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	<title>Comentários em: Vinte Linhas 257</title>
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	<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 14:16:57 +0000</pubDate>
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		<title>Por: ana</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-37464</link>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 00:49:20 +0000</pubDate>
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		<description>E afinal, ó doutos exemplares desta "apagada e vil tristeza" (a intelectual) e doutras mil de que se morre em Portugal, já chegaram a alguma conclusão sobre o sexo dos anjos?

Quando lá chegarem, comuniquem.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E afinal, ó doutos exemplares desta &#8220;apagada e vil tristeza&#8221; (a intelectual) e doutras mil de que se morre em Portugal, já chegaram a alguma conclusão sobre o sexo dos anjos?</p>
<p>Quando lá chegarem, comuniquem.</p>
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		<title>Por: jcfrancisco</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34988</link>
		<dc:creator>jcfrancisco</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 May 2008 13:43:35 +0000</pubDate>
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		<description>Isto das sebes e dos aluviões vai tudo para a reciclagem, a compostagem que é outro nome para o lixo. Nós seguimos em frente. Parecem atrevidos mas não passam de malandrecos. Pobres.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isto das sebes e dos aluviões vai tudo para a reciclagem, a compostagem que é outro nome para o lixo. Nós seguimos em frente. Parecem atrevidos mas não passam de malandrecos. Pobres.</p>
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		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34940</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 23:27:07 +0000</pubDate>
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		<description>anastacinha, a seguir a «com» é sem ponto. já corrigi o link. podes agradecer-me de duas maneiras: manda um presuntinho para o mail do aspirina ou arranja alguma imaginação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>anastacinha, a seguir a «com» é sem ponto. já corrigi o link. podes agradecer-me de duas maneiras: manda um presuntinho para o mail do aspirina ou arranja alguma imaginação.</p>
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	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34932</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 15:49:02 +0000</pubDate>
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		<description>oh Anastácia, já agora tenho curiosidade: sempre se conseguiu nomear a condição de convergência como sendo Da Cunha-Cauchy?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>oh Anastácia, já agora tenho curiosidade: sempre se conseguiu nomear a condição de convergência como sendo Da Cunha-Cauchy?</p>
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		<title>Por: Anastácia da Cunha</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34931</link>
		<dc:creator>Anastácia da Cunha</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2008 15:40:51 +0000</pubDate>
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		<description>Já percebi há muito que o José do Carmo está a mais neste blogue que se vai tornando cada vez mais um saco de gatos ou um pote de veneno. Pode-se gostar ou não do que escreve, mas como realçou luís eme é um autor com uma obra consistente publicada, reconhecida aliás por gente muito informada e relevante da nossa praça.
Quanto à tese de mestrado sobre a obra dele, que JCF fez bem realçar (o que é um crime neste país de hipócritas barrados com a merda da falsa modéstia), também foi publicada. O seu autor, Ruy Ventura, tal como ele, ganhou o prémio revelação poesia da APE e tem livros suficientes para não ser um desconhecido, a não ser por quem quer escurecê-lo a ele e a muitos outros escritores que não vergam a espinha. Quem tiver dúvidas veja o site www.ruyventura.blogspot.com

