O populista antipopulista

Pacheco Pereira alerta em “O grande abandono”, no Público de sábado, para uma possível irrupção do populismo em Portugal. Os ingredientes base estariam cá todos, ou quase. Os abandonados da política esperam apenas que surja o seu líder, de preferência fabricado pela televisão, para que o salto final para o populismo seja dado.

Eles sabem que o CDS, o PSD, o PS os abandonaram à sua sorte, estão-se literalmente borrifando para as ‘causas fracturantes’ do Bloco de Esquerda, e a ‘linguagem de pau’ do PCP não os mobiliza. Eles esperam no seu fel – até um dia.”

Observador aéreo e supostamente isento, planando a grande altura sobre a cena portuguesa, Pacheco culpa, pois, pelo iminente “salto” de Portugal para o populismo o abandono a que as classes desprotegidas estão alegadamente votadas por todos os principais partidos políticos e, com nuances, pelos outros também.

E em que é que Pacheco se baseia? Directamente na vox populi. No “restaurante popular” que frequenta, Pacheco ouviu o comentário de uma cozinheira à reportagem que a televisão estava a passar sobre a entrega de uma casa provisória a uma família de refugiados chegados da Síria. “Vão-lhes dar uma casa melhor do que minha. Eu trabalho toda a vida e a mim ninguém me dá nada” – queixou-se ela, achando-se talvez com mais direito à casa dos refugiados, que supostamente seriam mandriões –  além de não serem portugueses, parece implícito.

Pacheco aprova: “É verdade. E isto é algo que é sentido como uma enorme injustiça. E é uma injustiça. O bem-estar destas famílias e das pessoas como aquelas que estão ali a trabalhar duramente foi abandonado. E estamos assim a alimentar claramente o populismo.” Por isso avançaria o trumpismo, o lepenismo, etc., etc.

Ainda bem que o comentário da cozinheira e a claríssima aprovação do dito comentário por Pacheco se situam logo no início do artigo, porque assim já não nos deixamos enganar com o que se segue. Porque é completamente estúpido partir de um argumento tipicamente populista para um arrazoado que pretende ser antipopulista.

Ainda se compreende que uma cozinheira mal informada ou iletrada não saiba distinguir a sua situação pessoal, que talvez seja socialmente injusta, da situação desses desgraçados que são escorraçados por uma guerra sangrenta e aqui chegam aos baldões, após peripécias trágico-marítimas e estágios em campos de tendas. Mas como aceitar que o informado Pacheco ache injusto que a cozinheira tenha uma casa eventualmente menos boa do que o alojamento provisório desses desgraçados que fogem à morte?

Será injusto que Portugal, dentro das suas possibilidades, preste um acolhimento minimamente decente a um certo número de refugiados de guerra, sabendo-se embora que muitos portugueses vivem em condições socialmente injustas? Pacheco acha que sim, que é injusto. E nisso irmana-se com todos os populistas que acham o mesmo.

50 comentários a “O populista antipopulista”

  1. Caro, pacheco anda há muito a fazer a transição do marxismo(m-l) puro para um populismo refinado de cariz intelectual. Escolheu como exemplo, para desferir um ataque à política em geral, a opinião abaixo de vulgar de alguém que nem sequer entende que um refugiado não tem nada, perdeu tudo, até as raízes e a pátria e, ás vezes a família ou parte dela.
    Está subentendido no pouco da transcrição do texto pachecano que o próprio sabe na perfeição como arrebanhar os “abandonados” para uma causa lepenista e tem alguma pena de não ter o carisma necessário para chefiar tal movimento. Aliás, esse foi sempre o seu fraco político que deu origem ao seu mais que medíocre desempenho político ao limitar-se a ser ridícula eminência parda do cavaquismo e sua escola de alta corrupção enquanto tenta derrubar quem lhe é melhor.
    Para já, às claras deduz-se que pacheco considera grande parte dos portugueses como tendo sido “abandonados” pelos políticos e desde logo à boa maneira cavaquista pôe-se de parte como se nunca tivesse tido altas responsabilidades políticas e ainda hoje não é a figura que mais tempo de antena tem nos media para poder denunciar tal situação. Como figura grada e ideólogo, durante anos, do cavaquismo de que nos lembramos nós que tenha pacheco feito em prol do abandono dos “abandonados”?
    Por outro lado, pacheco, tal como os seus correligionários políticos mente ao considerar que as “cozinheiras” e trabalhadores semelhantes foram abandonados como se não soubesse que todos os trabalhadores têm valiosa protecção na saúde, na Segurança Social, na velhice e no desemprego como nenhum daqueles refugiados alguma vez teve ou tem na sua condição de pária da sobrevivência das catástrofes provocadas pela guerra.
    Vamos pacheco, força pacheco, começa a pregação em prol dos teus “abandonados” deste país, dá-lhes uma ideologia (disso tu sabes), chefia-os, comanda-os, faz a tua revolução dos “abandonados” e restaurarás a gloria dos teus antepassados.

