Aspirina Box #7 (Low)

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Com algum atraso, acrescentei coisas novas na Box. Desta vez, resolvi inserir dez temas de uma única banda que há 13 anos tem marcado uma presença assídua na minha discografia: os Low. Poderia agora falar de cada tema, mas não quero estragar a surpresa aos que não conhecem a banda. Para quem já conhece o talento do casalinho mormon, há uma raridade que se chama «Dont’ Carry It All» e que é um outake do grande Things We Lost In The Fire de 2001. Numa altura em que se celebra a re-edição de Colossal Youth dos Young Marble Giant, os Low são uma das bandas que melhor souberam utilizar o legado dos manos Moxham. O que, de resto, só lhes fica bem.

Adenda: os Low também são famosos pelos seus vídeos… singulares. Deixo-vos aqui o mais recente, relativo ao single «Breaker». Uma moca.

9 comentários a “Aspirina Box #7 (Low)”

  1. tenho pena é de ter visto recentemente os low com uma vergonhosa meia casa no santiago alquimista…para os menos atentos…cuidado que há kozelek em outubro no mesmo espaço…depois não digam “ah e tal”… :)

  2. caro senhor da Costa,

    aproveito para agradecer o seu conselho que me fez descobrir a carreira do homem e encontrar das músicas mais bonitas que ouvi até hoje :)

    M. Ward – Ella.

    obrigado

  3. JPC
    Prefiro o meu bolo de anos, Opéra de chez Le Nôtre (queque e bom que se farta!) e a garrafinha de Vin de Bordeaux, Chateau Mille-Secousses, que partilhei com quem me acolheu, no meu aniversário, em Paris. Estupendo! Também me bateram palmas, curiosamente :-)

    Os Low, excelente!

    Susana
    Gosto muito de te ler por aqui. Já não era sem tempo!
    Felizmente não uso avental, só para tourear… a Zazie… (pelos vistos)

    Zazie… Zazie dans le Metro…
    Logo no meu dia de anos… quanta má disposição… que me fez rebentar a rir, confesso!
    Deste-me demasiada importância. Não mereço, acredita!

    Fernando
    Obrigada pelos teus sinceros Parabéns.
    Voltei!
    Quase perdi o avião de volta à terra… não… não pela distância do aeroporto mas por causa dos “bouchons”! Uma horinha para chegar a Orly Ouest, isto partindo do Sul de Paris… o que faria se tivesse que atravessar Paris ou uma ponte Vasco da Gama…

    Isto, para te dizer que me sinto em dívida para contigo. Ofereceste-me o espaço do tempo para pensar.

    É, talvez, para ti, tenha interiorizado a linguagem do poder com o qual não concordas mas não pelas razões te incomodam.
    Não se faz planeamento urbano em 6 meses e o que em tentei mostrar nos vários comentários que fiz sobre o aeroporto, é que a Ota não surge da tirania mas de um projecto que, embora para muitos errado, já vem de longa data. Foi pensado por “muitos”… mesmo que humanamente, para “muitos”, errado!
    Alcochete tem fortes probabilidades de ser vetado por questões ecológicas, em Portugal mas sobretudo a nível europeu.
    Pondo de parte estas duas hipóteses, que são megalómanas, temos a Portela + 1. Será? Vemos Beja e Portimão+Lagos a abraçar soluções para um aeroporto.
    Este debate interessa-me, não ao nível das palavras ou ao nível do poder local que de um aeroporto possa advir (em qualquer lugar onde o coloquemos será fonte de riqueza), mas ao nível do desenvolvimento urbano e social do país que, para mim, deve responder numa visão futurista às necessidades reais e actuais.
    Aguardemos pelo desenrolar dos estudos.
    (arquitontices, reconheço… preciso de dormir)

    Py
    Mercy pelo HapPy aqui… também ;-)

  4. Meu Deus, deve ser uma maravilha andar contigo. Adoro truffes de chocolat, forêt noire, gâteau fraisier, charlottes, crème à l’anglaise, éclairs et profiteroles au chocolat, les glands, etc.

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