«Uma guerra sem fim»

Hoje, no «Público», com o título ‘Uma guerra sem fim’, escreve Pedro Paixão um texto de exemplar formato. Algumas passagens:

«Quando, em 1948, a fundação do Estado de Israel é declarada, o país é de imediato reconhecido pelos EUA e a União Soviética e atacado, no dia seguinte, por quatro países árabes vizinhos. É nesse combate que a independência e existência de Israel se consolida. As armas para Israel são cedidas por Estaline.»

«Do lado de Israel os que sonham e combatem por um “Grande Israel” são os aliados de facto dos grupos terroristas do lado palestiniano. A possibilidade de uma paz defensável moral e politicamente depende da desistência dos colonatos e do reconhecimento de um Estado palestiniano ao lado do Estado de Israel. O povo palestiniano, particularmente através da primeira Intifada, mostrou não só ser digno como ser justo ver a sua soberania reconhecida.»

48 comentários a “«Uma guerra sem fim»”

  1. Lucros da pornografia ultrapassam os de Hollywood

    Os estúdios de filmes pornográficos norte-americanos têm mais lucros que a indústria de Hollywood.
    Nos dados da Industria Cinematográfica Porno dos Estados Unidos da América (EUA), os filmes pornográficos para adultos têm mais saída que os filmes convencionais de Hollywood.

    Os americanos gastam dez mil milhões de dólares anuais em bilhetes para assistir a filmes pornográficos.

    Os Estados Unidos são os maiores produtores deste género cinematográfico no mundo. O núcleo mais consumista situa-se em San Fernando Valley, Los Angeles e Califórnia.

    O aluguer de vídeos passou dos 450 milhões em 1992 para 800 milhões em 2002.

    No mundo estima-se que 250 milhões de pessoas assistam, com regularidade, a cinema pornográfico.

    Os dados revelados pela revista «Adult Video News» excluem os consumidores por Internet e desenhos animados pornográficos

  2. Fernando,

    Oxalá que o Pedro Paixão se dê bem com os ares de Lisboa. Estou em crer que o arrazoado do homem se vai perder entre as gramateiras da gramática lusa de apreciação dos conflitos do medium Oriente, um gajo que trabalhava para uma bruxa da feira popular. Mais um, não faz mal, pelo menos a indústria funerária entre foliculários continua a bulir. O meu lema, depois de muita experiência de ouvir outros falarem desse jornal, é: coisa que sai no Público, ou não cheira bem ou é imprópria para a confecção de pasteis de Belem. Eu já estou a vomitar tanto pelo nariz de ver e ler estas barracas de resumos históricos baseados no Século e no DN de há quarenta anos, que até já desisti de acreditar que o Salazar não gostava de judeus e batia num consul de Bordeaux e que não ia à bola com a família do Pacheco Pereira. Vê lá tu que já nem sei se foi por desleixo, desanimação, ou falta de vaselina no cú do Aspirina, que este meu comentário ao posto do Luis sobre o Graça Moura não foi metido:
    “Ai, Jesus, ti Ermelinda que prosa do Graça tão linda. Se a História anda assim pelas universidades, imagine o estado daquelas retretes do ensino secundário na Baixa da Banheira e na Amadora por altura de exames!

    A Declaração Balfour, coisa pomposa, sim senhor, nunca falta em discursos destes, espécie de Carta Magna. E de facto foi o que foi: uma carta, entre amigos, de meia dúzia de linhas de Sir A. Balfour ao Lord Rothschild inglês da altura (desconfia-se que escrita pelo próprio destinatário) a pedir-lhe por favor para informar os seus amigos sionistas da boa-vontade do governo de sua majestade em encontrar uma pátria de encomenda para os judeus, violando a promessa de autonomia feita dois anos antes aos árabes.
    Benvinda, ti Ermelinda, ao Clube dos Tocadores Académicos da Harpa Judia – cujos dedilhadores são especializados em ataques frontais ao comunismo e elogios de flanco ao sionismo, sem terem (humm..) a mínima ideia de que ambos são filhos da mesma mãe generala com muito cacau. Que gente tão desorientada.

    E o que é que falta adir a tudo o que o Luís lembrou ao nosso professor? Nada, caso provado, mas a dispensa está a abarrotar com mais mantimentos, factos e testemunhos, sobretudo com centenas de declarações indiscretas, de basófia e arrogância, saidas das bocas de famosos paladinos civis e militares, políticos e religosos, do estado fabricado, cujo sonho e plano, cuja concretização e realização levada a cabo pelos empórios da direita com a cumplicidade da esquerda dominada pela mesma cabala intriguista; cujas práticas de violência e expansionismo militaristas têm sido o termómetro, o indicador económico, livro de receitas, guião, explicação e barrote central do edifício sobre o qual tem assentado a História telecomandada dos últimos cem anos.