  2. – WHO IS PACHECO PELOSI PEREIRA?
    – IS A SICuta CHUBBY GUY WHO SPEAK TO MUCH ABOUT NOTHING AND DISGRACE THAT IN THE TIMES BEHIND WOULD LIKE TO HAVE SEEN OVER HIS HEAD A DANCING SUN.

  3. PePe the Frog
    You are a twat. And you make TOO much mistakes in English. Try to be ignorant in Portuguese only.

  4. Arre, você ainda escreve pior que valupi .
    O que é uma casa minimamente decente ?
    O refugiado deve ter uma casa melhor que a cozinheira, no caso, uma cidadã portuguesa ?
    Certamente que não !

  5. Pois até admito que o senhor Pacheco Pereira esteja a ser oportunista. Mas não deixa de ter alguma razão naquilo que diz. Na paróquia onde habito têm sido retirados filhos aos pais por alegada falta de condições, nomeadamente habitacionais, Na mesma paróquia a St Casa de Misericórdia é proprietária de dezenas de habitações vazias ( para já não falar em prédios inteiros vazios arrestados pelos bancos… ), tendo remobilado várias delas para acolher refugiados que ….nunca chegaram. É evidente que as pessoas que têm enormes dificuldades em pagar as rendas não percebem isto. O detalhe de essas casas virem a aser ocupadas por refugiados, é apenas a gota que pode fazer transbordar o copo quase cheios de um eneorme sentimento de injustiça, num país onde o direito a habitação condigna está na Constituição. E um dia essa revolta pode muito bem exprimir-se num voto em quem saiba explorar essa frustração. Este é um daqueles assuntos em que o “politicamente correcto” que o Julio aqui defende não resolve nada.

  6. Julgo que há um equívoco. O Estado Português só dá assistência aos refugiados por um período de dezoito meses. Depois desse período de tempo tem de se fazer à vida. Quanto aos portugueses que vivem em péssimas condições muitos são por não se dispor a arranjar outras soluções. Entendo que há estatutos entre a União Europeia para estes problemas. Se assim não fosse os países membros não ajudariam como ajudam os refugiados. Quanto a haver muitos portugueses com dificuldades todos temos conhecimento disso. Mas ao menos tem um país que na saúde, na educação, na segurança social e outras mais os protege. Os refugiados não. Se todos os países só ajudassem os refugiados depois de ter os seus cidadãos bem instalados na vida nunca os refugiados eram salvos. Não me digam que querem mais holocaustos.

  7. e o que é ter uma casa melhor perante a desgraça de uma vida desfeita – tantas vezes sem família, sem amigos, emoções traçadas a sangue a a desgosto? será que a cozinheira, ao dispor de mais e melhores assoalhadas, seria mais feliz? é incomparável ter-se um tecto para dormir e comer, quando mais nada há, como que já há.

    tal não preenche, pois claro, a necessidade de um olhar atento perante as condições – de devem e têm de ser melhoradas – em que o povo vive. são, ambas tristes, tristezas diferentes.

  8. ” desgraçados que são escorraçados por uma guerra sangrenta e aqui chegam aos baldões”
    Fiquem e LUTEM! Não chamem os OUTROS para resolver os seus problemas. Lutem por um futuro melhor para as suas famílias, porque não é abandonando e entregando aos agressores que resolvem a infeliz situação.
    São os primeiros interessados na resolução da situação do seu país. Bem sabemos o quanto esperam que as famílias americanas deem os seus filhos para os ir defender…

    PP tem razão!Ajude-se, alimente-se quem precisa, designadamente as crianças, porém NÃO esqueçam os portugueses, aqueles que ou não teem emprego, que não teem casa, não teem roupas e que os politiqueiros dos direitos e do socialismo ESQUECEM.
    Qual populismo qual carapuça?

  9. E lembremo-nos das mães que ficam sem os filhos porque não teem condições para os criar!!!! Há casa para elas? Há emprego? Há condições? Enquanto isso, as crianças crescem institucionalizadas…

    É isto que governa o País…há muitos e longos anos, todos mencionando o 25 de abril…os direitos, a liberdade, a igualdade, a fraternidade, a democracia, e a papa dos subsídios à conta dos impostos que tenho de pagar para alimentar preguiçosos….

  10. Pimpampum
    11 DE MARÇO DE 2017 ÀS 11:44

    O que me interessava saber é se você é empregado do PS ou do seu santo ídolo, e nesse caso, como é pago . Sucede que, caso seja pago com dinheiros públicos, não estou para sustentar pançudos !
    E ainda por cima não tem grande talento para a escrita ! Pese embora a desavergonhada imodéstia !

    soistrampa
    11 DE MARÇO DE 2017 ÀS 11:56
    Pimpampum, my friend, eheheheheheheh

    aeiou
    11 DE MARÇO DE 2017 ÀS 17:45
    «O que me interessava saber é se você é empregado do PS ou do seu santo ídolo, e nesse caso, como é pago .», …?!

    vs.

    «O que me interessava [glup!, «interessa»] saber é se você é empregado do PS ou do seu santo ídolo e[,] nesse caso, como é pago .», free.

    Pimpampum, se não te importares diz-nos de quem falas e, já agora, não digas bacoradas (aprende o aeiou de um tempo verbal, virgula ajeitadamente e tem um bocadinho de… vergonha).

    «E ainda por cima não tem grande talento para a escrita ! Pese embora a desavergonhada imodéstia !», …?!

    vs.

    «E[,] ainda por cima[,] não tem grande talento para a escrita! Pese embora a desavergonhada [glup, desenvergonhada] imodéstia!», e vão duas free.

    _____

    Desavergonhada significa aquela que não mostra vergonha.
    Esta palavra é usada frequentemente como: desaforada e atrevida.

    Desenvergonhada também significa aquela que não tem vergonha.
    Esta palavra é usada frequentemente como: pessoa desinibida ou sem acanhamento.

    Sóbebo Chá
    11 DE MARÇO DE 2017 ÀS 17:50
    éstrampa, larga as ervas, deixa-te do friendismo e diz-nos de que ris tu também?

    https://akphoto3.ask.fm/683/984/590/1650003020-1qsh9ip-69jijk53crsc5t5/original/pateta_941.gif

    _______

    pimpampum, larga as ervas e deixa de ser hooligan e de dizer bacoradas como diz o outro.

  11. O vogal, plural de vogais, quer dar-me lições de português …
    Pra quem é bacalhau basta, sai como entrou no teclado, rápido e andor, que tenho mais que fazer, e coisas bem mais interessantes .
    No caso, desavergonhada e desenvergonhada ( imodéstia ) no sentido de descarada, despudorada ( imodéstia ) até são sinónimos .
    Enfim … Renda-Portuguesa .
    Qualquer nabo vê, que Pacheco não apela, nem faz populismo . Apenas alerta, perante certas circunstâncias, para o eventual aproveitamento da situação, por parte de demagogos .
    O escriba lá de cima, acoolitado pelo vogal, quer fazer spin . O vogal, esse faz renda-portuguesa …
    Estará alcoolitado, coitado …

    PS, digo, Play Station: Agora que a coisa estava a ficar interessante, é que tem que acabar a investigação.
    Estava-se a aproximar muito da ventoinha, e, se o Rí ( Residual Income ) Cardo Insonso abre a boca …
    Portanto, muita gentinha está apavorada e há que abafar ou no mínimo, suster os danos, não vá o regime pró maneta . Insulso, é de origem mais erudita . Renda-portuguesa é uma planta ( botânica ) . A botanica ( sem acento circunflexo ) também ela um sinónimo, é a ciência que estuda a correcta aplicação de pontapés no traseiro de idiotas como os socratinos que a-bundam por aquí .

  12. Pimpampum
    13 DE MARÇO DE 2017 ÀS 15:35
    O vogal, plural de vogais, quer dar-me lições de português …
    Pra quem é bacalhau basta, sai como entrou no teclado, rápido e andor, que tenho mais que fazer, e coisas bem mais interessantes .
    No caso, desavergonhada e desenvergonhada ( imodéstia ) no sentido de descarada, despudorada ( imodéstia ) até são sinónimos .
    Enfim … Renda-Portuguesa .

