Foi melhor assim

Ainda bem que o provocador Seabra insultou João Soares. Ainda bem que este perdeu o que não tem, cabeça, e ofereceu bofetadas. Ainda bem que tudo terminou com uma demissão aceite pelo Costa – que já a tinha insinuado por meias palavras, ao dizer que um ministro nem no café pode ameaçar com porrada. Ainda bem que foi agora, porque mais tarde seria pior.

A nomeação de João Soares para a Cultura revelou-se uma aposta desastrada, como em tempos tinha sido a de outro inepto para a governação, Santana Lopes. António Costa arriscou muito com tal nomeação, que surpreendeu toda a gente. Mas não estava escrito que a aposta teria de sair furada. Era um desafio, lá isso era.

Não há propriamente qualificações técnicas muito específicas para se exercer o cargo de ministro da Cultura. Também não é qualquer analfabeto que o pode exercer, mas aquilo de que um ministro precisa, sem falha, é de qualidades políticas, bom senso e seriedade. João Soares assumiu o desafio, mas não lhe soube corresponder, por falta daquelas três coisas. Já o modo como demitiu Lamas tinha sido outra anedota, a pressagiar o que aconteceu agora. O mais forte sinal de bom senso que João Soares deu foi ter-se demitido.

O filho de um grande político não tem forçosamente talento político a correr-lhe nas veias. Raramente se herda isso. De resto, João Soares sempre se queixou da sombra do pai, que alegadamente não o teria deixado medrar na política. Agora ficou patente que só se pode queixar de si próprio.

 

42 comentários a “Foi melhor assim”

  1. Diz a felgueiras no sexta as 9 que o PSD a 10 dias das eleições entregou a exploração petrolífera no Algarve ao Sousa Cintra. E nos aqui a discutir tabefes no FB?

  2. pronto, agora o JS já se pode dedicar novamente à postagem de pataniscas com arroz de feijão no FB e a ganhar uns guitos com a publicidade aos restaurantes. :-)

  3. O JS é a prova provada que quem sai aos seus não degenera.

    Só que quando tudo foi novidade, até se achava graça.

    Mas nesta altura, já não há pachorra.

  4. jasmin.,obrigado por ter trazido à colação esse texto. fdp como pulido valente mereciam até muito mais.tenho memória.pf não façam do joão soares um inculto.

  5. pior do que o joão soares,esteve o governo de passos coelho,que a dez dias das eleiçoes, assina com o famoso sousa cintra, um contrato de exploração de petróleo no algarve.como não há almoços grátis,era bom que a pj seguisse o rasto do dinheiro !

  6. Mas não seguem tozé … eles estão obcecados com o Governo do Sócrates … foi só por isso que foram agora fuçar na TAP …
    Até agora com os papéis do Panamá como não está lá o nome do Sócrates nem do Carlos Santos Silva …não há pressa de chapar com o nomes na 1ª página do jornal … e pasme-se, o jornal Sol ontem dizia na capa que “os papéis do Panamá não podem constituir PROVA em Portugal” !
    Há Ex-Ministros envolvidos mas como os nomes custam a sair e o Mano Costa ontem engasgava-se todo a dizer que “ter uma off-short” não é necessariamente crime …imagino que estejam a esta hora a “negociar” a saída dos nomes a público … ou não …
    É que se calhar também apanharam o nome do patrão …
    E o canal do Panamá é um sítio óptimo para abrir novas embaixadas e estacionar submarinos encalhados …

  7. sócras não aparece na papelada do panamá, tenham calma. pelo caminho que as revelações portuguesas estão a levar a coisa há-de lá chegar. o tal presidente envolvido deve ser o putin que tem um amigo de infância que toca violoncelo na orquestra típica grupo lena e os ofexóriços revelam que metade do imobiliário algarvio são embutidos panamianos. vai dar pano para mangas e assumpto para manholas durante as próximas gerações. daqui a 50 anos o bisneto do róró vai alegar extrema complexidade do caso para prorrogação do prazo de instrução e o alex filho júnior decretar o prisão dos bisnetos do sócras para não perturbar o andamento da sinfonia grega.

  8. A frase que marca
    M

    A frase que fica, “As coisas são o que são” um downgrade da celebre frase guterrista que a direita adorou “E a vida”. A inquestionabilidade da subordinação do politico ao novo olhar apocaliptico dos media. A aceitação passiva de um insulto é o novo sentido de estado.
    O texto simplifica o João Soares, despindo-o de qualquer valor. E a interiorizaçao desse olhar. O texto não te merece Júlio.