José, não tenho o prazer de conhecê-lo, mas se me permite um conselho, mande estes gajos às urtigas! Nem merecem respostas suas!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já percebi há muito que o José do Carmo está a mais neste blogue que se vai tornando cada vez mais um saco de gatos ou um pote de veneno. Pode-se gostar ou não do que escreve, mas como realçou luís eme é um autor com uma obra consistente publicada, reconhecida aliás por gente muito informada e relevante da nossa praça.<br />
Quanto à tese de mestrado sobre a obra dele, que JCF fez bem realçar (o que é um crime neste país de hipócritas barrados com a merda da falsa modéstia), também foi publicada. O seu autor, Ruy Ventura, tal como ele, ganhou o prémio revelação poesia da APE e tem livros suficientes para não ser um desconhecido, a não ser por quem quer escurecê-lo a ele e a muitos outros escritores que não vergam a espinha. Quem tiver dúvidas veja o site <a href="http://www.ruyventura.blogspot.com" rel="nofollow">http://www.ruyventura.blogspot.com</a></p>
<p>José, não tenho o prazer de conhecê-lo, mas se me permite um conselho, mande estes gajos às urtigas! Nem merecem respostas suas!</p>
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	<item>
		<title>Por: jcfrancisco</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34876</link>
		<dc:creator>jcfrancisco</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 17:11:08 +0000</pubDate>
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		<description>Já viram que «sebes e aluviões» é o título de um livro do Joaquim Magalhães? Gato de fora com o rabo escondido...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já viram que «sebes e aluviões» é o título de um livro do Joaquim Magalhães? Gato de fora com o rabo escondido&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: claudia</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34841</link>
		<dc:creator>claudia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 11:57:49 +0000</pubDate>
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		<description>Luís Eme, acho que o nosso único ponto comum é que ambos falamos português. Mais nada. E se querem a minha opinião sincera: enfiem as teses de mestrado e doutoramento no rego da horta da vizinha ao lado. Espero que vos sejam de grande utilidade, nem que seja para usufruirem de um 1º lugar na Arte do Gabanço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luís Eme, acho que o nosso único ponto comum é que ambos falamos português. Mais nada. E se querem a minha opinião sincera: enfiem as teses de mestrado e doutoramento no rego da horta da vizinha ao lado. Espero que vos sejam de grande utilidade, nem que seja para usufruirem de um 1º lugar na Arte do Gabanço.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: z</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34840</link>
		<dc:creator>z</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 11:30:58 +0000</pubDate>
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		<description>bela gata,

liaisons dangereuses

podes escrever as memórias, pá

http://www.abola.pt/sexta/</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>bela gata,</p>
<p>liaisons dangereuses</p>
<p>podes escrever as memórias, pá</p>
<p><a href="http://www.abola.pt/sexta/" rel="nofollow">http://www.abola.pt/sexta/</a></p>
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	<item>
		<title>Por: jcfrancisco</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34837</link>
		<dc:creator>jcfrancisco</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 11:08:34 +0000</pubDate>
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		<description>Não sei se se lembram mas eu fui convidado a entrar mo «aspirinab» porque o Fernando Venâncio achou piada a uma crónica minha com o título sugestivo de «Não ponha esse indivíduo tão alto que ele nem é licenciado!». Vai dar ao mesmo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se se lembram mas eu fui convidado a entrar mo «aspirinab» porque o Fernando Venâncio achou piada a uma crónica minha com o título sugestivo de «Não ponha esse indivíduo tão alto que ele nem é licenciado!». Vai dar ao mesmo.</p>
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	<item>
		<title>Por: luis eme</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34836</link>
		<dc:creator>luis eme</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 10:26:15 +0000</pubDate>
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		<description>Não sei se lês a caixa de comentários, Cláudia.  Houve alguém que duvidou da existência de obra de JCF e até da existência de uma tese de mestrado sobre a sua obra (disfarçado de sebe &#38; aluviões).

Só expliquei que a obra do JCF  e a tese existe.

Nunca falei do gostar ou não gostar da poesia do JCF (que é pessoal)... mas adianto que quando não gostamos não precisamos de adjectivar as pessoas sobre coisas que não têm nada que ver com um poema...

E duvidas, que somos uma cambada de invejosos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se lês a caixa de comentários, Cláudia.  Houve alguém que duvidou da existência de obra de JCF e até da existência de uma tese de mestrado sobre a sua obra (disfarçado de sebe &amp; aluviões).</p>
<p>Só expliquei que a obra do JCF  e a tese existe.</p>
<p>Nunca falei do gostar ou não gostar da poesia do JCF (que é pessoal)&#8230; mas adianto que quando não gostamos não precisamos de adjectivar as pessoas sobre coisas que não têm nada que ver com um poema&#8230;</p>
<p>E duvidas, que somos uma cambada de invejosos?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: claudia</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34833</link>
		<dc:creator>claudia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 10:09:30 +0000</pubDate>
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		<description>Luís Eme, cada um tem direito à sua opinião. Há quem não goste de Saramago ou de Agustina enquanto escritores. Quanto à pequenez, Luís, facto redutor e desculpa mal amanhada que dás para todos quanto não concordam com algo expresso, prosaica ou poeticamente, pelo jcf.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Luís Eme, cada um tem direito à sua opinião. Há quem não goste de Saramago ou de Agustina enquanto escritores. Quanto à pequenez, Luís, facto redutor e desculpa mal amanhada que dás para todos quanto não concordam com algo expresso, prosaica ou poeticamente, pelo jcf.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: luis eme</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34832</link>
		<dc:creator>luis eme</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 09:45:11 +0000</pubDate>
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		<description>Como a ignorância é muito atrevida, acrescento que o José do Carmo Francisco tem mais de uma dezena de obras publicadas, quase todas de poesia, acho que nenhum é edição de autor. 