    _____

    pimpampum, larga as pedras e não insistas nas bacoradas aqui à frente de toda a gente enquanto te desculpas que tens de continuar nessa nobre arte piscatória ou como cozinheiro de serviço que vem aqui enquanto cozem as batatinha (aprende o aeiou dos tempos verbais, virgula ajeitadamente e não sejas um papagaio porque esses vocábulos são, de facto, sinónimos mas isso já tinha sido dito e até te fizeram um desenho… estilo, rapaz!).

    [E um bacalhau, para ti também.]

  13. Ah … e ao Carlos Alexandre, a esse, exige-se reserva, ponderação, postura e recato, ao Rangel, atribui-se um playground onde se consente que ele se comporte como um informal comentador e debatedor …

  14. O escriba lá de cima, acoolitado pelo vogal, quer fazer spin . O vogal, esse faz renda-portuguesa …
    Estará , coitado …

    acoolitado = acolitado?
    alcoolitado = alcoolizado, tu?

    pimpampum, larga as ervas e deixa de ser hooligan e de dizer mais bacoradas como dizem este e o outro.

  15. E se é certo que, quem cabritos vende e cabras não tem, – estamos no domínio dos provérbios impopulares – não é menos vero que, quem tem amigos, não morre na prisão – este sim, um provérbio popular .
    Como sopesar e conciliar os dois ?
    Desta forma : quem cabritos vende e cabras não tem, recebe dinheiro de alguém . Estamos no campo da engenharia financeira .

  16. “para o populismo o abandono a que as classes desprotegidas estão alegadamente votadas por todos os principais partidos políticos e, com nuances, pelos outros também! ” ?????????????? classes desprotegidas ??? quais classes desprotegidas ? ??? as classes trabalhadoras , dos remediados à média alta , as classes que pagam esta merda toda é que estão pelos cabelos de políticos de função pública de bancários ranhosos de ciganos de toxicodependentes etc etc e tal , pá. estamos fartos de” protecção ” , vão” proteger” ( a.k.a chular) o raio que vos parta.

  17. «Como sopesar e conciliar os dois ?», pimpampum larga as ervas, não digas bacoradas e deixa-te de fazer equilibrismo linguísticos.

  18. Boa tarde . É aqui que tratam dos vistos gold ?
    De momento, vivo em Hong Kong .
    Mal soe o gong, estou pronto para embarcar . Mas preciso do vis tolde .

  19. O que vale, é que nem tudo são más notícias, e, se é certo que, o Aspirina B, é francamente, deprimente, de acordo com um texto de Miguel Esteves Cardoso, – que valeu a minha incursão ao sítio onde estava a notícia do afastamento do Range El – o vinho, realmente, é benéfico para a saúde. A má noticia é que, para obter o benefício energético do resvaratrol, seria preciso beber, por dia, entre 100 e 1000 garrafas de tinto .
    Convenhamos que, é vinho a mais .

  20. cabras não tem, – estamos no domínio = Miguel Esteves Cardoso, – que valeu a minha incursão

    Troll a.k.a pimpampum, larga o vinho e aprende o aeiou para virgulares ajeitadamente de uma vez por todas e deixa de ser um verdadeiro papagaio (que é um falso, no caso).

  21. Olhe que PIMPAMPUM sabe traulitar…talvez V. Ex.ª. deva parar com o chá verde, que desidrata…e a água gaseificada ocupa-lhe as entranhas com o esvaziamento…

  22. Um papagaio-verdadeiro, dirá … verdades, penso eu .
    Já um papagaio falso, sinceramente, nunca vi . Como será ?
    Será um … falsete ?

    Realmente, a natureza é maravilhosa . E então esta diversidade entre papagaios tenores, barítonos e falsetes, é algo … fascinante … !

    https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Papagaio-verdadeiro

  23. está bem , tomei um cházinho de tilia. podes substituir a palavra que causa confusão por ” pessoas que vivem há uns 30 anos de subsídios de integração dadas as supostas diferenças culturais sem que ninguém ponha um prazo razoável ( mais 20 anos? ) para o fim desses programinhas de chulice ” , porque é isso que está em causa , o bolso de quem trabalha e a eternização de atirar areia para os nossos olhos , mais nada .

  24. yo, assinalo.

    ______

    Sobre o assunto não me vou meter a responder àquilo que o antropólogo José Pereira Bastos da FCSH chama há anos a “ciganofobia” em Portugal democratizando o conceito (easy, é googlares por “José Pereira Bastos” + ciganofobia).

