Como se fosse possível nada fazer

Começamos a ler opiniões sobre o que se passa nos Estados Unidos que se inclinam na seguinte direcção: protestar contra as medidas de Trump e as suas “executive orders” é contraproducente, é o que ele e o seu “staff” desejam e é totalmente ineficaz. E diz-se que é o que “desejam” porque os protestos são por eles (os da máquina do Trump) considerados um escape para o choque e as tensões provocados pela nova administração, um escape capaz de fornecer bem-estar aos participantes pelo cumprimento de um dever de consciência. No final, regressam a casa e ao trabalho e tudo se acalma. É um desejo com possibilidades de se realizar, de facto.

Este artigo (“The immigration ban is a headfake”), que se enquadra nessa perspectiva, aventa uma teoria ainda mais sofisticada: que a proibição de entrada no país a cidadãos de determinados países muçulmanos decretada por Trump serve para duas coisas. Primeira, testar os limites da obediência dos serviços; segunda, distrair as atenções de medidas muito mais graves que estão a ser tomadas, como a nomeação de Steve Bannon, o fascista e supremacista branco, para o NSC.

Também o jornalista comunista Pedro Tadeu, no DN de hoje, diz que os protestos não são maneira de combater o Trump. Que tal exige paciência e tempo.

Tudo isto pode ser verdade. Mas estas opiniões não deixam de ser derrotistas e imobilistas. No caso do Pedro Tadeu, a sua teoria de que o que Trump disse em campanha foi o que a maioria dos americanos sente e continua a sentir e a apoiar (fica subentendido que por ser verdade), e que por isso há que ter em conta e respeito(?) pela base de sustentação do novo presidente, parte de um princípio não atendível: o de que o retrato de declínio, má governação, pobreza e desemprego traçado sobre a América corresponde aos dados mensuráveis e observáveis. E de que as medidas por ele propostas e agora postas em prática conduzem a algum bom porto. É evidente que não corresponde e que não conduzem. São mentiras propagadas aos quatro ventos para justificar esta chamada «revolução», sustentada pelas petrolíferas, pelo ramo hoteleiro do próprio Trump, pela indústria das armas e pelos sectores mais retrógrados em matéria de direitos sociais, tolerância e igualdade, que nunca deixaram de existir nos Estados Unidos. Não reagir e não conduzir um combate inclemente contra as mentiras e a prepotência é pactuar com elas.

Ao contrário do Tadeu, eu espero que os norte-americanos civilizados e sensíveis aos valores da democracia e dos direitos humanos não se calem e não desistam de lutar. Nem que haja uma guerra civil. Trump não foi eleito por estar tudo mal nos Estados Unidos e a precisar de uma revolução. Nem por causa do protagonismo da China. Nada disso. O problema mais grave da especulação financeira que causou uma desgraça mundial há bem pouco tempo não irá ser resolvido com os Goldman Sachs contratados pela nova administração nem há qualquer vantagem em tentar dar cabo da China. De todo. Nem é essa a preocupação, de resto. Trump foi eleito porque lhe apeteceu divertir-se, em primeiro lugar, e porque tinha do seu lado uma poderosa máquina de marketing e propaganda, porque contou com a ajuda profissional da Rússia para o desgaste da opositora, porque esta já de si não era convincente nem genuína e porque todos têm medo do terrorismo e pouca gente consegue desligar o terrorismo da religião muçulmana, não sendo fácil esse desligamento para o combater.

Dito isto, e olhando para a Europa, seria desejável que não fossem precisos Trumps europeus, com toda a artilharia pesada dos tipos extremistas de direita – a xenofobia, o racismo, a homofobia, a intolerância, a loucura -, para se dizer o que deve ser dito e fazer o que deve ser feito em matéria de imigração e terrorismo e de defesa dos nossos valores, e também de funcionamento da moeda única. A social-democracia parece ter medo de exigir respeito pelos princípios que nos trouxeram desenvolvimento e bem-estar. Depois não se queixe. É que ninguém poderá chamar aos valores da trupe do Trump os valores ocidentais. A falta de coragem tem riscos.

35 comentários a “Como se fosse possível nada fazer”

  1. os chineses resolvem o problema se entretanto o ósvaldinho júnior não descobrir a fisga do avô.

  2. O que o Pedro Tadeu e muitos à esquerda querem é que a política proteccionista e nacionalista de Trump se consolide e triunfe, fora a cena xenofoba e racista, muitos à esquerda não defendem coisa muito diferente. Daí também não se discutir muito o papel da Rússia à esquerda, a maior parte que é contra a construção europeia tem lá o xangri-la, so que ainda ha problema em admiti-lo, mas quem saiba ler nas entrelinhas e interpretar certos silencios, percebe bem que ha muita gente a esquerda contente com Trump e a possível aliança com Putin.
    Em termos globais o debate não é propriamente entre esquerda e direita, e sobre os defensores de sociedades abertas e livres e defensores de sociedades proteccionistas e seguras. Por ca a necessidade de sobrevivencia da geringonça atrofia o debate como a presença da Troika o fez, está nos genes, aproveitamos tudo para embarcar em unanimismos e silencios.

  3. se nada de muito relevante e transformador for feito, daqui a 30 anos não haverá democracia na europa, apenas islamismo xiita, sunita e respetivas guerras.
    islamismo fora da europa, já!

  4. Não Haiku que aguente

    No intervalo
    das compras
    no Corte Ingles
    “marcha” um islamita
    em saldos
    são três

    Eheheh

  5. Isto qualquer dia anda tudo à estalada novamente e embora não seja apreciador da criatura há que reconhecer o sentido estratégico da visita do Costa à India. Quem aguenta 1000 milhões aguenta mais 10. Goua, Damião e Diu são nossas carago. Boa flora, shivas regal, caril e garotas raspadinha, good pipol.

  6. Há realmente muito a fazer, a começar por um programa acelerado de enchimento de milhões de caixas cranianas com neurónios, em substituição da merda que presentemente lá está.

  7. Não vás a Dallas que levas balas …

    … eu acho que vão ser os serviços secretos americanos que vão resolver o problema … são especialistas em resolver problemas destes pelo mundo fora, está na hora de experimentar fazerem o mesmo em casa …

  8. A esquerdite é um perigo. Há que combatê-la. Vive com a foice, e adora ceifar o património dos outros. Não conhece a figura do empregador, porque entende que ” é tudo nosso”. Invadem. Estragam a economia com os sindicatos. Adora seguir o leader de barriga cheia, que arregaça as mangas de tanto tem que arrecadar aos acólitos sonhadores com o património dos outros. Saneiam.Protestam. Veja-se as manifestações nos EUA. Estão zangados, eles não ganharam. Nesta altura, se conhecessem o Costalha de S. bento, fariam o mesmo que ele. Impunham o popular vote ao electoral vote. Só que Mr. Trump nasceu inteligente, nasceu leader, borrifa-se para aquela esquerdite aguda, e exemplifica como se governa. Os que vivem da segurança social, vão ter que trabalhar, facto que muito os preocupa. D tal maneira se preocupam, que nem o charro fixe lhes deixa ver o marx a atravessar a lua. Esperemos que a moda chegue depressa a portugal e que se limpe o mofo pós 25 de abril.

  9. Introdução: aqui o je não se identifica com PNR’s (e afins) por motivos óbvios:
    – eles sabem muito bem que os não-nativos naturalizados estão com uma demografia imparável em relação aos nativos… leia-se: o ‘problema’ dos PNR’s (e afins) não é a SOBREVIVÊNCIA de Identidades, mas sim, o ter acesso a uns tachozitos…
    Adiante.
    .
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    O PNR queixa-se da existência de censura… não é só o PNR… um case-study para a história: a forma como, por todo o planeta, as marionetas da alta finança (capital global) fizeram – e continuam a fazer – a campanha anti-Trump.
    .
    Nota: A alta finança (capital global) está apostada em dividir/dissolver as Nações… terraplanar as Identidades… para assim melhor estabelecerem a Nova Ordem Mundial: uma nova ordem a seguir ao caos – uma ordem mercenária (um Neofeudalismo).
    .
    .
    .
    .
    Anexo:
    É NECESSÁRIO UM ACTIVISMO GLOBAL
    .
    Todos diferentes, todos iguais… isto é, todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta (nota: inclusive as de pouco rendimento demográfico… inclusive as economicamente pouco rentáveis).
    Pelo legítimo Direito à Sobrevivência das Identidades Autóctones:
    http://separatismo–50–50.blogspot.com/
    .
    Imagine-se manifestações (pró-Direito à Sobrevivência) na Europa, na América do Norte (Índios nativos), na América do Sul (Índios da Amazónia), na Ásia (Tibetanos), na Austrália (Aborígenes), ETC… manifestações essas envolvendo, lado a lado, participantes dos diversos continentes do planeta… tais manifestações teriam um impacto global muito forte.
    .
    .
    P.S.
    -» Democracia sim; todavia, a minoria de autóctones que se interessa pela sobrevivência da sua Identidade… tem de dizer NÃO ao nazismo-democrático, leia-se: é preciso dizer não àqueles que pretendem democraticamente determinar o Direito (ou não) à Sobrevivência de outros, isto é, ou seja, é preciso dizer não àqueles que evocam pretextos para negar o Direito à Sobrevivência de outros (nota: nazismo não é o ser ‘alto e louro’, bla bla bla,… mas sim a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros!); dito de outra maneira: os ‘globalization-lovers’, UE-lovers e afins, que fiquem na sua… desde que respeitem os Direitos dos outros… e vice-versa.