  9. “O filho de um grande político não tem forçosamente talento político a correr-lhe nas veias”.

    Alfredo Marceneiro teve um filho fadista.

    O José Aguas teve um filho futebolista.

    Baltazar Rebelo de Souza teve um filho Presidente

    Vasco Santana teve um filho artista

    Salazar não teve filhos.

    João Soares avô não teve um filho padre.

  10. 0 que acho estranho,é sabermos que há 200 e tal portugueses,com ex ministros incluidos,e só revelam três ou 4 nomes.à cabeça vem o vilarinho do benfica,que já disse que pagou tudo que tinha a pagar.a ser verdade por que motivo só o vilarinho foi descoberto na altura? e os outros 239? devem está arranjar maneira de meter o socrates no bolo!

  11. Ok Toze ‘tamos juntos.

    A cena dos papéis do Panamá é uma treta. Dos que “denunciam” são todos legais, menos o “queimado” Salgado (um anjo caido), dos ex- ministros não aparece nada ao fim de quase um ano de “investigação”. Bastava ouvir os “investigadores” para ver a incapacidade que tem de perceber onde estão metidos. Andam aos papéis. O da Sic parecia um tipo saido de um desfile no pateo da gale cheio de tons emocionais da moda, vago e incapaz de responder com objectividade a qualquer pergunta. O da TVI alem das incertezas e subjectividades mais de 68 so conseguiu trocar umas cumplicidades sorridentes com o pivot. Da substância, nepia. Depois não ha nenhum jornalismo de investigação pois trata-se de um leak, isto é mais um jornalismo de decifração, no caso de traição ( traduttori, tradditore) pois não acredito na credibilidade da investigação. Muitos conflitos de interesses, intimidades, amizades e humidades.Um jornalismo de putas.

  12. Voilá, no jornal “O Observador” a razão pela qual a Operação Marquês está em tão grandes dificuldades para produzir uma acusação que não os ridicularize. Uma leitura e reflexão atentas esclarece.
    http://observador.pt/2016/04/05/pode-acontecer-aos-portugueses-envolvidos-no-panama-papers/

    Uma acusação por fraude fiscal no máximo, e mesmo assim vai dar trabalho ! e esta resolve-se com o pagamento de multa, mesmo sendo um titular de cargo público.
    Para acusar de branqueamento é preciso provar que o dinheiro é sujo, ou seja, é preciso provar a corrupção, … e disso até agora nicles !
    Daí as derivas pelos tráficos de influências e pseudo-corrupções depois de já ter abandonado o cargo público, e na ausência disso, uma infracção de trânsito cometida pelo motorista que estacionou mal o Mercedes … ou coisa assim !

  13. Correcção:
    … perdão, a fraude fiscal, a existir, nem sequer teria sido praticada por titular de cargo público, porque teria ocorrido depois de 2011 … estão a ver a dificuldade ?
    Uma coima e estás a andar. Mas obviamente o “outro” vai reclamar que o dinheiro é dele e é o diabo, porque efetivamente é dele, e provar que não é também é do caraças …

  14. … portanto, multa apenas relativa ao que teria circulado nos envelopes, e não relativa aos milhões que ainda estão na conta … uma chatice !

  15. Júlio, o João Soares tem a seu favor ter sido um excelente vereador da Cultura na CML (este é que é o ponto político da escolha reassumido pelo António Costa, ainda ontem). Especula-se que terá sido uma segunda escolha, após a morte de Paulo Cunha e Silva que, dizem , era um excelente vereador da CMP. Por aqui encontrarás um padrão, então: personagens que trabalham em equipa, que mantêm uma relação quotidiana com diferentes poderes públicos e privados (agentes culturais, e.g.) e, ponto essencial, com obra realizada no terreno típica daqueles tipos que também são mestres-de-obras nos caminhos de Portugal com ou sem gosto (gosto sempre discutível, sejam mais ou menos cosmopolitas, mas com provas provadas porque ambos as tinham). O que se pode discutir, nomeadamente, é se o panorama de 1999 seria replicado em 2016 (o que se passou na selva do FB mostra que não, mas isto também mostra a “nossa” actual imagem no espelho).

