panos que, se deixarem cair a não avaliação este ano para os contratados eles, ME, renegociam o Estatuto do Professor. Estatuto esse até hoje fechado e blindado a qualquer troca sequer de palavras. 

Achas isto gente normal?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, é verdade, os sindicatos creio que recebem uma percentagem fixa e portanto quanto mais elevado o salário mais os professores pagam. Mesmo assim, não sei se será uma motivação para tanto barulho, pois o que me parece é que à medida que vão subindo na carreira os professores têm tendência a dessindicalizar-se. Logo, não será com os escalões mais elevados que farão negócio.<br />
Mas ao certo não sei. </p>
<p>Eu também não faço a mínima ideia de quantos professores não querem ser avaliados. Pelo que tenho ouvido e pelo que os catorze sindicatos afirmam, os professores como classe estão de acordo com a avaliação. Serão muito poucos os que dirão o contrário, quer porque a aceitem como válida, quer porque não considerem oportuno dizer o contrário. Portanto, à falta de dados não me parece razoável utilizar como argumento que um número com algum significado de professores se opõe à avaliação, as adivinhações não fazem ciência. </p>
<p>Sim, as pessoas transformam-se e a pressão da avaliação pode ajudar a alterar muitas práticas lectivas, mas temperamentos já não me parece. Por muitas técnicas de dinâmica de grupos ou de controle de comportamentos indisciplinados que se aprendam, uma personalidade mais branda, num professor ou em qualquer outra pessoa, não me parece passível de grande alteração. E pode ser um óptimo profissional, com capacidade de agarrar um assunto e o desenvolver na perfeição. Mas é preciso que haja ambiente para isso e parece-me uma inversão de valores to blame on the victim, como diz o Z. Porque uma coisa é ter que se saber lidar com crianças e adolescentes – e ao contrário de ti acho que a maioria sabe, nem que seja pela prática continuada – outra ter que se forçar a ser o que não é porque a outra parte não cumpre aquilo a que está obrigado.<br />
Há países, como os nórdicos ou os de leste, em que isso nem se questiona. Porque é que aqui se invertem os valores e continuam os eternos paninhos quentes a desresponsabilizar os jovens? Há nesta atitude um baixar de braços e considerar que a educação e os comportamentos assertivos são em Portugal um caso para esquecer. </p>
<p>Um ano de experimentação e aplicação seria razoável e é o que se pretende. Mas três meses, parece-te viável? E como se faz? Faltam às aulas para assistir às dos colegas? É que nem essa situação básica foi prevista. </p>
<p>Os professores titulares são quem coordena os departamentos e as disciplinas, mas nem te digo como foram escolhidos para não ficares ainda mais deprimida com a situação da educação. Pode ser que num futuro qualquer o processo venha a corrigir-se, mas parte já tão torto que podes dizer que as escolas não estão nas mãos dos melhores mas sim daqueles a quem calhou ser titular. Foram apanhados na malha os bons e os outros. Todo o discurso da troika é uma treta para sancionar o verdadeiro objectivo. Querem lá saber se foram os altos ou os baixos que acederam a titulares! </p>
<p>O triunvirato já percebeu há muito que meteu as patas na poça e se atolou. Mas como todos os complexados, são completamente insensatos e incapazes de admitir publicamente que falharam. E assim andam a propor aos sindicatos por debaixo dos panos que, se deixarem cair a não avaliação este ano para os contratados eles, ME, renegociam o Estatuto do Professor. Estatuto esse até hoje fechado e blindado a qualquer troca sequer de palavras. </p>
<p>Achas isto gente normal?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33254</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 20:35:11 +0000</pubDate>
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		<description>mwhatever,
Vou deixar-te a sós com o que estás a escolher fazer. Vou triste, impressionado. Já é mais que não teres sentido de humor. Não tens sentido, de todo. Lamento. 
Passa bem, dirias.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>mwhatever,<br />
Vou deixar-te a sós com o que estás a escolher fazer. Vou triste, impressionado. Já é mais que não teres sentido de humor. Não tens sentido, de todo. Lamento.<br />
Passa bem, dirias.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/valupi/a-avaliacao-dos-professores-ja-comecou/#comment-33252</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 19:31:15 +0000</pubDate>
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		<description>M, certo, não sabemos quantos professores não querem ser avaliados. basta percebermos que alguns não o querem (e isto por uma parcela deles, em peças televisivas, informalmente, etc, o terem manifestado) para que a suposta recusa tenha algum significado. quanto aos números, tens razão e a culpa não é tua porque me expressei mal. com números falava de dinheiro, pois os sindicatos recebem à percentagem sobre o ordenado, ou estou enganada? se a avaliação significar a não progressão, e nisto o mais baixo rendimento, presumo que isto incidirá também sobre o rendimento dos sindicatos.

