Mais histórias de plágios

Pronto. É sina assente: agora, tudo o que tenha a ver com o gamanço de escritos alheios tem de me vir parar ao desktop. Ainda acabo como metade da população portuguesa: processado pela Clara Pinto Correia, que gastou esta semana a justificar, no “24 Horas”, os seus tormentos e a ameaçar este e aquele com ferozes litigações, pois “agora já não vai sair barato dizer mal de mim”. Isto enquanto persiste na colocação de aspas a proteger a palavra “plágio”, quando aplicada à sua pessoa, mas enfim. (Espero que ela não descubra que escrevi há um ano que “o Jorge Listopad e a Clara Pinto Correia deviam ser banidos para a Zona Fantasma”…)
É que nossa Margarida conseguiu por fim encontrar um texto assinado por Francisco Louçã em 2001 e outro de Michel Chossudovsky, alguns dias anterior. Podem ler ambos aqui. Até me dei, não fossem acusar-me de escasso empenho analítico, ao trabalho de assinalar a vermelho as passagens literalmente comuns aos dois artigos. Mas não era preciso; eles estão obviamente irmanados e expõem os mesmos factos, o mesmo raciocínio e a mesma conclusão.
Plágio? Para ter a certeza, precisaria de verificar alguns dados: datas, notas, o texto assinado por Louçã. Mas admito que parece bastante provável.
Sei que pode soar a coisa estranha, mas é verdade, Margarida: nem todos fechamos os olhos ao que parece ser a evidência só porque esta nos desagrada.

54 comentários a “Mais histórias de plágios”

  1. Bom,
    Acho que todos as passagens assinaladas a vermelho são dados factuais. No entanto, os normais procedimentos mandam assinalar o artigo e o autor a quem se retirou a informação.

  2. A política portuguesa está cheia de um praga infecta que se devide em duas, os católicos e os ex-católicos, sendo que os primeiros são alegremente hipócritas e os segundos são torturadamente virtuosos. O prof. Louça parece pertencer à segunda das categorias (nunca lhe sondei a alma, mas li algures que ele era da seita da Capela do Rato… também devia ouvir missa com canções dos Beatles e merdas parecidas…) Adiante: se a vergonhaça de ser apanhado a plagiar humanizar um bocadinho o Prof. Louça e o ensinar a ser um bocadinho menos self-righteous já terá servido para qualquer coisa…

  3. Calai Quitérias e Zé Tins, Rui Pinhão é mesmo o maior de todos os histriões! Obrigado, meu bom amigo, agora que largo o emprego e o blog e me apresto a regressar a casa, o teu sopro de delírio chegou até mim, contagiando-me de boa disposição e fornecendo-me as energias necessárias para sobreviver, longe da net, até à próxima segunda-feira! Bem-hajas, ó palhaço! – e p.f., malta do blog, não tirem estes cómicos do ar!

  4. ATENÇÃO MALTA DO BLOG: REQUER-SE A VOSSA INTERVENÇÃO URGENTE NOS “REFORÇOS DE INVERNO”; O ZÉ TIM ESTÁ LÁ A DISPARATAR – E LEVA TUDO À FRENTE!

  5. Diz o LR: “Plágio? Para ter a certeza, precisaria de verificar alguns dados: datas, notas, o texto assinado por Louçã. Mas admito que parece bastante provável.”

    Para tirar dúvidas nada como ir qualquer 4ª ou 5ª feira de manhã, ao Público, na Rua do Viriato, nº 17, (Metro Picoas), onde no respectivo Centro de Documentação pode consultar o Suplemento de Economia do Público de 26/02/01. E se quiser largar 85 cêntimos ainda pode ficar com uma fotocópia da página 3 do referido Suplemento…e hoje vinha no Público que a Hemeroteca Municipal abre na 2ª feira, na Estrada de Benfica. Talvez que lá as fotocópias sejam mais baratas.

  6. Ao último comentário falta identificar quem são os que fecham os olhos, quando fecham os olhos e o que é que desagrada…

    Ao Nuno falta um pedido de desculpa ao Casanova, porque quando eu para aqui trouxe este assunto, não o tratou lá muito bem…

    mas isso já era pedir de mais…

    Obrigado Luís pelo post.

    Este assunto para mim acabou.