    Realmente, ti Ermelinda, o que estes gajos precisavam era que eu escrevesse já uma carta de protesto ao reitor que emprega o senhor. Não se admite que continuem a desinformar tantas criancinhas em Portugal, muitas em idades tão bonitas para se casarem! Que país tão subdesenvolvido, credo!”

    TT

  3. Não tem vergonha de manipular o texto levando outros a pensar que o PP diz o que não diz quando ele diz precisamente o contrário do que vc dá a entender que diz?

  4. Vá, Fernando, responde lá ao Anti Provo para pormos isto tudo em pratos limpos e, com um bocadinho de sorte, até somos capazes de ter acesso, na íntegra e sem pagarmos, ao panfleto elucidativo.Truncamentos é que não vale!

    Continuo na minha, até prova em contrário, não é com batata que se faz pastel de nata. E não sou eu que vou gastar duas libras, ou mais, para deslindar isto com a imparcialidade dum prof universitário ou colunista do Púbico!

    TT

  5. Fernando,

    Não te imaginava de espanador na mão, quando estava a escrever este raspanete ao Tarik. Tens todo o direito e devias fazer isso mais vezes. Mas, já que escrevi, aqui vai, e podes apagar. Ou há democracia ou comemos todos:

    Eu não sei o que é que este Tarik com um português tão bonito tinha em mente quando aqui veio pespegar este comentário assim um pouco afastado do tema em discussão. Mas sempre é História, e os laivos de anti-fidelismo notam-se mais nas aspas aplicadas ao “neo-colonialismo” americano. Mas está bem. Ou está mal. Quero lá saber. E que se lixe.
    No entanto, aos parvos da direita é oferecida uma empada de carne fresca com miudezas de coco à mistura na pergunta que têm debaixo da língua: Mas então, que tirano de Baptista era esse que condenava um homem a 15 big ones e deixava-o sair, para se ir divertir em Acapulco, se calhar na companhia do bonitão Pedro Infante dessa altura? Boa pergunta. Ainda gostaria de saber o que teria acontecido aos membros de famílias trabalhadoras que tomaram parte no assalto ao quartel Moncada. E que necessidade é que estes jovens revolucionários de boas famílias têm de andarem sempre em colégios administrados por jesuítas? Outra boa pergunta.
    O que eu sei é que os jesuitas nunca andaram longe da maçonaria e hoje na Cuba de D Fidel I estes últimos estão a amolar os dentes para controlarem completamente a fábrica de charutos. A irmandade de trinta mil não vai deixar fugir mais esta oportunidade. Se é que alguma vez deixou.

    TT

  6. Mas, ó incumensurável TT, eu não posso andar a passar na íntegra um texto – por um lado, acessível em papel a dez milhões de compatriotas, por outro lado, que me sai do pêlo, já que tenho de pagar o Público Online, o que, não sendo uma exorbitância, não é pechincha nenhuma.

    Depois: eu não devo quaisquer explicações ao Anti Provo, que só faz acusações («alegações», dizem conspícuos falantes na nossa TV, tu sabes porquê) e arrasta pela lama a minha seriedade.

    Mas, porque tu estás longe, aqui te dou, mas só a ti (só a ele, ó excelso Público!), o texto na íntegra. Quando tiveres reagido, apago.

    Uma guerra sem fim
    Pedro Paixão

    1.A formação do Estado de Israel deve-se a uma combinação da vontade de um grupo de judeus sionistas e um plano internacional de descolonização patrocinado pela ONU, logo após a II Guerra Mundial. A partição da região, até então sob o domínio inglês, em dois Estados, Israel e Palestina, foi aceite pela parte judaica e recusada pelos representantes árabes, não por desacordo quanto a fronteiras, mas por não reconhecerem o direito à existência desse país. Quando, em 1948, a fundação do Estado de Israel é declarada, o país é de imediato reconhecido pelos EUA e a União Soviética e atacado, no dia seguinte, por quatro países árabes vizinhos. É nesse combate que a independência e existência de Israel se consolida. As armas para Israel são cedidas por Estaline.

    2. Desde a sua fundação, Israel vive em estado de guerra permanente, sucedendo-se os conflitos militares. Em nenhum deles Israel foi considerado o agressor. O conflito com mais repercussões ocorreu em 1967, cujo objectivo explícito por parte do Presidente egípcio Nasser era a destruição de Israel. Nesta guerra, Israel ganhou território aos jordanos e aos egípcios, os chamados territórios ocupados. Da derrota árabe surge a OLP, um conjunto de grupos nacionalistas palestinianos, que tem o patrocínio da União Soviética e como líder Arafat. Em 1970, os militantes da OLP e outros palestinianos são expulsos violentamente da Jordânia e refugiam-se no Sul do Líbano, um país que perderá a sua soberania para se tornar um satélite da Síria, um Estado totalitário. Só em 1988 a OLP reconhece, no papel, a existência do Estado de Israel e até hoje só um Estado árabe, o Egipto, reconheceu essa existência.