  10. “Trump foi eleito porque lhe apeteceu divertir-se, em primeiro lugar, e porque tinha do seu lado uma poderosa máquina de marketing e propaganda”

    uahuahuahuahuah laolaoaolaoaloalaoehehheheheehuahuahuheuheuahuahuehuehuahuahuahahhahahhhhhhaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhahahahhahhahaha

    ai que burra

  11. Não é burra não, Trump é um produto típico de certa mentalidade americana ( winers e loosers ) e foi dentro desse espírito que se apresentou na pugna contra Hillary .
    Uma vez eleito e esgotado o propósito da acção, não lhe passará pela cabeça ocupar a Presidência. Deve estar ansioso por regressar à sua vida empresarial, que é aliás, o que ele sabe fazer . Não lhe auguro mais de dois meses na presidência . Ou sai de livre vontade – resignando ao cargo, mediante excusa com base em vitimização – ou é forçado a sair, pela pressão geral, de muitos republicanos inclusive, por ser totalmente unfit for the job .

  12. “Wall Street Journal”, “The Atlantic” e outros. Máfias merdiáticas em concurso de sugestões sobre como calar o concorrente que faz jornalismo a sério fora do penico: RT, of course! Ora toma que é democrático:

    https://www.wsj.com/articles/rt-channels-unique-carriage-deals-make-it-difficult-to-drop-in-u-s-1485361056

    https://www.theatlantic.com/technology/archive/2017/01/kremlin-sponsored-news-does-really-well-on-google/514304/

    Em “The Atlantic”:

    “As my colleagues Julia Ioffe and Rosie Gray wrote in the Columbia Journalism Review and BuzzFeed, respectively, RT—formerly known as Russia Today—routinely shapes its coverage portray Russia in the best possible light, and to make the West, and especially the United States, look bad.”

    Que horror! Toda a gente sabe que seria impensável a uma CNN, MSNBC, Voice of America e outros “routinely shape its coverage portraying the United States in the best possible light, and to make the East, and especially Russia, look bad”. Nunca tal coisa lhes passaria pela cabeça!

    Resta saber onde encaixa, nesta heróica militância dos campeões The Wall Street Journal e The Atlantic, a liberdade de expressão, a liberdade de informação, a liberdade de imprensa, a imoralidade da censura, os princípios democráticos básicos que a democracia ocidental tanto preza e o direito desta cambada de atrasados mentais que somos todos nós a não ser tutelada pela criadagem iluminada que se arroga o direito de decidir o que podemos ou não podemos ver, ler ou ouvir.

    Um miligrama de vergonha no focinho, um só, que leve a máfia merdiática mercenária a respeitar os princípios que tanto apregoa aos outros, será pedir muito?

  13. saia uma 31 de janeiro, já! mas, quer dizer, para isso era preciso que por lá – tal como foi por cá – o povo não preferisse as tripas ao coração. :-(

  14. O embaixador Seixas da Costa vai muito no sentido de Pedro Tadeu num artigo que publicou no Público e que se pode ler em Em http://duas-ou-tres.blogspot.pt/2017/02/falemos-da-america-nao-de-trump.html.

    Não há desistência em nenhum deles, há a consciência de que aquilo foi votado e voltaria possivelmente a ser.

    Se calhar, humilhar e gozar o fascista, não o levar a sério, até o reforçou nas eleições, o sentimento dos seus eleitores broncos e fascistas de que estavam a ser gozados e de que se iriam vingar. Tem de ser levado a sério combatido com outras armas, que não o gozo. Até por que quem tem as armas são eles. O boicote puro e simples já retirou do lugar uma procuradora-geral.

    Infelizmente a comunicação social e a comunicação tornaram maioritário um certo tipo de perfil social e psicológico individualista e boçal. Mudar o estado de alma não é nem fácil, nem rápido. Mas os entraves legislativos e os boicotes internacionais serão alguns meios possíveis.

  15. o embaixas pisca à esquerda e vira para a direita, vende a espinha por umas avenças e debita umas tretas lapalicianas nas telebisões para se promover e encher o ego espelho-meu-espelho-meu-haverá-alguém-mais -aldrabão-que-eu.
    o outro xóriço, tadeu faz o que sempre fez e sabe fazer, fretes à direita. defende os interesse dos pequenos e médios patrões do capitalismo sauvage, para que não fiquem incontrolável e deixem de pagar o dízimo.
    ambos têm o mesmo princípio activo, mas a apresentação ao consumidor é diferente.

