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	<title>Comentários em: Vinte Linhas 256</title>
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	<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 18:57:12 +0000</pubDate>
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		<title>Por: de pt mdr</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34743</link>
		<dc:creator>de pt mdr</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 14:37:44 +0000</pubDate>
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		<description>Nada a dizer ... dos cnteúdos.

... mas não era suposto  uma pessoa - arrepiada - pela boçalidade deste ministro vir - no mínimo - pensar numa forma de lhe dizer para a "PT que o Pariu" se anda - estérico-  a deendr o Acordo Ortográfico.
Vale!

á agora o poema do Daniel sá ... sofre um pouco do mal dos poetas que por aí andam ---- AMADORISMO --- uma das razões pelas quais ministros como estes são possíveis.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nada a dizer &#8230; dos cnteúdos.</p>
<p>&#8230; mas não era suposto  uma pessoa - arrepiada - pela boçalidade deste ministro vir - no mínimo - pensar numa forma de lhe dizer para a &#8220;PT que o Pariu&#8221; se anda - estérico-  a deendr o Acordo Ortográfico.<br />
Vale!</p>
<p>á agora o poema do Daniel sá &#8230; sofre um pouco do mal dos poetas que por aí andam &#8212;- AMADORISMO &#8212; uma das razões pelas quais ministros como estes são possíveis.</p>
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	<item>
		<title>Por: daniel</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34519</link>
		<dc:creator>daniel</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 12:02:21 +0000</pubDate>
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		<description>Elypse
Sinceramente, já cá estás também no cantinho dos afectos. E gosto igualmente daquele teu blog. Pena o tempo não dar para nos passarmos por todos os que valem a pena.
Nota: Aqueles sonetos para que o RVN chama a atenção foram os tais que apareceram em vários blogues como sendo da própria Natália Correia. Ou a imitei bem (o que seria óptimo) ou quem os leu não percebeu as diferenças nem ligou à assinatura.
Um bom dia de Abril. Lembro-me das pedras da calçada onde tinha os pés quando soube da boa nova.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Elypse<br />
Sinceramente, já cá estás também no cantinho dos afectos. E gosto igualmente daquele teu blog. Pena o tempo não dar para nos passarmos por todos os que valem a pena.<br />
Nota: Aqueles sonetos para que o RVN chama a atenção foram os tais que apareceram em vários blogues como sendo da própria Natália Correia. Ou a imitei bem (o que seria óptimo) ou quem os leu não percebeu as diferenças nem ligou à assinatura.<br />
Um bom dia de Abril. Lembro-me das pedras da calçada onde tinha os pés quando soube da boa nova.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: jcfrancisco</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34509</link>
		<dc:creator>jcfrancisco</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 10:58:10 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Daniel de Sá: eu sei, basta ver o que escrevi no «Diário Insular» em 2002 sobre o tema. Uma vez ele recebeu um enorme ramo de flores numa determinada Câmara Municipal alentejana e passou pelo Lavre para ir colocar esse ramo de flores na campa do João Basuga, único filho rapaz de João Basuga, protagonista do livro. Isso não invalida que haja razão para assinalar o desaparecimento da dedicatória exactamente pelo motivo à vista: aquela era uma das dedicatórias que «nunca» poderia ter desaparecido pela sua própria natureza e articulação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Daniel de Sá: eu sei, basta ver o que escrevi no «Diário Insular» em 2002 sobre o tema. Uma vez ele recebeu um enorme ramo de flores numa determinada Câmara Municipal alentejana e passou pelo Lavre para ir colocar esse ramo de flores na campa do João Basuga, único filho rapaz de João Basuga, protagonista do livro. Isso não invalida que haja razão para assinalar o desaparecimento da dedicatória exactamente pelo motivo à vista: aquela era uma das dedicatórias que «nunca» poderia ter desaparecido pela sua própria natureza e articulação.</p>
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	<item>
		<title>Por: Elypse</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34483</link>
		<dc:creator>Elypse</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 20:01:05 +0000</pubDate>
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		<description>Daniel de Sá,

não me zanguei com ninguém. longe disso. apenas vou dando opiniões com pormenores de uma realidade que fui vivendo. claro que algumas delas, ao contextualizá-las por aqui, têm o propósito da “provocação” e tertúlia... 