  7. Margarida,
    O sarcasmo é escusado: como vê nem coloquei em causa que o texto do “Público” fosse como o transcreveu.

  8. Tem piada que ha pouco tempo coloquei esta imagem num documento importante, por variadissimas razoes … incluindo as que o teu post levanta …

  9. Fosse o cavaco ou Soares e o teu post seria bem diferente. Nem que o artigo tivese 30 anos. Vê se atinas, meu, chamar-me parvo ou idiota não te traz a razão. E começa-me a fartar…

  10. Monty o medium falou.

    (Já agora, não te chamei “idiota”. Disse que estavas a ser “propositadamente idiota”, o que é diferente. Até é o oposto, por sinal.)

  11. Margarida, não duvido que o texto de Louçã tenha saído nesse dia nesse suplemento. E o texto de Chossudovsky? Onde se encontra publicado, com que data?

  12. Contrariamente ao artigo do Público…dificil de obter como o caraças… este apanha-se por todo o lado…

    Não precisa de se esconder…

  13. Luís Lavoura: o que eu publiquei lá em baixo no post “A minha equipa de futebol” e que já tinha publicado noutro post anterior (aqui no Aspirina, quando esta discussão começou), cacei-o com a maior das facilidades no google e saquei-o do http://www.tenc.net (The Emperor’s new clothes) e tem a data de 19/02/01. Ora o do Louçã, no Público, é de 26/02/01…

    Mas como o José Pereira diz, o texto está publicado noutros sites e a pesquisa tanto se pode fazer com as cinco primeiras palavras, como com o título, como juntando Bagdad, Bolsa e o nome do autor, enfim de muitíssimas e variadas maneiras, mas eu optei pelo do Emperor’s porque é um site que costumo espreitar, já há uns anitos.

  14. Luís Lavoura: o post onde começou esta discussão está no Arquivo de Janeiro do Aspirina, é de 2 de Janeiro, tem o título “Adivinhem quem não gostou de ser apanhada” e é assinado pelo Luís Rainha.

  15. Luís Lavoura, devemos depreender da sua questão que existia a possibilidade de um prestigiado autor/professor universitário plagiar alguma coisa do chico-esperto cá do burgo?
    Tenha dó. :-)

  16. Obrigado a quem me respondeu.

    Li por alto os dois artigos. Parece-me que aquilo que Louçã fez não foi exatamente plágio – foi a modos que uma resenha de algumas frases. Louçã não reproduziu o artigo de Chossudovsky, apenas respigou de lá algumas frases. O artigo de Louçã é, de facto, muito mais curto e menos detalhado do que o original.

    Se isto pode ser classificado como plágio ou não não sei. O artigo de Chossudovsky deveria certamente ter sido citado (referido) por Louçã. Mas, por outro lado, verifico que esse artigo não tem copyright, e encontra-se amplamente disponível na internet.

  17. Luís Lavoura: o artigo do Michel Chossudovsky, não tem copyright? Leia s.f.f. o último parágrafo da versão que eu postei nas duas caixas de comentários que referi e que para aqui transponho (pela 3ª vez):

