Irreal! “God” digo eu

Como descrever isto? Trump não tem descrição possível. Um multimilionário rodeado de ouro discursando como se fosse um pregador pé-descalço no sertão brasileiro do século XIX. Vivemos tempos extraordinários, de facto. Penso que ainda não acreditamos em nada do que diz, olhamos para o Mike Pence e desejamos que tenha algum senso, mas receio que façamos mal. O que vai acontecer, céus?

Mas respiremos fundo. A cerimónia. Esta cerimónia, com aqueles padres, aqueles coros, aqueles mórmons, as leituras da Bíblia, recuámos quantos anos? Setenta?

15 comentários a “Irreal! “God” digo eu”

  1. aquilo não foi discurso, foi bate punho tedx, uma manifestação populista dum arrogante maldisposto com a sua mediocridade que pretendeu insultar a superioridade do antecessor. espero que não tenha conseguido decorar os códigos do nuclear.

  2. Aquilo não é só populismo e ted’s, isso é não o levar s sério. A ameaça é bem real.
    Acaba de decretar o dia nacional do patriotismo, ainda ha dúvidas?

  3. Os discursos de Hitler com a sua demagogia descarada nada deixavam a dever a este sujeitinho que dá pelo nome de Trump! Esperemos que não consiga arrastar atrás de si os americanos à semelhança do que Hitler conseguiu com os alemães. E não se diga que os tempos são outros, porque os atuais cada vez mais se assemelham aos desse passado que julgávamos enterrado fundo na História!

  4. Se tens saudades do Joaquim Camacho e do Lucas Galuxo, Penélope, julgo saber que ambos andaram aqui há tempos pelos Estados Unidos como espiões ao serviço do Vladimir Putin. Não espanta, pois, que só eles estivessem na posse dos resultados finais (coisas do KGB, ó inocentes!) e prepararam há tempos a tomada de posse do Donald Trump.

    Eis a prova, enquanto o Kamacho observa garbosamente o fanico do GaluXXX:
    http://www.snopes.com/wordpress/wp-content/uploads/2016/05/Screen-Shot-2016-05-26-at-7.24.19-AM.png

    A emoção foi demais!!

  5. O que não vai acontecer são muitas das promessas ( populismo demagógico) tais como o retorno da América tal como ela era até aos anos setenta, com as suas gigantescas fábricas, Indústria e milhões de postos de trabalho, porque, claro, a evolução tecnologica e a globalização/deslocalização, ditou o fim desse tempo, mas o que pode acontecer, é que muito pode ser feito no âmbito do proteccionismo/isolacionismo/unilateralismo, para prejudicar terceiros e criar conflitos internacionais . Estes podem ir desde a ” guerra económica ” até à guerra aberta entre estados .
    Daí, o aparecimento na cena, de ” Trump ” que não pode deixar de ser notado como uma abreviatura de trumpet, em português trumpeta ou trompeta, uma alusão bem calhada às famosas trompetas, do Apocalipse .

  6. Para gerir um cu IRREAL como o desta lúmpen pacóvia wack-a-doodle douchebag também não era preciso melhor, ela queria o quê? Um discurso capitulado, articulado com sujeito e predicado, com classificação perspectiva e narrativa, fabricado e truncado do original por uma seita aventalinha de “bons mordomos” do direito, isso temos nós por cá à mão cheia para que os donos disto tudo se revezem sempre que algum cai em (des)graça ou sem graça nenhuma. Filha agora já vais poder comprar o teu Mercedes ou a tua Porscheta de sonho a preço da uva mijona mas vais ter de vender o cu ao diabo, coisa que para ti é coisa fácil, é só virares o boneco do avesso.

  7. que nojo de homem – e que nojo de mulher por estar com aquele homem. que ironia – o casal mais piroso do mundo, e mais nojento, é também o mais poderoso. isto é a prova mais provada de que o poder é mesmo uma escalada irracional de nojo.

  8. é claro que a esquerda paralítica portuguesa receia que um Trump apareça e a pontapeie. Chega tudo tarde a Portugal, mas chega, e quando chegar veremos os “catarinos” e os “costalhos” a desandar.

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