e já agora - gosto de ti - abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Daniel de Sá,</p>
<p>não me zanguei com ninguém. longe disso. apenas vou dando opiniões com pormenores de uma realidade que fui vivendo. claro que algumas delas, ao contextualizá-las por aqui, têm o propósito da “provocação” e tertúlia&#8230; </p>
<p>e já agora - gosto de ti - abraço</p>
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	<item>
		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34482</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 19:48:03 +0000</pubDate>
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		<description>a propósito de daniel de sá:
teve este nosso amigo a gentileza de publicar dois belíssimos 'sonetos à maneira de Natália Correia' aqui:
http://setevidascomoosgatos.blogspot.com/2008/04/dois-sonetos-maneira-de-natlia-correia_24.html
recomendo a leitura, são dois saborosos nacos de poesia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>a propósito de daniel de sá:<br />
teve este nosso amigo a gentileza de publicar dois belíssimos &#8217;sonetos à maneira de Natália Correia&#8217; aqui:<br />
<a href="http://setevidascomoosgatos.blogspot.com/2008/04/dois-sonetos-maneira-de-natlia-correia_24.html" rel="nofollow">http://setevidascomoosgatos.blogspot.com/2008/04/dois-sonetos-maneira-de-natlia-correia_24.html</a><br />
recomendo a leitura, são dois saborosos nacos de poesia.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34479</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 19:27:28 +0000</pubDate>
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		<description>daniel,
correcção obrigatória: 'zanga' coisa nenhuma. Nem arrufo chegou a ser. Foi um broft. Isso, um broft. E o que é um broft? Nada, coisíssima nenhuma. Pois foi isso mesmo a nossa 'zanga'.
Abraço, ó da Maia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>daniel,<br />
correcção obrigatória: &#8216;zanga&#8217; coisa nenhuma. Nem arrufo chegou a ser. Foi um broft. Isso, um broft. E o que é um broft? Nada, coisíssima nenhuma. Pois foi isso mesmo a nossa &#8216;zanga&#8217;.<br />
Abraço, ó da Maia.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel de Sá</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34478</link>
		<dc:creator>Daniel de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 18:59:19 +0000</pubDate>
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		<description>Elypse e RVN
Não percebi a momentânea zanga. E gostaria de chamar a atenção para o caso do meu amigo JCF. Se o Saramago tivesse apagado a dedicatória inicial (daquele que é o seu livro de que ainda mais gosto) por julgar que as pessoas nomeadas não mereciam o seu talento, o JCF teria toda a razão. Mas penso que não terá sido este o motivo. Eu lembro-me de ver, creio que já depois de ele ter recebido o Nobel, uma reportagem na RTP em que José Saramago visitou algumas das pessoas que constam dessa dedicatóaria. E foi visível o carinho mútuo, que me pareceu absotumante sincero de parte a parte.
Uma curiosidade: fui muito amigo de uma senhora de Alcácer do Sal, que morreu nova, que conhecia algumas das personagens que o Saramago trnsfigurou (pouco) como personagens do romance.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Elypse e RVN<br />
Não percebi a momentânea zanga. E gostaria de chamar a atenção para o caso do meu amigo JCF. Se o Saramago tivesse apagado a dedicatória inicial (daquele que é o seu livro de que ainda mais gosto) por julgar que as pessoas nomeadas não mereciam o seu talento, o JCF teria toda a razão. Mas penso que não terá sido este o motivo. Eu lembro-me de ver, creio que já depois de ele ter recebido o Nobel, uma reportagem na RTP em que José Saramago visitou algumas das pessoas que constam dessa dedicatóaria. E foi visível o carinho mútuo, que me pareceu absotumante sincero de parte a parte.<br />
Uma curiosidade: fui muito amigo de uma senhora de Alcácer do Sal, que morreu nova, que conhecia algumas das personagens que o Saramago trnsfigurou (pouco) como personagens do romance.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34477</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 18:54:11 +0000</pubDate>
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		<description>Uffff!  
('bora, Bobbi)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uffff!<br />
(&#8217;bora, Bobbi)</p>
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	<item>
		<title>Por: Elypse</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34476</link>
		<dc:creator>Elypse</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 18:45:51 +0000</pubDate>
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		<description>rvn,

após essa desculpabilização explicativa, com disfunção e tudo, não tenho porque sentir errado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>rvn,</p>
<p>após essa desculpabilização explicativa, com disfunção e tudo, não tenho porque sentir errado.</p>
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	<item>
		<title>Por: rvn</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34475</link>
		<dc:creator>rvn</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 18:33:15 +0000</pubDate>
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		<description>Elypse,

Aceita cumprimentos e uma explicação, peço-te. 