    http://www.tenc.net

    [Emperor’s Clothes]
    How War and Globalization Support American Business…
    As Billions Flow to Oil and Defense Companies
    Bombing Of Baghdad Staves Off Financial Uncertainty
    by Michel Chossudovsky [2-19-2001]
    Professor of Economics, University of Ottawa, author of The Globalization of Poverty, second edition, Common Courage Press, 2001.
    On Friday February 16th, spurred on by the dot-com implosion and the climactic downfall of Nortel Networks Corporation, the World’s leader in fiber optics, the value of high tech stocks plummeted on Wall Street in turbulent trading. The NASDAQ stock index declined by more than five percent to a record low.
    But it could have been much worse. Did the bombing of Baghdad pull Wall Street out of danger? In fact it did more than that. It put billions of dollars into the deep pockets of Defense contractors and oil companies.
    WARNINGS FROM WALL STREET
    In the days leading up to the February 16 near-meltdown, stock market analysts had warned of a worst-case scenario. High tech stocks were heavily overvalued.
    But that day at 1.00pm, a few hours before trading closed on the New York Stock Exchange, American and British warplanes bombed Baghdad in what the Pentagon described as “a routine mission of self-defense.”
    Routine self defense? The US media applauded. And on Wall Street, brokers did more than applaud; they gasped with relief. For in a cruel irony, the bombing raids had saved the day. As one British financial analyst noted with contempt:
    # “..the American market didn’t collapse. It didn’t plummet. Indeed, the fall was less than one per cent. This was a routine day – unless you happened to live in Baghdad.”1
    Meanwhile, with telecom and computer stocks in the doldrums, financial and defense analysts had been working hard to rebuild “confidence in the stock market”:
    # “Makers of the nation’s warfare technologies along with Wall Street analysts and industry consultants spent a week bragging about new opportunities and the likelihood of changes to Pentagon policy that would foster growth after 15 years of strained budgets. What’s more, defense and aerospace stocks ended on a high note, climbing amid a broad market slump as 24 U.S. and British warplanes struck Iraqi military targets using various long-range, precision-guided weapons.”2
    In the last hours of trading on the 16th, defense stocks spiraled; oil and energy stocks boomed following news that Iraq’s oil industry might be impaired. The value of Exxon, Chevron and Texaco stocks shot up. Harken Energy Corporation –in which George W. Bush served as company director and corporate consultant before entering politics– gained 5.4% by the end of trading. Harken Energy happens to be a key player in Colombian oil (with a multi-billion dollar US military aid package under “Plan Colombia” on hand to protect its investments). Harken Energy CEO Mikel Faulkner is a former business associate of George W.
    FINANCIAL MELTDOWN
    The February 16th meltdown was already being predicted at the close of trading on the 15th. Business analysts on the evening news said that a major “correction” in the value of high tech stocks was “inevitable”. The financial press had previously hinted that the US defense industry could also take a beating if the new Bush Administration were to curtail military procurement.
    A few days earlier, Lockheed Martin (LMT) –America’s largest defense contractor– had announced major cuts in its satellite division due to “flat demand” in the commercial satellite market. A company spokesman had reassured Wall Street that Lockheed “was moving in the right direction” by shifting financial resources out of its troubled commercial (that is, civilian) undertakings into the lucrative production of advanced weapon systems.
    For weeks, defense contractors had been actively lobbying the new Administration. On Tuesday February 12th, President Bush promised to hike defense spending based on “a comprehensive review of the military.” According to The New York Times (12 February 2001), George W. Bush said:
    # “he planned to break with Pentagon orthodoxy and create ‘a new architecture for the defense of America and our allies,’ investing in new technologies and weapons systems rather than making ‘marginal improvements’ for systems in which America’s arms industry has invested billions of dollars.”
    On the 14th, he confirmed “a $2.6 billion increase in the Pentagon’s budget as a ‘down payment’ on new-weapons research and development.”3
    And two days later Baghdad was bombed by the US Air Force.