    Idem, que se perca tempo com uma discussão pré-histórica sobre as várias versões do RSI… enfim, as coisas são suficientemente claras para mim como se deve ou não actuar. Há uma ampla literatura sobre o assunto (é googlares por “José Pereira Bastos” + “rendimento social de inserção” + ciganos que tanto te preocupam vá-se lá saber porquê ou espreitar o blogue do sociólogo Paulo Pedroso etc.)

    Aqui, não sei onde vais mas é uma coisa de 2014 atingida a maioridade.
    http://ladroesdebicicletas.blogspot.pt/2014/07/da-pobreza-politicamente-induzida.html

  25. Sóbebo , sabes , em tempos , quando era miúda , participei num trabalho de avaliação do rsi.. andei a fazer inquéritos aos beneficiários . e eu não sofro de ciganofobia , considero-os iguais a mim , capazes de compreender perfeitamente que ” quem não trabuca , não manduca ” , não penso que sejam diminuidos mentais incapazes de perceber o que qualquer bichinho , uma mosca , sabe. e há muita terra abandonada , muita terra estatal : uma enxada na mão , como os meus avós ? ou essas pessoas diferentes culturalmente são muito finas para fazer o que os meus avós faziam ? ou talvez tenham problemas de coluna?

  26. yo, mas esse é um caso pessoal mas existem seguramente outros.

    Esta não é a minha praia, sou-o militantemente se quiseres, mas o que é verdade é que há neste momento uma geração de maduros que vieram depois do Bastos (alunos, discípulos, investigadores, tendo a possibilidade de comparar o caso português com o de outros países, etc.) demonstraram uma série de coisas complexas. Antropológicas, sociológicas e históricas também, e que têm que ver com o facto de as comunidades ciganas terem perdido a sua “forma de economia”, da falta de alfabetização, sobre o papel da mulher, a marginalização, sobre a desconstrução dos mitos e dos medos, sobre as malfadadas “tradições” que, muitas vezes, servem quem delas delas se reclamam porque são os seus beneficiários objectivos, etc.)

    Aliás, o conceito de “ciganofobia” é o resultado desses múltiplos factores e, porque abarca o meu e o teu olhar, acaba por ser um bom desbloqueador de conversa. E o RSI tornou-o presente, por isso vivó RSI!

    [Desbloqueador como se vê, aliás.]

  27. sou anti ciganada.Absolutamente anti ciganada. Cobardes, aldrabões, escondem-se no meio das mulheres, não reconhecem a pia onde comem, atacam em matilha e teem mania que amedrontam. Sozinhos, rebentam-lhes as águas…vão trabalhar, preguiçosos…cultivem o que comem, seus párias…

  28. comuna do r, que trata de marranos, bem que pode dar trabalho à ciganada, enquanto vai para o café do monte beber a mini, hum, a “mene”…e comer bolota…yawn.

  29. O comuna do MRocha, que trata de marranos, bem que pode dar trabalho à ciganada, enquanto vai para o café do monte beber a mini, hum, a “mene”…e comer bolota…yawn.

  30. Sóbebo Água Gaseificada A.K.A “aeiou”, right? Riiiiiiiiiiiiiiight. So….guess what…

    Vai chamar Trampa a quem te limpa os cueiros…e te alimenta de seguida…okay? okayyyyyy.

    Muda o chá, a água e lava os fusos internos…andas hiperativo….o meu métier é de “espremer”…e “espremer”….sigh.

  31. manuel.m
    13 DE MARÇO DE 2017 ÀS 0:54
    PePe the Frog
    You are a twat. And you make TOO much mistakes in English. Try to be ignorant in Portuguese only.

    eheheheheh

    Pois e V. Ex.ª também faz mistakes…

    diz-se

    “And you make TOO MANY mistakes in English. Try to be ignorant in Portuguese only.”

    E não “too much mistakes”… percebe? Então, passamos à segunda parte?hum?

  32. É TÃO, MAS TÃÃO ESTÚÚÚPIDO, este pp (pobre pacheco)!
    Sempre o foi, aliás…

  33. manuel.m – ir lamber a correr a cona à sua mãe em português and run lickin your father balls in english next, please.

  34. A arrastadeira de serviço do ignaratz deve estar feliz…A ignaráchio alimenta-se do palavrão, da normalidade do palavrão.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *