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	<title>Comentários em: purpurinas científicas</title>
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	<pubDate>Sat, 30 Aug 2008 02:52:12 +0000</pubDate>
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		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/susana/purpurinas-cientificas/#comment-33938</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 17:26:37 +0000</pubDate>
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		<description>daniel, o que contas lembra outra coisa: essas são as idades ideais para a promoção do encontro entre gerações. em que a curiosidade está no máximo e o preconceito no mínimo. encontro precioso, porque lhes dá a noção de História, além do fascínio das histórias. e já reparaste que mostram, eles, um interesse bem maior por aquilo que foi o passado dos avós do que essas idades exibem relativamente ao universo das crianças?

emiele, o conselho é delicioso, sim. era-nos dado no contexto escolar, no pressuposto de que uma tentativa inventiva poderia conter algum acerto, ou pelo menos revelar a capacidade de procurar.

sem-se-ver, e se os há - ou quase, pois talvez haja brancas sem espaços completamente vazados. o branco sempre é alguma coisa, nem que seja uma espera.

dina, o teu prazer e os teus relatos são sempre uma frescura sadia.

valupi, faz todo o sentido: não te esqueças do relevo dado à protecção ambiental...

z, um óbito com vida eterna e um renascimento. sobre darwin deve ser dito que deveríamos distribuir os louros entre ele e wallace, no que toca à descoberta da selecção natural. o primeiro documento científico sobre o assunto era, aliás, em co-autoria. o próprio darwin respondia que ao dizer-se darwinismo poderia bem dizer-se também wallacismo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>daniel, o que contas lembra outra coisa: essas são as idades ideais para a promoção do encontro entre gerações. em que a curiosidade está no máximo e o preconceito no mínimo. encontro precioso, porque lhes dá a noção de História, além do fascínio das histórias. e já reparaste que mostram, eles, um interesse bem maior por aquilo que foi o passado dos avós do que essas idades exibem relativamente ao universo das crianças?</p>
<p>emiele, o conselho é delicioso, sim. era-nos dado no contexto escolar, no pressuposto de que uma tentativa inventiva poderia conter algum acerto, ou pelo menos revelar a capacidade de procurar.</p>
<p>sem-se-ver, e se os há - ou quase, pois talvez haja brancas sem espaços completamente vazados. o branco sempre é alguma coisa, nem que seja uma espera.</p>
<p>dina, o teu prazer e os teus relatos são sempre uma frescura sadia.</p>
<p>valupi, faz todo o sentido: não te esqueças do relevo dado à protecção ambiental&#8230;</p>
<p>z, um óbito com vida eterna e um renascimento. sobre darwin deve ser dito que deveríamos distribuir os louros entre ele e wallace, no que toca à descoberta da selecção natural. o primeiro documento científico sobre o assunto era, aliás, em co-autoria. o próprio darwin respondia que ao dizer-se darwinismo poderia bem dizer-se também wallacismo.</p>
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		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/susana/purpurinas-cientificas/#comment-33926</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 11:31:39 +0000</pubDate>
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		<description>original,

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=44&#38;id_news=328477</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>original,</p>
<p><a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=44&amp;id_news=328477" rel="nofollow">http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=44&amp;id_news=328477</a></p>
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	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/susana/purpurinas-cientificas/#comment-33925</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 10:58:02 +0000</pubDate>
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		<description>caos meticuloso,

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=60&#38;id_news=328415</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>caos meticuloso,</p>
<p><a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=60&amp;id_news=328415" rel="nofollow">http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=60&amp;id_news=328415</a></p>
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		<title>Por: Valupi</title>
		<link>http://aspirinab.com/susana/purpurinas-cientificas/#comment-33923</link>
		<dc:creator>Valupi</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 10:02:51 +0000</pubDate>
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		<description>Uma camada do outono espessa é parte integrante da minha ecologia interior. Como é que os putos já andam a discutir isto nas escolas?...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma camada do outono espessa é parte integrante da minha ecologia interior. Como é que os putos já andam a discutir isto nas escolas?&#8230;</p>
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		<title>Por: dina</title>
		<link>http://aspirinab.com/susana/purpurinas-cientificas/#comment-33922</link>
		<dc:creator>dina</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 08:32:09 +0000</pubDate>
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		<description>Também adoro o momento da pergunta porque eles adoram esse momento de experimentar perguntar. Não estão sempre incomodados em passar para o momento da resposta mas em ver como são as perguntas dos outros, ver se têm as mesmas perguntas dos outros, fazer perguntas e ver como os outros reajem a estas. 

E gosto do lançar para inventar soluções, respostas. Mas também gosto muito de marcar os momentos em que não se sabe. às vezes um menino depois de pensar responde: "não sei." e eu digo: "boa, é dificil saber que não se sabe". A primeira vez que faço isso eles ficam espantados. Não há momentos não sei nas escolas (!?!? como é possivel). Esses momentos são do privado, do silencioso. 