    The raids were a signal to Wall Street that Bush’s promise “to revitalize the nation’s defense” should be taken seriously. Had the Bush administration decided otherwise, Lockheed Martin’s listing on the New York Stock exchange might well have experienced the same fate as that of Nortel. In fact, while (civilian) high tech stocks (quoted on the NASDAQ) had plummeted, Lockheed Martin stocks ended the day up a comfortable 1.6%.
    Meanwhile, the F-22 Raptor high tech fighter jet was already scheduled –pending the Administration’s final approval– to be assembled (at an estimated cost of $60 billion) at Lockheed Martin Marietta’s plant in Georgia:
    # “Defense Secretary Donald Rumsfeld was an F-22 advocate before joining the Bush administration, and Lockheed officials said Thursday [February 15th , one day before the raids on Baghdad] they are confident Rumsfeld will support the technologically advanced plane.” 4
    The message to financial markets was crystal clear: the bear market was hitting “civilian” high tech stocks including Nortel, Dell Computers and Hewlett Packard; but defense industry listings –including Boeing, General Dynamics, Lockheed Martin, Northrop-Grumman and Raytheon (the “Big Five” defense contractors) — remained “safe” and “promising.” (i.e. “a good place to put your money”). Wall Street analysts had concluded –without batting an eyelid– that
    # “with the Bush administration’s focus on defense, there is optimism the industry is on target to outperform the market again this year.”5
    The new buzz phrase on Wall Street is that –despite the slow-down of the US economy– defense stocks constitute “a safe-haven shelter from the dot-com implosion”. More generally, the assumptions underlying Bush’s new defense budget are considered “good for business”: no wonder pension funds and institutional investors are busy changing the structure of their portfolios!
    NEW WORLD ‘ORDER’
    War and globalization go hand in hand. Militarisation is an integral part of the neoliberal agenda. The build-up of the defense budget contributes to beefing up the “Big Five” US defense contractors, while denying financial resources to civilian programs including health, education and social welfare not to mention the rebuilding of America’s deteriorating urban infrastructure. Whereas defense production has spiraled, recession has hit the sectors of the US economy which produce “civilian” consumer goods and services. The U.S. domestic economy increasingly hinges on the military industrial complex and the sale of luxury goods (travel, leisure, luxury cars, etc.). And this satisfies the financial establishment irrespective of the needs of ordinary people.
    The bombing raids on Baghdad were certainly intended to intimidate countries committed to ending the sanctions on Iraq. But more generally, “missile diplomacy” is applied to enforce American political and economic domination under the guise of what is euphemistically called “the free market.”
    # “The hidden hand of the market will never work without a hidden fist – McDonald’s cannot flourish without McDonnell Douglas, the designer of the F-15.”6
    And America’s war machine is used in support of the conquest of new economic frontiers. In the Middle East, the Balkans and Central Asia, the US military is positioning itself directly and through NATO not only to support the interests of the Anglo-American oil conglomerates, which are working hand in glove with defense contractors in lucrative joint ventures, but to further colonize the former Soviet Union and Asian countries. Meanwhile, spiraling defense spending pours wealth into the military industrial complex at the expense of civilian needs.
    NOTES
    1. Sunday Mail, London, 18 February 2001.
    2. Reuters, 16 February 2001. About 80 warplanes were involved, of which 24 were strike aircraft. See Financial Times, 17 February 2001.
    3. “Bush Vows To Modernize Military After Pentagon Review Is Completed”, The Bulletin’s Frontrunner, 14 February 2001.
    4. Dave Hirschman, “F-22’s Fate to be Decided Next Month; Not on hold: Bush’s Defense Review won’t delay Judgment on Raptor”, The Atlanta Journal and Constitution, 16 February 2001.
    5. The Nightly Business Report, NPR, 19 February 2001.
    6. Thomas L. Friedman, “A Manifesto for the Fast World,” ‘New York Times Magazine’, Mar. 28, 1999.)
    C Copyright by Michel Chossudovsky, Ottawa, February 2001. All rights reserved. Permission is granted to post this text on non-commercial community internet sites, provided the essay remains intact and the copyright note is displayed. To publish this text in printed and/or other form, contact the author at chossudovsky@videotron.ca, fax: 1-514-4256224.