Em 1980 ganhou o Prémio Revelação de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores.

E a  tese de mestrado de Ruy Ventura sobre José do Carmo Francisco, também existe, e está publicada em livro...

Não há dúvida, que além de ignorância, há outras coisas, ainda mais feias, que caracterizam muito a pequenez portuguesa, como muito bem nos explica José Gil...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como a ignorância é muito atrevida, acrescento que o José do Carmo Francisco tem mais de uma dezena de obras publicadas, quase todas de poesia, acho que nenhum é edição de autor. </p>
<p>Em 1980 ganhou o Prémio Revelação de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores.</p>
<p>E a  tese de mestrado de Ruy Ventura sobre José do Carmo Francisco, também existe, e está publicada em livro&#8230;</p>
<p>Não há dúvida, que além de ignorância, há outras coisas, ainda mais feias, que caracterizam muito a pequenez portuguesa, como muito bem nos explica José Gil&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Bill</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34828</link>
		<dc:creator>Bill</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 09:24:17 +0000</pubDate>
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		<description>"Tropeçar não é cair, mas é meio caminho andado."</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Tropeçar não é cair, mas é meio caminho andado.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: João Pedro da Costa</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34819</link>
		<dc:creator>João Pedro da Costa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 08:22:02 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;«Basta pensar que os professores universitários Clara Rocha, Silvina Rodrigues Lopes e António Cândido Franco não perderam nenhum tempo com isso quando discutiram a tese de mestrado sobre a minha obra. Falaram apenas de coisas substanciais e importantes que integram a tese de mestrado do escritor Ruy Ventura.»&lt;/b&gt;

Isto é, como é óbvio, um valentíssimo disparate, JCF. Estes três professores universitários discutiram não a tua obra, mas uma prova académica (uma Tese de Mestrado) sobre a tua obra, o que é muito diferente e faz com que a tua argumentação não tenha ponta por onde se lhe pegue. Como é óbvio, basta que o âmbito dessa tese não aborde os aspectos métricos da poesia para que eles, de facto, não perdessem tempo sobre o assunto. Ou estarás a tentar dizer que a tua obra é tão pobre que uma simples tese de Mestrado consegue abranger todos os seus aspectos? Por fim, se estás tão seguro das tuas capacidades poéticas, se a tua obra está imune a qualquer contribuição dos que a lêem, fica a pergunta: para quê publicar os teus textos no HTML? Para inchar ainda mais o teu ego? Enfim, também não vejo nenhum mal nisto, mas seria giro teres consciência desse teu estatuto irrisório.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b>«Basta pensar que os professores universitários Clara Rocha, Silvina Rodrigues Lopes e António Cândido Franco não perderam nenhum tempo com isso quando discutiram a tese de mestrado sobre a minha obra. Falaram apenas de coisas substanciais e importantes que integram a tese de mestrado do escritor Ruy Ventura.»</b></p>
<p>Isto é, como é óbvio, um valentíssimo disparate, JCF. Estes três professores universitários discutiram não a tua obra, mas uma prova académica (uma Tese de Mestrado) sobre a tua obra, o que é muito diferente e faz com que a tua argumentação não tenha ponta por onde se lhe pegue. Como é óbvio, basta que o âmbito dessa tese não aborde os aspectos métricos da poesia para que eles, de facto, não perdessem tempo sobre o assunto. Ou estarás a tentar dizer que a tua obra é tão pobre que uma simples tese de Mestrado consegue abranger todos os seus aspectos? Por fim, se estás tão seguro das tuas capacidades poéticas, se a tua obra está imune a qualquer contribuição dos que a lêem, fica a pergunta: para quê publicar os teus textos no HTML? Para inchar ainda mais o teu ego? Enfim, também não vejo nenhum mal nisto, mas seria giro teres consciência desse teu estatuto irrisório.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Sebes &#38; Aluviões</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34818</link>
		<dc:creator>Sebes &#38; Aluviões</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 08:21:46 +0000</pubDate>
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		<description>Tese de Mestrado??????????
Clara Rocha, Silvina Rodrigues Lopes e António Cândido Franco?????????????????????
E quem é o autor dessa tese de que ninguém nunca ouviu falar????? Existe??????????
Em que universidade??????? Em que faculdade????????????
E já agora que obra é que o Zézinho tem para mostrar à gente?????? Meia dúzia de livrecos em edição de autor de que nunca ninguem ouviu falar. Eu nunca vi nas livrarias nada deste Zé Xico. Alguém aqui viu?