    Nota, um. Seria importante que alguém procurasse nos arquivos qual a origem da polémica com o Augusto M. Seabra, ou seja o par de estalos em versão de 1999. Até porque esse ano corresponde à abertura de uma das principais *criações* de João Soares através do Arquivo Fotográfico Municipal (excelente catálogo que não tinha, uma oferta de 2016) com a sua sóbria sala de leitura e informatização das frágeis colecções que andavam dispersas até que fotograficamente (!) se fixassem no edifício da rua da Palma (dizê-lo e não é coisa pouca, basta seguir os estranhos passos que seguiu a Hemeroteca Municipal desde o largo da Misericórdia, das promessas de Chelas e que estão agora não sei onde para não falar nas tentativas de homicídio seguidas de suicídio que acontecem actualmente na… BNP).

    Nota da nota, um e meio. A propósito, que alguém diga aos indignados profissionais que pululam na selva do FB e noutros lugares do estilo que de nada me recordo de semelhante na sua actividade digamos que pública (regresso ao estado nevrótico do Daniel Oliveira de já falei o suficiente, a popósito, para fechar o assunto nós que não fomos contemporâneos no bétinho liceu Pedro Nunes nem no mestrado da Lusófona).

    TOP DISCO – VENDAS DE DISCOS EM PORTUGAL ( por cá, em 1999, andava-se a ouvir isto… para desopilar e contextualizar)
    http://topdisco.blogspot.pt/2010/04/vendas-de-discos-1999.html

    «Exerceu funções autárquicas, como vereador e presidente da Câmara Municipal de Lisboa, de 1990 a 1995, e de 1995 a 2002, respetivamente. Enquanto vereador da Câmara Municipal de Lisboa, assumiu o pelouro da Cultura, numa altura em que a cidade recebeu o evento da Capital Europeia da Cultura, em 1994, e que foi criada a Videoteca (1991) a Casa Fernando Pessoa (1993) e a Bedeteca (1996), na atual Biblioteca dos Olivais.»

    A fonte é a wiki-wiki, e estará incompleta.

  16. o joão soares é essencialmente barroso, um bronco egocêntrico como os primos. viveu sempre à sombra do pai, pendurado na teta pública e não lhe conheço lugar desempenhado por concurso, tudo a que concorreu perdeu para a direita (câmaras lisboa e sintra) e tudo o que apoiou favoreceu a direita (seguro e maria de belém). onde mete o dedo dá merda e cada vez que assina um cheque público até parece que o dinheiro é dele. bardamerda para o trambolho cultural que não prescinde do direito de asneira, o país ficaria a ganhar se fosses cultivar batatas e deixasses de passoscoelhizar cenas que não dominas. depois há outra merda, não precisamos de ministério da cultura para nada, na coreia do quim é que fazem decretos culturais para dizer o que se pode ler, ouvir e ver.

  17. Ignatz. por esse prisma o q é q o Costa fez? Na camara desde ter gajos nos serviços sociais com seguranca a porta do gabinete com medo de represálias por parte dos trabalhadores so por serem da famiglia de um tipo da direita. O despachar dos trabalhadores mais pobres para as juntas de freguesia com perda de regalias para agora contratar para os mesmos lugares outros a low cost. Tu não sabes da missa a mitad. So percepções, fatos as riscas e titulos de jornal.

  18. Os arranjinhos do poder em Portugal não tem nada que ver com o que vem nos jornais. A narrativa mediática e pobre e cumplice dos poderes faticos com que os poderes eleitos tem que se confrontar.
    A ver bem, isto e tudo mais ou menos controlado por 20/30 famílias e conhecidos. Então no meio mediatico e so ler apelidos de gerações que se entrecruzam entre a politica, a cultura e os media, os favores e as cumplicidades. Don’t fuck with da jesus.

  19. o costa fez um acordo governativo com a esquerda, coisa que ninguém tinha feito desde que vivemos em democracia. achas pouco? se quiseres uma lista de merceeiro vai à wiki. e já agora, sabes tanto de missas, poderias explicar aqui ao piople se o filho do joão soares foi admitido para o pelouro cultural da cml por concurso ou se entrou na cota do seguro?

  20. O Costa fez o crl Ignatz, o Jeronino e q cedeu por ver a barraca a arder e o BE foi atras. Se mijar muito fora do penico vai com os porcos. Desde q ganhou ao Seguro so fez foi merda e perdeu para o Psd umas eleições q era como descascar moranguinhos de Sintra. Por isso é q é só salamaleques com a direita, aceita tudo, até uma reunião em q o Draghi lhe veio dizer w eta um cipaio. O melhor para o fim, a tua cena da mercearia não dura um paragrafo eheheh pois perguntas de seguida uma cena de merceeiro acerca do filho do Soares. Já agora pq e q não lhe perguntas tu? E se for verdade o q dizes so corrobora o q eu disse anteriormente. So uma informação, os fsns mais dedicados são recebidos nos canarins depois do espectáculo. Vai pela porta dos fundos.