  16. Mr Trump goza o “prato” de forma hilariantemente inteligente.Imune aos latidos dos libtards e demotards, seja, esquerdas enraivecidas, ele implementa as suas ideias, a sua gestão, e apaga de vez a prosa política do comuna racista que o antecedeu. A CNN implode de raiva, envergonhada, pois o seu produto – fake news – foi e é um flat flop. A coceira dos gajos é incomensurável, é uma urticária desconhecida, caída na designação da “5.ª doença”. Para já, incurável. As bolas de cristal dos videntes entretanto continua suja pela inveja e raiva de quem não gosta de Mr. Trump, simplesmente por “não gostam”. E os ditos inteligentes discorrem sobre o presidente, acreditando naquilo que dizem mas que só reflecte o que eles querem dizer sem apoio na realidade.

    Para os comunas daqui, vai um “therapy dog”, vai? A hot free meal? Um pitbul ajuda…

  17. Ainda mal a coisa começou e já há tadeus a dar por um pau. É ver o bloguista de o “O Economista Português” que é de um servilismo e espírito de escravo tão trumpista que propôe mesmo que a “realidade” é já o trumpismo e que a Europa não pode mais que se adaptar a tal realidade.
    Para tal despudorado senhor todas as medidas de trump, boas para os USA, recairão como males sobre a Europa e esta considera-a incapaz de reagir seja ao que for; vê o resto do mundo paralítico e paralizado a ver trump fazer o que lhe dá na mona e apetecer e come e cala sem reagir ou reaçcção.
    E por fim graceja dizendo que a “polícia municipal de Berlim” será incapaz de deter os inimigos da Europa pós trump. Nunca lhe passa pela cabeça a corrida aos armamentos que o trumpismo vai suscitar e uma Europa fortemente armada com a Alemanha à cabeça (outro perigo enorme) nem a tal possibilidade de uma oposição interna que o derrube nem sequer que a Europa se possa concertar com outras forças no mundo que nunca estarão dispostas a aceitar o diktat do paranóico trump.
    Nem ao menos o ser servil e de espírito de escravo imagina que conforme a “realidade” do mundo mudou de um dia para o outro com trump pode, do mesmo modo, mudar contra trump ou outra.
    Este senhor servil é como um amigo meu intelectual, da religiosidade do tadeu, que dizia e disse-o anos e anos o pior dos americanos como broncos e estúpidos perante a minha defesa deles e agora, de repente, me perguntou: e os americanos que votaram trump são todos estúpidos?

  18. Ah, e o bloguista (?) é o Pedro Lains do ICS que não parece que é mais novo mas nasceu em 1959.

    José Neverhytus, que cromo!

  19. Excruciantemente hilariante quando se dirigem aos americanos dos Estados Unidos como “broncos e estúpidos”. Como chamaremos aos que assim os designam mas lhes copiam o “way of life”, visitam-lhe a terra, emigram para aquela terra, vão estudar àquela terra, põem no curriculum vitae que estudaram naquela terra, bebem coca cola ad nauseaum, vestem-lhe as calças de ganga e, há uns tempos atrás, até iam ao McDonalds como se fossem a um “Tavares Rico” e outros do género, consomem a música daquela terra, e apreciam as “celebs” daquela terra, até veem as gordas e fakes das Kraptrashians, aspiram ir a Las Vegas, põem os filhos na escola americana junto da estirpe social a que fogem nas escolas portuguesas, do género, filho do carteiro, deixam o “costalha de S. bento” abotoar-se ao Poder, sem ter sido o maior partido votado nas eleições, não receberam refugiados, alardeiam os direitos “contra natura” mas fogem deles por serem bichas, e entre muito mais e mais, vomitam críticas a Mr. TRUMP?

  20. E quem é que dá ouvidos a comunas e chupistas, com carreirismo político certificado?

    E jornalistas que se acham o máximo no meio da desértica e abstinência inteletual, vocacionada para a síndrome da redação maluca?

    Os tempos da foice já eram, e desejo sinceramente que Mr. TRump ensine estes hipócritas que se insurgem contra um alegado “muslim ban”, quando se escondem no seu confortável vómito verbal? Algum destes COMUNAS dá abrigo a refugiados? Ou os governa?

  21. o sómerda da frente nacional ficou histérico com a eleição do trampalho e vê comunas em toda a parte.
    yeah, o tavares está abaixo de mcd, tu e a tua parolice é que ainda não deram por isso.

  22. Ignatz, larga a psilocibina .

    E não chames ninguém pró escurinho do armário que aqui também não te arranjas (a excepção parece ser o Joe Stummer que pode flirtar contigo no El Corte Inglés, acho eu).

  23. Ignoratz, vexa descobre-se, pressente-se, adivinha-se, à semelhança da bosta. Permita-me esclarecê-lo: onde lê comunas, deve ler também xuchalistas. Vá lavar os calos com o vinagre dos catarinos metáguas.

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