Um director com zero valor acrescentado

Paulo Baldaia, no seu esplendor habitual, falsamente preocupado com a suposta duplicação de tarefas de Mário Centeno e com a falta que fará ao país, caso seja eleito presidente do Eurogrupo, exprime hoje a sua inútil opinião nos termos que poderão ler aqui:

Ministro cá e presidente lá

 

Contraponha-se a esta a perspectiva de Rui Tavares, um poço de bom senso nos dias que correm:

 

CENTENO NO EUROGRUPO: CUSTARÁ ASSIM TANTO A ADMITIR O ÓBVIO?

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