Não deves levar demasiado a peito a chalaça desajeitada que te escolheu e usou como ponto de partida e inspiração. Não houve, asseguro-te, intenção de agredir ou achincalhar, foi outra a motivação. Que, para ser absolutamente franco, nem tinha até sequer a ver contigo em especial, logo tu que comentaste à margem destas raivinhas de dentes que empestaram a caixa de comentários deste post com o fedor inconfundível da retinta baixaria. Talvez por isso eu, reagindo por instinto, larguei a poiazita de non sense. Que de certa forma te visou, é certo, mas foi dano colateral, homem! Um saide iféquete, se é que me faço entender, de resto nem por isso totalmente imerecido, se pensarmos naquela tua disfunção eréctil com as islandesas que tentas resolver com livros, apesar de já existir medicação própria e indicada para o problema. Mas enfim, cada um é como cada inqual e nessas coisas...

Ironias à parte, achei carregado o ambiente que encontrei à chegada. Muita palavra biliosa e intenção a condizer. Ter-se-à soltado um reflexo antigo, então: lembro-me de ser garoto e, se os meus pais estavam a discutir, recorrer ao disparate com estrondo para mudar o foco da atenção geral. Repreender-me unia-os, aparentemente, chamava-os à causa comum. 
No caso presente nem foi preciso um disparate meu, bastou-me caricaturar esse (na minha opinião) disparate generalizado do embasbacanço saloio com a celebridade, esse deslumbre exagerado com a mera vizinhança de uma qualquer 'figura pública'. Claro que não seria bem o caso da Kátia Marlene que não se lava hà três meses porque os DZRT assinaram autógrafos na sua mama esquerda. Falávamos de Saramago e da tua mão direita, presumo. Só isso, nem que fosse apenas na tua perspectiva, mudava logo tudo à partida. Para mim é que não. Por isso o meu exagero fez o resto. E pronto. 

No hard feelings, certo?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Elypse,</p>
<p>Aceita cumprimentos e uma explicação, peço-te. </p>
<p>Não deves levar demasiado a peito a chalaça desajeitada que te escolheu e usou como ponto de partida e inspiração. Não houve, asseguro-te, intenção de agredir ou achincalhar, foi outra a motivação. Que, para ser absolutamente franco, nem tinha até sequer a ver contigo em especial, logo tu que comentaste à margem destas raivinhas de dentes que empestaram a caixa de comentários deste post com o fedor inconfundível da retinta baixaria. Talvez por isso eu, reagindo por instinto, larguei a poiazita de non sense. Que de certa forma te visou, é certo, mas foi dano colateral, homem! Um saide iféquete, se é que me faço entender, de resto nem por isso totalmente imerecido, se pensarmos naquela tua disfunção eréctil com as islandesas que tentas resolver com livros, apesar de já existir medicação própria e indicada para o problema. Mas enfim, cada um é como cada inqual e nessas coisas&#8230;</p>
<p>Ironias à parte, achei carregado o ambiente que encontrei à chegada. Muita palavra biliosa e intenção a condizer. Ter-se-à soltado um reflexo antigo, então: lembro-me de ser garoto e, se os meus pais estavam a discutir, recorrer ao disparate com estrondo para mudar o foco da atenção geral. Repreender-me unia-os, aparentemente, chamava-os à causa comum.<br />
No caso presente nem foi preciso um disparate meu, bastou-me caricaturar esse (na minha opinião) disparate generalizado do embasbacanço saloio com a celebridade, esse deslumbre exagerado com a mera vizinhança de uma qualquer &#8216;figura pública&#8217;. Claro que não seria bem o caso da Kátia Marlene que não se lava hà três meses porque os DZRT assinaram autógrafos na sua mama esquerda. Falávamos de Saramago e da tua mão direita, presumo. Só isso, nem que fosse apenas na tua perspectiva, mudava logo tudo à partida. Para mim é que não. Por isso o meu exagero fez o resto. E pronto. </p>
<p>No hard feelings, certo?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: jcfrancisco</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34468</link>
		<dc:creator>jcfrancisco</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 17:13:16 +0000</pubDate>
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		<description>no texto de há pouco houve um acidente - caiu e era a frase como se fosse possível não perceber que «mesquinho» é o gesto de apagar; não o gesto de chamar a atenção para o apagamento. Essa é que é a questão. Não perceber isto é não perceber nada. Fecho por hoje os taipais; não há pachorra para isto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>no texto de há pouco houve um acidente - caiu e era a frase como se fosse possível não perceber que «mesquinho» é o gesto de apagar; não o gesto de chamar a atenção para o apagamento. Essa é que é a questão. Não perceber isto é não perceber nada. Fecho por hoje os taipais; não há pachorra para isto.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Elypse</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34466</link>
		<dc:creator>Elypse</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 17:09:10 +0000</pubDate>
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		<description>ó rvn, dói-te algo, só pode... 

cada um sabe o que certas passagens significam ou não - e a que aqui narrei, significou-me. 

mas, já agora, sem islandesas: por acaso tive o prazer e a honra de privar com o Mário Cesariny de 2001 a 2003 - várias foram as vezes que ascendi ao quarto/sala da Basílio Teles em Lisboa, para conversar. 

mas antes, já conhecera o Miguel Torga, que recebia parte do seu correio através da livraria Almedina, cá em coimbra. como não sou jornalista, nem nenhuma personalidade relevante para o meio, deves entender, ou deverias, que tenho tido passagens e vivências, no mínimo, curiosas. a troco de frequentar a casa do Cesariny, vi-me um dia a apertar uma mão para além da mão - encontrei-me com o joão soares, na altura presidente da câmara de lisboa. 

e mais não forneço, porque tenho mesmo um romance autobiográfico que um dia deste está "cá fora" - depois, talvez te digne o privilégio de uma entrevista</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ó rvn, dói-te algo, só pode&#8230; </p>
<p>cada um sabe o que certas passagens significam ou não - e a que aqui narrei, significou-me. </p>
<p>mas, já agora, sem islandesas: por acaso tive o prazer e a honra de privar com o Mário Cesariny de 2001 a 2003 - várias foram as vezes que ascendi ao quarto/sala da Basílio Teles em Lisboa, para conversar. </p>
<p>mas antes, já conhecera o Miguel Torga, que recebia parte do seu correio através da livraria Almedina, cá em coimbra. como não sou jornalista, nem nenhuma personalidade relevante para o meio, deves entender, ou deverias, que tenho tido passagens e vivências, no mínimo, curiosas. a troco de frequentar a casa do Cesariny, vi-me um dia a apertar uma mão para além da mão - encontrei-me com o joão soares, na altura presidente da câmara de lisboa. </p>
<p>e mais não forneço, porque tenho mesmo um romance autobiográfico que um dia deste está &#8220;cá fora&#8221; - depois, talvez te digne o privilégio de uma entrevista</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: poesia porno</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34457</link>
		<dc:creator>poesia porno</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 15:34:46 +0000</pubDate>
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		<description>Coitado do JCF, não há dúvida de que está senil e esclerosado. Como é possível, depois destes comentários todos, continuar a dizer da tal família, aquilo que, afinal, em dedicatória o Nobel agradeceu: «sem eles não teria sido escrito este livro»!
E os outros livros, também deve agradecer à família do Lavre tê-los escrito? E o que é isso, de o Saramago «ser um menino da Penha de França» como tu dizes com o teu costumado recalcamento, pá? Que eu saiba, o Saramago é ribatejano. Nasceu numa aldeia chamada Azinhaga, na Golegã. Veio para Lisboa com poucos anos, porque os pais «emigraram» para a capital, mas sempre regressou por muitas e demoradas temporadas à sua aldeia. És mal-dizente por natureza, pá! Mas conta, conta porque tens tanta sanha ao Saramago? Disse-te com certeza algumas verdades e tu não lhe perdoas. Mas conta, anda, conta lá o que se passou. "Não sejas mau p'ra mim", porra! E já agora, acrescento queste tipo é do mais chato e nhurro que conheci. Safa!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Coitado do JCF, não há dúvida de que está senil e esclerosado. Como é possível, depois destes comentários todos, continuar a dizer da tal família, aquilo que, afinal, em dedicatória o Nobel agradeceu: «sem eles não teria sido escrito este livro»!<br />
E os outros livros, também deve agradecer à família do Lavre tê-los escrito? E o que é isso, de o Saramago «ser um menino da Penha de França» como tu dizes com o teu costumado recalcamento, pá? Que eu saiba, o Saramago é ribatejano. Nasceu numa aldeia chamada Azinhaga, na Golegã. Veio para Lisboa com poucos anos, porque os pais «emigraram» para a capital, mas sempre regressou por muitas e demoradas temporadas à sua aldeia. És mal-dizente por natureza, pá! Mas conta, conta porque tens tanta sanha ao Saramago? Disse-te com certeza algumas verdades e tu não lhe perdoas. Mas conta, anda, conta lá o que se passou. &#8220;Não sejas mau p&#8217;ra mim&#8221;, porra! E já agora, acrescento queste tipo é do mais chato e nhurro que conheci. Safa!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34451</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 14:38:54 +0000</pubDate>
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		<description>Olhá, Zé do Carmo, eu, se fosse juiz social, condenava-te a uma semana de gaita de foles galega, 24 horas por dia, em prisão de alta segurança. Pena remível mediante acto de contricção circunstanciado e pedido de desculpas público ao velhote que honra Portugal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olhá, Zé do Carmo, eu, se fosse juiz social, condenava-te a uma semana de gaita de foles galega, 24 horas por dia, em prisão de alta segurança. Pena remível mediante acto de contricção circunstanciado e pedido de desculpas público ao velhote que honra Portugal.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34450</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 14:35:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34450</guid>
		<description>Subscrevo a poesia porno. É tudo inveja e maus fígados, com demagogia e vileza à mistura.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Subscrevo a poesia porno. É tudo inveja e maus fígados, com demagogia e vileza à mistura.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: jcfrancisco</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34448</link>
		<dc:creator>jcfrancisco</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 13:16:53 +0000</pubDate>
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		<description>Não percebes nada disto... Por ser um menino da Penha de França é que ele esteve cinco meses a viver no Lavre a ouvir as histórias do livro. Por isso escreveu na dedicatória «sem eles não teria sido escrito este livro». Não se poede discutir sem saber. Não sabes. Mão percebes. E falas em «ódio». Não nada disso. E «amesquinhar» como se fosse possível não perceber</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não percebes nada disto&#8230; Por ser um menino da Penha de França é que ele esteve cinco meses a viver no Lavre a ouvir as histórias do livro. Por isso escreveu na dedicatória «sem eles não teria sido escrito este livro». Não se poede discutir sem saber. Não sabes. Mão percebes. E falas em «ódio». Não nada disso. E «amesquinhar» como se fosse possível não perceber</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: poesia porno</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34442</link>
		<dc:creator>poesia porno</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 11:45:24 +0000</pubDate>
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		<description>Para, mais uma vez, tentar amesquinhar o Saramago, JCF não lhe diz o nome, mas chama-lhe «filho do subchefe da PSP». E depois, pá? O que é que tem isso? Lembra-me a fábula do "cordeiro e do lobo". É pá, és mesmo rancoroso e vil.O crótalo ainda não te conhece bem. Ele que vá à merda!És recalcado e de má índole. Safa! Conta é a razão porque odeias o Saramago. Conta,pá, se tens tomates! Mas tu não tens nem um raminho de salsa.Livra! E o teu pai, pá, quem foi ele? Não me digas que foi preso pelo subchefe da PSP, e por isso o teu ódio repetido até à exaustão pelo filho? Metes nojo e devias era ter vergonha, que é coisa que não sabes o que é. Vai-te lixar, mais a tua vaidade senil e à tua inveja!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para, mais uma vez, tentar amesquinhar o Saramago, JCF não lhe diz o nome, mas chama-lhe «filho do subchefe da PSP». E depois, pá? O que é que tem isso? Lembra-me a fábula do &#8220;cordeiro e do lobo&#8221;. É pá, és mesmo rancoroso e vil.O crótalo ainda não te conhece bem. Ele que vá à merda!És recalcado e de má índole. Safa! Conta é a razão porque odeias o Saramago. Conta,pá, se tens tomates! Mas tu não tens nem um raminho de salsa.Livra! E o teu pai, pá, quem foi ele? Não me digas que foi preso pelo subchefe da PSP, e por isso o teu ódio repetido até à exaustão pelo filho? Metes nojo e devias era ter vergonha, que é coisa que não sabes o que é. Vai-te lixar, mais a tua vaidade senil e à tua inveja!</p>
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		<title>Por: jcfrancisco</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34437</link>
		<dc:creator>jcfrancisco</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 10:57:43 +0000</pubDate>
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		<description>Pois pois... Foi aquela música maluca das gaiatas de foles na Juventude da Galiza sobre o lançamento do livro do Adalberto Alves, o João d´Ávila a dizer poemas, a Luísa Amaro e o António Eustáquio a tocarem e a gaita de foles a tocar mais alto. Falo das coisas sempre a propósito e neste caso era a integração em Espanha preconizada pelo filho do subchefe da PSP e muito comentada no «aspirinab». Só não se lembra quem não tem memória ou como diz Carlos Garcia de Castro «todos se lembram mas ninguém recorda».</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pois pois&#8230; Foi aquela música maluca das gaiatas de foles na Juventude da Galiza sobre o lançamento do livro do Adalberto Alves, o João d´Ávila a dizer poemas, a Luísa Amaro e o António Eustáquio a tocarem e a gaita de foles a tocar mais alto. Falo das coisas sempre a propósito e neste caso era a integração em Espanha preconizada pelo filho do subchefe da PSP e muito comentada no «aspirinab». Só não se lembra quem não tem memória ou como diz Carlos Garcia de Castro «todos se lembram mas ninguém recorda».</p>
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		<title>Por: Nik</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34435</link>
		<dc:creator>Nik</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 10:55:53 +0000</pubDate>
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		<description>Ó cobra vesga, não podes resumir? É que não tenho paciência para te ler em extensão, sorry.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ó cobra vesga, não podes resumir? É que não tenho paciência para te ler em extensão, sorry.</p>
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		<title>Por: CRÓTALO</title>
		<link>http://aspirinab.com/jose-do-carmo-francisco/vinte-linhas-256/#comment-34426</link>
		<dc:creator>CRÓTALO</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 07:08:03 +0000</pubDate>
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		<description>"Este crótalo deve ser daquelas cobras que não vêem nada de dia" 


Acertou em cheio, Nik, mas só para confirmar a  paranóia que o tem afligido ao longo destes comentários - que não é “vil”, vamos lá,  mas muito condenável em termos do  desmazelo semântico-jurídico  que afecta a eficiência dos ficheiros da sua biblioteca intra-cranial. O JCF só usou "vis", e eu reparei nisso como toda a gente,  porque você  fez-nos o favor de começar a roer esso osso duro no comentário precedente. Só isso. Se ele tivesse usado umas aspazinhas é como se o dito dele tivesse saído da sua boca.  Comprenda?

Aliás você, grafonola hiperbólica com motor de arranque politicamente independente, tem muito a mania de exagerar de acordo com o evangelho da sua necessidade em parecer iluminado e proprietário das refinarias democráticas. O último tiro para o ar que saiu da sua pistolinha foi o de "ter visto esta história uma dúzia de vezes só aqui no Aspirina". 

Não sei se a memória me falha, mas,  pelas minhas contas de somar, esta história  foi aqui referida como post não mais que três vezes pelo JCF, duas ao correr da pena e esta mais pormenorizada que acordou vários humores em  ninfas e faunos  habituados aos protocolos sem significado nem ofensa dos velhos e tradicionais secretários dos ministérios.

Agora diga-me lá quem é que anda armado em licanço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Este crótalo deve ser daquelas cobras que não vêem nada de dia&#8221; </p>
<p>Acertou em cheio, Nik, mas só para confirmar a  paranóia que o tem afligido ao longo destes comentários - que não é “vil”, vamos lá,  mas muito condenável em termos do  desmazelo semântico-jurídico  que afecta a eficiência dos ficheiros da sua biblioteca intra-cranial. O JCF só usou &#8220;vis&#8221;, e eu reparei nisso como toda a gente,  porque você  fez-nos o favor de começar a roer esso osso duro no comentário precedente. Só isso. Se ele tivesse usado umas aspazinhas é como se o dito dele tivesse saído da sua boca.  Comprenda?</p>
<p>Aliás você, grafonola hiperbólica com motor de arranque politicamente independente, tem muito a mania de exagerar de acordo com o evangelho da sua necessidade em parecer iluminado e proprietário das refinarias democráticas. O último tiro para o ar que saiu da sua pistolinha foi o de &#8220;ter visto esta história uma dúzia de vezes só aqui no Aspirina&#8221;. </p>
<p>Não sei se a memória me falha, mas,  pelas minhas contas de somar, esta história  foi aqui referida como post não mais que três vezes pelo JCF, duas ao correr da pena e esta mais pormenorizada que acordou vários humores em  ninfas e faunos  habituados aos protocolos sem significado nem ofensa dos velhos e tradicionais secretários dos ministérios.</p>
<p>Agora diga-me lá quem é que anda armado em licanço.</p>
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