Eu também posso dizer que já fizeram uma tese de Doutoramento sobre os meus lindos olhos ou sobre o email que mandei ao meu primo!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tese de Mestrado??????????<br />
Clara Rocha, Silvina Rodrigues Lopes e António Cândido Franco?????????????????????<br />
E quem é o autor dessa tese de que ninguém nunca ouviu falar????? Existe??????????<br />
Em que universidade??????? Em que faculdade????????????<br />
E já agora que obra é que o Zézinho tem para mostrar à gente?????? Meia dúzia de livrecos em edição de autor de que nunca ninguem ouviu falar. Eu nunca vi nas livrarias nada deste Zé Xico. Alguém aqui viu?</p>
<p>Eu também posso dizer que já fizeram uma tese de Doutoramento sobre os meus lindos olhos ou sobre o email que mandei ao meu primo!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: PiresF</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34815</link>
		<dc:creator>PiresF</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 02:49:11 +0000</pubDate>
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		<description>Citação de "O Romance de Amadis" de Afonso Lopes Vieira.

"Senhores, não nos demoraremos nos primeiros feitos do Donzel do Mar. Se me pusesse a contar todas as acções do herói, a história alongava-se tanto quanto se encurtava a vontade de a ouvir."</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Citação de &#8220;O Romance de Amadis&#8221; de Afonso Lopes Vieira.</p>
<p>&#8220;Senhores, não nos demoraremos nos primeiros feitos do Donzel do Mar. Se me pusesse a contar todas as acções do herói, a história alongava-se tanto quanto se encurtava a vontade de a ouvir.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: susana</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34814</link>
		<dc:creator>susana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 02:22:20 +0000</pubDate>
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		<description>eu não percebi a pertinência do proverbial comentário final como ilustração das conclusões anteriores. 
no entanto concordo com o que dizes: a crítica serve para nos fazer pensar numa próxima ocasião, raramente para nos levar a alterarmos alguma coisa já feita. 