  18. Margarida, Você tem razão, o artigo tem copyright. Sugiro-lhe então que envie um email ao Chossudovsky (o email dele está numa das versões), informando-o de que Louçã lhe transcreveu frases sem o referir. Chossudovsky poderá então pôr uma ação em tribunal contra Louçã. Será giro.

    (Os comunistas não devem ter pejo de utilizar as armas das sociedades capitalistas, nomeadamente o copyright.)

  19. Porque não fui eu quem descobriu o plágio. Quem o descobriu é que tem a prioridade em ir comunicá-lo ao Chossudovsky.

    Eu sou apenas um leitor de blogues que aqui leu que Louçã tinha plagiado.

  20. “Gostei de saber que a Clara Pinto Correia aprendeu a usar aspas. ” Luís M. Jorge.

    Clara Ferreira Alves cita Shakespeare sem usar aspas. Essa ainda não aprendeu.

  21. Luís Lavoura: nem agora descobriu que o Louçã plagiou? Afinal há amigos do Louçã que fecham mesmo os olhos ao que é evidente, contrariando a gabarolice do Luís Rainha.

  22. Sim Margarida, já percebi que Louçã plagiou.

    Já agora: não sou amigo de Louçã, nem seu correligionário, ao contrário daquilo que Você julga.

  23. Margarida: Gostei de saber que vc se ocupa a pesquisar estas coisas. É irresistível o «gamanço» literário e este de Francisco Louçã é realmente de bradar aos céus. Parabéns pela pesquisa. Ai! Ai! E eu a julgar que a maior «plagiadora» era a Margarida Rebelo Pinto que até a si própria se plagia… Que quer fazer agora com isto? Faça o que fizer, conte comigo:

  24. Zé Pinto: eu limitei-me a seguir uma dica do João. O mérito é todo dele. Se quer saber como isto começou vá ao Arquivo de Janeiro do Aspirina, tem lá em 2 de Janeiro, um post com o título “Adivinhem quem não gostou de ser apanhada” do Luís Rainha, e siga o que se comentou na Caixa de Comentários.

  25. Desculpe discordar de si Margarida, mas a haver mérito é do José Casanova, que alertou no Avante para este facto e da Margarida que se deu ao trabalho de refazer a pesquisa.

    Quando tiver tempo siga a pista do dn sobre aquele artigo do Miguel Portas que lhe referi há alguns dias…

  26. Mas que idiotice é essa da “gabarolice”, ó alminha tonta?
    Eu lá falei em nome dos “amigos” de quem quer que seja? Como vê, não acertou nem comigo nem com o Luís Lavoura.

  27. É óbvio que o Luís Lavoura não é obrigado a ter a mesma opinião que o LR sobre os plágios. O que é interessante é que o LR não tenha o mesmo tom acintoso nem faça o mesmo juízo pessoal quando passa do “plágio” da JAM para o do Louça. Sendo que o JAM é muito menos grave. Por ser em blog, por ser espartilhado nota-se que está glosado. O do Louçã é polítoco, estruturado e num jornal que lhe paga(?, dúvida) para escrever.

  28. Foi o Luís Rainha quem escreveu: “Sei que pode soar a coisa estranha, mas é verdade, Margarida: nem todos fechamos os olhos ao que parece ser a evidência só porque esta nos desagrada.”

    Não será isto, pelo menos, gabarolice?

  29. Margarida,

    Não. Não é grande a façanha de que me ufano. Embora tal lhe pareça impensável, é mesmo fácil para muitos olhar a realidade de frente, sem pedir licença a chefes.

    Pedro,

    Não é uma questão de “tom”. Não fui eu a descobrir coisa nenhuma, logo limito-me a confirmar a informação que me passaram; não tenho nada a “anunciar” ao mundo. E podia ter-me quedado por uma resposta em forma de comentário…

  30. Compreendo, Luís, tem razão. Mas pelo percebo das suas palavras em relação à JAM: “Eu apenas detesto ver gente a usar trabalho alheio para se fazer passar por algo que patentemente não é.”, e extrapolando para o plano político, arriscaria dizer que o FL perdeu um apoiante.

  31. Viva,
    estas mãozinhas já as vi no livro do neurocirurgião LObo Antunes… Donde será q ele as gamou? E será que citou devidamente a fonte? Qto aao Anacleto e ao outro q estuda o FMI – e desanca nas instituições financ. internac. como faz – e bem – o Stiglitz – nc tinha pensado nisso. Mas se copia, o Anacleto copia bem. E, já agora, nao será que o marmelo tb não anda a copiar o outro da comunicação, o Noam Chomsky – dizer isto é pior que engolir uma pastilha elástica…

    E os líderes da bancadas parlam. dos vários partidos – destaco o bernardino que dizia q a Coreia do norte é um mod. de democracia – já viram como estes gajos imitavam o Cunhal??? E o M.Mendes – o laranja mecânica – como ele imitava gestualmente o Cavaco… Afinal imitamo-nos todos uns aos outros. mas admito que haja limites. Eu, por mim, desejaria imitar Deus, mas nc o vi nem sei como fala ou de q timbre é a sua vox.. Vocês por acaso n têm pra aí o seu Tm???

    Muito obgdo pela V/ atenção e felicidades p/ o blog que irei linkar

    rpmatos
    htt://www.macroscopio.blogspot.com

  32. Rui Matos: vejo que é fã do plágio do Louçã, mas não dei que tenha manifestado a sua compreensão com a mesma acusação que fizeram à Joana…

  33. Meu caro,
    acho que ou n leu bem ou não me expressei bem. Acha q foi isso q escrevi ou foi exactamente o contrário…, dando-lhe até outros exemplos de quem ela saca informação omitindo a fonte.. Será que lhe tenho de dizer isso em caractéres chineses…

    quanto à joana… quem é ela?

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