E acima de tudo: adoro visitas às escolas: sabes que as há, que outros vivem que eles adoram ter visitas. Sim: viva as visitas às escolas!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também adoro o momento da pergunta porque eles adoram esse momento de experimentar perguntar. Não estão sempre incomodados em passar para o momento da resposta mas em ver como são as perguntas dos outros, ver se têm as mesmas perguntas dos outros, fazer perguntas e ver como os outros reajem a estas. </p>
<p>E gosto do lançar para inventar soluções, respostas. Mas também gosto muito de marcar os momentos em que não se sabe. às vezes um menino depois de pensar responde: &#8220;não sei.&#8221; e eu digo: &#8220;boa, é dificil saber que não se sabe&#8221;. A primeira vez que faço isso eles ficam espantados. Não há momentos não sei nas escolas (!?!? como é possivel). Esses momentos são do privado, do silencioso. </p>
<p>E acima de tudo: adoro visitas às escolas: sabes que as há, que outros vivem que eles adoram ter visitas. Sim: viva as visitas às escolas!</p>
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		<title>Por: sem-se-ver</title>
		<link>http://aspirinab.com/susana/purpurinas-cientificas/#comment-33921</link>
		<dc:creator>sem-se-ver</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 08:18:05 +0000</pubDate>
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		<description>é o que eu digo sempre... aos meus alunos! (lol)

espaços em branco? só se estivermos perante seres abúlicos...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>é o que eu digo sempre&#8230; aos meus alunos! (lol)</p>
<p>espaços em branco? só se estivermos perante seres abúlicos&#8230;</p>
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		<title>Por: Emiéle</title>
		<link>http://aspirinab.com/susana/purpurinas-cientificas/#comment-33920</link>
		<dc:creator>Emiéle</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2008 07:51:57 +0000</pubDate>
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		<description>Magnífico, Susana.
E, adorei o conselho da tua mãe!!! O oposto ao politicamente correcto. Que maravilha!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Magnífico, Susana.<br />
E, adorei o conselho da tua mãe!!! O oposto ao politicamente correcto. Que maravilha!</p>
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		<title>Por: Gafanha das Tenazes</title>
		<link>http://aspirinab.com/susana/purpurinas-cientificas/#comment-33913</link>
		<dc:creator>Gafanha das Tenazes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 19:45:03 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;Daniel Oliveira (a este falta-lhe um Carvalho pelo meio)...&lt;/strong&gt;

De o ARRAST&#195;O &#34;&#34; O autor deste blogue (de sua gra&#231;a Daniel Jo&#227;o Figueiredo...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Daniel Oliveira (a este falta-lhe um Carvalho pelo meio)&#8230;</strong></p>
<p>De o ARRAST&Atilde;O &quot;&quot; O autor deste blogue (de sua gra&ccedil;a Daniel Jo&atilde;o Figueiredo&#8230;</p>
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		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/susana/purpurinas-cientificas/#comment-33912</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 17:17:18 +0000</pubDate>
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		<description>Susana
Esta tarde passei uma hora inesperadamente deliciosa com crianças da pré-primária e do 1º ciclo. Uma educadora de infância convidara-me para ir lá, a um lugarinho chamado Ribeira Funda, que passa por ser dos mais problemáticos da ilha. E é-o, de facto, pois o conheço muito bem. Nunca imaginei que pudesse ter quarenta e tal crianças daquelas idades, durante uma hora em silêncio absoluto, ou fazendo perguntas espontâneas cheias de sentido. Como se maravilharam a ouvir falar dos brinquedos e brincadeiras de antigamente, das viagens entre as ilhas no limite do risco em pequenos barcos, e, maravilha das maravilhas, o "quadro" (foi assim que lhe chamaram) pequenino que lhes mostrei, a velha ardósia, que dizíamos "pedra", e que valia por todos os cadernos e sebentas deste mundo. Ou aquelas professoras (elas mesmas interessadas em histórias que não são do seu tempo) têm feito milagres, ou nós é que não nos apercebemos de que eles estão à nossa disposição, seja na camada do ozono ou do outono. Tanto faz.
Bonito, meu Lírio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Susana<br />
Esta tarde passei uma hora inesperadamente deliciosa com crianças da pré-primária e do 1º ciclo. Uma educadora de infância convidara-me para ir lá, a um lugarinho chamado Ribeira Funda, que passa por ser dos mais problemáticos da ilha. E é-o, de facto, pois o conheço muito bem. Nunca imaginei que pudesse ter quarenta e tal crianças daquelas idades, durante uma hora em silêncio absoluto, ou fazendo perguntas espontâneas cheias de sentido. Como se maravilharam a ouvir falar dos brinquedos e brincadeiras de antigamente, das viagens entre as ilhas no limite do risco em pequenos barcos, e, maravilha das maravilhas, o &#8220;quadro&#8221; (foi assim que lhe chamaram) pequenino que lhes mostrei, a velha ardósia, que dizíamos &#8220;pedra&#8221;, e que valia por todos os cadernos e sebentas deste mundo. Ou aquelas professoras (elas mesmas interessadas em histórias que não são do seu tempo) têm feito milagres, ou nós é que não nos apercebemos de que eles estão à nossa disposição, seja na camada do ozono ou do outono. Tanto faz.<br />
Bonito, meu Lírio.</p>
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