não percebo qual é a crise relativamente ao que fez o daniel. compreendendo o seu trabalho a partir do que nos mostrou aqui, é evidente que tem gosto pela apropriação. apropriação de uma linguagem, como nos discursos à padre antónio vieira, ou nas reconstruções de histórias com um léxico antigo local e uma pronúncia particular. aqui vimos apenas alguém, que gosta do exercício criativo, a pegar no mote para fazer uma outra coisa. quando olhamos para a segunda versão já estamos a olhar o daniel, e do ponto de vista do que é o daniel escrito. a apropriação como exercício é apenas um exemplo comum da actuação de um amante da escrita, criativo, e que se tenha formado como pessoa por uma carreira no ensino. é procedimento normal e reflecte além disso um interesse pela peça que lhe dá alimento. é também arrogante, claro, porque além de ser um exercício crítico, é criativo. e a criatividade tem um lado narcísico que pressupõe o encontro com algo que supera o que existia até ali. e supera, porque há sempre um acrescento. acrescento que é de todos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eu não percebi a pertinência do proverbial comentário final como ilustração das conclusões anteriores.<br />
no entanto concordo com o que dizes: a crítica serve para nos fazer pensar numa próxima ocasião, raramente para nos levar a alterarmos alguma coisa já feita. </p>
<p>não percebo qual é a crise relativamente ao que fez o daniel. compreendendo o seu trabalho a partir do que nos mostrou aqui, é evidente que tem gosto pela apropriação. apropriação de uma linguagem, como nos discursos à padre antónio vieira, ou nas reconstruções de histórias com um léxico antigo local e uma pronúncia particular. aqui vimos apenas alguém, que gosta do exercício criativo, a pegar no mote para fazer uma outra coisa. quando olhamos para a segunda versão já estamos a olhar o daniel, e do ponto de vista do que é o daniel escrito. a apropriação como exercício é apenas um exemplo comum da actuação de um amante da escrita, criativo, e que se tenha formado como pessoa por uma carreira no ensino. é procedimento normal e reflecte além disso um interesse pela peça que lhe dá alimento. é também arrogante, claro, porque além de ser um exercício crítico, é criativo. e a criatividade tem um lado narcísico que pressupõe o encontro com algo que supera o que existia até ali. e supera, porque há sempre um acrescento. acrescento que é de todos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: claudia</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34813</link>
		<dc:creator>claudia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 00:47:49 +0000</pubDate>
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		<description>Pontos nos ii, é verdade. Depois da meia-noite, a minha capacidade de raciocinar é diminuta.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pontos nos ii, é verdade. Depois da meia-noite, a minha capacidade de raciocinar é diminuta.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Pontos nos ii</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34811</link>
		<dc:creator>Pontos nos ii</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 00:37:38 +0000</pubDate>
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		<description>AS:
Não acredito que «mais depressa corram com os comentadores». Acabavam por morrer de pasmo, não acha? As «montras de vaidade» vistas do nosso lado dão grande vontade de rir e de comentar! Sem nós, que seria dos poucos aspirínicos que resistem? Eles ainda não reparam que são os comentadores que «comandam» o Aspirina. Que somos nós que o mantêmos vivo!
Só não entendo como certos comentadores dizem e depois se desdizem. Caso do Luís Oliveira que diz «não entender porque razão o Fernando Venâncio e o Daniel de Sá saíram e os outros dois J ainda continuam por aqui». Decerto se referia ao JCF e ao JPC. Convenhamos que foi um comentário contundente. Porque virá, então, agora, contra os comentadores que não apreciam a poesia do JCF!? Há coisas que não entendo. E que saiba, claudia, Valupi não começa por um J!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>AS:<br />
Não acredito que «mais depressa corram com os comentadores». Acabavam por morrer de pasmo, não acha? As «montras de vaidade» vistas do nosso lado dão grande vontade de rir e de comentar! Sem nós, que seria dos poucos aspirínicos que resistem? Eles ainda não reparam que são os comentadores que «comandam» o Aspirina. Que somos nós que o mantêmos vivo!<br />
Só não entendo como certos comentadores dizem e depois se desdizem. Caso do Luís Oliveira que diz «não entender porque razão o Fernando Venâncio e o Daniel de Sá saíram e os outros dois J ainda continuam por aqui». Decerto se referia ao JCF e ao JPC. Convenhamos que foi um comentário contundente. Porque virá, então, agora, contra os comentadores que não apreciam a poesia do JCF!? Há coisas que não entendo. E que saiba, claudia, Valupi não começa por um J!</p>
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		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-257/#comment-34810</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Apr 2008 00:26:22 +0000</pubDate>
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		<description>Ó Pedrinho, aqui quem se arma em carapau leva bordoada. É só isso. E tu também já estás quase a pedi-las. O caralho da tua presunção em mandar-nos desamparar a loja... Vai tu, ó tinhoso.

Ó Claudette, essa promoção do Valupi a grande intelectual é um bocadinho precepitada. E a expressão é "de pedra e cal". Só cal é só fachada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ó Pedrinho, aqui quem se arma em carapau leva bordoada. É só isso. E tu também já estás quase a pedi-las. O caralho da tua presunção em mandar-nos desamparar a loja&#8230; Vai tu, ó tinhoso.</p>
<p>Ó Claudette, essa promoção do Valupi a grande intelectual é um bocadinho precepitada. E a expressão é &#8220;de pedra e cal&#8221;. Só cal é só fachada.</p>
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