  21. Comparar João Soares a Santana Lopes é ofensivo. Inepto? Mas quer comparar o que Santana Lopes fez na Cultura em 4 anos com o que Soares fez em 4 meses?
    Mas tem memória ou apenas nasceu depois?
    É caso para dizer, vá pesquisar!

  22. ò marco, do santana lopes na cultura só me lembro da pála do sportem e dos violinos do xôpin. o nabo do soares não teve tempo para tanto, nem pedalada para tanta asneira.

  23. Marco, no caso de dificuldades de maior conta com os dedos (são cinco em cada mão)

    «O nome de João Soares para ministro da Cultura foi uma surpresa. Depois da morte recente de Paulo Cunha e Silva, vereador da Cultura do Porto, ter afastado aquela que era apontada como a solução mais evidente para a pasta, António Costa faz regressar este socialista de 66 anos a um passado longínquo. No currículo do filho de Mário Soares e de Maria Barroso na área da gestão da cultura destaca-se, entre 1990 e 1995, a vereação desse pelouro na Câmara de Lisboa, que depois veio a presidir (1995-2002). Como vereador, deve-se a João Soares a criação da Videoteca de Lisboa, em 1991, da Casa Fernando Pessoa, em 1993, ou a abertura ao público do Arquivo Fotográfico Municipal em 1994. Foi durante o período em que foi vereador que se deu Lisboa Capital Europeia da Cultura em 1994, na altura presidida por Vítor Constâncio, numa sociedade de capitais públicos que juntava a autarquia e a Secretaria de Estado da Cultura.»

    No Ipsilon, assinado pela Isabel Salema , Lucinda Canelas e Luís Miguel Queirós.
    Aqui, segue o link: http://www.publico.pt/n1715436

  24. E ainda a comparação, lembra-se do CCB? Lembra-se de mais de 40 bibliotecas por este país? E os Arquivos? E os vários apoios?
    Antes de falar de Pedro Santana Lopes e João Soares vá à CNE e veja o resultado das eleições de 2001.
    Enfim… é bom ler um pouco de história.

  25. Pá, o programa de rede de bibliotecas municipais é do tempo do Carrilho.
    Já o CCB é a obra evocadora do cavaquismo no seu máximo esplendor (antes do BNP, portanto). É verdade que o Santana Lopes foi um seu ajudante, mas isso não é necessariamente possuir um curriculum keep cool («tenham calma!», segundo o dicionário do menino).

    Arquivos, quais são eles e de quem falas (do Matoso, da Miriam e agora do Lacerda)? Ou enches a barriga com longos processos que resultaram em obras avulsas, como aconteceu no Arquivo Distrital de Santarém?

    […]

    Em 1916, (Decreto nº 2.225, de 18 de Fevereiro), com o fim de recolher o registos paroquiais, nos termos do Decreto nº1630 de 9 de Junho de 1915, é criado o Arquivo dos Registos Paroquiais, Registo Civil, anexo ao Arquivo Nacional, que pelo Decreto de 18 de Maio de 1918, era também arquivo dos distritos de Lisboa e Santarém.

    O Arquivo Distrital de Santarém é criado pelo Decreto-Lei n.º 46:350, de 22 de Maio de 1965, juntamente com os de Aveiro, Beja, Castelo Branco, Faro, Guarda, Setúbal, Viana do Castelo e Vila Real, completando-se, deste modo, a rede dos arquivos distritais.

    Só passados 9 anos, em Março de 1974, inicia as suas funções, na ala Este do edifício construído de raiz para “Museu Distrital”, cedida, pela então, Junta Distrital de Santarém, a título provisório. Tinha como instalações um depósito com cerca de 1 000 metros lineares de estantes fixas, uma sala de leitura, uma área administrativa e um gabinete destinado ao director do Arquivo.