    3. Desde a sua fundação, e até à morte de Arafat, a OLP recorre sistematicamente a acções terroristas, tornando-se o modelo heróico para todo o tipo dessas organizações. O terrorismo funciona, primeiro como excelente publicidade da chamada causa palestiniana e, em segundo lugar, cria uma cultura de desculpas e justificações que lhe oferece enormes ganhos políticos. Estados europeus alimentam esta política, cedendo-lhe e negociando a libertação de terroristas (ver o caso do assassínio dos atletas israelitas em Munique em que a Alemanha liberta passados meses todos os assassinos). Arafat apoia explicitamente os ataques suicidas dos últimos anos, ao mesmo tempo que recusa, sem contraproposta, um consequente plano de paz que lhe é proposto. A Autoridade Palestiniana, entretanto criada e mantida em parte por dinheiro americano, não consegue controlar os grupos de motivação religiosa que começam a surgir e cujo objectivo é explicitamente a destruição do Estado de Israel e dos seus habitantes. Esses grupos tornam-se uma força tão importante que é fortemente provável que uma guerra civil surgisse logo que fosse estabelecido um Estado palestiniano. Provavelmente, a velha OLP, “única representante dos palestinianos”, sairia derrotada pela sua falta de eficácia e aberta corrupção. Um Estado fundado por acções terroristas seria compreensivelmente uma tirania, porque um grupo terrorista vive necessariamente na tirania.

    4. Do lado de Israel os que sonham e combatem por um “Grande Israel” são os aliados de facto dos grupos terroristas do lado palestiniano. A possibilidade de uma paz defensável moral e politicamente depende da desistência dos colonatos e do reconhecimento de um Estado palestiniano ao lado do Estado de Israel. O povo palestiniano, particularmente através da primeira Intifada, mostrou não só ser digno como ser justo ver a sua soberania reconhecida.

    5. A ocupação dos territórios de 1967, Gaza e Cisjordânia, só pode terminar quando forem controlados os riscos para Israel, isto é, se o Estado palestiniano for um Estado em paz com Israel. Isto não está minimamente assegurado. Arafat, até ao fim, provou com palavras e actos, que assim era e juntamente com outros dirigentes de grupos palestinianos armados foram e são os piores inimigos do povo que dizem representar. O terrorismo não tem desculpas, nem justificação. O fim da ocupação por parte de Israel não significa de nenhum modo o fim dos ataques terroristas a Israel. O fim da ocupação não traz consigo a paz, embora seja um objectivo necessário para a paz.

    6. O poder, já dominante, dos movimentos que se dizem religiosos piora em muito a situação do Estado de Israel. Sem nunca ter sido um problema local, ele torna-se cada vez mais o centro de um problema decisivo para uma ordem mundial cujo objectivo determinante deve ser a paz global. Depois do 11 de Setembro, uma ordem mundial parece cada vez mais em risco e Israel é o risco por excelência. Israel representa os ideais democráticos ocidentais numa zona de países que não só os desprezam, mas em que muitos juraram combatê-los até à sua destruição. Uma guerra de motivação religiosa é, por essência, irracional e só termina pela destruição do inimigo, já que não existe entre os lados em confronto um diálogo possível. Combatendo por si, Israel está a combater pelos valores do Ocidente. Uma derrota total de Israel constituiria uma derrota sem precedentes para todos os países que têm um Estado de direito como seu ideal. Um segundo Holocausto é uma possibilidade real que minaria decisivamente esse ideal.

    7. Há quem acredite que se possa chegar a um acordo através da via diplomática. E há quem não acredite que isso seja possível e que qualquer diálogo com grupos ou Estados terroristas é não só uma perda de tempo, mas, bem pior, o seu fortalecimento e a aproximação a uma derrota. A intervenção israelita no Líbano contra o Hezbollah, o Partido de Deus, é uma resposta a um ataque e tem por objectivo a erradicação desse grupo que deliberadamente atinge e procura atingir alvos civis. As mortes civis dos dois lados da fronteira, que toda a gente civilizada lamenta, devem ser integralmente contadas a favor da causa do Partido de Deus, que delas se regozija. Entretanto, Estados europeus vão a correr falar com os fornecedores de armas, a Síria e o Irão, ambos Estados que aterrorizam as suas populações, e que têm assim, mais uma vez, direito a reconhecimento e a prova de que devem fornecer mais armas a quem as pedir.

    Escritor

  7. uma das partes que faltava:

    ” Desde a sua fundação, Israel vive em estado de guerra permanente, sucedendo-se os conflitos militares. Em nenhum deles Israel foi considerado o agressor. O conflito com mais repercussões ocorreu em 1967, cujo objectivo explícito por parte do Presidente egípcio Nasser era a destruição de Israel. Nesta guerra, Israel ganhou território aos jordanos e aos egípcios, os chamados territórios ocupados. Da derrota árabe surge a OLP, um conjunto de grupos nacionalistas palestinianos, que tem o patrocínio da União Soviética e como líder Arafat. Em 1970, os militantes da OLP e outros palestinianos são expulsos violentamente da Jordânia e refugiam-se no Sul do Líbano, um país que perderá a sua soberania para se tornar um satélite da Síria, um Estado totalitário. Só em 1988 a OLP reconhece, no papel, a existência do Estado de Israel e até hoje só um Estado árabe, o Egipto, reconheceu essa existência.

    3. Desde a sua fundação, e até à morte de Arafat, a OLP recorre sistematicamente a acções terroristas, tornando-se o modelo heróico para todo o tipo dessas organizações. O terrorismo funciona, primeiro como excelente publicidade da chamada causa palestiniana e, em segundo lugar, cria uma cultura de desculpas e justificações que lhe oferece enormes ganhos políticos. Estados europeus alimentam esta política, cedendo-lhe e negociando a libertação de terroristas (ver o caso do assassínio dos atletas israelitas em Munique em que a Alemanha liberta passados meses todos os assassinos). Arafat apoia explicitamente os ataques suicidas dos últimos anos”

    mas este Pedro Paixão não é aquele toino que diz que escreve deitado para o pensamento escorrer melhor para o teclado?

    e não é o mesmo “amigo de Israel” que deu uma entrevista a dizer que não lê um jornal, não vê um noticiário e que nunca se interessou por estar a par do que se passa no mundo?

    o tal do “nos teus braços morreria”?

    que é que lhe deu agora para fazer “história política”?

  8. exacto, TT, mandámos isto em simultâneo.

    Esse tipo devia ter vergonha na cara. Um gajo que diz que para o pensamento funcionar há que recusar a realidade e vem agora falar de realidade política só por ser “friend of Israel”…

    e eu até concordo que no caso dele o pensamento só mesmo deitado ao comprido e fora da realidade

  9. cá para mim estas vedetas são como os “marchants” de armamento- nada como uma boa guerra para activarem o negócio…

    A quantidade de palermóides que temos de aturar diariamente a fazerem uns digests que até andam à venda pela Europa América…

  10. Mais uma tentativa de angelizar um dos lados do conflito; por sinal quase sempre o mesmo. E uma palavrita sobre a “compra” de terrenos a donos ausentes e muitas vezes fictícios? E as leis que impediram o regresso dos proprietários rurais árabes que fugiram? E como se reduz a Operação Balak a esse simplório “cedidas por Estaline”? E, pela enésima vez, cadê uma mençãozinha ao menos ao terrorismo do Irgun e do Stern Gang? E quem começou a Guerra dos Seis Dias? E este conflito é mesmo uma “resposta” ou apenas mais um degrau numa escada rumo à violência total que começou já ninguém sabe onde? Afinal, não foi o Hezbollah criado como reacção à invasão do Líbano de 82? Etc, etc.

    Mas claro que é a esquerda que toma partido firme por um dos lados, branqueando os crimes inegáveis de movimentos terroristas. Claro.

  11. já para não falar em quem criou o Hamas…

    este Paixão fez frete e do grande e há-de estar precisar de alguma publicidade para os romances “fora da realidade”

    É um texto muito mais cretino que as crónicas da Helena de Matos- aparenta uma pseudo-neutralidade que até permite tirar passagens como a que foi postada, dando a entender que está a legitimar os palestinianos, quando na prática está a vender sionismo soft em falso apanhado histórico.

    Prefiro a maluquinha da Matos. Nem sei como é que vocês deixaram escapar a crónica de fim-se-semana. Aquilo era humor em estado catatónico

  12. Fernando,

    É como eu calculava e como a Zazie diz e muito bem: o homem é realmente um toino completo e dos grandes. Do que eu ainda me não tinha apercebido era da existência de mercenarismos de entrar pelos olhos na imprensa de “qualidade” de Lisboa.

    Por este andar, nem me perguntem onde é que isto vai parar. Cheira a Armagedão. Já tenho lido de presstitutos e tutas mais fanáticos, mas este, atendendo à pequenez e irrelevância da nossa pátria florida, merece uma boa medalha de cobre com debrum a ouro. Vai de Paz global, a ordem mundial, passando por terrorismos e canalhices árabes de todo o feitio e quilate. É um autêntico dilúvio de canelas e cotovelos pela escada abaixo. Entrem, meus senhores, aqui vende-se de tudo como na farmácia.

    Merecerá a pena demonstrar a este senhor que a lista dos holocaustos é muito mais longa que ele supõe, pois que ainda parece estar na expectativa e receio de que aconteça um segundo? Ná. Provavelmente o senhor nunca ouviu falar de holocaustos de cristãos ( certamente porque não lê o Guiness book of records) ai por volta de 614 da nossa Era e lembrar-lhe, alem de desumano, só iria dar volta à sua frágil capacidade para deglutir e processar a verdade dos factos históricos.

    Deixemos descansar o guerreiro. Outras batalhas o esperam. A julgar por esta amostra, a sua agenda parece ser volume de muitas páginas.

    TT

  13. “Mas claro que é a esquerda que toma partido firme por um dos lados, branqueando os crimes inegáveis de movimentos terroristas. Claro.”

    Luis, que a esquerda é caricaturada de forma injusta nestas discussões nós já sabemos.

    Agora há uma coisa que eu ainda não percebi: que futuro é que a esquerda quer para o Líbano? Eu tenho visto a esquerda elogiar o Hezbollah, e a Síria.

    Vamos lá recapitular:
    1. O Hezbollah é um movimento que praticou actos terroristas, é certo que nesta guerra mais recente tem lutado por meios convencionais. O Hezbollah é um partido político com largas responsabilidades políticas mas que não faz nem nunca fez um esforço para que o Estado do Líbano detenha o monopólio do uso da força. Como é que sem o monopólio da uso da força pelo Estado o Líbano se vai afirmar como um Estado de Direito soberano?

    2. A Síria é um regime ditatorial que tem nos últimos anos feito tudo o que pode para controlar um outro Estado soberano: o Líbano. Tendo a sua influência no país sido largamente contestada na rua pelos próprios Libaneses.

    Que a esquerda critique os exageros de Israel como tu fazes tudo bem. Eu concordo. Ninguém pode obrigar ninguém a ser neutral o que eu acho é que devemos pensar duas vezes antes de tomar partido.

  14. «coisa que sai no Público, ou não cheira bem ou é imprópria para a confecção de pasteis de Belem.» ???

    Ó TT, e que dizer do jornal que antecipou brilhantemente a crise das alforrecas no Mediterrâneo?

    http://avesso-do-avesso.blogspot.com/2006/08/praga-das-alforrecas.html

    Vocês só falam do Paixão, que é daqueles que vão botar faladura à Casa Fernando Pessoa. Mas e que dizer do Álvaro Vasconcelos? Sai no Público:

    http://avesso-do-avesso.blogspot.com/2006/08/uma-fora-europeia-para-qu.html

    E só não levas aqui com uma evocação do Majorana, físico teórico nascido há cem anos, porque só vai sair no fim de semana.

    Li esse teu comentário alto aqui na redacção. Houve porém um colega jornalista que concordou contigo. Disse que um jornal que publicasse o que ele escrevia não tinha qualquer credibilidade.

  15. Não Filipe também já me aconteceu a mim, e pelos vistos com o TiTio também.

    Boa sorte nas tuas aventuras jornalisticas.

  16. Filipe,

    Tem a ver com um plugin que caça spam pela quantidade de links. Por mais que eu tente afinar a coisa para não ter um funcionamento errático, continua meio aparvalhada.

    Luís,

    1. O Hezbollah é um movimento que nasceu da invasão de 82. Como eles dizem “ganharam o direito” a manter arsenais por terem então dado luta às forças israelitas. Neste contexto político, ele vê-se quase como uma força de auto-defesa do povo libanês. E o governo acaba por se acomodar com facilidade a uma situação em que conta com milhares de “soldados” dispostos a dar a vida pela defesa do seu país, poupando trabalho e recursos às forças armadas. Também é bom lembrar que se trata de uma organização que vai muito para além dos aspectos violentos. Por outro lado, o seu entendimento de “terrorismo” é polémico: eles sempre negaram terem cometido as atrocidades sobre civis de que são acusados. Por exemplo, aplaudiram o ataque de 11 de Setembro ao Pentágono e deploraram publicamente o ataque ao WTC. Até há pouco, o seu timbre era mesmo a agressão a pessoal militar etc.
    2. A monarquia republicana síria é um regime mui pouco recomendável. E já teve momentos de interferência directa e descarada nos assuntos do seu vizinho. Todos sabemos disso: ainda não vi ninguém responsável andar por cá a cantar hosanas à Síria.
    3. Também não me parece que o meu partido seja o Hezbollah. Aliás, qualquer coisa onde cheire a influência da religião é como se fosse radioactiva; não tenho a menor das simpatias pelo fanatismo do Islão radical que anima muita daquela malta.

  17. Já lhes deixei aqui uma série de questões que gostava de ver debatidas mas parece-me que não vou ter sorte.

    Salvo aqueles que até pensam que nem vale a pena debater porque o caso é mais para abate (e têm razão), só o Bruno do Avatares é que lá as vai levantando muito a medo.

    Ainda agora tentou chegar à famosa historieta dos “amigos de Israel”.

    É um conceito interessante. Porque também existem associações destas para todos os gostos.

    O comportamento é que é idêntico. Os amigos são sempre como os clubes dos Maneis ou dos bigodes.

    Vivem para defesa daquela mania que escolheram, como podiam ter escolhido outra. E é claro que um amigo dos bigodes nunca será capaz de criticar o tamanho do bigode de outrem e muito menos a própria legitimidade da escolha. Como os dos Maneis não vão ter uma crise e pensarem que também podiam abrir o grupo aos Antónios e, porque não, a muitos a quem não calhou em sorte chamarem-se Maneis…

    Pois eu tenho para mim que é bem capaz de haver mais facciosismo à custa destas “filias” do que do mito das fobias, ainda por cima quando essas fobias se justificam em raízes medievais.

    Fica à vossa consideração. Por mim com essas “pulsões anti-semitas” que se manifestam no uso de vocábulos como rabinos e judiarias e outras tretas que também já vieram nos jornais por outras vedetas que todos sabemos, posso eu bem. Já com os filo-judeus da imensa teia de lobbys disseminada por tudo quanto é sítio (com avença da Fox ali ao lado) e com estatuto de primeira na Casa Branca, é que não sei.

  18. áh, já sei que cometi o pecado de misturar judeus com o Estado de Israel e a política do governo de Israel.

    Eu sei. E nestas alturas não se deve dar o flanco.

    Mas só o fiz por ir atrás deles.

    Que diabo, porque motivo também lhes deu para mudarem o nome da associação judaica em Portugal para os amigos de Israel?

    E para que diabo tem de vir um representante do governo de Israel para inaugurar uma Sinagoga em Lisboa?

  19. chi, vocês devem ter ar condicionado em casa, para se aguentarem à liça com este calor…

    A mim o que me salva é o mar, e as rochas ;)..

    Entretanto sobre o assunto em epígrafe não me pronuncio, deixei isso escrito e publicado há uns anitos e agora acho muito entediante ser profeta da desgraça – acerta-se demais!

    Mas para quem quiser um bom mergulho na coisa, ando a ler o excelente:

    Mahomet

    Maxime Rodinson

    Éditions du Seuil (1968), 1994

    que comprei em Mogador

    py

  20. bem, como já devem ter reparado apareceu o anormal que via para 4 anos que me persegue na blogosfera.

    foi o idiota que escreveu aqueles lol e assinou com o meu nick

    bye

    Isto há-de ser sempre o velho BdE com os mesmos encapuçados de sempre.

    Prazer conhecer o TT

    Zazie

  21. Zazie:

    O que aqui há mais nestas caixas de comentários é gente dessa. Eu da última vez que usaram um nick dos meus, como não foi dito nada de grave, nem protestei, não fosse o jovem ficar inchado com a atenção.

  22. Esta tarde, a SIC notícias previlegiou-nos com as opiniões de um “especialista em assuntos do Médio Oriente” cujo nome infelizmente não me recordo, mas que suspeito escrever também no jornal Avante.

    Explicou este “especialista”, que as atitudes pacifistas do povo Iraniano se podem constatar logo que se chega ao aeroporto de Teerão, onde as medidas de segurança são quase inexistentes. Passou por alto a este especialista, que as apertadas medidas de segurança nos aeroportos Europeus e Americanos se devem às ameaças dos grupos terroristas Pró-Iranianos, medidas essas que são desnecessárias no Irão dado não serem ameaçados por grupos terroristas Europeus.

    Quanto ao desejo do Irão em apagar Israel do mapa, explicou, tudo se tratou de um erro de tradução. Presume-se que o presidente Iraniano estaria dizer qualquer coisa como “Israel vai ser como um país irmão para nós” e por lamentável erro de tradução saiu “Israel vai ser apagado do mapa”.

    Quanto ao Holocausto, os Judeus que deixem de ser queixinhas. Aconteceram muitas coisas no mundo iguais ou piores. Por exemplo, a população do México era de 10 milhões de habitantes aquando da chegada dos Espanhois, e uns tantos anos depois estava reduzida a cerca de 1 milhão. Se atendermos a que Espanha nunca enviou o seu exército para lá (o que seria completamente impossível dada a duração e as condições da viagem),
    mas apenas exploradores e uns pequenos corpos expedicionários, para fazer tal matança, cada espanhol precisaria de matar vários aztecas por hora, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Nota: É bem sabido que a população indígena foi dizimada por virus trazidos pelos Europeus, inócuos para os Europeus mas mortais para os indígenas que nunca tinham tido contacto com esses virus.

    Para terminar, o “especialista” disse algo de acertado: Há não muitos anos os cristãos eram mais numerosos que os Árabes naquela região (Líbano, Palestina) mas que a situação se inverteu devido à “superior fertilidade” das mulheres Árabes. E o mesmo irá acontecer na Europa Ocidental.

  23. Ser ignorante tem destas coisas: de momento, a minha opinião em relação a tudo isto resume-se a saber que no médio oriente anda quase toda a gente com a certeza de estar sob a mira de uma arma e que isso deve ser no minimo desconfortável. Bem sei que é mais complicado que isto, mas este é o meu ponto de partida. De qualquer modo, agradeço-vos a todos os argumentos e insultos que têm postado. Mesmo sendo nitidamente coisas de quem não sabe o que é isso de estar de forma permanente debaixo da mira de quem nos quer mal a valer, são valiosos para mim porque também não faço ideia do que isso seja porque vivo em Portugal e isto é excelente. Vou continuar a passar por aqui. Bem hajam!

  24. Jeanne d’Arc au Bûcher

    Não sou anti-semita, venho de uma família de tradições de combate, os meus pais não mataram judeus, nem os meus avós os perseguiram, e os pais e os avós desses avós, andaram em campo, e de arma em punho, para que todos pudéssemos conviver, de acordo com o Espírito inaugurado pela Modernidade. Pelo contrário, desprezo terroristas, pela sua cobardia, e porque insistem em falhar sempre os alvos e contentar-se com chafurdar no lodaçal da matança dos inocentes.

    Não sou cristão, pelo que me encontro extremamente à-vontade para afirmar que grande parte das mortandades e ignomínias do nosso pequeno Ocidente foram feitas em nome dos Três Desgraçados Monoteísmos, o Judaísmo, o Islamismo e o Cristianismo. Suponho que nada disso estivesse no espírito de quem os enformou, mas aconteceu e é algo que nos persegue diariamente.

    Acho monstruoso o que aconteceu em Dachau, Auschwitz e Varsóvia, mas não estive lá, nem nenhum dos meus, e quando era preciso que aparecessemos, erguíamo-nos sempre do outro lado da barricada, para clamar pelo fim do horror. Por tudo isso, não me sinto culpado daquela eterna culpa, que a Europa parece carregar às costas, do sucedido, num certo tempo, ao martirizado Povo Judaico. Por tudo isso, apenas considero Israel um estado par, no regime de paridade que os tempos modernos concederam à comunidade dos estados.

    Não acredito em povos eleitos, e acho execrável que a última das grandes guerras se tivesse tornado num bárbaro ajuste de contas entre povos obcecados com os seus próprios umbigos: Arianos, Judeus, Japoneses, filhos da Deusa, e os fracos herdeiros do Império Romano. Deu no que deu, mas eu não estava lá, nem nenhum dos meus os acompanhou.

    Não sou imbecil, e detesto ser tratado como tal, seja por um medíocre que é Primeiro-Ministro de Portugal, ou por um cretino, que se encontra à frente da mais poderosa nação do Mundo. Irrita-me continuar a olhar para os Órgãos de Informação, e ainda acreditar neles, como aquela força que ergueu o Iluminismo e cimentou a Opinião Pública das sociedades domésticas inauguradas pelo Burguesismo. Por tudo isso, detesto que me façam passar debaixo dos olhos simulacros da Realidade, que nos deixam na boca o sabor de ficções inventadas para entreter os espíritos médios, e adormecer ainda mais os já adormecidos.

    Há, em “Jeanne d’Arc au Bûcher”, de Honnegger, um momento em que todos os intervenientes da execução da mártir de Domrémy são apresentados como as Cartas do Baralho, Os Reis, os Ases, os Valetes e as Damas, e, quando vejo a C.N.N., apenas me lembro desse momento do Jogo: nas notas de ródape, Israel anuncia um tempo útil, o seu tempo táctico, para levar até ao fim os seus desígnios, 4 semanas, mais um mês, ou, quem sabe, talvez dois, e, como nesse esgoto da Sociedade Transbordante, o que conta é a continuidade da narrativa, rapidamente verificamos que o Estado Judaico, com o seu “timing” bem preciso, verga todos os restantes intervenientes a uma paródia de intervenção, que passa por ser o discurso da Informação: há uma primeira semana, que é a Semana da Estupefacção, e depois, imediatamente vem a Sota, a Dama de Paus, a Alma Negra Rice, que sobrevooa todo o litoral daquela Ásia Próxima, para fingir que semeia a paz; aparece depois o “Joker”, o sinistro Blair, de quem os terroristas se deveriam lembrar, em vez de andar a mutilar mulheres-a-dias israelitas, que apanhavam inocentes autocarros em horas próximas da Aurora. Três semanas, e lá vem a França, inevitavelmente, o Rei de Copas, com a sua mal assumida monarquia de duzentos anos de arrasto, e é outra semana decorrida; em Madrid, grasna um pobre Valete de Ouros, e, em Lisboa, um Dois de Copas põe-se nos bicos de pés, para fingir que lá chegou primeiro. E já passaram mais semanas. Vem depois o Ás de Paus, o preto que lhes faz os fretes na O.N.U., e dá-nos a folga de mais uma semana. E faltam ainda a Arábia Saudita, a Noruega e a inevitável Comunidade de Santo Egídio, em Itália, mas já devem estar com a mão bem agarrada ao cortinado, à espera da sua vez de entrar em cena. Os verdadeiros carrascos virão lá mais para o fim, o “Jockey” Negro, da América e o Ás da Morte, do Irão, e ninguém sabe o que nos reservam, mas suspeito de que seja ainda pior do que tudo o que já vimos.

    Hoje, dia 6 de Agosto de 2006, também se comemora o dia em que os civilizados Estados Unidos da América cometeram um dos mais bárbaros actos de guerra de que há memória.

    O seu nome foi Hiroshima, e talvez seja em honra dos seus mortos que me sentei para escrever isto.

  25. O BLASFÉMIAS VIROU FASCISTA ! IMPOTENTE PARA REBATER OS MEUS ARGUMENTOS, CENSURA-OS ! É o recurso dos poltrões mentalmente castrados ! Agora os grunhos nazi-sionistas falam à vontade entre eles. Mas ninguém os escuta. O Blasfémias, que vivia da liberdade das suas caixas de comentários, morreu… É um cadáver adiado…

  26. Experimenta ir lá e escrever comentários sem expressões do tipo “grunhos nazi-sionistas”. O único problema é que argumentando sem recorrer a insultos tão poéticos eles passem a aceitar os teus comentários e depois deixas de poder vir para aqui lamentar-te da “censura” (notem-se as aspas).

  27. é não?… estou a lembrar-me lá de umas coisas dos USA, onde as criancinhas mais crescidotas matam colegas e prof.s aos vintes,…

  28. Numa volta pela Blogosfera, que torna o Aspirina B obrigatório e aproveitando o calor que não me deixa ir tomar café…vejo um comentário assinado Zazie, em que se afirmava que um comentário anteriormente assindo em seu nome seria de um “anormal” qualquer (coisa com que concordo absolutamente – só um anormal qualquer perde tempo a assinar comentárrios com nomes de outros comentadores) e que deveria vir de um dado IP (o que me pareceu normal, na caixa de comentários temos acesso aos IPs e com o tempo a as vezes em que temos que aturar gente maluca, acabamos por os decorar), e que deveria vir…do Troll.
    Esta parte não entendo. Não há um link feito para o Troll no nome do coementador anormal e presumo, portanto, que será uma dedução de Zazie. Não a entendo (admito que possa haver algo que me escapa, mas não vejo onde nem o quê) e gostaria, apenas de lembrar, que no Troll, apenas um dos nossos colegas, que, por sinal, por motivos pessoais, não escreve há muito, no Blog, usa o anonimato. Todos os outros temos nomes reais e todos os outros temos, mais que nomes reais, identidades.
    Porque um Blog é sempre um bocadito a nossa casa, mesmo que não se entenda nada de electricidade ou de canalização, não nos agrada nada ouvir alguém dizer que anda um fio qualquer a fazer curto-circuito na casa do vizinho ou que a banheira estragou a televisão do andar de baixo…a gente vai logo a correr saber o que se passa….
    Por isso zazie, se não aqui, sinceramente não me parece nada lógco nem correcto usar uma caixa de comentários para isto, através do meu Emai, pedia-lhe que me contactasse e me “explicasse” a sua afirmação.
    Já agora, gostava mesmo de saber como tenho os fios e os canos, lá em casa…para evitar dissabores. E se ambos estão bons e os vizinhos inventam água e lamapadas a rebentar, olhá-los de frente e dizer-lhes vão aldrabar os seus primos (tadinhos…foi o que me veio á cabeça!!!). E dizê-lo com a mesma altura de som, que eles usaram para me acusarem da morte da televisão da sala.

    Fernando, mais uma vez tenho que lhe pedir desculpa. Eu que passo tantas vezes pelo Aspirina e aqui como no resto da “Blogosfera” não consigo vencer a preguiça e comentar, acabo por apenas comentar …coisas do meu Blog.
    Uma vez foi um vegetal que fez um comentário com um post meu, hoje uma acusação de que alguém, lá de casa, se passou da cabeça…até parece perseguição. Minha. Mas juro que não. Sem figas…
    Cumprimentos e mais uma vez, as minhas desculpas.

  29. ok, Isabel Faria,

    Seguiu mail explicativo. Caso entenda necessário transcrevo-o aqui nos comentários.

    Se me fartei de perseguições seria agora a última pessoa a querer gerar confusões.

    E muito menos colocar em causa a seriedade das pessoas.
    Poupem-se os que ainda são verdadeiros.

  30. fernado, obrigado…voltar eu volto…agora comentar é que só se conseguir vencer esta maldita que me atormenta!! :))

    zazie, obrigada pelo seu Email. Já lhe respondi. Assunto encerrado, para mim.
    De facto, não são situações muito agradáveis…mas há coisas bem piores na vida. Que remeédio temos se não seguir em frente??’!
    Um abraço.

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