quanto à &lt;em&gt;alternativa&lt;/em&gt;, completamente de acordo, foi o que disse. se um gestor de uma empresa se queixar dos seus directores, está a reclamar consigo mesmo, pois foi ele quem lhes deu emprego. no entanto a nossa lei dos despedimentos não facilita a rectificação de situações desfavoráveis ao bom funcionamento da empresa, ou do empreendimento, no caso.
discordo de ti quanto ao que dizes sobre as avaliações nada poderem fazer, nesse sentido de não se poder inventar quem não existe. porque as pessoas também se transformam. um bom sistema de avaliação, conjugado com um bom sistema de apreciação e de reestruturação pode procurar formar melhor, ou colocar professores com competências díspares em áreas/escolas que melhor se adequem às mesmas. isto requer gestão de recursos humanos, eventualmente salários discriminados, o que não seria fácil. há ainda a cenoura à frente, que poderia significar melhores salários ou condições de trabalho para quem tenha melhores classificações, como seria justo. numa variação do que dizes há agora muita gente a a ganhar o mesmo por menos trabalho, pois é indiscutível que além das competências há também esforços diferentes.

fixar o corpo docente parece-me essencial, pois só com essa estabilidade se pode construir projectos educativos. como exemplo, a necessidade de numa mesma escola se reunirem os profes de uma mesma área científica para aferirem estratégias e resultados decorrentes, para que os piores possam aprender com os melhores em cada um dos problemas (e atendendo a que os problemas de uns possam até ser os sucessos de outros). coordenação de áreas disciplinares também me parece fundamental, à semelhança do que acontece no superior - suponho que essa seja uma das funções do professor titular?

concordo que o ministério deveria ter definido não só o modelo (enfim, aquela coisa esquisita e tão subjectiva será um modelo?) como os parâmetros e critérios de aplicação, pelo menos para já. depois se esperaria pela resposta e crítica das escolas, com o que se aferiria a variabilidade caso a caso. no entanto um ano lectivo não me parece pouco tempo para pôr a coisa a andar. e respondes-me como se a tal direcção da escola, coordenadores e conselho pedagógico não fossem também colegas. são, não são? nesse caso não terei dito nenhuma aberração quando disse que as objecções são colocadas em relação a membros da sua própria classe.



valupi, sei. mas há pontos em que é imperativo melhorar com alguma urgência e um deles é o relativo à avaliação, precisamente. outro problema é alargar as costas dos professores para sacudir a água que também se infiltra em capote próprio. se é verdade que há um elemento de corporativismo que tenta impedir a transformação, então do outro lado da corda não devem oferecer (bons) argumentos para a resistência.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>M, certo, não sabemos quantos professores não querem ser avaliados. basta percebermos que alguns não o querem (e isto por uma parcela deles, em peças televisivas, informalmente, etc, o terem manifestado) para que a suposta recusa tenha algum significado. quanto aos números, tens razão e a culpa não é tua porque me expressei mal. com números falava de dinheiro, pois os sindicatos recebem à percentagem sobre o ordenado, ou estou enganada? se a avaliação significar a não progressão, e nisto o mais baixo rendimento, presumo que isto incidirá também sobre o rendimento dos sindicatos.</p>
<p>quanto à <em>alternativa</em>, completamente de acordo, foi o que disse. se um gestor de uma empresa se queixar dos seus directores, está a reclamar consigo mesmo, pois foi ele quem lhes deu emprego. no entanto a nossa lei dos despedimentos não facilita a rectificação de situações desfavoráveis ao bom funcionamento da empresa, ou do empreendimento, no caso.<br />
discordo de ti quanto ao que dizes sobre as avaliações nada poderem fazer, nesse sentido de não se poder inventar quem não existe. porque as pessoas também se transformam. um bom sistema de avaliação, conjugado com um bom sistema de apreciação e de reestruturação pode procurar formar melhor, ou colocar professores com competências díspares em áreas/escolas que melhor se adequem às mesmas. isto requer gestão de recursos humanos, eventualmente salários discriminados, o que não seria fácil. há ainda a cenoura à frente, que poderia significar melhores salários ou condições de trabalho para quem tenha melhores classificações, como seria justo. numa variação do que dizes há agora muita gente a a ganhar o mesmo por menos trabalho, pois é indiscutível que além das competências há também esforços diferentes.</p>
<p>fixar o corpo docente parece-me essencial, pois só com essa estabilidade se pode construir projectos educativos. como exemplo, a necessidade de numa mesma escola se reunirem os profes de uma mesma área científica para aferirem estratégias e resultados decorrentes, para que os piores possam aprender com os melhores em cada um dos problemas (e atendendo a que os problemas de uns possam até ser os sucessos de outros). coordenação de áreas disciplinares também me parece fundamental, à semelhança do que acontece no superior - suponho que essa seja uma das funções do professor titular?</p>
<p>concordo que o ministério deveria ter definido não só o modelo (enfim, aquela coisa esquisita e tão subjectiva será um modelo?) como os parâmetros e critérios de aplicação, pelo menos para já. depois se esperaria pela resposta e crítica das escolas, com o que se aferiria a variabilidade caso a caso. no entanto um ano lectivo não me parece pouco tempo para pôr a coisa a andar. e respondes-me como se a tal direcção da escola, coordenadores e conselho pedagógico não fossem também colegas. são, não são? nesse caso não terei dito nenhuma aberração quando disse que as objecções são colocadas em relação a membros da sua própria classe.</p>
<p>valupi, sei. mas há pontos em que é imperativo melhorar com alguma urgência e um deles é o relativo à avaliação, precisamente. outro problema é alargar as costas dos professores para sacudir a água que também se infiltra em capote próprio. se é verdade que há um elemento de corporativismo que tenta impedir a transformação, então do outro lado da corda não devem oferecer (bons) argumentos para a resistência.</p>
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