    Em 1977, por autorização do então Governador Civil de Santarém, são as mesmas instalações, quase totalmente ocupadas pela Biblioteca Municipal de Santarém empréstimo que iria demorar 12 anos, tantos quantos foram necessários para realizar as obras de remodelação do antigo edifício da Biblioteca Municipal, o Palácio Braamcamp Freire. Durante esse período de tempo, ao Arquivo Distrital de Santarém, apenas, restaram cerca de 500 metros lineares de estantaria e um gabinete onde funcionaram em comum: sala de leitura pública, área administrativa, reprografia e o gabinete do director.

    Em 1992, depois de transferida a Biblioteca para as suas novas instalações, foi a vez do Instituto Português de Arquivos iniciar obras de vulto nas instalações ocupadas pelo Arquivo Distrital de Santarém, que viriam a ser inauguradas pelo então Secretário de Estado da Cultura, Dr. Pedro Santana Lopes, em 22 de Novembro de 1993.

  26. A falta de memória é o principal problema de Portugal. A facilidade com que se generaliza e comparam situações incomparáveis é absolutamente chocante.

  27. Eric,
    Fiquei comovido. Aliás, que grande Vereador da Cultura… realmente….

    Quem construiu o CCB?
    Quem remodelou a Torre do Tombo e o Arquivo Nacional?
    Quem lançou o Lisboa Capital Europeia da Cultura para esse grande Vereador ser responsável?
    Quem criou a Orquestra Sinfónica Portuguesa?
    Quem promoveu obras nos Teatros?

    Isto de cabeça apenas. Para inepto acho um pouco exagerado… mas… É a vida.

  28. Aposto que a seguir vão dizer que toda essa obra apareceu por obra e graça do Espírito Santo e que o Pedro Santana Lopes não teve nada com isso.

  29. Mário e Marco, ou Marco e Mário para quem vem em sentido contrário.

    Secretário de Estado da Cultura dos XI e XII Governos Constitucionais (1990/1994), ponto. Fiquem aqui com um road map do Ministério da Cultura, de 1995 até à dupla maravilha de 2011 com Francisco José Viegas/Jorge Barreto Xavier.

    O Ministério da Cultura incluía os seguintes organismos e serviços:

    Academia Internacional de Cultura Portuguesa
    Academia Nacional de Belas-Artes
    Academia Portuguesa da História
    Biblioteca Nacional (BN)
    Centro Português de Fotografia
    Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema
    Comissão de Classificação de Espectáculos
    Companhia Nacional de Bailado
    Conselho de Museus
    Conselho Superior de Arquivos
    Conselho Superior de Bibliotecas
    Delegação Regional da Cultura do Norte
    Delegação Regional da Cultura do Centro
    Delegação Regional da Cultura do Alentejo
    Delegação Regional da Cultura do Algarve
    Direcção-Geral das Artes (DGArtes)
    Fundação Casa da Música
    Fundação Centro Cultural de Belém
    Fundação de Serralves
    Fundação Museu do Douro
    Fundo de Fomento Cultural
    Gabinete do Direito de Autor (GDA)
    Gabinete das Relações Culturais Internacionais (GRCI)
    Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC)
    Instituto dos Arquivos Nacionais/Torre do Tombo (IAN/TT)
    Instituto do Cinema, Audiovisual e Multimédia (ICAM)
    Instituto Português de Arqueologia (IPA)
    Instituto Português de Conservação e Restauro (IPCR)
    Instituto Português de Museus (IPM)
    Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR)
    Instituto Português do Livro e das Bibliotecas (IPLB)
    Observatório das Actividades Culturais
    Orquestra Nacional do Porto
    Programa Operacional da Cultura (POC)
    Secretaria-Geral (SG)
    Teatro Nacional D. Maria II (TNDM – SA)
    Teatro Nacional de São Carlos
    Teatro Nacional São João

  30. Eric, é imperdoável que esqueças que o Slopes reabilitou o Parque Mayer e dotou a city com aquela magnifica obra arquitectonica do Gehry, que todos podemos admirar, especialmente nos dias de névoa.

  31. Certo, é um longo processo com o Bragaparques que levou o Carmona Rodrigues e um vereador e uma vereadora (Eduarda Napoleão e um gajo com ar de jogador da sueca… a doer) que, até aí e para todo o sempre, permaneceram ignotos. Essa negócio deixou uma cratera a céu aberto em Entrecampos, para além das dívidas.

    Nota. A troupe dos santanistas com empregos na SCML mexe-se, aparentemente.

  32. … «que levou o Carmona Rodrigues e um vereador e uma vereadora (Eduarda Napoleão e um gajo com ar de jogador da sueca… a doer) a tribunal», a coisa desapareceu sem eu saber porquê.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *