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«Poetas de sempre» – volume X» (Antologia)

A partir de um projecto editorial que teve início em Agosto de 2000, este é o volume X de uma série intitulada «Poetas de sempre». Inclui poemas de 27 autores: Albina Dias, Alda Cabral, Alfredo Martins Guedes, Angelino Pereira, Barrosos da Fonte, Carlos Teles Gomes, Cristino Cortes, Delmar Maia Gonçalves, Fernando de Castro Branco, Fernando Pinto Ribeiro, Isabel Gouveia, José Manuel Duarte Filipe, Julião Bernardes, Júlio Pereira Dinis, Manuel António Gouveia, Manuel António Pereira, Manuel Canela, Maria Albertina, Maria Crisantina, Maria da Glória Cabral, Maria de Lourdes dos Anjos, Maria Helena Dinis Prata Tomás, Maria Luísa Pousão Sancho, Maria Nair Telles, Maria Natália Miranda, Maria Odília Ribeiro e Ofélia Bomba. Cristino Cortes (n.1953, Fiães) viu o seu primeiro livro («Ciclo do amanhecer») editado pelo jornal «Poetas & Trovadores» onde tinha publicado o seu primeiro poema. Escolhendo um poema seu, divulgamos toda uma geração que não tem acesso ao «J.L.», às revistas «Ler» e «Os meus livros», às «Correntes de Escritas», à «Câmara Clara», os autores «marginais, periféricos e desalinhados com o cânone» como lhes chamou Eduardo Prado Coelho. Eis o poema «Volta saloia»: «Foi um belo passeio, aquele que ontem demos, o mar / unindo ao campo, pequenas aldeias, terrenos, parcelas / visivelmente abandonadas, casinhotos, em janelas / de ver o verde, flores amarelas, a gente a passar…/ Tão perto da cidade! Paisagem bucólica e rural / é um gosto para os olhos, uma alegria para a alma / de clorofila se enche, penso também de paz e calma / esse outro modo de viver, puro horizonte, natural. / Não vimos burros, talvez por ser feriado, dia santo / por de quatro patas já poucos haver nesta agricultura / mas lembrei-me de Cesário, pequena homenagem à dura / realidade, dele e nossa, mas ele deixou, único, um canto. / É outro ar, outra luz, todo um outro cheiro, este acordo / do homem e sua volta – aqui o sonho, fixo e recordo».

(Editora: Cidade Berço, Coordenador: Barroso da Fonte, Capa: José António Nobre)


  1. 1 z

    muitas vezes não digo nada mas gosto sempre de passar os olhos por estes teus textos, JCF, além de te darem trabalho a escrever, arejam e abrem portas para outros lugares,

  2. 2 claudia

    Sim, z, areja e abre portas, nem que seja para a pocilga do porco.

  3. 3 Zeca Diabo

    Acho piada a “poemas ” destes. O poetraste escreve uma prosa arrebicada, divide-a em linhas à toa ou a sabor do ouvido, e pimba!, pare um poema.
    Já não acho tanta piada ao facto de os críticos literários baterem palmas a esta merda.

  4. 4 z

    fora deste baralho, mas bom de saber,

  5. 5 jcfrancisco

    Quem és tu para definir o que é um poeta??? Quem és tu para chamares «merda» a o que quer que seja??? Quem julgas tu que és??? Estás equivocado mais uma vez, já são muitas vezes…

  6. 6 claudia

    jcfrancisco, também eu te pergunto quem julgas tu ser quando te inchas que nem um sapo e gabas a tua pessoa neste blog. És o rei absoluto que se incensa a si próprio. E quando os súbditos se fartarem?

  7. 7 jcfrancisco

    Óh Claudia – para construir um muro é preciso um artista (um pedreiro qualificado); para o destruir qualquer coice de burro serve. Não me digas que não sabes???

  8. 8 Zeca Diabo

    jcf, andas muito repetitivo. A talhe de foice, conheço um pedreiro que é um poeta a sério. Ou um poeta que é pedreiro a sério, se quiseres. Um poeta verdadeiro, melhor que tu e toda essa cambada que pare “poemas” entre cagadas. Muito melhor.

  9. 9 jcfrancisco

    Continuas enganado – tu não és nada nem ninguém para definir o que é melhor ou pior em literatura.

  10. 10 noz por cá

    O zeca, zeca diabo
    cagas ferros e ferrolhos
    vês merda em todo o lado
    deves ter merda nos olhos

    és uma pobre criatura
    és um triste zeca diabo
    e fazias melhor figura
    se tivesses sempre calado

  11. 11 noz por cá

    noz por cá

    Claudia chifer ou chonfrada
    desfilas com as pernas tortas
    dizes com cada bacorada
    ficas bem no meio das porcas

  12. 12 ENFIM

    Abundam tantos por essa sociedade consumista que pensam saber tudo, como se tudo fosse o seu reino e que até me lembram do que alguém já disse. “Estúpido não é o que não sabe mas sim aquele que pensa que sabe sem saber” E depois o Grande Camões escreveu “melhor merecere-los sem que os ter sem o merecer”. Claro! Como em tudo na vida, cada um dá do que tem! Existe ricos generosos e pobres que guardam lixo!
    Ma é bom saber viver com as diferenças sem ter que entrar pela via da baixaria e do “vota” abaixo, e alguns são mesmos autênticos botas-de-elástico que sempre esticam para quem lhesdá! Mas infelizmente quem paga poesia para dar não tem dinheiro para pagar retórica!

  13. 13 ENFIM

    Abundam tantos por essa sociedade consumista que pensam saber tudo, como se tudo fosse o seu reino e que até me lembram do que alguém já disse. “Estúpido não é o que não sabe mas sim aquele que pensa que sabe sem saber” E depois o Grande Camões escreveu “melhor merecere-los sem os ter que os sem o merecer”. Claro! Como em tudo na vida, cada um dá do que tem! Existe ricos generosos e pobres que guardam lixo!
    Ma é bom saber viver com as diferenças sem ter que entrar pela via da baixaria e do “vota” abaixo, e alguns são mesmos autênticos botas-de-elástico que sempre esticam para quem lhes dá! Mas infelizmente quem paga poesia para dar não tem dinheiro para pagar retórica!
    Como os “Zecas” e companhias da tristeza!…

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